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29 novembro, 2010
25 novembro, 2010
23 novembro, 2010
Cogumelos: família de Bragança comeu «a pior» das espécies
A espécie de cogumelo ingerida pela família de Bragança que se encontra hospitalizada com uma intoxicação é «entre as más, a pior de todas», disse à Lusa a investigadora que analisou exemplares servidos na refeição.
«É altamente tóxica e mortal se não for atacada rapidamente», afirmou Anabela Martins, investigadora na área da micologia do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
A espécie em causa tem o nome científico de «Manita Phalloides», é de cor verde, mas pode apresentar também um tom amarelado.
O hospital de Bragança, onde deram entrada na urgência sexta-feira mãe, filha, neta e genro, pediu a colaboração da investigadora a quem foram entregues algumas amostras da espécie ingerida.
Anabela Martins não percebe «como é que se podem ter enganado», nomeadamente a avó, que foi quem apanhou os cogumelos para a refeição da família.
A investigadora deixa um alerta «a todas as pessoas para que se não tiverem certeza, mesmo que seja parecido [com uma espécie boa] não comam». «Na dúvida deitem fora», reiterou.
De acordo com Anabela Martins, estas espécies venenosas podem matar em pouco tempo, destruindo os rins e o fígado. O pior, realçou, é que a sintomatologia pode também enganar e por isso, deixa mais um alerta.
«Se comerem cogumelos e começarem a sentir um mal-estar, diarreias, vão logo ao hospital e digam o que comeram», apelou.
Segundo explicou, em caso de intoxicação, este mal-estar «surge e pode passar por 48 horas» e entretanto o veneno está a atacar o fígado.
«É silencioso, só quando está praticamente destruído, é que os sintomas voltam», afirmou.
Publicado em 'Diário Digital'.
A espécie em causa tem o nome científico de «Manita Phalloides», é de cor verde, mas pode apresentar também um tom amarelado.
O hospital de Bragança, onde deram entrada na urgência sexta-feira mãe, filha, neta e genro, pediu a colaboração da investigadora a quem foram entregues algumas amostras da espécie ingerida.
Anabela Martins não percebe «como é que se podem ter enganado», nomeadamente a avó, que foi quem apanhou os cogumelos para a refeição da família.
A investigadora deixa um alerta «a todas as pessoas para que se não tiverem certeza, mesmo que seja parecido [com uma espécie boa] não comam». «Na dúvida deitem fora», reiterou.
De acordo com Anabela Martins, estas espécies venenosas podem matar em pouco tempo, destruindo os rins e o fígado. O pior, realçou, é que a sintomatologia pode também enganar e por isso, deixa mais um alerta.
«Se comerem cogumelos e começarem a sentir um mal-estar, diarreias, vão logo ao hospital e digam o que comeram», apelou.
Segundo explicou, em caso de intoxicação, este mal-estar «surge e pode passar por 48 horas» e entretanto o veneno está a atacar o fígado.
«É silencioso, só quando está praticamente destruído, é que os sintomas voltam», afirmou.
Publicado em 'Diário Digital'.
22 novembro, 2010
Clima: Centro lusófono de investigação com seis países
Seis países assinaram hoje o acordo de princípios de adesão ao centro de investigação sobre clima e recursos naturais de língua portuguesa, que formaliza o projeto de investigação aberto à toda a lusofonia e África.
O passo decisivo para o avanço do projeto em estudo há dois anos foi dado hoje no encerramento do II Workshop Internacional sobre Clima e Recursos Naturais nos países de língua portuguesa, que juntou durante uma semana, em Bragança, participantes de vários países lusófonos.
Portugal, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique são os primeiros a aderirem ao centro, que vai permitir a mobilidade de investigadores, docentes e estudantes para troca de conhecimento e aplicação de projetos na área do clima.
Publicado em 'Diário Digital'.
Portugal, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique são os primeiros a aderirem ao centro, que vai permitir a mobilidade de investigadores, docentes e estudantes para troca de conhecimento e aplicação de projetos na área do clima.
