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11 abril, 2011
08 abril, 2011
Bragança: “Cidade Activa e Amiga do Ambiente”
Um Instituto Politécnico várias vezes premiado e mini-autocarros eléctricos que percorrem a zona histórica são, apenas, dois dos destaques da cidade transmontana.
Há cerca de dez meses, Bragança foi eleita um dos melhores municípios portugueses para viver. A conclusão resultou de um estudo levado a cabo pelo Instituto de Tecnologia Comportamental e pelo Semanário Sol, que mostrava, por exemplo, que os habitantes deste concelho são os segundos mais felizes do País. A cidade destacava-se, ainda, no Ensino e Formação, no Ambiente (nos últimos quatro anos, o Município foi galardoado com a Bandeira Verde – ECOXXI, que distingue as boas práticas de sustentabilidade) e nas áreas do Urbanismo e da Habitação.
A propósito de urbanismo, dentro de, aproximadamente, sete meses deverá estar concluída a Ciclovia, com uma extensão de cerca de 5 km, e o parque de lazer do Bairro da Mãe d’Água, naquele que é o mais recente projecto de requalificação urbana de Bragança.
A preocupação com a mobilidade e com o ambiente fica demonstrada pela circulação de autocarros eléctricos no Centro Histórico, pela instalação de Sistemas Fotovoltaicos e Sistemas Térmicos Solares (destinadas, por exemplo, ao aquecimento de água das Piscinas Municipais) e, ainda, pela produção hidroeléctrica, sendo a autonomia do Município neste momento de 61 por cento. A aposta tem passado, também, pelo incremento da área de espaços verdes, que passou de 2,8 ha (em 1998), para 39,9 ha (em 2010), representando cerca de 11m2 por habitante de área verde.
O Município de Bragança, elaborou, ainda, o Plano Estratégico para a Ecocidade de Bragança, tendo o ambiente como tema central e estratégico de desenvolvimento local e regional, conforme a Agenda 21 Local, assente em quatro pilares: Eco-Construção; Eco-Energia; Eco-Turismo e Eco-Produtos. E será já em Junho que será realizada a I Feira Ibérica de Sustentabilidade, que terá como objectivo central a disseminação de boas práticas ambientais.
Já o Instituto Politécnico de Bragança, além de ser um dos maiores geradores de emprego e volume de negócios da região, destaca-se pelos vários prémios já arrecadados. A prová-lo está o galardão que duas alunas e dois docentes da Escola Superior de Educação receberam, sagrando-se vencedores do Concurso Prémio Inovação Valorpneu 2010, com o trabalho “Labirinto”. Numa iniciativa que visava o desenvolvimento de novas soluções para o destino sustentável dos pneus usados em Portugal, este labirinto, construído para um espaço público, permitiria reutilizar cerca de 650 pneus em fim de vida.
E vida é, precisamente, o que não falta a esta cidade, que alberga o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, o Museu Ibérico da Mascara e do Traje, o Centro Ciência Viva e a Casa da Seda, entre outros pólos culturais. Uma cidade que, nos últimos anos, assumiu a mudança do seu perfil industrial, com a instalação de unidades na área da transformação, agro-indústria e indústria de componentes automóveis, todas elas orientadas para mercados externos.
Também a construção do Parque de Ciência e Tecnologia, focalizado na área ambiental, para estimular a inovação, o empreendedorismo e a fixação de novas empresas tecnológicas, associado à instalação das novas redes de comunicações e de energia e à criação de parcerias para a exploração de energia eólica, tem dado novos impulsos à cidade. Talvez por isto Bragança tenha sido já várias vezes reconhecida pelo prémio às melhores empresas, pela criação de riqueza e pelo aumento da mão-de-obra activa.
Publicado em 'Vamos mudar a cidade'.
A propósito de urbanismo, dentro de, aproximadamente, sete meses deverá estar concluída a Ciclovia, com uma extensão de cerca de 5 km, e o parque de lazer do Bairro da Mãe d’Água, naquele que é o mais recente projecto de requalificação urbana de Bragança.
A preocupação com a mobilidade e com o ambiente fica demonstrada pela circulação de autocarros eléctricos no Centro Histórico, pela instalação de Sistemas Fotovoltaicos e Sistemas Térmicos Solares (destinadas, por exemplo, ao aquecimento de água das Piscinas Municipais) e, ainda, pela produção hidroeléctrica, sendo a autonomia do Município neste momento de 61 por cento. A aposta tem passado, também, pelo incremento da área de espaços verdes, que passou de 2,8 ha (em 1998), para 39,9 ha (em 2010), representando cerca de 11m2 por habitante de área verde.
