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11 dezembro, 2015

Centro de Investigação de Montanha estuda sustentabilidade dos ecossistemas em altitude

No Dia Internacional da Montanha, que hoje se assinala, a SIC foi conhecer o único Centro de Investigação de Montanha existente em Portugal. Este núcleo científico, localizado em Bragança, dedica-se ao estudo da sustentabilidade dos ecossistemas em altitude, caracterizados por uma grande biodiversidade de fauna e flora.

Exibido em 'SIC'.

30 novembro, 2015

De Bragança para o Mundo!

Conheça um pouco melhor a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança.
 A transferência de conhecimento e o apoio à comunidade são um dos grandes pilares da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança. Neste sentido, o que tem sido feito nos últimos anos?

Em termos de ligação à comunidade, a ESA mantém protocolos de cooperação com diferentes instituições, às quais concede apoio técnico, laboratorial, realiza estudos e presta diversos outros serviços.
Em cada uma destas áreas podemos destacar:
• Apoio técnico/estudos: Apoio técnico (controlo da atividade reprodutiva) à Associação Nacional dos Criadores da Raça Churra Galega Bragançana (ACOB) e ANCRAS - Cabra Preta de Montesinho.
Atualmente a ESA está envolvida em diversos estudos, caso da avaliação do desempenho de olival intensivo e outro superintensivo da Terra Quente Transmontana, da monitorização da qualidade ecológica fluvial em pequenos aproveitamentos hidroelétricos, em projetos de recuperação e integração paisagística do Aproveitamento Hidroelétrico do Baixo Sabor e na elaboração de projeto de atividades de Centros de Interpretação ambiental e recuperação animal (CIARA).
• Apoio laboratorial: Análises de solos e recomendações de fertilização, diagnóstico sanitário de animais, análise de alimentos (azeite, vinho e produtos apícolas), análises de águas, entre outros. Destacam-se os laboratórios de análises anatomopatológicas de abelhas e de resíduos de antibióticos no mel, reconhecidos no Programa Apícola Nacional.
• Formação: IP: FORREC, Traditionally the main function of forests in Europe has been wood production; SPinSMEDE, Soil Protection in Sloping Mediterranean; IPM, Advanced Topics in Integrated Pest Management; Curso Avançado de olivicultura e Tecnologia do Azeite, para colegas do Brasil. De referir ainda a organização de congressos nacionais e internacionais, como é o caso do I International Conference on Research for Sustainable Development in Mountain Regions - outubro de 2016. Mais informação consultar em http://esa.ipb.pt/eventos.php

Muitos são os projetos de investigação a decorrer na ESA e no Centro de Investigação de Montanha (CIMO), todos eles, com excelentes profissionais na liderança. Como se pode caracterizar o Centro de Investigação de Montanha (CIMO)?
O CIMO é uma UI&D multidisciplinar em ciências agrárias e florestais, cuja investigação visa contribuir para o desenvolvimento sustentável das regiões de montanha. Para o efeito tem como objeto de investigação temas da maior relevância para estes espaços, como sejam a valorização dos recursos naturais endógenos, dos sistemas de produção florestal, dos sistemas agro-pecuários e dos produtos de montanha.

Quais são as áreas foco do CIMO?
Desde 2008 a investigação desenvolvida no CIMO está focada nas seguintes temáticas: i) agroecologia de culturas perenes como o olival, o souto e o castinçal; ii) caracterização e tecnologia dos produtos daí resultantes; iii) valorização dos sistemas de produção florestal, dos sistemas agro -pecuários de montanha, da apicultura e de outros recursos/produtos como os cogumelos e as plantas aromáticas e medicinais; iv) a caracterização, transformação e segurança alimentar, e v) a identificação de propriedades bioativas e nutracêuticas dos produtos de montanha. O CIMO está organizado em três grupos de investigação: Tecnologia e Segurança Alimentar, Serviços de Ecossistemas de Áreas Marginais e Sistema de Agricultura de Montanha. Em resposta às solicitações da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) a investigação realizada por estes grupos foi reestruturada em 2013 em cinco grandes linhas temáticas: Castanheiro: agroecologia e tecnologia dos produtos do souto e do castinçal; Oliveira: agroecologia e tecnologia dos produtos do olival; Sustentabilidade de sistemas de produção e exploração em áreas de montanha; Qualidade ambiental e conservação dos recursos naturais; e Produtos de montanha: inovação, qualidade e segurança.

