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25 fevereiro, 2012
10 fevereiro, 2012
Estudantes estrangeiros vão dar vida à zona histórica
Contrariar a desertificação da zona antiga da cidade é o objectivo do programa “Domus Universitária”
A zona histórica de Bragança vai ganhar novos habitantes com a abertura, no próximo ano lectivo, de duas residências em edifícios antigos recuperados, que vão acolher meia centena de estudantes estrangeiros do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Os edifícios estarão prontos a habitar em Junho, revelou o presidente da Câmara, Jorge Nunes, e correspondem à primeira fase de um projecto conjunto do município e do IPB que promete ajudar a revitalizar a despovoada zona histórica da cidade através da recuperação de casas abandonadas para residências de estudantes.
Os primeiros jovens estrangeiros a estudarem no politécnico ao abrigo do programa Erasmus deverão estrear os primeiros edifícios já no próximo ano lectivo e o presidente da Câmara não tem dúvidas de que “vai ser excelente para esta zona da cidade”.
“Levar jovens para o centro histórico significa através da sua presença arrastar actividade económica e ocupação para esse espaço”, considerou o autarca.
O protocolo entre as duas entidades para este fim foi celebrado em Março de 2011 e tem como propósito fazer do centro histórico a “Domus Universitária”.
Contrariar a desertificação da zona histórica com a fixação de jovens é um dos propósitos deste projecto que vai permitir também ao IPB reforçar a sua estratégia de internacionalização.
Estas residências destinam-se exclusivamente a estudantes estrangeiros que frequentam o Politécnico em programas de mobilidade.
O investimento é feito na totalidade pela Câmara, que adquiriu os edifícios e vai entregá-los ao IPB recuperados e mobilados pelo prazo de 20 anos.
A primeira fase do projecto consistiu na recuperação de dois edifícios com um investimento de 750 mil euros, mas existe já um terceiro que o autarca espera conseguir recuperar até ao final do primeiro semestre de 2012.
Jorge Nunes acredita também que “vai abrir o apetite para os investidores olharem para o seu património de forma diferente, também o recuperarem, valorizarem e arrendarem ou até promoverem a instalação de actividades económicas”.
Actualmente, o IPB tem cerca de mil estudantes em mobilidade, o que para o presidente, Sobrinho Teixeira, “representa uma diversidade cultural que é também uma riqueza para a própria cidade, para além de ser também um factor económico para o desenvolvimento da cidade e região”.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
Os edifícios estarão prontos a habitar em Junho, revelou o presidente da Câmara, Jorge Nunes, e correspondem à primeira fase de um projecto conjunto do município e do IPB que promete ajudar a revitalizar a despovoada zona histórica da cidade através da recuperação de casas abandonadas para residências de estudantes.
Os primeiros jovens estrangeiros a estudarem no politécnico ao abrigo do programa Erasmus deverão estrear os primeiros edifícios já no próximo ano lectivo e o presidente da Câmara não tem dúvidas de que “vai ser excelente para esta zona da cidade”.
“Levar jovens para o centro histórico significa através da sua presença arrastar actividade económica e ocupação para esse espaço”, considerou o autarca.
O protocolo entre as duas entidades para este fim foi celebrado em Março de 2011 e tem como propósito fazer do centro histórico a “Domus Universitária”.
Contrariar a desertificação da zona histórica com a fixação de jovens é um dos propósitos deste projecto que vai permitir também ao IPB reforçar a sua estratégia de internacionalização.
Estas residências destinam-se exclusivamente a estudantes estrangeiros que frequentam o Politécnico em programas de mobilidade.
O investimento é feito na totalidade pela Câmara, que adquiriu os edifícios e vai entregá-los ao IPB recuperados e mobilados pelo prazo de 20 anos.
A primeira fase do projecto consistiu na recuperação de dois edifícios com um investimento de 750 mil euros, mas existe já um terceiro que o autarca espera conseguir recuperar até ao final do primeiro semestre de 2012.
Jorge Nunes acredita também que “vai abrir o apetite para os investidores olharem para o seu património de forma diferente, também o recuperarem, valorizarem e arrendarem ou até promoverem a instalação de actividades económicas”.