O Município de Bragança, elaborou, ainda, o Plano Estratégico para a Ecocidade de Bragança, tendo o ambiente como tema central e estratégico de desenvolvimento local e regional, conforme a Agenda 21 Local, assente em quatro pilares: Eco-Construção; Eco-Energia; Eco-Turismo e Eco-Produtos. E será já em Junho que será realizada a I Feira Ibérica de Sustentabilidade, que terá como objectivo central a disseminação de boas práticas ambientais.
Já o Instituto Politécnico de Bragança, além de ser um dos maiores geradores de emprego e volume de negócios da região, destaca-se pelos vários prémios já arrecadados. A prová-lo está o galardão que duas alunas e dois docentes da Escola Superior de Educação receberam, sagrando-se vencedores do Concurso Prémio Inovação Valorpneu 2010, com o trabalho “Labirinto”. Numa iniciativa que visava o desenvolvimento de novas soluções para o destino sustentável dos pneus usados em Portugal, este labirinto, construído para um espaço público, permitiria reutilizar cerca de 650 pneus em fim de vida.
E vida é, precisamente, o que não falta a esta cidade, que alberga o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, o Museu Ibérico da Mascara e do Traje, o Centro Ciência Viva e a Casa da Seda, entre outros pólos culturais. Uma cidade que, nos últimos anos, assumiu a mudança do seu perfil industrial, com a instalação de unidades na área da transformação, agro-indústria e indústria de componentes automóveis, todas elas orientadas para mercados externos.
Também a construção do Parque de Ciência e Tecnologia, focalizado na área ambiental, para estimular a inovação, o empreendedorismo e a fixação de novas empresas tecnológicas, associado à instalação das novas redes de comunicações e de energia e à criação de parcerias para a exploração de energia eólica, tem dado novos impulsos à cidade. Talvez por isto Bragança tenha sido já várias vezes reconhecida pelo prémio às melhores empresas, pela criação de riqueza e pelo aumento da mão-de-obra activa.
Publicado em 'Vamos mudar a cidade'.
Escola Agrária apostada em valorizar carnes
Iniciativa de inovação tecnológica envolve todo o sector produtivo, dos produtores pecuários à indústria de transformação e comercialização
O Instituto Politécnico de Bragança, através da Escola Agrária, tem em fase de desenvolvimento um projecto de valorização, para posterior comercialização, de carnes de ovelha e cabra. Este projecto incide no tratamento da carne de animais que não podem ser comercializados com marcas de qualidade com selo de Denominação de Origem Protegida (DOP) ou Indicação Geográfica Protegida (IGP), por não se tratarem de animais de leite. Por não se tratarem de animais de leite, com a inovação introduzida, o objectivo é comercializar esta carne em nichos de mercado exigentes, como os da alta cozinha.
“O grande objectivo do projecto é conferir um valor acrescentado a animais que são de um escasso valor comercial”, explicou ao Mensageiro Alfredo Teixeira, professor responsável pela investigação.
Tendo a Escola apresentado estes produtos na última Alimentaria & Horexpo, da Feira Internacional de Lisboa, é de sublinhar o interesse demonstrado por conceituados chefes de cozinha nestas carnes, apresentadas de forma inovadora. “Este é, no fundo, alcançar um dos grandes objectivos que tínhamos”, referiu o professor, acrescentando que “houve grande receptividade de chefes de cozinha de hotéis de elevada reputação”.
Isto é importante, também, porque a produção destas carnes não é muito significativa, sobretudo relativamente aos ovinos da raça bragançana que estão em vias de extinção. A aposta é, por essa razão, na qualidade, na valorização do que existe, e não na quantidade.
Essas carnes serão comercializadas na forma de “manta” após desossa, submetidas a salga e secagem ao ar frio, e em salsichas frescas, às quais, além das carnes dos referidos animais, é adicionada uma dose de gordura de porco da raça bísaro. Estas iguarias, necessitam, no caso das carnes salgadas, de uma demolha, semelhante à que se faz ao bacalhau. Depois, estão prontas para grelhar, sem qualquer tipo de condimento ou tratamento.
