15 setembro, 2011

Noroeste da europa unido

Galizza, Castilla y León e Norte de Portugal são macrorregião

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Inventariação da biodiversidade para preservar sementes

O Ecomuseu Terra Mater e a Frauga-Associação pelo Desenvolvimento Integrado de Picote estão a recuperar sementes e plantas antigamente usadas na medicina e na gastronomia tradicional que estão em risco de desaparecer Tratam-se de espécies que fizeram parte do quotidiano da população de Terras de Miranda, com o passar dos anos algumas caíram em desuso outras ainda são usadas, no entanto menos do que antes. Até ao momento já identificaram e recolheram 135 entre silvestres e cultivadas, cujas sementes foram enviadas para o Banco de Germoplasma Vegetal. “O projecto tem o grande objectivo de inventariar as espécies e de garantir a salvaguarda dos saberes o que é fundamental para a conservação destes saberes como identidade cultural de um povo. Por outro lado queremos promover materiais que permitam novas alternativas para usar estas plantas”, explicou Ana Maria Carvalho, docente da Escola Superior Agrária de Bragança (ESA) uma das entidades envolvidas no projecto. No final esperam ter diversas sementes conservadas para a posteridade no Banco de Germoplasma Vegetal, porque a associação não tem condições para o fazer.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

14 setembro, 2011

Aumento do IVA na electricidade e gás obriga empresas a investir na eficiência energética

As empresas transmontanas ainda têm um longo caminho a percorrer ao nível da eficiência energética. A conclusão é de um estudo liderado pelo professor do Instituto Politécnico de Bragança, Luís Fraullen Ribeiro, que abrangeu 15 empresas de diferentes ramos de actividade. O estudo foi apresentado ontem num seminário sobre “Energia e Sustentabilidade no sector industrial”, que decorreu no NERBA. Luís Fraullen Ribeiro afirma que da amostra estudada apenas 30 por cento das empresas têm um bom desempenho ao nível da eficiência energética.“Deu para ver que nós temos empresas a fazer uma óptima gestão da energia e outras que ainda têm um caminho a percorrer, é preciso melhorar alguns aspectos quer no consumo de electricidade, quer no consumo de combustíveis fósseis e aproveitamento de energias renováveis. Em termos globais cerca de 30 por cento das empresas já tem preocupações a sério, mas elas não podem ser agrupadas num mesmo conjunto, porque temos empresas com mais de cem pessoas a trabalhar e empresas com cinco ou seis trabalhadores, portanto não é a mesma medida”, salienta Luís Ribeiro. O aumento do IVA da electricidade e do gás poderá obrigar as empresas a investir na eficiência energética para poupar recursos. O presidente do NERBA afirma que o número de empresas da região a investir na eficiência energética é muito reduzido. Rui Vaz lembra, no entanto, que a evolução económica do País obriga os empresários a repensar os gastos em energia.“Esta já é uma forma forçada para levar as empresas a procurar a compensação neste acréscimo deste custo que vai, de facto penalizar as empresas. Por isso, mais do que nunca serão sensíveis a esta questão de eficiência energética. As empresas associadas a investir na eficiência energética ainda são um número muito reduzido, mas neste momento há factores na nossa economia que levam a uma atenção redobrada nesta matéria. Por isso, estou convencido que aqueles que já se envolveram neste processo vão arrastar outros e acho que em pouco tempo teremos muita gente sensível para esta questão”, realça Rui Vaz. Para os empresários estes seminários são importantes para adquirir novos conhecimentos. Eduardo Malhão e José Gonçalves consideram pertinente debater estas questões relacionadas com a eficiência energética para garantir a sustentabilidade das empresas.“Contribui de uma forma directa e fundamental para a competitividade das empresas. A questão ambiental é cada vez mais importante em termos de sustentabilidade não só das empresas, mas também da sociedade em geral”, afirma Eduardo Malhão. “É bom continuar com estes eventos, porque isto traz-nos ideias novas e ajuda-nos a reforçar a força que nós já temos e sermos mais competitivos”, enaltece José Gonçalves.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

12 setembro, 2011

Chineses vêm estudar para o IPB

Vão vir Charters diria o Futre
Um grupo de 25 estudantes chineses vai frequentar, a partir deste mês, o Instituto Politécnico de Bragança.São alunos da Universidade de Nanjing que frequentam uma licenciatura de Português e vão passar aqui um ano para treinar a língua. “Os cursos de licenciaturas deles são de quatro anos e o terceiro ano, eles fazem num país de língua oficial portuguesa para treinarem o Português” explica a directora da Escola Superior de Educação. “Neste caso escolheram o Politécnico de Bragança. Vão chegar em Setembro e vão estar cá até Julho de 2012 a fazer a formação” acrescenta, referindo ainda que “vão frequentar unidades curriculares de dois dos nossos cursos de licenciaturas que são a Educação Básica e Línguas e Relações Internacionais porque são os que têm mais unidades curriculares na área da língua e cultura portuguesa”. Conceição Martins congratula-se pela escolha do IPB para a formação destes alunos.“Para nós foi bastante bom porque com o esforço de internacionalização a nível de todo o politécnico, em várias áreas, interessa-nos a China porque está em expansão em termos do domínio do Português, não só pela presença que tínhamos em Macau, mas também pelo interesse crescente da China em falar Português, não só para virem para Portugal mas também para os países de língua oficial portuguesa” afirma. “Foi com muito agrado que soubemos que eles tinham escolhido o Politécnico de Bragança quer pela qualidade de formação que lhes demonstrámos mas também pela cidade” salienta. Através desta parceria, espera-se depois estabelecer mais contactos com o ensino superior da China.“Em relação a esta universidade e a este curso, nós esperamos que a situação se vá mantendo para anos seguintes” refere. Amém disso. “Com esta experiência nós poderemos alargar para outras universidades até porque um dos professores que fez os contactos iniciais é português mas reside e trabalha em Macau” acrescenta. O grupo de estudantes deve chegar em breve e por cá vai ficar durante um ano lectivo.
Publicado em 'Diário de Trás-os-Montes'.