Publicado em 'Diário Digital'.
Mirandela criou sistema inovador para ajudar turistas
Qualquer turista que se desloque a Mirandela tem acesso a um guia turístico virtual. O projecto “Mirandela Virtual” apresenta um pouco da cidade aos visitantes, ajudando assim o turismo que é cada vez mais importante para a região.
Mas outras funcionalidades estão disponíveis a quem aceda ao Portal de Informação Geográfica da autarquia local.
A partir do Web Site ou a partir do Posto de Turismo, os turistas têm acesso a uma aplicação, a qual é instala no telemóvel e, em seguida, o turista pode tirar uma fotografia e obter informações e serviços associados ao objecto fotografado.
“Neste momento temos placas, placas metálicas, onde está impresso o código de barras bidimensional. O resultado prático é que posso introduzir muita informação lá dentro. O projecto foi um protótipo. Há placas no auditório, no parque império, na estação da CP. A câmara foi um parceiro, com a colocação de placas.”
A funcionar desde 2008, este projecto-piloto denominado “Mirandela Virtual” foi elaborado por alunos da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela, com o apoio da Câmara de Mirandela. Carlos Rompante, docente da Escola, e para um futuro próximo, espera que a aposta seja na expansão e banalização deste sistema.
Com este projecto é ainda possível aproximar os turistas ao comércio local.
“O pequeno comércio não tem grandes capacidades tecnológicas para inovar. Esta pode ser uma forma interessante e barata de o conseguir. Conseguimos aceder a serviços. Implementamos, no âmbito simulado, a possibilidade de um turista chamar um táxi no restaurante.”
Dentro dos Sistemas de Informação Geográfica, e através da Internet no Portal de Informação Geográfica da Câmara Municipal de Mirandela, os munícipes podem consultar informação e facultar avisos de eventuais avarias.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Mas outras funcionalidades estão disponíveis a quem aceda ao Portal de Informação Geográfica da autarquia local.
A partir do Web Site ou a partir do Posto de Turismo, os turistas têm acesso a uma aplicação, a qual é instala no telemóvel e, em seguida, o turista pode tirar uma fotografia e obter informações e serviços associados ao objecto fotografado.
“Neste momento temos placas, placas metálicas, onde está impresso o código de barras bidimensional. O resultado prático é que posso introduzir muita informação lá dentro. O projecto foi um protótipo. Há placas no auditório, no parque império, na estação da CP. A câmara foi um parceiro, com a colocação de placas.”
A funcionar desde 2008, este projecto-piloto denominado “Mirandela Virtual” foi elaborado por alunos da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela, com o apoio da Câmara de Mirandela. Carlos Rompante, docente da Escola, e para um futuro próximo, espera que a aposta seja na expansão e banalização deste sistema.
Com este projecto é ainda possível aproximar os turistas ao comércio local.
“O pequeno comércio não tem grandes capacidades tecnológicas para inovar. Esta pode ser uma forma interessante e barata de o conseguir. Conseguimos aceder a serviços. Implementamos, no âmbito simulado, a possibilidade de um turista chamar um táxi no restaurante.”
Dentro dos Sistemas de Informação Geográfica, e através da Internet no Portal de Informação Geográfica da Câmara Municipal de Mirandela, os munícipes podem consultar informação e facultar avisos de eventuais avarias.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
18 novembro, 2010
7ª Conferência da EARMA em Bragança
Bragança foi a localidade escolhida para receber, de 22 a 24 de Junho de 2011, a 17ª Conferência Anual da EARMA (European Association of Research Managers and Administrators).
O evento, que trará à região mais de 300 gestores e decisores de topo da área da ciência de todo o Mundo, responsáveis pela gestão dos fundos atribuídos às áreas cientificas e desenvolvimento pelos Programas Quadro, foi apresentado aos órgãos de Comunicação Social, no dia 13 de Novembro, pelo director-adjunto do Instituto Gulbenkian de Ciência e membro da direcção da EARMA, Eng.º José Mário Leite, e pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º Rui Caseiro.
