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22 outubro, 2010
Trabalhos científicos do IPB muito procurados na net
O Instituto Politécnico de Bragança é a quinta instituição de ensino superior do país com maior número de documentos publicados em repositório científico.
Trata-se de uma nova tendência para a disponibilização de informação de forma livre e gratuita, suportada pela internet e que se tem desenvolvido nos últimos anos.
Este movimento designado “Open Access” está a ser promovido esta semana em várias instituições de ensino superior.
“Esta iniciativa está a decorrer a nível mundial, não é só aqui em Bragança. Nós aderimos porque fazemos parte do Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal e isto tem por objectivo tornar mais visível a produção científica feita no IPB” refere a coordenadora dos serviços de documentação e bibliotecas do IPB.
Clarisse Pais acrescenta que esta é também uma forma de sensibilizar os docentes a publicarem as suas investigações neste repositório.
“É para que eles próprio depositem a informação até porque isso já é obrigatório uma vez que foi aprovada a política de auto-arquivo das publicações do IPB” explica, salientando que “é como se fosse um registo oficial da ciência aqui feita”.
E por esta razão é que o IPB é a quinta instituição de ensino superior do país com maior número de documentos publicados em repositório científico.
O vice-presidente do IPB, avança os números.
“Nós temos vindo a crescer muito neste âmbito, pois o número de depósitos tem vindo a aumentar” afirma. “Neste momento são cerca de dois mil artigos já depositados e temos vindo a perceber que a quantidade de gente que os vê pelo mundo inteiro também tem crescido exponencialmente pois já temos cerca de 200 mil downloads” adianta Orlando Rodrigues, salientando que isso “dá uma ideia da visibilidade que o IPB está a ter”.
Em breve, deverá ser também lançado um repositório académico direccionado para a publicação de trabalhos dos alunos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Trata-se de uma nova tendência para a disponibilização de informação de forma livre e gratuita, suportada pela internet e que se tem desenvolvido nos últimos anos.
Este movimento designado “Open Access” está a ser promovido esta semana em várias instituições de ensino superior.
“Esta iniciativa está a decorrer a nível mundial, não é só aqui em Bragança. Nós aderimos porque fazemos parte do Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal e isto tem por objectivo tornar mais visível a produção científica feita no IPB” refere a coordenadora dos serviços de documentação e bibliotecas do IPB.
Clarisse Pais acrescenta que esta é também uma forma de sensibilizar os docentes a publicarem as suas investigações neste repositório.
“É para que eles próprio depositem a informação até porque isso já é obrigatório uma vez que foi aprovada a política de auto-arquivo das publicações do IPB” explica, salientando que “é como se fosse um registo oficial da ciência aqui feita”.
E por esta razão é que o IPB é a quinta instituição de ensino superior do país com maior número de documentos publicados em repositório científico.
O vice-presidente do IPB, avança os números.
“Nós temos vindo a crescer muito neste âmbito, pois o número de depósitos tem vindo a aumentar” afirma. “Neste momento são cerca de dois mil artigos já depositados e temos vindo a perceber que a quantidade de gente que os vê pelo mundo inteiro também tem crescido exponencialmente pois já temos cerca de 200 mil downloads” adianta Orlando Rodrigues, salientando que isso “dá uma ideia da visibilidade que o IPB está a ter”.
Em breve, deverá ser também lançado um repositório académico direccionado para a publicação de trabalhos dos alunos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
21 outubro, 2010
Solidariedade em vez de praxe
Praxe solidária do IPB referenciada no programa "O AMOR É... O amor e a sexualidade nas conversas do Prof. Júlio Machado Vaz"
Em 'O AMOR É... (2ª a 6ª Feira) - Reflexão Antena 1 - Multimédia RTP'
Em 'O AMOR É... (2ª a 6ª Feira) - Reflexão Antena 1 - Multimédia RTP'
20 outubro, 2010
19 outubro, 2010
18 outubro, 2010
Estudantes solidários recolhem alimentos
No dia 27 de Outubro os alunos da Escola Superior Agrária de Bragança vão fazer uma recolha de bens para entregar a instituições
A Associação de Estudantes e os Alunos da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança vão realizar uma recolha de alimentos não perecíveis, do dia 27 de Outubro na cidade de Bragança. Trata-se de uma acção de solidariedade que tem como objectivo angariar bens que serão, posteriormente, distribuídos por instituições brigantinas, que trabalham na área do apoio social.
A iniciativa surgiu na sequência de numa reflexão entre alunos, que se predisponham a desenvolver tarefas com o fim último de incrementar acções no sentido de prestar um serviço para além de cívico, acima de tudo humanitário.
Esta acção vem sendo desenvolvida nos últimos quatro anos pela academia, e tem “sido pautada por um enorme êxito”, refere a Associação de Estudantes através de uma nota de imprensa.
O crescimento das iniciativas de carácter solidário está relacionado com o aumento das dificuldades económicas em determinadas franjas da população local, uma realidade a que os estudantes estão atentos e motiva a sua preocupação.
