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13 abril, 2016

Um Espaço Internacional

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) é uma instituição de ensino superior de referência a nível nacional, com forte aposta na internacionalização, contando neste momento com estudantes estrangeiros de mais de 60 nacionalidades

Publicado em 'Revista Forum Estudante de Abril 2016'.

15 março, 2016

Tuna feminina do IPB comemorou 20 anos


A Tôna Tuna - Tuna Feminina Universitária de Bragança comemorou 20 anos, no passado sábado.
A efeméride foi assinalada com um jantar na cantina do Instituto Politécnico de Bragança, que contou com a presença de cerca de 80 pessoas, entre elas os actuais 20 elementos da Tuna.
Um encontro entre estas e antigos membros da tuna, entre outros convidados, que serviu para conviver e reavivar memórias destes 20 anos. Sandra Pinto tem 37 anos e está na tuna há 19, sendo por isso o elemento mais antigo do grupo, ainda no activo. A jovem lembra que, quando entrou para a tuna, havia uma realidade diferente da de agora. “Quando entrei, tínhamos muito mais dificuldades quer de apoio quer de logística. Tudo o que conseguimos foi arrancado a ferros. Neste momento, temos uma sala de ensaios no centro académico, além disso todos os apoios que são possíveis e a que concorremos”, salienta.
Ao longo destes 20 anos foram muitas as viagens realizadas pela Tona Tuna, quer a nível nacional, quer internacional. Sandra Pinto salienta, além do convívio com os restantes elementos do grupo e de outras tunas, a divulgação da própria cidade de Bragança. “É uma oportunidade de nós conhecermos e de darmos a conhecer a nossa Bragança”, adianta Sandra Pinto. Vinte mulheres, estudantes ou ex-estudantes do Instituto Politécnico de Bragança dão, actualmente, seguimento à tradição da tuna feminina, que começou a actuar, há 20 anos, em Bragança.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

03 março, 2016

IPB alarga Programa Erasmus à Europa Oriental e Sul do Mediterrâneo


O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai alargar o raio de acção do Programa Erasmus, desta feita a países de fora da União Europeia, nomeadamente da Europa Oriental, como Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Geórgia, Moldávia e Ucrânia, e do Sul do Mediterrâneo, nomeadamente Argélia, Marrocos e Tunísia.
Este novo projeto de cooperação representa mais 70 estudantes estrangeiros em Bragança e 50 docentes em mobilidade. “O IPB ganhou a candidatura nestes países”, explicou Luís Pais, vice-presidente do IPB, à margem do primeiro encontro cuja abertura teve lugar na passada segunda-feira, com a presença de 30 docentes de vários países. Atualmente a instituição tem cerca de 1200 alunos de mais de 60 países. O projeto Erasmus+ ICM consolida o programa de internacionalização do Instituto Politécnico onde 16% dos estudantes possuem nacionalidade não portuguesa “É um projeto Erasmus especial, cujo objetivo é suportar a mobilidade de estudantes e docentes, que permite a dupla diplomação, que requerem uma cooperação mais intensa entre as instituições envolvidas”, referiu Luís Pais.
Ao abrigo este programa vêm vários alunos de mestrado, na maioria dos casos já concluíram o primeiro ano nas instituições de origem, para frequentar sete programas lecionados em inglês. “São alunos que estão a realizar a sua tese de mestrado em coorientação com professores das instituições de origem. Esta é a novidade de projeto, o maior entrosamento e cooperação entre o IPB e as instituições estrangeiras”, acrescentou o responsável. O projeto aprovado para o Instituto Politécnico de Bragança prevê a estadia dos estudantes não-comunitários durante um ano letivo e a obtenção do duplo diploma no IPB em diversas áreas, incluindo as Engenharias (Engenharia Biotecnológica, Civil, Informática, Mecânica e Química), a Gestão (Gestão de Negócios Internacionais e Gestão de Empresas) e as Ciências Agrárias (Gestão de Recursos Florestais).
A candidatura do IPB obteve a melhor avaliação por parte da Agência Nacional Erasmus+, tendo recebido um financiamento de cerca de seiscentos mil Euros para a mobilidade destes estudantes, professores e colaboradores no ano letivo de 2015/2016.
Encontram-se atualmente em Bragança 58 estudantes destes países para mobilidade internacional e obtenção de duplo diploma de licenciatura e de mestrado. Cerca de 90% fluxos de mobilidade serão de recepção de alunos estrangeiros e 10% são de envio de estudantes do IPB para esses países. “A partir de 2017 está previsto que o IPB enviei os seus alunos para esses países.
A captação de alunos estrangeiros é uma tendência em crescimento. “É importante para o futuro da instituição, para a sua sobrevivência, para a sobrevivência da cidade e da região que têm que ter capacidade de atrair estudantes. Temos capacidade de fazer bem a mobilidade internacional que também se potencia ao nível de outra cooperação como a investigação científica”, sublinhou o responsável.