Segundo Alfredo Teixeira, o projecto, iniciado em Outubro passado, vem no seguimento de uma investigação prévia de cerca de três anos, feita a expensas próprias do Instituto, no âmbito da qual foram feitas provas de investigação. No âmbito dessa investigação prévia já resultaram três teses de mestrado e artigos publicados em revistas de impacto internacional. Está também a iniciar-se uma tese de doutoramento.
Após essa fase prévia foi feita uma candidatura ao Proder, envolvendo não só a parte da investigação, mas também a produção, através da Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana e da Associação de Produtores de Ovinos da Raça Galega Bragançana, e o sector da transformação e comercialização, através da Bísaro - Salsicharia Tradicional, Lda com sede em Gimonde - Bragança.
O financiamento global do projecto foi de cerca de 200 mil euros, mas não contemplou financiamento para criação e registo de uma marca, por parte da indústria de transformação e comercialização. No entanto, essa indústria está na disposição de criar, a expensas próprias, essa marca de qualidade. “A mais prejudicada, em termos de financiamento, foi a transformação. Foi unicamente graças à boa vontade deles que o projecto foi levado a bom porto”, referiu Alfredo Teixeira.
A iniciativa está quase numa fase de finalização, podendo os produtos ser comercializados logo que a indústria o deseje fazer. No entanto, vão ainda ser realizados testes sensoriais, com painéis de provadores da própria escola e testes junto de consumidores. Isto “para termos uma amostragem grande que nos permita depois fazer um tratamento estatístico destes dados e poder publicá-los”. Estas análises poderão ser importantes ainda para chegar à fórmula perfeita da transformação dos produtos.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
“O grande objectivo do projecto é conferir um valor acrescentado a animais que são de um escasso valor comercial”, explicou ao Mensageiro Alfredo Teixeira, professor responsável pela investigação.
Tendo a Escola apresentado estes produtos na última Alimentaria & Horexpo, da Feira Internacional de Lisboa, é de sublinhar o interesse demonstrado por conceituados chefes de cozinha nestas carnes, apresentadas de forma inovadora. “Este é, no fundo, alcançar um dos grandes objectivos que tínhamos”, referiu o professor, acrescentando que “houve grande receptividade de chefes de cozinha de hotéis de elevada reputação”.
Isto é importante, também, porque a produção destas carnes não é muito significativa, sobretudo relativamente aos ovinos da raça bragançana que estão em vias de extinção. A aposta é, por essa razão, na qualidade, na valorização do que existe, e não na quantidade.
Essas carnes serão comercializadas na forma de “manta” após desossa, submetidas a salga e secagem ao ar frio, e em salsichas frescas, às quais, além das carnes dos referidos animais, é adicionada uma dose de gordura de porco da raça bísaro. Estas iguarias, necessitam, no caso das carnes salgadas, de uma demolha, semelhante à que se faz ao bacalhau. Depois, estão prontas para grelhar, sem qualquer tipo de condimento ou tratamento.
Segundo Alfredo Teixeira, o projecto, iniciado em Outubro passado, vem no seguimento de uma investigação prévia de cerca de três anos, feita a expensas próprias do Instituto, no âmbito da qual foram feitas provas de investigação. No âmbito dessa investigação prévia já resultaram três teses de mestrado e artigos publicados em revistas de impacto internacional. Está também a iniciar-se uma tese de doutoramento.
Após essa fase prévia foi feita uma candidatura ao Proder, envolvendo não só a parte da investigação, mas também a produção, através da Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana e da Associação de Produtores de Ovinos da Raça Galega Bragançana, e o sector da transformação e comercialização, através da Bísaro - Salsicharia Tradicional, Lda com sede em Gimonde - Bragança.
O financiamento global do projecto foi de cerca de 200 mil euros, mas não contemplou financiamento para criação e registo de uma marca, por parte da indústria de transformação e comercialização. No entanto, essa indústria está na disposição de criar, a expensas próprias, essa marca de qualidade. “A mais prejudicada, em termos de financiamento, foi a transformação. Foi unicamente graças à boa vontade deles que o projecto foi levado a bom porto”, referiu Alfredo Teixeira.