Este Congresso que terá lugar no Instituto Politécnico de Bragança e será uma mais-valia para todo o Distrito, tanto a nível científico como turístico.
A realização da 17ª Conferência Anual da EARMA em Bragança é, também, uma oportunidade para a promoção da região que pode tirar partido da vinda deste público exigente, com poder de escolha, que pretende conhecer produtos e localidades de excelência.
Associadas a este evento estão em preparação uma revista e uma página de Internet onde, além de conteúdos científicos e de investigação, estarão, também, disponíveis informações da região que acolhe o Congresso. São, no fundo, veículos de promoção e divulgação das potencialidades de Trás-os-Montes e Alto Douro que poderão, e deverão, ser utilizados pelos diversos Municípios e entidades, já que chegarão a milhares de pessoas, associados da EARMA e da principal parceira e sua homóloga nos Estados Unidos: a NCURA (National Council of University Research Administrators), que conta com mais de três mil membros.
Publicado em 'CM-Bragança'.
O evento, que trará à região mais de 300 gestores e decisores de topo da área da ciência de todo o Mundo, responsáveis pela gestão dos fundos atribuídos às áreas cientificas e desenvolvimento pelos Programas Quadro, foi apresentado aos órgãos de Comunicação Social, no dia 13 de Novembro, pelo director-adjunto do Instituto Gulbenkian de Ciência e membro da direcção da EARMA, Eng.º José Mário Leite, e pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º Rui Caseiro.
Este Congresso que terá lugar no Instituto Politécnico de Bragança e será uma mais-valia para todo o Distrito, tanto a nível científico como turístico.
A realização da 17ª Conferência Anual da EARMA em Bragança é, também, uma oportunidade para a promoção da região que pode tirar partido da vinda deste público exigente, com poder de escolha, que pretende conhecer produtos e localidades de excelência.
Associadas a este evento estão em preparação uma revista e uma página de Internet onde, além de conteúdos científicos e de investigação, estarão, também, disponíveis informações da região que acolhe o Congresso. São, no fundo, veículos de promoção e divulgação das potencialidades de Trás-os-Montes e Alto Douro que poderão, e deverão, ser utilizados pelos diversos Municípios e entidades, já que chegarão a milhares de pessoas, associados da EARMA e da principal parceira e sua homóloga nos Estados Unidos: a NCURA (National Council of University Research Administrators), que conta com mais de três mil membros.
Publicado em 'CM-Bragança'.
IPB ajuda Cabo Verde a implementar Centro de Investigação
Bases deste serviço estiveram em estudo ao longo desta semana, num workshop internacional com os vários Países de Língua Portuguesa
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai ajudar Cabo Verde a implementar um Centro de Investigação sobre o Clima e Recursos Naturais no Universo Lusófono.
As bases foram lançadas durante esta semana, num workshop internacional dedicado à temática, que contou com a presença dos Países de Língua Portuguesa.
O Centro de Investigação vai ter a sua sede em Cabo Verde, mas terá pólos em Portugal e no Brasil. No entender de Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, Bragança “seria um bom local para a instalação desse pólo”.
“Temos massa crítica, nomeadamente através do Centro de Investigação de Montanha, que é reconhecido pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e que engloba mais de 50 doutorandos que estudam a agricultura de montanha, parte essencial da agricultura praticada em inúmeros países da CPLP”, apontou.
O presidente do Politécnico considera que o conhecimento disponível que já existe em Bragança faz desta cidade “um local apropriado para fazer parte da rede de investigação climática”.
A criação de um Centro de Investigação nesta área é considerada “vital” por Ester Brito, presidente do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica de Cabo Verde. A responsável explicou que, actualmente, a África Ocidental baseia a informação meteorológica noutros centros de investigação, estando muito “dependente” dos países desenvolvidos.
“Com este Centro vamos procurar preparar programas para a previsão sazonal, de modo a que poder responder não só a Cabo Verde, mas a toda a região da África Ocidental”, considerou.