Publicado em 'Mensageiro'.

26 fevereiro, 2016

Jovens físicos por um dia testaram acelerador de partículas do Bosão de Higgs no IPB


Cerca de 60 estudantes do ensino secundário de Bragança e Miranda do Douro mergulham na Física de Partículas numa espécie de aula laboratório, onde puderam experimentar investigação de ponta como o Bosão de Higgs, que teve lugar na passada quinta-feira no Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
As Masterclasses Internacionais em Física de Partículas - um ramo da Física que estuda os constituintes elementares da matéria e da radiação, e a interação entre eles e suas aplicações - dão aos estudantes a oportunidade de participarem nas mesmas experiências que cientistas já realizaram, analisam dados reais recolhidos nas experiências do acelerador LHC do CERN, sob a supervisão de físicos. A Física das Particulares é essencial, por exemplo, para o desenvolvimento da Internet ou até de alimentos. No fundo “estamos sempre a ser bombardeados por partículas”, referiu Ana Isabel Pereira, docente no IPB, que sublinhou que a iniciativa tem como objetivo “atrair os alunos para a ciência, para que percebam o quanto estudar estas coisas é importante”.
Os jovens da Escola Abade de Baçal e da Escola Miguel Torga (Bragança) e da Secundária de Miranda do Douro tiveram ainda oportunidade de trocar opiniões, através de videoconferência, com outros de quatro países para analisar os resultados que conseguiram. “Vão discutir entre eles os resultados que obtiveram em cada uma das instituições. Eles analisaram os dados reais obtidos pelo acelerador de partículas do CERN durante uma hora e meia e depois discutem os resultados, com moderação dos físicos do CERN que estão na Suíça “, acrescentou a docente.
Enquanto tentava encontrar eletrões e fotões, Luís Raposo, 16 anos, aluno de Miranda do Douro, deu conta que se tratou de uma aula “diferente”, ainda que mais “complicada” do que as que tem na escola. Complexidade à parte, esta experiência possibilitou-lhe assimilar melhor “esta parte que é pouco falada”, referindo-se à investigação de ponta. Na sua explicação rápida, o jovem assinalou no écran do computador “a parte constituinte de um átomo que constitui toda a matéria que conhecemos. Gostei de compreender a dimensão desta parte que estuda sistemas tão complexos. Sabíamos que as partículas estão presentes em muita coisa, mas não imaginávamos a dimensão que isto tinha e onde nos pode permitir chegar”, revelou Luís Raposo.

Alunos de 45 paises
A iniciativa, que decorre em 210 universidades e laboratórios em 45 países em todo o mundo até 23 de março, propõe-se divulgar a Ciência e torná-la mais apetecível para as camadas jovens. “Para isso durante a manhã têm várias palestras sobre a temática, depois vão analisar em computador e com recurso a um programa desenvolvido pelo CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) analisam o comportamento de electrões e protões e chegar a algumas conclusões”, explicou a docente Ana Isabel Pereira.
Outra estudante, Bárbara, 16 anos, aluna do 11º ano, também em Miranda do Douro, confessou que não é grande fã de Física, porque só gosta “mais ou menos”. Para gostar é preciso conhecer, daí que a participação na Masterclass lhe tenha dado “a oportunidade de lidar com as partículas”. Em causa estavam quatro experiências, nomeadamente ATLAS, CMS, ALICE e LHCb. Os participantes analisam os resultados das colisões entre protões que viajam ao longo dos 27 km do acelerador a velocidades muito próximas da velocidade da luz no vazio. Puderam redescobrir o bosão Z ou a estrutura do protão, reconstruir partículas “estranhas” ou medir a vida média da partícula D0. Um dos pontos altos é a procura de bosões de Higgs. As experiências ATLAS e CMS incluíram nos dados reais acontecimentos selecionados como possíveis bosões Higgs para os estudantes procurarem esta partícula rara, esquiva e de vida muito curta.
Para simular o ambiente de trabalho científico real, cada Masterclass termina com uma videoconferência, em que grupos de estudantes de diferentes institutos e países se ligam a dois moderadores no CERN (Genebra, Suíça) ou Fermilab (Batavia, Illinois, USA) para combinar e discutir os respetivos resultados. Podem também questionar os moderadores, numa sessão de perguntas e respostas. As videoconferências terminam geralmente com um questionário lúdico sobre física de partículas. Mais de 60 físicos ofereceram-se como voluntários para serem moderadores nas videoconferências.

Publicado em 'Mensageiro'.