Actualmente, o IPB tem cerca de mil estudantes em mobilidade, o que para o presidente, Sobrinho Teixeira, “representa uma diversidade cultural que é também uma riqueza para a própria cidade, para além de ser também um factor económico para o desenvolvimento da cidade e região”.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
09 fevereiro, 2012
Gabinete de empreendedorismo do IPB já ajudou a criar 15 empresas
Em três anos de funcionamento, o Gabinete de Empreendedorismo do IPB já ajudou a criar 15 empresas.
São projectos apresentados por alunos finalistas ou ex-alunos da instituição de ensino aos quais o gabinete presta apoio na constituição e durante os primeiros meses de actividade. O coordenador do gabinete faz, por isso, um balanço positivo.
“Em três anos constituímos 15 empresas e temos agora mais duas para constituir, que se traduz em 51 postos de trabalho” revela, salientando que “isto é mais numa vertente de fomento ao empreendedorismo mas além disso temos outros objectivos que é o fomento à cultura empreendedora. Temos levado a cabo várias acções de formação quer para o IPB quer para o exterior em conteúdos relacionados com a criação de negócios e também temos estado envolvidos em projectos com os quais já conseguimos um retorno de 126 mil euros”.
José Adriano salienta que as áreas em que têm vindo a ser criadas as empresas são muito diversificadas. “Temos empresas a cobrir várias áreas disciplinares como é o caso de empresas de organização de eventos da Escola de Educação, empresas de gestão agrícola da Escola Agrária e até na área da saúde” afirma, salientando que “a empresa mais bem sucedida é a OldCare que é uma empresa da área da Gerontologia”.
Este serviço foi criado para ajudar exclusivamente os alunos a criar o próprio negócio.
Uma filosofia que vai ser mantida pois “nem faz sentido de outra forma. Há outros serviços na cidade a fazerem isso” afirma José Adriano. “Este é um serviço de valor acrescentando para o IPB pois vai ao encontro do que são as orientações do Ministério do Ensino Superior. Para além do apoio que damos na fase da criação das empresas continuamos com esse apoio nas fases subsequentes, não os abandonamos” salienta. “As empresas conseguem emancipar-se, o que é bom, mas depois continuam a vir ter connosco” conclui.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
São projectos apresentados por alunos finalistas ou ex-alunos da instituição de ensino aos quais o gabinete presta apoio na constituição e durante os primeiros meses de actividade. O coordenador do gabinete faz, por isso, um balanço positivo.
“Em três anos constituímos 15 empresas e temos agora mais duas para constituir, que se traduz em 51 postos de trabalho” revela, salientando que “isto é mais numa vertente de fomento ao empreendedorismo mas além disso temos outros objectivos que é o fomento à cultura empreendedora. Temos levado a cabo várias acções de formação quer para o IPB quer para o exterior em conteúdos relacionados com a criação de negócios e também temos estado envolvidos em projectos com os quais já conseguimos um retorno de 126 mil euros”.
José Adriano salienta que as áreas em que têm vindo a ser criadas as empresas são muito diversificadas. “Temos empresas a cobrir várias áreas disciplinares como é o caso de empresas de organização de eventos da Escola de Educação, empresas de gestão agrícola da Escola Agrária e até na área da saúde” afirma, salientando que “a empresa mais bem sucedida é a OldCare que é uma empresa da área da Gerontologia”.
Este serviço foi criado para ajudar exclusivamente os alunos a criar o próprio negócio.
Uma filosofia que vai ser mantida pois “nem faz sentido de outra forma. Há outros serviços na cidade a fazerem isso” afirma José Adriano. “Este é um serviço de valor acrescentando para o IPB pois vai ao encontro do que são as orientações do Ministério do Ensino Superior. Para além do apoio que damos na fase da criação das empresas continuamos com esse apoio nas fases subsequentes, não os abandonamos” salienta. “As empresas conseguem emancipar-se, o que é bom, mas depois continuam a vir ter connosco” conclui.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
02 fevereiro, 2012
Jorge Nunes defende evolução do IPB para Universidade
Passar o Politécnico de Bragança a uma Universidade de Ciências Aplicadas é uma ideia defendida por Jorge Nunes, presidente da autarquia de Bragança.
O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, defende que o politécnico de Bragança devia evoluir para uma Universidade de Ciências Aplicadas:
“Parece-nos que há espaço para que esta instituição evolua. Há semelhança do que ocorre noutros países da Europa o caminho é da qualificação e não o da desqualificação dos Institutos Politécnicos”.