Os jovens apelam assim à solidariedade dos habitantes de Bragança no sentido de contribuírem com o que lhes for possível.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
A Associação de Estudantes e os Alunos da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança vão realizar uma recolha de alimentos não perecíveis, do dia 27 de Outubro na cidade de Bragança. Trata-se de uma acção de solidariedade que tem como objectivo angariar bens que serão, posteriormente, distribuídos por instituições brigantinas, que trabalham na área do apoio social.
A iniciativa surgiu na sequência de numa reflexão entre alunos, que se predisponham a desenvolver tarefas com o fim último de incrementar acções no sentido de prestar um serviço para além de cívico, acima de tudo humanitário.
Esta acção vem sendo desenvolvida nos últimos quatro anos pela academia, e tem “sido pautada por um enorme êxito”, refere a Associação de Estudantes através de uma nota de imprensa.
O crescimento das iniciativas de carácter solidário está relacionado com o aumento das dificuldades económicas em determinadas franjas da população local, uma realidade a que os estudantes estão atentos e motiva a sua preocupação.
Os jovens apelam assim à solidariedade dos habitantes de Bragança no sentido de contribuírem com o que lhes for possível.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
15 outubro, 2010
Estudantes estrangeiros do IPB com legalização facilitada
Os alunos estrangeiros do Instituto Politécnico de Bragança têm, desde ontem a vida mais facilitada.
Já começou a funcionar a plataforma ISU, uma parceria entre o Ministério da Administração Interna, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e o próprio IPB, que vai facilitar a burocracia necessária para a entrada em Portugal.
De acordo com o presidente do IPB vai abranger mais de duas centenas de alunos.
“Ultrapassa os 250 alunos extra-comunitários entre africanos, brasileiros, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Índia, México e este ano já vão poder usar esta ferramenta” refere Sobrinho Teixeira. Para os alunos “facilita porque evita muita deslocação e para os instituto também porque nos permite fazer a matricula do aluno sem mais problemas”.
Este programa é pioneiro no país, funcionando em Aveiro apenas um projecto-piloto.
O arranque oficial em Portugal foi dado ontem em Bragança.
A secretária de Estado da Administração Interna, explica como vai funcionar a plataforma, disponível no site do IPB.
“O estudante pode fazer a sua matricula com o visto em Portugal, mas depois tem de ir ao SEF obter o seu título de residência” afirma Dalila Araújo.
Randy Williams é estudante da Costa Rica e lamenta não ter tido acesso ao sistema mais cedo.
“Tive que levar o passaporte com o visto, mas só dão por um período de três meses e assim tenho de estender para o período de dois anos que aqui vou ficar” refere, salientando que “depois de ter ido ao SEF o procedimento só demorou um dia. Este sistema é mais fácil porque pode fazer-se pela internet e mais rápido”.
Já o director do SEF diz que há vantagens para as partes envolvidas.
“Deixa de haver gente que nos procura no sentido de obter e certificar uma informação que nós temos. É bom para o institutos politécnicos, porque a partir deste momento sabem, com segurança, os estudantes que pode admitir e é bom para o cidadão porque tem a sua vida agilizada” afirma Manuel Palos.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai ser a próxima instituição de ensino superior a beneficiar desta plataforma.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Já começou a funcionar a plataforma ISU, uma parceria entre o Ministério da Administração Interna, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e o próprio IPB, que vai facilitar a burocracia necessária para a entrada em Portugal.
De acordo com o presidente do IPB vai abranger mais de duas centenas de alunos.
“Ultrapassa os 250 alunos extra-comunitários entre africanos, brasileiros, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Índia, México e este ano já vão poder usar esta ferramenta” refere Sobrinho Teixeira. Para os alunos “facilita porque evita muita deslocação e para os instituto também porque nos permite fazer a matricula do aluno sem mais problemas”.
Este programa é pioneiro no país, funcionando em Aveiro apenas um projecto-piloto.
O arranque oficial em Portugal foi dado ontem em Bragança.
A secretária de Estado da Administração Interna, explica como vai funcionar a plataforma, disponível no site do IPB.
“O estudante pode fazer a sua matricula com o visto em Portugal, mas depois tem de ir ao SEF obter o seu título de residência” afirma Dalila Araújo.
Randy Williams é estudante da Costa Rica e lamenta não ter tido acesso ao sistema mais cedo.
“Tive que levar o passaporte com o visto, mas só dão por um período de três meses e assim tenho de estender para o período de dois anos que aqui vou ficar” refere, salientando que “depois de ter ido ao SEF o procedimento só demorou um dia. Este sistema é mais fácil porque pode fazer-se pela internet e mais rápido”.
Já o director do SEF diz que há vantagens para as partes envolvidas.
“Deixa de haver gente que nos procura no sentido de obter e certificar uma informação que nós temos. É bom para o institutos politécnicos, porque a partir deste momento sabem, com segurança, os estudantes que pode admitir e é bom para o cidadão porque tem a sua vida agilizada” afirma Manuel Palos.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) vai ser a próxima instituição de ensino superior a beneficiar desta plataforma.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
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