24 fevereiro, 2016

Associação Académica do IPB comemora 15º aniversário


A Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança assinalou os 15 anos de existência na passada sexta-feira. A data foi aproveitada para homenagear os antigos presidentes da academia e relembrar o percurso desde a criação num jantar.
O actual presidente da Associação académica, Ricardo Pinto, explica que o evento serviu também para celebrar um espírito académico que considera “único a nível nacional”, que, no seu entender, se deve à capacidade de saber acolher. “Acho que o segredo está no acolhimento, a palavra acolhedor é o que melhor nos caracteriza, logo desde o início do ano, na matrícula e nas praxes apoiamos. E essa é a chave principal para que este espírito académico se mantenha ao longo destes anos”, sublinha o estudante.
Para Vasco Lopes, o primeiro presidente da Associação, a sua criação, a partir das associações de estudantes das diferentes escolas, trouxe outra projecção à academia de Bragança a nível nacional. “Era uma vontade antiga, à época. Penso que o que fez a diferença foi o facto de termos entrado três equipas distintas e novas, que não vinham com nenhum tipo de afectividade do passado, o que nos deu clareza de espírito para nos unirmos e para criarmos o que é hoje a associação académica”, adianta o antigo dirigente académico.
No jantar de aniversário foram ainda homenageados o antigo e o actual presidentes do município, Jorge Nunes e Hernâni Dias, bem como o ex-presidente do IPB Dionísio Gonçalves, o agora responsável da instituição, Sobrinho Teixeira, Anabela Martins, do GIAPE e ainda Osvaldo Régua, dos serviços sociais do IPB.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

03 fevereiro, 2016

Cabo Verdiana conquista titulo de melhor aluna

Com apenas 21 anos de idade, através duma parceria com a Câmara municipal do Sal, e com o apoio da sua família, a estudante conseguiu entrar na Escola de saúde de Bragança
A estudante Cabo Verdiana da ilha do Sal - Santa Maria, Suellen Brito, conquistou no passado dia 28 de Janeiro o titulo de melhor aluna do CET de Técnico de Laboratório da Escola de saúde em Bragança, Portugal.
Com apenas 21 anos de idade, através duma parceria com a Câmara municipal do Sal, e com o apoio da sua família, a estudante conseguiu entrar na Escola de saúde de Bragança, estando neste momento, no primeiro ano do curso superior de Ciências Biomédicas Laboratoriais.
A jovem estudante afirma que decidiu ir estudar em Portugal em Bragança devido às oportunidades que a cooperação existente entre Bragança e a ilha do Sal favorecem para os jovens da ilha, e que outro grande fator que a levou a tomar esta decisão foi pelo fato de que vários amigos estudantes lhe terem dito que o nível de vida ali seria de baixo custo.
Suellen hoje para além de ter constatado o que os colegas e amigos tinham afirmado relativamente à qualidade de vida estudantil em Bragança, ela também reconhece que a Escola superior de Bragança, é uma instituição de grande valor no qual a mesma afirma ser uma das melhores do país.

Publicado em 'Ocean Press'.

29 janeiro, 2016

Ministro do Ensino Superior almoçou com estudantes estrangeiros no IPB

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor esteve hoje de visita ao distrito de Bragança, e em particular ao Instituto Politécnico.
Depois de ter reunido com representantes da instituição de ensino, esta manhã em Bragança, almoçou com estudantes estrangeiros. O ministro foi recebido na cantina do Instituto Politécnico de Bragança por 10 dos cerca de 1400 alunos estrangeiros que frequentam a instituição, através de vários programas e protocolos de intercâmbio estabelecidos com instituições de ensino superior de todo o mundo. Manuel Heitor fez questão de perguntar aos estudantes os motivos pelos quais escolheram Portugal e, em particular, Bragança para estudar e até qual o seu prato português favorito, obtendo respostas como “francesinha” ou “bacalhau”, por parte dos estudantes.
Depois falou com os dois estudantes sírios que frequentam actualmente o Instituto Politécnico, pedindo-lhe sugestões sobre a forma como deve ser feito o acolhimento dos estudantes, e em particular dos refugiados. Rami Arafah, de 27 anos, contou que foi muito bem acolhido. Os estudante e garante que não está arrependido de ter escolhido Portugal para prosseguir os seus estudos.“Prefiro Portugal pela cultura deste país. Estou feliz por ter escolhido Portugal. Fomos muito bem acolhidos e sabíamos que seríamos aceites muito rapidamente. O processo da vinda para Portugal fui muito bom e durou apenas 10 dias. Foi muito rápido”, frisou o jovem.
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior elogiou o desempenho do Instituto Politécnico de Bragança e a forma como acolhe os alunos estrangeiros. Manuel Heitor não tem dúvidas que o ensino superior é uma boa forma de fixar pessoas no interior do país, sendo Bragança um bom exemplo disso.“ Mais do que regiões do litoral ou regiões do interior, temos regiões com mais conhecimento e menos conhecimento, acima de tudo, o conhecimento é a melhor forma de capacitar as regiões e de atrair pessoas. O Instituto Politécnico de Bragança é certamente um caso de sucesso, que tem condições específicas, tendo de ser muito bem percebidas e valorizadas”, sublinhou o governante.
Já ao final da tarde, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior presidiu à inauguração da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo, em Mirandela. De regresso a Bragança, o ministro protagonizou o primeiro Laboratório de Participação Pública intitulado «Nordeste Transmontano: uma região com conhecimento, que pretende envolver toda a comunidade na apresentação de ideias que promovam a investigação e inovação. A sessão decorre esta noite no Teatro Municipal de Bragança, com o encerramento previsto para as 23 horas.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