Para o autarca de Bragança, esta é uma evolução importante para definir o papel das Universidades e das Instituições de Ciências Aplicadas:
“A vantagem é de poder assegurar um espaço de formação definido e evitar que qualquer dia as Universidades dêem os cursos que estão destinados ao Instituto Politécnico de Bragança e isso gera uma situação de confusão e desqualificação do sistema”.
Também o presidente do politécnico defende esta evolução. Sobrinho Teixeira sublinha que esta é uma tendência europeia:
“Foi criada a Associação Europeia de Universidades de Ciências Aplicadas em Copenhaga, na Dinamarca, em Janeiro de 2011 com dez países entre eles Portugal. Portugal tem até uma posição de relevo já que faz parte da Associação. É uma designação usada para as instituições que têm uma missão semelhante ao IPB. É uma missão ligada ao desenvolvimento regional, ao envolvimento com as pequenas e médias empresas e muito virada para a investigação aplicada”.
Em Junho, o IPB vai acolher o Encontro Europeu da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, em Bragança.
Publicado em 'RBA'.
O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, defende que o politécnico de Bragança devia evoluir para uma Universidade de Ciências Aplicadas:
“Parece-nos que há espaço para que esta instituição evolua. Há semelhança do que ocorre noutros países da Europa o caminho é da qualificação e não o da desqualificação dos Institutos Politécnicos”.
Para o autarca de Bragança, esta é uma evolução importante para definir o papel das Universidades e das Instituições de Ciências Aplicadas:
“A vantagem é de poder assegurar um espaço de formação definido e evitar que qualquer dia as Universidades dêem os cursos que estão destinados ao Instituto Politécnico de Bragança e isso gera uma situação de confusão e desqualificação do sistema”.
Também o presidente do politécnico defende esta evolução. Sobrinho Teixeira sublinha que esta é uma tendência europeia:
“Foi criada a Associação Europeia de Universidades de Ciências Aplicadas em Copenhaga, na Dinamarca, em Janeiro de 2011 com dez países entre eles Portugal. Portugal tem até uma posição de relevo já que faz parte da Associação. É uma designação usada para as instituições que têm uma missão semelhante ao IPB. É uma missão ligada ao desenvolvimento regional, ao envolvimento com as pequenas e médias empresas e muito virada para a investigação aplicada”.
Em Junho, o IPB vai acolher o Encontro Europeu da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, em Bragança.
Publicado em 'RBA'.
Bragança: residências «Erasmus» do centro histórico abrem no próximo ano lectivo
Projecto Domus Universitária foi anunciado há cerca de um ano
A partir de Junho vai ser possível alojar os estudantes «Erasmus» do IPB em residências no centro histórico da cidade de Bragança. Para já, estão a ser recuperados dois edifícios nas ruas Eng. José Beça, próximo ao Governo Civil, e outra na Serpa Pinto junto ao monumento aos combatentes da Grande Guerra com uma capacidade total de cerca de 50 camas.
Segundo o presidente da Câmara Municipal, as residências já vão poder acolher estudantes no próximo ano lectivo, que arranca em Setembro. Uma forma, diz Jorge Nunes, de revitalizar uma zona nobre da cidade:
“Vai ser excelente levar jovens para o centro histórico, porque vai permitir arrastar a actividade económica e ocupar esse espaço da cidade”.
A recuperação das duas habitações do centro histórico representa um investimento do município na ordem dos 750 mil euros, comparticipado a 80 por cento por fundos comunitários. Numa segunda fase, dependente do financiamento comunitário, vai ser recuperado um terceiro edifício em frente ao Museu Abade de Baçal.
A gestão das residências destinadas aos estudantes oriundos de países estrangeiros ao abrigo de programas de mobilidade vai ficar a cargo do Instituto Politécnico de Bragança.
Publicado em 'RBA'.
Segundo o presidente da Câmara Municipal, as residências já vão poder acolher estudantes no próximo ano lectivo, que arranca em Setembro. Uma forma, diz Jorge Nunes, de revitalizar uma zona nobre da cidade:
“Vai ser excelente levar jovens para o centro histórico, porque vai permitir arrastar a actividade económica e ocupar esse espaço da cidade”.