As mudanças climáticas e a problemática do bom uso da água e dos solos são um tema muito “pertinente” da actualidade internacional e, em particular, de Cabo Verde, um país que, pelas suas características geográficas, pode estar algo “vulnerável”, como apontou Ester Brito.
“Cabo Verde é um país insular e que, devido à sua situação geográfica, pode sofrer consequências com o aumento do nível do mar, e com outros fenómenos climáticos, como seja, a formação de tempestades tropicais ou de tempestades de poeiras do deserto. Temos, ainda, a problemática das secas e das chuvas torrenciais”.
O projecto para a criação de um Centro de Investigação na área climática foi apresentado já em 2008, na Ilha do Sal. Neste II Workshop Internacional que se realiza em Bragança, Portugal, espera-se poder dar os passos definitivos para avançar com a sua materialização no terreno.
Para além da sede em Cabo Verde que, numa primeira fase, poderá ser apenas virtual, o Centro de Investigação terá pólos em Portugal e no Brasil.
Os vários países presentes no encontro, bem como directores, presidentes ou representantes de todos os institutos de meteorologia dos países envolvidos, embaixadores e representantes da CPLP, devem concertar as estratégias para a implementação desse e de outros serviços ao longo desta semana. O ministro de Ambiente, Desenvolvimento Rural e Recursos Marinhos de Cabo Verde estará presente na sessão de encerramento, agendada para amanhã, 19 de Novembro.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
As bases foram lançadas durante esta semana, num workshop internacional dedicado à temática, que contou com a presença dos Países de Língua Portuguesa.
O Centro de Investigação vai ter a sua sede em Cabo Verde, mas terá pólos em Portugal e no Brasil. No entender de Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, Bragança “seria um bom local para a instalação desse pólo”.
“Temos massa crítica, nomeadamente através do Centro de Investigação de Montanha, que é reconhecido pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e que engloba mais de 50 doutorandos que estudam a agricultura de montanha, parte essencial da agricultura praticada em inúmeros países da CPLP”, apontou.
O presidente do Politécnico considera que o conhecimento disponível que já existe em Bragança faz desta cidade “um local apropriado para fazer parte da rede de investigação climática”.
A criação de um Centro de Investigação nesta área é considerada “vital” por Ester Brito, presidente do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica de Cabo Verde. A responsável explicou que, actualmente, a África Ocidental baseia a informação meteorológica noutros centros de investigação, estando muito “dependente” dos países desenvolvidos.
“Com este Centro vamos procurar preparar programas para a previsão sazonal, de modo a que poder responder não só a Cabo Verde, mas a toda a região da África Ocidental”, considerou.
As mudanças climáticas e a problemática do bom uso da água e dos solos são um tema muito “pertinente” da actualidade internacional e, em particular, de Cabo Verde, um país que, pelas suas características geográficas, pode estar algo “vulnerável”, como apontou Ester Brito.
“Cabo Verde é um país insular e que, devido à sua situação geográfica, pode sofrer consequências com o aumento do nível do mar, e com outros fenómenos climáticos, como seja, a formação de tempestades tropicais ou de tempestades de poeiras do deserto. Temos, ainda, a problemática das secas e das chuvas torrenciais”.
O projecto para a criação de um Centro de Investigação na área climática foi apresentado já em 2008, na Ilha do Sal. Neste II Workshop Internacional que se realiza em Bragança, Portugal, espera-se poder dar os passos definitivos para avançar com a sua materialização no terreno.
Para além da sede em Cabo Verde que, numa primeira fase, poderá ser apenas virtual, o Centro de Investigação terá pólos em Portugal e no Brasil.
Os vários países presentes no encontro, bem como directores, presidentes ou representantes de todos os institutos de meteorologia dos países envolvidos, embaixadores e representantes da CPLP, devem concertar as estratégias para a implementação desse e de outros serviços ao longo desta semana. O ministro de Ambiente, Desenvolvimento Rural e Recursos Marinhos de Cabo Verde estará presente na sessão de encerramento, agendada para amanhã, 19 de Novembro.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
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