04 janeiro, 2016

Jovens músicos alegraram Natal nos cuidados paliativos


Foram 34 as vozes que em coro entoaram canções de Natal e do cancioneiro português para levar um pouco da magia da quadra mais festivado inverno aos doentes dos cuidados paliativos do Hospital de Macedo de Cavaleiros.
A música e o canto eram dos alunos da Escola Superior de Educação de Bragança (ESE) a emoção foi de quem ouviu, principalmente dos utentes, muitos dos quais não poderam passar o Natal em suas casas. O concerto aconteceu na passada quarta-feira, 16, naquela unidade, onde muitos, dada a pouca saúde, têm poucas oportunidades de lá sair para ir a concertos ou espetáculos. Não foi o primeiro, nem será o último, mas foi especial, talvez por nesta altura os sentimentos estarem à flor da pele. “É mais tocante cantar aqui no hospital e , sobretudo nesta época”, resumiu Catarina Batista, 22 anos, uma das vozes do coro. Os concertos na Unidade de Paliativos são possíveis graças a um protocolo entre a Unidade Local de Saúde do Nordeste e o Instituto Politécnico de Bragança que permite que os alunos ali possam fazer sessões fora do âmbito das aulas. “Da nossa parte é uma forma de dinamizar a unidade e permitir aos doentes que não têm possibilidade física, emocional e social de ter esta experiências no dia a dia”, explicou Duarte Soares, médico na unidade, que diz que o objectivo também passa por “trazer a sociedade para dentro do hospital”.
A Unidade de Cuidados Paliativos dispõe de 17 vagas, 15 da Rede Nacional e duas do hospital, que estão sempre ocupadas. Cerca de dois meses após o início deste intercâmbio, os benefícios da musicoterapia são visíveis. “Ainda não temos dados objetivos para medir, mas avaliamos aquilo que se passa na nossa unidade tanto com os doentes como com as famílias. Denota- se uma motivação e uma alegria diferentes ao retirar o foco da doença e dos problemas em si para outra qualidade de vida e outra dimensão, que é social e espiritual por parte dos doentes. Para aproveitarem o tempo que lhes resta”, referiu Duarte Soares.
Este tipo de iniciativa deverá ser alargada a outras áreas, como o teatro, a fisioterapia e contactos com familiares emigrados. “Trazem uma dinâmica diferente à unidade. Nos últimos cinco anos já se observa uma mudança de mentalidade em relação aos cuidados paliativos”, acrescentou o médico. A unidade de Macedo de Cavaleiros era vista como um local de morte, porque os doentes eram deslocados para lá tarde. “Já pouco se poderia a fazer”, admitiu Duarte Soares. “Estamos a mudar isso. Os doentes são referenciados mais cedo e temos mais tempo para trabalhar com eles e passa a unidade a ser de convívio em que os doentes em situações difíceis também partilham necessidades”. Serafim dos Santos Lopes, 85 anos, natural de Valpaços, foi um dos doentes que se encantou com a música. “Gosto de ver a juventude”, contou.
Vasco Alves, coordenador do departamento de Educação Musical da ESE, explicou que havia um compromisso para levar o coro daquela escola. “Os alunos estão envolvidos e conscientes da circunstância específica que são os cuidados paliativos. As atuações têm sido gratificantes pelo que sabemos da parte dos doentes, torna-se evidente que é um momento agradável, que atenua o sofrimento que atravessam”, referiu o docente. Para os músicos esta também é uma experiência diferente e compensadora. “ Saímos daqui com o coração cheio e com o sentido de dever cumprido. Nós temos que adaptar a forma como atuamos, o repertório que executamos tem que ser adequado às necessidades específicas”, acrescentou o docente.

Publicado em 'Mensageiro'.