A recuperação das duas habitações do centro histórico representa um investimento do município na ordem dos 750 mil euros, comparticipado a 80 por cento por fundos comunitários. Numa segunda fase, dependente do financiamento comunitário, vai ser recuperado um terceiro edifício em frente ao Museu Abade de Baçal.
A gestão das residências destinadas aos estudantes oriundos de países estrangeiros ao abrigo de programas de mobilidade vai ficar a cargo do Instituto Politécnico de Bragança.
Publicado em 'RBA'.
Empresários e Politécnico de Bragança querem unir esforços
Os empresários do Sector do Turismo e Gastronomia da Região do Nordeste Transmontano receberam com agrado a disponibilidade do IPB em colocar os saberes da instituição, na investigação e materialização das ideias que vão surgindo nestes sectores.
A Tarde empresarial do Concelho de Mirandela, em paralelo com o Dia Aberto do IPB aos Empresários, decorreu em Mirandela. Para Artur Aragão, da Casa Aragão de Alfandega da Fé, é preciso agitar o mercado, inovando e chamando a atenção de potenciais clientes. A ajuda que o IPB pode dar na área da investigação é muito bem-vinda.Claro que é importante. A nível nacional, as grandes universidades têm sempre um grande centro de investigação”, lembra.
A região tem potencialidades únicas e que não estão a ser devidamente aproveitadas. A ideia é defendida por João Paulo Carlão, do restaurante Flor de Sal em Mirandela. “Temos aqui um diamante em bruto que tem todas as possibilidades de o lapidar. Temos produtos, gente, gastronomia, artesanato, paisagem. Temos é que unir esforços entre todos”, sublinha.
A criação de um Centro de Estudos foi proposta por Vítor Pereira, da Conteúdos Chave. Uma ferramenta importante no sector do turismo e gastronomia, pois é essencial conhecer o público-alvo e saber onde está.“Onde descobrir públicos, onde descobrir clientes. Não faz sentido andar a vender carne certificada e andar a promovê-la a vegetarianos. Temos de saber quais são os públicos”.
Mas, para Rui Paducho, empresário da restauração em Valpaços, na região ainda é preciso fazer tudo para se tornar num pólo atractivo para turistas de um estrato social mais elevado “Hoje em dia não existe turismo nenhum. Qualquer pessoa que vem a Trás-os-Montes é porque já tem alguma afinidade com alguém. Quem vem no autocarro até trás o seu farnel. Não tem poder de compra”.
Opiniões de empresários que ontem estiveram à conversa com professores e dirigentes do IPB, numa tentativa de conjugação de ideias e saberes para a obtenção de estratégias de mercado e produtos que possam impulsionar o turismo e a gastronomia do concelho de Mirandela, bem como de toda a região do Nordeste Transmontano.
No final deste encontro com empresários, em Mirandela, Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, salienta a necessidade de criar o hábito de procurar ajuda junto da instituição. O IPB pode criar respostas de inovação no sector do turismo e gastronomia. O Centro de Estudos pode dar essa ajuda. “Surgiram algumas ideias e uma perspectiva de que haja no futuro mais interacção”, garante. Sobrinho Teixeira destaca ainda o surgimento de uma Plataforma de Turismo, tendo o Nerba como principal interlocutor. “ Para haver um interlocutor e para termos esta perspectiva de que os empresários têm de estar unidos e ter uma oferta com alguma expressão.”
Ficou ainda agendada uma reunião entre docentes da ESACT de Mirandela e Associação de produtores de alheira certificada de Mirandela, para procurar soluções que melhorem e impulsionem este sector.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
A Tarde empresarial do Concelho de Mirandela, em paralelo com o Dia Aberto do IPB aos Empresários, decorreu em Mirandela. Para Artur Aragão, da Casa Aragão de Alfandega da Fé, é preciso agitar o mercado, inovando e chamando a atenção de potenciais clientes. A ajuda que o IPB pode dar na área da investigação é muito bem-vinda.Claro que é importante. A nível nacional, as grandes universidades têm sempre um grande centro de investigação”, lembra.
A região tem potencialidades únicas e que não estão a ser devidamente aproveitadas. A ideia é defendida por João Paulo Carlão, do restaurante Flor de Sal em Mirandela. “Temos aqui um diamante em bruto que tem todas as possibilidades de o lapidar. Temos produtos, gente, gastronomia, artesanato, paisagem. Temos é que unir esforços entre todos”, sublinha.
