Passar o Politécnico de Bragança a uma Universidade de Ciências Aplicadas é uma ideia defendida por Jorge Nunes, presidente da autarquia de Bragança.
O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, defende que o politécnico de Bragança devia evoluir para uma Universidade de Ciências Aplicadas:
“Parece-nos que há espaço para que esta instituição evolua. Há semelhança do que ocorre noutros países da Europa o caminho é da qualificação e não o da desqualificação dos Institutos Politécnicos”.
Para o autarca de Bragança, esta é uma evolução importante para definir o papel das Universidades e das Instituições de Ciências Aplicadas:
“A vantagem é de poder assegurar um espaço de formação definido e evitar que qualquer dia as Universidades dêem os cursos que estão destinados ao Instituto Politécnico de Bragança e isso gera uma situação de confusão e desqualificação do sistema”.
Também o presidente do politécnico defende esta evolução. Sobrinho Teixeira sublinha que esta é uma tendência europeia:
“Foi criada a Associação Europeia de Universidades de Ciências Aplicadas em Copenhaga, na Dinamarca, em Janeiro de 2011 com dez países entre eles Portugal. Portugal tem até uma posição de relevo já que faz parte da Associação. É uma designação usada para as instituições que têm uma missão semelhante ao IPB. É uma missão ligada ao desenvolvimento regional, ao envolvimento com as pequenas e médias empresas e muito virada para a investigação aplicada”.
Em Junho, o IPB vai acolher o Encontro Europeu da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, em Bragança.
Publicado em 'RBA'.
O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, defende que o politécnico de Bragança devia evoluir para uma Universidade de Ciências Aplicadas:
“Parece-nos que há espaço para que esta instituição evolua. Há semelhança do que ocorre noutros países da Europa o caminho é da qualificação e não o da desqualificação dos Institutos Politécnicos”.
Para o autarca de Bragança, esta é uma evolução importante para definir o papel das Universidades e das Instituições de Ciências Aplicadas:
“A vantagem é de poder assegurar um espaço de formação definido e evitar que qualquer dia as Universidades dêem os cursos que estão destinados ao Instituto Politécnico de Bragança e isso gera uma situação de confusão e desqualificação do sistema”.
Também o presidente do politécnico defende esta evolução. Sobrinho Teixeira sublinha que esta é uma tendência europeia:
“Foi criada a Associação Europeia de Universidades de Ciências Aplicadas em Copenhaga, na Dinamarca, em Janeiro de 2011 com dez países entre eles Portugal. Portugal tem até uma posição de relevo já que faz parte da Associação. É uma designação usada para as instituições que têm uma missão semelhante ao IPB. É uma missão ligada ao desenvolvimento regional, ao envolvimento com as pequenas e médias empresas e muito virada para a investigação aplicada”.
Em Junho, o IPB vai acolher o Encontro Europeu da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, em Bragança.
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