11 dezembro, 2015

Estudantes entregam donativo à Obra Kolping


A Associação Académica do Instituto Politécnico Bragança entregou ontem um donativo de Mil euros à Obra Kolping.
A verba é resultado de parte da receita do concerto do Agir, que aconteceu na passada quarta-feira, em Bragança. O espectáculo devia ter acontecido na recepção ao caloiro, mas foi cancelado porque à data o cantor se encontrava em Milão para receber um prémio da MTV.
Agora, na época de natal o concerto revestiu-se de um cariz solidário e 1 euro de cada bilhete vendido foi entregue à obra Kolping.
O vice presidente da Obra Kolping, José Tabuada, explica que o contributo vai dar uma grande ajuda. “É importantíssimo, a nossa principal fonte de financiamento é a segurança social, e temos muitos encargos, e um donativo deste montante é muito expressivo”, refere o responsável, adiantando que a verba ainda não tem destino. A obra Kolping acolhe actualmente 21 crianças provenientes de famílias em dificuldades, dos 0 aos 12.
O presidente da associação académica, Ricardo Pinto, afirma que os estudantes entenderam que esta seria a instituição que mais necessitaria de apoio na cidade. “Chegámos à conclusão que a Obra Kolping seria a instituição com mais dificuldade. E para nós nada mais gratificante do que entregar esta quantia numa altura de Natal a uma instituição que trabalha com crianças”, afirma Ricardo Pinto O representante dos estudantes do IPB referiu ainda que a associação académica tem conhecimento de cada vez mais alunos com dificuldades. “Há cada vez mais casos de pobreza extrema. Há pessoas a mais de 500 km de casa e que não têm sequer dois euros para ir à cantina para comer uma refeição quente”, revela. Uma preocupação que leva os estudantes a promover mais uma vez este ano o desfile de pais natais solidários. Na acção serão recolhidos bens alimentares, que depois de entregues na cantina da acção social serão trocados por senhas destinados aos estudantes mais carenciados. O desfile tem lugar no dia 16 em Bragança.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

27 novembro, 2015

Alunos Erasmus gostam do IPB e prolongam estadia em Bragança


No Instituto Politécnico de Bragança (IPB) estudam atualmente cerca de 1200 de alunos de 52 países.
Muitos desses alunos juntaram- se na passada quinta-feira num jantar de recepção ao estudante estrangeiro no espaço da cantina do Instituto Politécnico de Bragança organizado pela Erasmus Student Network Bragança (maior rede de associações de estudantes da Europa) em parceria com o IPB.
“É tudo realizado num contexto familiar. Serve para dar a conhecer Bragança aos alunos de fora”, explicou André Batista, que deu conta que muitos estudantes estrangeiros gostam da cidade e “muitas vezes vêm por seis meses, prolongam para um ano e depois pedem o estatuto de estudante internacional para fazer a licenciatura”.
O jantar contou com a presença de 400 convidados, nomeadamente representantes da CMB, Junta de Freguesia, atuação da Real Tuna Universitária de Bragança.
Rehma, uma aluna do Azerbaijão, estuda Engenharia Química no IPB desde setembro e para já está a gostar muito. “Vim com mais duas colegas. Para nós é interessantes estudar aqui. É uma cidade pequena”, contou. Adaptou-se bem, apesar de ser muito diferente do seu país.
A colega, Irana, contou que tiveram sorte em vir para Trás-os-Montes. “Conhecemos muita gente nova”, disse.
Da Síria veio Imad. Há mais de um ano que está em Bragança. É um dos estudantes que participa no programa Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios, lançado pelo anterior Presidente da República, Jorge Sampaio. Veio para Bragança com mais dois estudantes sírios. Um dos quais continua no IPB e o outro está integrado num programa Erasmus fora do nosso país. “Estou a gostar muito e quero continuar até ao fim do curso. Tenho bons professores e bons colegas”, explicou. O jovem vê a situação no seu país com preocupação

Publicado em 'Mensageiro'.

20 novembro, 2015

Estudantes festejaram os 40 anos da independência de Angola


A comunidade angolana em Bragança assinalou o 40º aniversário da Independência de Angola numa sessão realizada no Instituto Politécnico, onde estudam cerca de 60 alunos angolanos, que consideram a data marcante.
O vice-cônsul de Angola, José Tavares, que participou nas comemorações, pediu aos jovens que após a conclusão do curso regressem ao país para levar conhecimento. “Levem também empresários e investimento no ramos da educação, saúde e construção”, uma vez que em Angola faltam quadros superiores. O responsável ficou muito bem impressionado com o IPB e considera que estudar na região “é uma boa oportunidade para os angolanos”. Os estudantes angolanos organizaram também uma mostra sobre Angola no pátio da cantina do IPB para divulgar a sua cultura.
Os jovens estão bem integrados na cidade, por onde já passaram mais de 80 estudantes desta nacionalidade.

Publicado em 'Mensageiro'.