Como se posiciona o CIMO no seu domínio científico?
A produção científica do CIMO destaca-se no âmbito dos sete centros nacionais de ciências agrárias e florestais financiados pela FCT. De acordo com o último estudo bibliométrico conduzido pela FCT (www.fct.mctes.pt), o CIMO ocupa a 1ª posição nos indicadores “Publicações por investigador a tempo integral”, “Citações por investigador a tempo integral”, “Colaborações Nacionais”, e a 2ª posição nos indicadores “Índice- H”, “Impacto”, “Publicações no top 25 por cento”, “Publicações no top dez por cento” e “Publicações no top cinco por cento”. Alargada a comparação aos 45 centros do domínio científico Ciências Naturais e do Ambiente, o CIMO continua a ocupar lugares cimeiros, como por exemplo nas “citações por investigador a tempo integral”, onde mantém o 2º lugar.

Qual a projeção do CIMO a nível internacional?
Os grupos de investigação do CIMO têm-se mostrado competitivos quer na produção científica, quer na captação de financiamento internacional, nomeadamente da Comissão Europeia, em convocatórias muitíssimo concorridas. Alguns dos seus investigadores ocupam posições de destaque em rankings científicos internacionais e encontram- se na lista dos cientistas mais citados à escala global (por exemplo, Thomson Reuters).

Como se consegue entender a classificação atribuída ao CIMO?
Foi entregue no prazo legal uma reclamação junto da FCT. Aguardamos uma resposta que tenha em consideração as evidências antes enunciadas.

Publicado em 'Revista País Positivo - Edição nº88, Dezembro 2015'.

17 janeiro, 2013

Politécnico de Bragança com 1,1 ME para investigação

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai dispor nos próximos três anos de 1,1 milhões de euros para investigação, colocando-se entre as instituições de Ensino Superior portuguesas com maior número de projetos aprovados e financiados, divulgaram hoje os responsáveis.
O Centro de Investigação de Montanha (CIMO) foi o contemplado com o financiamento da Fundação da Ciência e Tecnologia para projetos de investigação em áreas ligadas ao desenvolvimento da região transmontana, como a proteção da oliveira, a luta biológica contra doenças e pragas desta cultura, combate ao cancro do castanheiro, melhoria da segurança microbiana dos enchidos tradicionais e controlo sanitário das abelhas.
O estudo ligada à cultura da oliveira foi ainda distinguido como "projeto de excelência", segundo divulgou hoje o politécnico.

Publicado em 'Visão'.

15 janeiro, 2013

IPB lidera no volume de financiamento para investigação

O Instituto Politécnico de Bragança é uma das instituições que vê aprovado um maior volume financeiro para financiamento de projectos de investigação.
O Centro de Investigação de Montanha (CIMO) do IPB conseguiu um financiamento de mais de um milhão de euros para os próximos três anos, através do concurso de 2012 da Fundação da Ciência e Tecnologia de projectos fundamentais para o desenvolvimento da região.
O coordenador do CIMO, Jaime Pires, sublinha que esta é a primeira vez que o IPB consegue um volume de financiamento para investigação tão avultado. “É o primeiro ano e a primeira candidatura em que o IPB tem um nível tão elevado em projectos da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
O IPB ficou posicionado em 24.º lugar de entre 177 instituições de ensino e investigação. Na área das Ciências Agrárias, o IPB surge em 4.º lugar, ou seja só houve mais três instituições que tiveram um financiamento superior”, realça o coordenador do CIMO.
São cinco projectos candidatados por docentes da Escola Superior Agrária de Bragança que fazem parte do Centro de Investigação de Montanha. 437 mil euros do valor total do financiamento é destinado a um projecto considerado de excelência na área da olivicultura. “Os projectos de excelência são desenvolvidos em linhas de investigação consolidadas, em termos nacionais e em termos institucionais, o que significa que a aprovação de um projectos destes no CIMO mostra que existe uma linha de investigação sólida com excelentes bases científicas. É um projecto desenvolvido na área da olivicultura e está ligado sobretudo à sanidade da oliveira e a sua relação com os ecossistemas”, enaltece Jaime Pires. Os restantes projectos são na área da luta biológica contra doenças e pragas da oliveira, combate ao cancro do castanheiro, melhoria da segurança microbiana dos enchidos tradicionais e controlo sanitário das abelhas.
Jaime Pires não tem dúvidas que estes projectos vão ter um contributo significativo para a economia da região. “Todos os projectos que têm sido desenvolvidos no CIMO são direccionados para a região, pelo que irão ser desenvolvidos em colaboração com agricultores e organizações de agricultores, e automaticamente é a região que em primeiro lugar irá beneficiar com os resultados desses projectos”, garante o responsável. Estes projectos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico vão arrancar durante o primeiro semestre deste ano.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

08 novembro, 2012

Portugal pode duplicar produção de castanha

Portugal é o segundo maior produtor europeu de castanha e tem capacidade para duplicar a produção que já representa 80 milhões de euros em exportações para a economia portuguesa, foi divulgado esta sexta-feira, em Bragança.