A iniciativa está quase numa fase de finalização, podendo os produtos ser comercializados logo que a indústria o deseje fazer. No entanto, vão ainda ser realizados testes sensoriais, com painéis de provadores da própria escola e testes junto de consumidores. Isto “para termos uma amostragem grande que nos permita depois fazer um tratamento estatístico destes dados e poder publicá-los”. Estas análises poderão ser importantes ainda para chegar à fórmula perfeita da transformação dos produtos.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
Workshop sobre Software Open Source
No dia 24 de Março, realizou-se na Escola Miguel Torga um Workshop sobre Software Open Source, organizado pelo Grupo de Informática em colaboração com o Departamento de Informática da ESTIG (IPB Bragança).
Teve como objectivo a divulgação das potencialidades do software livre como ferramenta alternativa e sem custos. (ver mais...)
Publicado em 'ESMT'.
Teve como objectivo a divulgação das potencialidades do software livre como ferramenta alternativa e sem custos. (ver mais...)
Publicado em 'ESMT'.
07 abril, 2011
IPB conseguiu certificação de qualidade
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) acabou de receber a certificação de qualidade.
Um processo que já durava há três anos e que segundo os responsáveis da instituição já está a trazer ganhos de eficiência.
O sistema de gestão de qualidade é baseado nas normas ISO 9001:2008 e numa primeira fase foi restringido aos serviços centrais do IPB.
O vice-presidente fala das principais vantagens deste processo.
“Mudam vários pormenores no sentido de tornar a instituição mais eficiente. Há ganhos de custos, na medida em que conseguimos fazer as mesmas coisas mas com menos custos e fazemo-las melhor. E na forma como prestamos o serviço aos nossos clientes”, explicou Orlando Rodrigues, que aponta como exemplo o número de funcionários da instituição que não acompanhou o aumento do número de alunos.
“Nestes três anos em que vimos trabalhando nisto, passámos de 5500 alunos para 7500 alunos com os mesmos recursos financeiros e humanos. Não se deve tudo à certificação de qualidade mas ajuda”, sublinha.
A certificação foi atribuída pela Associação Portuguesa de Certificação.
Orlando Rodrigues acredita que este pode ser mais um argumento para a atracção de estudantes.
“Tudo o que contribua para transmitir uma imagem de solidez e de qualidade da instituição é um argumento a favor da captação de estudantes. Somos uma instituição particular a nível nacional porque, sendo do Interior, somos a que mais tem crescido e claramente a maior do Interior do país”, destaca.
O processo de certificação do IPB vai agora prosseguir nomeadamente ao nível académico.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Um processo que já durava há três anos e que segundo os responsáveis da instituição já está a trazer ganhos de eficiência.
O sistema de gestão de qualidade é baseado nas normas ISO 9001:2008 e numa primeira fase foi restringido aos serviços centrais do IPB.
O vice-presidente fala das principais vantagens deste processo.
“Mudam vários pormenores no sentido de tornar a instituição mais eficiente. Há ganhos de custos, na medida em que conseguimos fazer as mesmas coisas mas com menos custos e fazemo-las melhor. E na forma como prestamos o serviço aos nossos clientes”, explicou Orlando Rodrigues, que aponta como exemplo o número de funcionários da instituição que não acompanhou o aumento do número de alunos.
“Nestes três anos em que vimos trabalhando nisto, passámos de 5500 alunos para 7500 alunos com os mesmos recursos financeiros e humanos. Não se deve tudo à certificação de qualidade mas ajuda”, sublinha.
A certificação foi atribuída pela Associação Portuguesa de Certificação.
Orlando Rodrigues acredita que este pode ser mais um argumento para a atracção de estudantes.
“Tudo o que contribua para transmitir uma imagem de solidez e de qualidade da instituição é um argumento a favor da captação de estudantes. Somos uma instituição particular a nível nacional porque, sendo do Interior, somos a que mais tem crescido e claramente a maior do Interior do país”, destaca.
O processo de certificação do IPB vai agora prosseguir nomeadamente ao nível académico.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
06 abril, 2011
IPB aposta nas Parcerias Internacionais
No período de 23 a 26 de Março realizou-se o II Workshop de Parcerias Internacionais, que envolveu o Instituto Politécnico de Bragança (Portugal), a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Brasil), a Universidad León (Espanha) e a Universidad Autónoma do Chapingo (México).
Estes eventos visam estimular a mobilidade discente e docente entre instituições e múltiplas outras formas de parceria institucional, incluído a colaboração na leccionação e a oferta de graus académicos na forma de titulação conjunta (está em estudo a preparação de uma proposta de um curso de Mestrado em Agroecologia na forma de titulação conjunta entre estas quatro instituições).