Diplomados do IPB podem ajudar a dinamizar setor dos pequenos ruminantes


 “É preciso aumentar o efetivo de caprinos e ovinos na região transmontana e motivar os mais jovens a apostar neste setor que pode trazer muita rentabilidade no futuro”. O desafio foi lançado pelo Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-Alimentar na CAPRA 2015, a reunião nacional de caprinicultores e ovinicultores, que terminou, em Mirandela, no sábado.
Nuno Vieira e Brito diz ser “indispensável um maior associativismo no setor por forma a ganhar escala e poder ser possível avançar com projetos com maior sustentabilidade para entrar em outros mercados”, sustenta.
Já o presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) assumiu que a instituição tem de ser o motor de desenvolvimento do setor. “Já temos vindo a trabalhar na investigação e inovação com a criação de produtos alternativos, como o presunto de cabra e de ovelha, que podem vir a ser exportados para os mercados islâmicos”, refere Sobrinho Teixeira.
No entanto, o presidente do IPB entende que o desafio agora é outro. “Temos de aproveitar os jovens que estão a ser diplomados no IPB, na área da agricultura, para enveredarem pelos sectores da caprinicultura e ovinicultura”, afirma.
Para o presidente da ANCRAS (Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana), essa é a principal dificuldade do setor. “Atualmente, a maioria dos pastores tem mais de 65 anos e torna- -se difícil mudar mentalidades muito enraizadas, pelo que a vinda de jovens para o setor seria determinante para adotar novas práticas e uma maior abertura às novas tecnologias”, conta Arménio Vaz, um dos oradores da CAPRA 2015 que, ao longo de três dias reuniu investigadores, técnicos de agro-pecuária, criadores e produtores para debater temas relevantes para a fileira dos pequenos ruminantes.
A organização deste evento de âmbito nacional foi da responsabilidade da Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana (ANCRAS), do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), da Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana (ACOB) e da International Goat Association (IGA).

Publicado em 'Mensageiro'.

17 novembro, 2015

Mais de cem investigadores do IPB apresentaram o seu trabalho à comunidade


 O terceiro encontro de Investigadores do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), que decorreu de 11 a 13 de Novembro, contou com a apresentação de 100 estudos, num total de cerca de 300 investigadores e professores.
De acordo com Anabela Martins, Pró-Presidente do IPB, o encontro permite, por um lado “que os alunos possam apresentar os seus trabalhos de investigação à comunidade do IPB e à comunidade envolvente, com uma estrutura de congresso que lhes dará um treino de apresentações em público” e, por outro lado serve de incentivo aos novos alunos para que possam conhecer melhor “as áreas em que podem prosseguir os seus estudos”.
Os estudos apresentados dividem-se, essencialmente, em quatro áreas: Ciências da Educação, Ciências Agrárias e Alimentares, Tecnologias e Ciências da Saúde. Alguns estudos já estão concluídos, outros ainda vão ser desenvolvidos.
É o caso do estudo “Álcool… uma realidade académica?” que está agora a dar os primeiros passos. A enfermeira Olívia Maria está a investigar este tema no âmbito da sua tese de doutoramento. A investigadora do IPB explica que este estudo pretende, “não só perceber a realidade do consumo de álcool e drogas por parte dos estudantes do IPB mas também compará-la com a da Universidade de Léon”. A orientadora do estudo, Ana Maria Galvão, é psicóloga no gabinete clínico do IPB e reforça a importância de perceber a realidade da comunidade estudantil do IPB em termos de hábitos de consumo de álcool e drogas, de forma a poder acompanhar eventuais casos que surjam e assim o justifiquem. “De acordo com os estudos disponíveis, a nível nacional, verifica-se que há uma tendência para os jovens iniciarem o consumo de álcool e drogas quando ingressam no ensino superior. Queremos constatar se essa realidade se aplica também a Bragança”, referiu a investigadora.

Publicado em 'Jornal Nordeste'.

12 novembro, 2015

Representante de Angola frisa importância da formação de quadros superiores no IPB


O vice-cônsul de Angola no Porto, José Tavares, frisou a importância da formação superior que os alunos do país estão a receber no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), para fazer face ao que é considerado um dos maiores problemas naquele país actualmente, a falta de quadros qualificados.
“É aberrante a falta de quadros em Angola desde o pós-independência até agora. Estamos a formar lá e mesmo assim ainda não temos o suficiente, temos de recorrer ao exterior”, garante.
O representante da república angolana esteve ontem no IPB para as comemorações alusivas aos 40 anos de independência de Angola. Cerimónia na qual José Tavares desafiou os mais de 60 estudantes angolanos do IPB a regressarem ao país e levarem consigo na bagagem “investimento português ou empresários nos ramos da educação, saúde, agricultura e construção. Podem levar e têm aqui muito know-how”.
Por seu turno, o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, espera que o impacto para a região da passagem destes estudantes se prolongue para além da sua estadia. “Não importa só o número de estudantes que temos cá agora, para o IPB e para a economia regional. Mas também o que estes estudantes representam em Angola, sendo eles próprios já professores de instituições de ensino de superior públicas. É uma ligação de grande interesse para a região e empresários. Seria importante estabelecer pontes com estes estudantes e que houvesse a disponibilização de estágios e de trabalho nas empresas na região, porque estamos a falar de estudantes que representam o futuro do ensino superior e dos quadros angolanos”, referiu o representante do IPB.
Até ao momento, já passaram pelo Instituto Politécnico de Bragança 82 estudantes angolanos, a maioria em mestrados. Espera-se que no próximo ano se ultrapasse a centena de alunos oriundos daquele país.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