A cidade transmontana acolheu o V Fórum Internacional dos Países Europeus Produtores de Castanha e integra também a Terra Fria Transmontana, a região portuguesa que concentra 85% da produção nacional deste fruto.
As cerca de 30 mil toneladas que os agentes do setor esperam recolher na campanha deste ano em todo o país deverão garantir um rendimento "próximo dos 60 milhões de euros" aos produtores e ajudar a entrar na economia portuguesa "cerca de 80 milhões de euros" resultado das exportações a que se destinam 70% da produção.
Entre os produtores europeus, apenas a Itália tem mais castanha, com 40 a 45 mil toneladas, seguindo-se Portugal, depois a Espanha, com um pouco menos, e a França com dez mil toneladas, de acordo com dados apresentados por Albino Bento, do Centro de Investigação de Montanha, do Instituto Politécnico de Bragança.
Portugal tem condições para "produzir bastante mais, com castanha de muito boa qualidade e variedades com muita aptidão para a transformação industrial", segundo o investigador, sem necessidade de fazer mais plantações.
"Poderíamos caminhar um pouco mais no sentido de optimizarmos a produção naquela área que já temos, fertilizando um pouco melhor e, sobretudo quebrando a dependência do clima, regando um pouquinho. Com isso, provavelmente poderíamos quase duplica-la", defendeu.
Um dos principais empresários do sector em Trás-os-Montes, Vasco Veiga, que avançou os dados económicos do sector, não tem dúvidas de que a castanha "é a actividade agrícola, se calhar a única economicamente positiva".
O administrador da Sortegel, uma empresa que se dedica à recolha e transformação da castanha, a maior parte para exportação, realçou ainda a importância deste fruto "até na balança comercial portuguesa".
O fruto é exportado em fresco, sobretudo para os Estados Unidos da América, Brasil e Canadá e também para a Europa central e do Norte.
Países como a França e a Itália são os maiores consumidores da castanha portuguesa descascada e congelada.
O mercado nacional absorve 30% da produção, segundo o empresário, que aponta algumas dificuldades no desenvolvimento da fileira, nomeadamente a "falta organização e de rejuvenescimento dos produtores".
O sector reclama ainda ajudas específicas da União Europeia, no próximo Quadro Comunitário de Apoio, para o castanheiro que nunca teve apoios individuais como acontece com outras produções como o olival ou a vinha.
No fórum, foi ainda deixado um alerta para "a ameaça" de países como a China que produz cerca de um milhão de toneladas de castanha e que está a entrar no mercado europeu, sobretudo da comercialização de castanha descascada e congelada.
Publicado em 'Notícias ao Minuto'.

24 fevereiro, 2011

A investigação da montanha é lá no CIMO!

As montanhas transmontanas são o cenário ideal para a instalação do CIMO. Criada em 2003, esta unidade de investigação está integrada no Instituto Politécnico de Bragança (IPB). Centro de Investigação de Montanha é o que quer dizer a sigla. Incorpora actualmente 98 membros, 60 dos quais doutorados, contando ainda com colaboradores externos ao IPB. «No seu género é único no País», confirma ao Ciência Hoje Jaime Pires, o responsável.

Ainda que seja um Centro multidisciplinar, foca-se essencialmente no desenvolvimento sustentável das regiões rurais e de montanha, identificadas como ecossistemas sensíveis e repositórios de biodiversidade.

Um dos grandes projectos em que o CIMO está envolvido é a atribuição de valor ambiental à paisagem para que as populações locais possam ser ressarcidas pela valorização. Jaime Pires salienta ainda o trabalho desenvolvido junto da oliveira, do castanheiro e do sistema agro-pecuário. «Avaliamos a fertilização, a cobertura do solo», afirma, referindo-se à oliveira.

