18 outubro, 2010

Coaching

Formação para os que querem ser excelentes

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Estudantes solidários recolhem alimentos

No dia 27 de Outubro os alunos da Escola Superior Agrária de Bragança vão fazer uma recolha de bens para entregar a instituições
A Associação de Estudantes e os Alunos da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança vão realizar uma recolha de alimentos não perecíveis, do dia 27 de Outubro na cidade de Bragança. Trata-se de uma acção de solidariedade que tem como objectivo angariar bens que serão, posteriormente, distribuídos por instituições brigantinas, que trabalham na área do apoio social.
A iniciativa surgiu na sequência de numa reflexão entre alunos, que se predisponham a desenvolver tarefas com o fim último de incrementar acções no sentido de prestar um serviço para além de cívico, acima de tudo humanitário.
Esta acção vem sendo desenvolvida nos últimos quatro anos pela academia, e tem “sido pautada por um enorme êxito”, refere a Associação de Estudantes através de uma nota de imprensa.
O crescimento das iniciativas de carácter solidário está relacionado com o aumento das dificuldades económicas em determinadas franjas da população local, uma realidade a que os estudantes estão atentos e motiva a sua preocupação.
Os jovens apelam assim à solidariedade dos habitantes de Bragança no sentido de contribuírem com o que lhes for possível.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.

Interface Universidade

Projecto-piloto já funciona no IPB

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

15 outubro, 2010

Estudantes Solidários

Milhares de estudantes correm em nome da solidariedade

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Estudantes estrangeiros do IPB com legalização facilitada

Os alunos estrangeiros do Instituto Politécnico de Bragança têm, desde ontem a vida mais facilitada.

Já começou a funcionar a plataforma ISU, uma parceria entre o Ministério da Administração Interna, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e o próprio IPB, que vai facilitar a burocracia necessária para a entrada em Portugal.

De acordo com o presidente do IPB vai abranger mais de duas centenas de alunos.

“Ultrapassa os 250 alunos extra-comunitários entre africanos, brasileiros, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Índia, México e este ano já vão poder usar esta ferramenta” refere Sobrinho Teixeira. Para os alunos “facilita porque evita muita deslocação e para os instituto também porque nos permite fazer a matricula do aluno sem mais problemas”.

Este programa é pioneiro no país, funcionando em Aveiro apenas um projecto-piloto.

O arranque oficial em Portugal foi dado ontem em Bragança.

A secretária de Estado da Administração Interna, explica como vai funcionar a plataforma, disponível no site do IPB.

“O estudante pode fazer a sua matricula com o visto em Portugal, mas depois tem de ir ao SEF obter o seu título de residência” afirma Dalila Araújo.

Randy Williams é estudante da Costa Rica e lamenta não ter tido acesso ao sistema mais cedo.

“Tive que levar o passaporte com o visto, mas só dão por um período de três meses e assim tenho de estender para o período de dois anos que aqui vou ficar” refere, salientando que “depois de ter ido ao SEF o procedimento só demorou um dia. Este sistema é mais fácil porque pode fazer-se pela internet e mais rápido”.

Já o director do SEF diz que há vantagens para as partes envolvidas.

“Deixa de haver gente que nos procura no sentido de obter e certificar uma informação que nós temos. É bom para o institutos politécnicos, porque a partir deste momento sabem, com segurança, os estudantes que pode admitir e é bom para o cidadão porque tem a sua vida agilizada” afirma Manuel Palos.

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai ser a próxima instituição de ensino superior a beneficiar desta plataforma.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

14 outubro, 2010

Associação Académica do IPB promove maratona solidária

Na primeira maratona, realizada há dois anos, a associação reuniu cerca de mil pessoas. O presidente da Associação Académica do IPB espera atrair este ano 1500 participantes. A maratona começa às 21h de quarta-feira na cantina do IPB e a inscrição pode ser efectuada no local. A participação tem o custo de um bem alimentar a entregar no acto de inscrição, que depois será entregue a uma instituição de solidariedade de Bragança.

O objectivo é duplo, por um lado ajudar a integrar os novos estudantes na cidade e na Academia e, por outro, apoiar instituições de solidariedade locais, como refere o presidente da Associação Académica, Rui Sousa. “O objectivo é integrar os caloiros na sociedade, promovendo também a prática da actividade física, e criar iniciativas que possam ter a comunidade do IPB juntamente com a cidade de Bragança e achamos que o desporto é uma boa de o fazermos. O custo de inscrição é simbólico – no mínimo as pessoas têm que levar um bem alimentar, no máximo o que a consciência lhes diga para levar”.

Rui Sousa deixa o apelo à participação da comunidade brigantina. “Queria deixar uma chamada de atenção às pessoas que costumam caminhar a essa hora à volta do IPB que apareçam para fazer esta caminhada que normalmente fazem todos os dias e que a façam ao nosso lado”. “[A maratona] começa na cantina do IPB, seguimos pela Av. Sá Carneiro em direcção aos correios, cortamos para a Rua 05 de Outubro, depois pela Rua Alexandre Herculano em direcção à Flor da Ponte. Depois fazemos a Alameda de Santa Apolónia, que é a Alameda do campus do IPB”, acrescenta Rui Sousa.

Na primeira maratona, realizada há dois anos, a associação reuniu cerca de mil pessoas. O presidente da Associação Académica do IPB espera atrair este ano 1500 participantes. A maratona começa às 21h de quarta-feira na cantina do IPB e a inscrição pode ser efectuada no local. A participação tem o custo de um bem alimentar a entregar no acto de inscrição, que depois será entregue a uma instituição de solidariedade de Bragança.
Publicado em 'RBA'.

11 outubro, 2010

Mais mato, mais risco de incêndios

A paisagem está em rápida mudança no Parque Natural de Montesinho. O risco de incêndios maiores e mais intensos nunca foi tão grande nos últimos 50 anos.

Na freguesia mais elevada e remota do Parque Natural 'de Montesinho, no limite extremo de Trás-os-Montes, mais de três quartos da terra cultivada que havia em 1958 estão ocupados por mato e floresta, aumentando consideravelmente a probabilidade de a área ser consumida por incêndios de grandes proporções, de acordo com as conclusões de um estudo feito por quatro cientistas portugueses e publicado este mês nos Estados Unidos por um dos maiores editores mundiais de ciência, a Springer.

João Carlos Azevedo, investigador do Instituto Politécnico de Bragança, e outros três cientistas estudaram a evolução da paisagem na freguesia de França, que, além desta aldeia, inclui ainda as localidades de Portelo e Montesinho, numa área total de 5700 hectares. Em 50 anos, as terras cultivadas passaram de 22 para menos de 5% da superfície da freguesia.

"Não é nada que não soubéssemos, mas o que este estudo traz é a confirmação dessa realidade com números, áreas e parâmetros". O abandono dos campos tem sido acompanhado por um decréscimo acentuado da população das três aldeias, que passou de 834 em 1960 para 275 em 2001. Três vezes menos. Em contrapartida, a área ocupada por mato denso de giesta e urze tornou-se quatro vezes maior do que na década de 50. O estudo recorreu a modelos de simulação de fogo para chegar à conclusão de que, apesar de não haver nenhum incêndio grande na freguesia há dez anos, o risco de vir a ocorrer um mais intenso e devastador do que no passado está no seu nível máximo. França é uma das freguesias mais procuradas pelos turistas que visitam o Parque Natural de Montesinho.

Publicado no 'Expresso' de 9-10-2010.