06 novembro, 2015

De caloiros a mestres do futebol


Já passaram a fase de caloiros e começam a entrar no mestrado. A Associação de Estudantes Africanos do IPB vai para a quarta temporada a competir na Divisão de Honra da A.F.Bragança.
O projecto continua assente na integração dos estudantes no quotidiano brigantino. “Queremos aproximar a equipa da cidade e a cidade da equipa”, recorda Edvaldo, que sucedeu a Auro dos Santos no cargo de presidente da AEAB. Todas as temporadas o plantel é renovado, pois chegam novos alunos que querem uma oportunidade para mostrar o talento. O facto pode complicar a tarefa do técnico, mas Álvaro Vaz, que se estreia esta temporada no comando técnico de uma equipa sénior, não se mostra preocupado. “É um desafio o facto de a equipa ser sido sofrido uma renovação, mas acontece em todas os clubes. Há jogadores que nunca jogaram, outros que estão num país que não é o deles”, explica.
Álvaro Vaz é muito mais que um simples treinador. Numa equipa que junta cabo-verdianos, são tomenses e jogadores “brancos” é um mediador de culturas e identidades. “Ser treinador hoje em dia é complexo. Temos que saber, e neste caso ainda mais, lidar com personalidades diferentes e culturas diferentes. Há um trabalho de pedagogia na preparação dos treinos para os ajudar a a encaixar naquilo que o treinador pretende”.

Pensar jogo a jogo
O ano de estreia dos Estudantes no campeonato distrital de futebol, na época 2012/2013, ficou para sempre na história e na memória de todos. Os estudantes lutaram pela conquista do título até à última jornada causando sensação, um desempenho que deu visibilidade ao projecto, único no país.
Álvaro Vaz não diz que não a ficar nos lugares cimeiros da tabela, mas o jovem treinador não vê o cenário desta forma. “O nosso projecto é pensar jogo a jogo. Sabemos que há duas equipas que são claramente candidatas”, refere o treinador.
Álvaro Vaz é professor de desporto e estreia-se no comando técnico de uma equipa de seniores. Quando foi convidado para assumir o cargo não pensou duas vezes. “Foi um convite do presidente. Trocamos algumas ideias sobre a minha concepção de treino e ele gostou e, ainda antes de vencer as eleições, ficou logo acordado que seria eu o treinador”.
A equipa conta com o apoio total do Instituto Politécnico de Bragança, que disponibiliza apoio logístico, campo para treinar e jogar.

Publicado em 'Jornal Nordeste'.

Espírito Académico

Mais um ano de Receção ao Caloiro em Bragança mais um ano letivo a começar com os novos alunos do IPB a integrarem-se na cidade


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

05 novembro, 2015

Alunos de nove países cozinharam na Norcaça

Cozinha internacional fez sucesso pela mão de alunos Erasmus
A Cozinha Estudantil Internacional foi uma das iniciativas que mais público atraiu na Norcaça, Norpesca e Norcastanha, entre quinta-feira e domingo. Os diferentes paladares não deixaram ninguém indiferente e quase todos quiserem degustar as iguarias.
Alunos Erasmus de nove países, que estudam no Instituto Politécnico de Bragança, juntaram-se para cozinhar ao vivo pratos típicos das suas nações, surpreendendo os visitantes. “Quisemos dar uma oportunidade aos 1200 estudantes estrangeiros de conhecerem a gastronomia uns dos outros. De cozinharem e partilhar com os transmontanos”, explicou Amílcar Teixeira, docente do IPB, e organizador desta iniciativa.
Sabores de Angola, Brasil, Cabo Verde, Espanha, Itália, Guiné Bissau, Marrocos, Polónia e México juntaram-se numa bancada de cozinha, que serviu também para mostrar a cultura desses países. “Eu adorei a iniciativa. Cozinhamos Tajin, um prato tradicional na nossa terra “, contou Sukeina, estudante marroquina, que durante a sua permanência em Bragança para estudar tem constatado que “afinal a comida portuguesa e marroquina não são assim tão diferentes”.
António do Rosário, chef e formador do Instituto do Emprego e Formação Profissional, elogiou a iniciativa, com qual também aprendeu. “Jovens de vários países criaram amizades. A cozinha também é isso, uma partilha de cultura e de sabores”, justificou.
Amílcar Teixeira deu ainda conta que os jovens estão muito bem integrados em Bragança. “Em cada edição queremos trazer um toque de originalidade. Esta foi a primeira vez que se realizou, mas temos observado que obteve muito sucesso, por isso vamos replicá-la nos próximos anos”, adiantou.
No IPB estudam alunos de 65 países, pelo que o leque é muito variado para realizar experiências, que poderão ainda aproximar- se dos produtos transmontamos, como a castanha.