O CIMO encontra-se subdividido em três grupos: o primeiro dedica-se aos Ecossistemas Naturais e Áreas Públicas, o segundo à Agricultura de Montanha e o último à Tecnologia e Segurança Alimentar. Estas três equipas debruçam-se, fundamentalmente, sobre questões relacionadas com a floresta, a caça, a pesca, a apicultura, a ecologia da paisagem, os cogumelos, os sistemas agro-pecuários e a caracterização físico-química e microbiológica de produtos naturais, procurando conciliar o trabalho de campo, onde recolhem muitas das matrizes que estudam, e o trabalho laboratorial, desempenhado maioritariamente no Instituto Politécnico.

Este centro tem anualmente um milhão de euros à sua disposição. Importa salientar, contudo, que a maior parte dos fundos são resultado dos projectos de investigação e da prestação de serviços à comunidade levada a cabo pelos seus membros, nomeadamente análise de alimentos, solos e águas provenientes de todo o país.

Apesar do elevado nível de formação dos seus investigadores e do esforço colectivo para promover aquilo que de melhor se faz na região, o CIMO, segundo Jaime Pires, depara-se com alguns problemas que o impedem de concorrer com os seus congéneres situados em zonas mais favorecidas, nomeadamente a dificuldade em fixar recursos humanos e a cooperação com outros centros, decorrente do factor interioridade.
Publicado em 'CiênciaHoje'.

07 fevereiro, 2011

Politécnico vai investir 3,3 milhões de euros em novos equipamentos

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai investir 3,3 milhões de euros em novos equipamentos que permitirão melhorar a capacidade pedagógica e de investigação direcionada para os produtos regionais, foi hoje anunciado.
O principal beneficiário deste investimento, comparticipado pelo Programa Operacional do Norte é o Centro de Investigação de Montanha (CIMO), com dois milhões de euros para a criação de laboratórios.

Os restantes 1,3 milhões destinam-se à construção do Bloco Pedagógico, um centro de apoio às diferentes áreas lecionadas no politécnico de Bragança, explicou o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira.



Publicado em 'RTP'.

11 outubro, 2010

Mais mato, mais risco de incêndios

A paisagem está em rápida mudança no Parque Natural de Montesinho. O risco de incêndios maiores e mais intensos nunca foi tão grande nos últimos 50 anos.

Na freguesia mais elevada e remota do Parque Natural 'de Montesinho, no limite extremo de Trás-os-Montes, mais de três quartos da terra cultivada que havia em 1958 estão ocupados por mato e floresta, aumentando consideravelmente a probabilidade de a área ser consumida por incêndios de grandes proporções, de acordo com as conclusões de um estudo feito por quatro cientistas portugueses e publicado este mês nos Estados Unidos por um dos maiores editores mundiais de ciência, a Springer.

João Carlos Azevedo, investigador do Instituto Politécnico de Bragança, e outros três cientistas estudaram a evolução da paisagem na freguesia de França, que, além desta aldeia, inclui ainda as localidades de Portelo e Montesinho, numa área total de 5700 hectares. Em 50 anos, as terras cultivadas passaram de 22 para menos de 5% da superfície da freguesia.

"Não é nada que não soubéssemos, mas o que este estudo traz é a confirmação dessa realidade com números, áreas e parâmetros". O abandono dos campos tem sido acompanhado por um decréscimo acentuado da população das três aldeias, que passou de 834 em 1960 para 275 em 2001. Três vezes menos. Em contrapartida, a área ocupada por mato denso de giesta e urze tornou-se quatro vezes maior do que na década de 50. O estudo recorreu a modelos de simulação de fogo para chegar à conclusão de que, apesar de não haver nenhum incêndio grande na freguesia há dez anos, o risco de vir a ocorrer um mais intenso e devastador do que no passado está no seu nível máximo. França é uma das freguesias mais procuradas pelos turistas que visitam o Parque Natural de Montesinho.

Publicado no 'Expresso' de 9-10-2010.

29 setembro, 2010

Los nuevos productos cárnicos de origen caprino estimula el sector

La aparición de nuevos productos cárnicos de origen caprino está dibujando un horizonte muy optimista para el sector, según el análisis que ha expuesto el profesor de la Escola Superior Agraria del Instituto Politécnico de Bragança, Alfredo Teixeira. El docente ha sido el encargado de clausurar las jornadas técnicas sobre el sector caprino, que organiza el Ayuntamiento de Trabanca, con una intervención donde ha facilitado al numeroso público presente los datos de la investigación que está desarrollando sobre el asunto, en colaboración con el Centro de Investigación de Montanha.

Publicado em 'La Gaceta de Salamanca'.