Das múltiplas actividades da referida semana, destaque para a apresentação das instituições participantes, uma vez que esta vai ser focalizada nas pós-graduações e actividades de investigação; e para o Workshop sobre Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
Estes eventos visam estimular a mobilidade discente e docente entre instituições e múltiplas outras formas de parceria institucional, incluído a colaboração na leccionação e a oferta de graus académicos na forma de titulação conjunta (está em estudo a preparação de uma proposta de um curso de Mestrado em Agroecologia na forma de titulação conjunta entre estas quatro instituições).
Das múltiplas actividades da referida semana, destaque para a apresentação das instituições participantes, uma vez que esta vai ser focalizada nas pós-graduações e actividades de investigação; e para o Workshop sobre Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
01 abril, 2011
Cientista por um dia
No dia 24 de Março, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG) do Instituto Politécnico de Bragança, foi desenvolvida a iniciativa Cientista por um dia: Com as mãos nas partículas. O programa das “International Masterclasses” começou, logo pela manhã, com algumas palestras introdutórias sobre a Física de Partículas, Detectores e Aceleradores.
Já na parte da tarde, houve uma sessão experimental, onde decorreu uma Análise de Acontecimentos. Em seguida, a plateia com cerca de meia centena de alunos do politécnico e outros interessados no tópico, puderam participar numa vídeo-conferência com outros países, tirando dúvidas e discutindo resultados. Perto do fim, distribuíram-se os certificados e deram-se por encerradas as actividades.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
Já na parte da tarde, houve uma sessão experimental, onde decorreu uma Análise de Acontecimentos. Em seguida, a plateia com cerca de meia centena de alunos do politécnico e outros interessados no tópico, puderam participar numa vídeo-conferência com outros países, tirando dúvidas e discutindo resultados. Perto do fim, distribuíram-se os certificados e deram-se por encerradas as actividades.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
29 março, 2011
28 março, 2011
Mestrado em Agroecologia é nova aposta do IPB
Escola Superior Agrária avança com um mestrado em Agroecologia com instituições de ensino do Brasil, Espanha e México
No próximo ano lectivo já deve estar a funcionar o mestrado em Agroecologia, uma formação que resulta de uma parceria entre a Escola Superior Agrária de Bragança (ESA) e três universidades estrangeiras, nomeadamente a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Universidade de Léon e a Universidade Autónoma de Chapingo. Representantes das várias instituições estiveram em Bragança nos dias 24 e 25 de Março para participar num workshop sobre Agroecologia. Foram estabelecidos acordos para começar a trabalhar no mestrado, que o presidente da ESA, Albino Bento, considera poder avançar dentro de poucos meses. Foram ainda estabelecidas parcerias com vista à mobilidade de docentes e alunos a nível da investigação com a universidade mexicana, tal como já sucede com as restantes. “Parece-nos muito interessante para os alunos, porque o mestrado tem titulação conjunta. O título obtido aqui em Bragança é reconhecido nos outros países”, explicou o presidente da ESA. O plano de estudos está pronto e vai ser enviado para os respectivos ministérios da tutela para ser aprovado. “Até início do próximo ano lectivo deve haver novidades”, acrescentou. Até ao final de Abril deverá elaborado um projecto Erasmus Mundus. “Porque se prevê que os alunos possam fazer uma parte do mestrado na instituição de outro país”, referiu o responsável pela escola brigantina. O intercâmbio de estudantes e professores agrada ao representante da universidade mexicana que considera ser uma vantagem. “Cada instituição pode oferecer os seus pontes fortes e experiências”, disse Juan Rodrigues, professor do departamento de Agroecologia da Universidade de Chapingo, cujos 22 cursos são relacionados com a agricultura. Esta instituição está a investir na Agroecologia e já tem uma licenciatura. “Por ser uma área pioneira e fundamental para a agricultura”, esclareceu. A Agroecologia pode ser uma área com saídas interessantes no futuro, tanto mais que a agricultura sustentável está cada vez mais na ordem do dia. Xavier Lopez, director da Escola de Engenharia Agrária de Léon, é dessa opinião e defende que com o mestrado conjunto “podem ocupar um nicho de mercado que merece um trabalho de desenvolvimento”. Carlos Carvalho, pró-reitor de pesquisa e pós graduação da Universidade do Recôncavo da Bahia, sublinhou a importância da cooperação entre instituições.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
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