25 agosto, 2011

Estudantes do IPB partem para Macau

Quatro jovens estudantes de Bragança já estão em território chinês para estudar durante um semestre
Os primeiros estudantes portugueses que vão usufruir do protocolo de intercâmbio com uma universidade de Macau já estão em território chinês. O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos Portugueses (CCISP) estabeleceu um protocolo de intercâmbio de estudantes e professores, com o Instituto Politécnico de Macau, semelhante ao Programa Europeu ERASMUS. Ao abrigo deste protocolo, os estudantes portugueses e chineses, poderão estudar por um semestre em Macau e Portugal, respectivamente, com pleno reconhecimento dos estudos efectuados e, com alimentação e alojamento suportadas pela Instituição de acolhimento.

Os primeiros alunos a usufruírem deste protocolo partiram ontem, dia 23 de Agosto, para realizarem um semestre de estudos no IPMAcau. Fora 14, os jovens que partiram do aeroporto da Portela, em Lisboa e que regressarão no dia 10 de Janeiro de 2012, pertencentes aos Politécnicos de Bragança (4), Castelo Branco (4), Guarda (2), Leiria (2) e Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (2).

No 2º semestre deste mesmo ano lectivo de 2011/2012 os Politécnicos Portugueses receberão os primeiros estudantes chineses ao abrigo do protocolo e, mais alunos portugueses participarão deste intercâmbio.

Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

28 julho, 2011

IPB lança ensino à distância com o Brasil

Tirar um curso superior à distância no Instituto Politécnico de Bragança vai ser possível a partir de Setembro do próximo ano. A instituição de ensino superior já formalizou um acordo de cooperação com o Instituto Federal de Rio Grande do Sul, no Brasil, para avançar com um curso à distância na área do Ensino Básico. Nesta fase inicial vão abrir 120 vagas. O presidente do IPB diz que este é o primeiro passo para alargar o ensino da instituição através da exportação do conhecimento para os países lusófonos. “Existe já um projecto com o Instituto Federal do Rio Grande do Sul no sentido de se fazer aqui uma dupla titulação em ensino à distância na área do Ensino Básico e nesse aspecto podemos aproveitar aquilo que vai ser o esforço para qualificar em Portugal, dentro de uma visão de podermos exportar o nosso sistema de ensino e ser um sector exportador do próprio sistema nacional e fazer parte da diplomacia económica do Estado português”, acrescenta o presidente do IPB.Os cursos à distância são certificados e facilitam a transmissão de conhecimentos entre professores e alunos que se encontram em países diferentes. No entanto, Sobrinho Teixeira explica que também é necessário haver um intercâmbio entre docentes e estudantes para esta modalidade de ensino funcionar.“Haverá depois também um reconhecimento da titulação, quer lá, quer cá. O ensino à distância também tem uma parte presencial, e portanto prevê também a deslocação de alguns professores de Portugal ao Brasil e também a vinda de alguns alunos aqui. Porque o ensino à distância precisa de uma componente presencial para poder funcionar”, realça Sobrinho Teixeira.A nível nacional há também um projecto entre os politécnicos portugueses para o ensino à distância, de forma a rentabilizar recursos. O arranque desta parceria entre instituições estava previsto também para Setembro de 2012, mas depende agora de uma nova avaliação do Governo.“Existe um projecto de ensino à distância que nós iremos avaliar com a nova equipa governativa. Existia um projecto que previa um consórcio entre os institutos politécnicos que previa a utilização de uma plataforma comum para todos, num sistema de aproveitamento de recursos. E haveria uma associação entre três a quatro institutos para se poderem ministrar os cursos”, explica o presidente do IPB.

Enquanto não há uma decisão da parte dos responsáveis da pasta do Ensino Superior, o IPB vai arrancar com cursos direccionados para alunos brasileiros, no próximo ano.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

22 julho, 2011

Rui Vaz disponível para “tomar chá” com Sobrinho Teixeira

O presidente do NERBA (Núcleo Empresarial da Região de Bragança) está disponível para promover uma maior aproximação entre o sector empresarial da região e o Instituto Politécnico de Bragança.Uma abertura que surge depois de o presidente da instituição de ensino superior ter manifestado essa vontade para poder ajudar os empresários a fazer evoluir os seus negócios.
O representante do sector na região transmontana admite que as capacidades que o IPB pode oferecer não estão a ser aproveitadas pelos empresários.“É necessário que os empresários do distrito de Bragança, através das instituições que os representam, saibam congregar esforços para aproveitar essas sinergias no sentido de que o know-how do IPB possa ser posto à disposição do desenvolvimento económico do distrito” refere Rui Vaz.
Além disso diz que não tem dúvidas que com a ajuda do IPB muitas empresas da região poderiam desenvolver-se.“Já existem parcerias e já muita coisa foi feira com o apoio do IPB mas poderemos ir muito mais além pois penso que as empresas terão toda a vantagem em tornar-se mais competitivas” afirma, acrescentando que “estarei disponível para tomar chá com o presidente do IPB entender e com certeza que os empresários também quererão sentar-se à mesa com o objectivo de falar das vantagens que o IPB pode aportar ao distrito em termos empresariais”.
Resta então marcar a data para tomar o chá.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.