04 março, 2011

Un grupo de estudiantes de la Universidad de Braganza visita el Parque Científico

El Parque Científico UVa recibirá, mañana miércoles 3 de marzo, a un grupo de estudiantes de ingeniería biomédica de la Universidad de Braganza. Los futuros ingenieros conocerán las instalaciones y el modelo de funcionamiento de la Fundación. Posteriormente visitarán el Centro de Investigación Biomecánica y Ergonomía (cIbeR) acompañados por el director técnico del mismo, Manuel San Juan Blanco.

El interés principal de la visita se centra el conocer las estrategias de la Universidad de Valladolid en materia de I+D+i, especialmente en lo relativo a creación de empresas de base tecnológica, transferencia de investigación y vigilancia tecnológica.
Publicado em 'Universidad de Valladolid'.

Estudiantes portugueses visitarán el CIDIF

El Centro de Investigación en Discapacidad Física acogerá el próximo 3 de marzo la visita de un grupo de estudiantes de Ingeniería Biomédica del Instituto Politécnico de Bragança (Portugal) coordinados por el profesor João Rocha. Dicho encuentro surge como fruto de las excelentes relaciones existentes entre nuestro centro y la ETS de Ingenieros Industriales de la Universidad de Valladolid, y más en concreto con Manuel San Juan, director del Centro de Investigación en Biomecánica y Ergonomía (cIbeR).
Publicado em 'ASPAYM'.

24 fevereiro, 2011

A investigação da montanha é lá no CIMO!

As montanhas transmontanas são o cenário ideal para a instalação do CIMO. Criada em 2003, esta unidade de investigação está integrada no Instituto Politécnico de Bragança (IPB). Centro de Investigação de Montanha é o que quer dizer a sigla. Incorpora actualmente 98 membros, 60 dos quais doutorados, contando ainda com colaboradores externos ao IPB. «No seu género é único no País», confirma ao Ciência Hoje Jaime Pires, o responsável.

Ainda que seja um Centro multidisciplinar, foca-se essencialmente no desenvolvimento sustentável das regiões rurais e de montanha, identificadas como ecossistemas sensíveis e repositórios de biodiversidade.

Um dos grandes projectos em que o CIMO está envolvido é a atribuição de valor ambiental à paisagem para que as populações locais possam ser ressarcidas pela valorização. Jaime Pires salienta ainda o trabalho desenvolvido junto da oliveira, do castanheiro e do sistema agro-pecuário. «Avaliamos a fertilização, a cobertura do solo», afirma, referindo-se à oliveira.

O CIMO encontra-se subdividido em três grupos: o primeiro dedica-se aos Ecossistemas Naturais e Áreas Públicas, o segundo à Agricultura de Montanha e o último à Tecnologia e Segurança Alimentar. Estas três equipas debruçam-se, fundamentalmente, sobre questões relacionadas com a floresta, a caça, a pesca, a apicultura, a ecologia da paisagem, os cogumelos, os sistemas agro-pecuários e a caracterização físico-química e microbiológica de produtos naturais, procurando conciliar o trabalho de campo, onde recolhem muitas das matrizes que estudam, e o trabalho laboratorial, desempenhado maioritariamente no Instituto Politécnico.

Este centro tem anualmente um milhão de euros à sua disposição. Importa salientar, contudo, que a maior parte dos fundos são resultado dos projectos de investigação e da prestação de serviços à comunidade levada a cabo pelos seus membros, nomeadamente análise de alimentos, solos e águas provenientes de todo o país.

Apesar do elevado nível de formação dos seus investigadores e do esforço colectivo para promover aquilo que de melhor se faz na região, o CIMO, segundo Jaime Pires, depara-se com alguns problemas que o impedem de concorrer com os seus congéneres situados em zonas mais favorecidas, nomeadamente a dificuldade em fixar recursos humanos e a cooperação com outros centros, decorrente do factor interioridade.
Publicado em 'CiênciaHoje'.

23 fevereiro, 2011

Casas degradadas do Centro Histórico de Bragança transformadas em residências de estudantes

Três imóveis do centro histórico de Bragança vão ser requalificados pela câmara municipal em parceria com o Instituto Politécnico.

A ideia é que depois as casas venham a servir de alojamento a estudantes ERASMUS.

O projecto ainda está a ser desenvolvido, mas o presidente da câmara, Jorge Nunes, não tem dúvidas de que esta é a melhor forma de revitalizar o centro histórico da cidade.
“Estamos a desenvolver os procedimentos técnicos e administrativos para avançar com esse projecto até ao mês de Abril. É uma das formas mais interessantes para revitalizar o centro histórico. Trazer estudantes é a forma mais forte e mais segura de atrair actividades económicas uma vez que os edifícios estarão renovados.”

O presidente do IPB adianta, no entanto, que a gestão dos edifícios vai ficar a cargo da instituição de ensino.

“Através de um programa a que nos candidatámos conjuntamente, a utilização de parte do financiamento para a recuperação de casas na zona histórica que, depois, mediante protocolo, o IPB assumirá a gestão desses imóveis, e acomodará alunos Erasmus.”

Nesta primeira fase serão três os edifícios a requalificar.
Mas ainda não se sabe ao certo quantos alunos estas residências poderão vir a albergar.

“É um processo dinâmico e queremos que vá crescendo. A ideia é ir aumentando a capacidade ao mesmo tempo que o instituto vai conseguindo captar ainda mais alunos estrangeiros.
O investimento na recuperação dos edifícios deverá rondar os 400 mil euros.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.