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02 novembro, 2015

Cozinha internacional em Bragança

Os estudantes estrangeiros que frequentam o Instituto Politécnico de Bragança estão este fim de semana a confecionar ao vivo os pratos típicos dos seus países. As sessões de cozinha acontecem na Feira da Caça que decorre até domingo.

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22 outubro, 2015

Praxe solidária da Escola Superior Agrária é lufada de ar fresco em tempo de crise


Ultrapassar os 1500 quilos de géneros angariados é o objetivo da Praxe Solidária da Escola Superior Agrária, que vai já na nona edição.
Na segunda-feira, cerca de trinta caloiros dividiram-se em grupos para andar de porta em porta e em estabelecimentos comerciais a angariar alimentos, que depois entrrgam a instituições do concelho. Este ano, o lar de Salsas será um dos contemplados.
“É uma praxa diferente. Fazemos um porta a porta. Quem quiser ajudar-nos, pode. Durante a tarde estivemos em grandes superfícies comerciais e o que angariarmos vamos distribuir por algumas instituições da cidade e pelo lar de Salsas”, explicou Ricardo Cordeiro, presidente da Associação de Estudantes, que considera a recetividade “fantástica”, tanto de alunos como daqueles a quem se bate à porta. Foi o caso de Hermínia Sousa. “Acho muito bem. É uma maneira que têm de ajudar o próximo e não andarem a fazer asneiras. Ao menos fazem alguma coisa de útil”, atira, depois de já ter entregado um pacote de massa para ajudar à causa.
Ricardo Cordeiro frisa que esta praxe “assenta em três parâmetros: união, respeito e solidariedade”. “Aplica-se a solidariedade entre todos os caloiros mas também com o que mais necessitam”, conclui

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Estreia da receção aos caloiros do IPB na terra da alheira


As novas instalações da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo (ESACT) de Mirandela devem estar prontas para receber os cerca de 1100 alunos, no dia 28 de Janeiro, precisamente o dia em que o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) adotou nos seus estatutos como “o dia do instituto”.
A data é avançada pelo presidente da câmara de Mirandela, que justifica o atraso na conclusão das novas instalações. “A candidatura que a câmara fez não tinha mobiliário, contemplava apenas a construção e neste momento estamos a pressionar a CCDRN para encontrar uma candidatura que permita equipar a escola”, explica António Branco.
O novo campus teve um investimento de cinco milhões de euros, comparticipados por fundos comunitários, em 85 por cento, e a autarquia disponibilizou os restantes 15 por cento. As declarações do presidente do Município de Mirandela foram proferidas, na passada quarta-feira (14 de outubro), durante a sessão de boas vindas aos novos alunos de todo o IPB, que, pela primeira vez, nos últimos 20 anos, desde que existe a ESACT, aconteceu na cidade de Mirandela.
No total, marcaram presença na cerimónia, realizada no anfiteatro do Parque do Império, cerca de 1600 caloiros. O presidente do IPB justifica esta descentralização do evento com uma promessa antiga. “Sempre disse que isso aconteceria quando o novo campus estivesse concluído e isso já é uma realidade. Foi uma luta de todos, uma luta do IPB, uma luta dos mirandelenses, uma luta da região e a promessa tinha de ser cumprida”, sublinha Sobrinho Teixeira, acrescentando que outro objectivo passa por “mostrar a realidade do IPB que está presente em vários locais da região”, diz.
Sobre a falta de financiamento para o mobiliário, aquele responsável espera que a solução venha a ser encontrada, “sob pena de ser um defraudamento das expetativas para todos os mirandelenses e para o próprio IPB. Seria um mau uso dos dinheiros públicos porque, ter uma instituição com este valor e com este custo sem a ter o mais rapidamente possível em funcionamento, não seria sensato”, conclui. Para o diretor da ESACT, a realização desta sessão em Mirandela “demonstra a importância que o IPB dá à escola”. Este ano, há cerca de 350 novos alunos e Luís Pires acredita que as novas instalações “serão fundamentais para um crescimento consolidado da ESACT”, adianta.
A nova escola pronta e a sessão de boas vindas do IPB, em Mirandela, têm um significado muito especial para o presidente da associação de estudantes da ESACT. “Estou muito emocionado com o facto de estes sonhos de duas décadas tenham sido concretizados no ano que estou na presidência”, afirma Tito Resende A festa de receção aos caloiros do IPB continuou junto das novas instalações da ESACT com uma churrascada.
Nesta altura, decorreram já as três fases de acesso ao ensino superior. O IPB aumentou em cerca de 15 por cento o número de alunos, esperando que chegue aos 7 mil estudantes. Faltam ainda ingressar na instituição centenas de alunos estrangeiros, que estão a chegar de forma faseada, à medida que obtém os vistos para viajar para Portugal. Até ao final do ano, espera-se que estudem no IPB, cerca de 1500 alunos estrangeiros, mais 300 do que no ano passado.
Também houve um aumento do número de cursos ministrados em língua inglesa, em relação ao ano anterior, que passaram de 3 para 7.

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