A criação de um Centro de Estudos foi proposta por Vítor Pereira, da Conteúdos Chave. Uma ferramenta importante no sector do turismo e gastronomia, pois é essencial conhecer o público-alvo e saber onde está.“Onde descobrir públicos, onde descobrir clientes. Não faz sentido andar a vender carne certificada e andar a promovê-la a vegetarianos. Temos de saber quais são os públicos”.
Mas, para Rui Paducho, empresário da restauração em Valpaços, na região ainda é preciso fazer tudo para se tornar num pólo atractivo para turistas de um estrato social mais elevado “Hoje em dia não existe turismo nenhum. Qualquer pessoa que vem a Trás-os-Montes é porque já tem alguma afinidade com alguém. Quem vem no autocarro até trás o seu farnel. Não tem poder de compra”.
Opiniões de empresários que ontem estiveram à conversa com professores e dirigentes do IPB, numa tentativa de conjugação de ideias e saberes para a obtenção de estratégias de mercado e produtos que possam impulsionar o turismo e a gastronomia do concelho de Mirandela, bem como de toda a região do Nordeste Transmontano.
No final deste encontro com empresários, em Mirandela, Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, salienta a necessidade de criar o hábito de procurar ajuda junto da instituição. O IPB pode criar respostas de inovação no sector do turismo e gastronomia. O Centro de Estudos pode dar essa ajuda. “Surgiram algumas ideias e uma perspectiva de que haja no futuro mais interacção”, garante. Sobrinho Teixeira destaca ainda o surgimento de uma Plataforma de Turismo, tendo o Nerba como principal interlocutor. “ Para haver um interlocutor e para termos esta perspectiva de que os empresários têm de estar unidos e ter uma oferta com alguma expressão.”
Ficou ainda agendada uma reunião entre docentes da ESACT de Mirandela e Associação de produtores de alheira certificada de Mirandela, para procurar soluções que melhorem e impulsionem este sector.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
31 janeiro, 2012
IPB festeja 29 anos
O grande desafio da instituição, num futuro próximo, passa pela reorganização de cursos
Em Junho a cidade de Bragança vai receber o segundo Encontro das Universidades de Ciências Aplicadas. A novidade foi avançada ontem pelo presidente do Instituto Politécnico (IPB)durante as comemorações de 29 anos daquela instituição de ensino.
“Há um grande movimento afirmativo ao nível da Europa, das chamadas Universidades das Ciências Aplicadas, no qual Portugal, que foi membro fundador, está incluído tal como o IPB”, explica Sobrinho Teixeira, acrescentando que “engloba países como a Finlândia, a Irlanda, a Dinamarca, a Alemanha, a Noruega”. “O primeiro encontro foi no ano passado em Helsínquia, e posso anunciar que de 2 a 5 de Junho Bragança irá ter o segundo encontro”, adianta.
Sobrinho Teixeira admite que o grande desafio da instituição num futuro próximo passa pela reorganização de cursos, que o ministério está a estudar, mantendo a dimensão do IPB. “O que nos preocupa é que haja uma visão nacional de uma cobertura territorial resultando numa maior concentração de formações no litoral e num subsistema em detrimento de outro” afirma, defendendo “que se deve manter a actual percentagem dos subsistemas”. “O reordenamento da rede e a reorganização de cursos tem de ter em conta estas realidades e não apenas as realidades de mercado e das apetências dos alunos. Também tem de se perceber o que é que o país precisa em termos de empregabilidade e está demonstrado que os sistema politécnico tem mais empregabilidade que o sistema universitário”.
Instituto vai ter cursos leccionados em inglês ainda este ano
A cerimónia comemorativa contou com uma Oração de Sapiência proferida pelo bispo de Bragança-Miranda, D. José Garcia Cordeiro. A entrega de bolsas, prémios e diplomas aos alunos, bem como de medalha comemorativa aos funcionários docentes e não docentes que completaram 10 e 20 anos de serviço, foram outros dos pontos altos do aniversário.
O Instituto Politécnico de Bragança vai ter cursos leccionados em inglês este ano.
De acordo com o presidente do IPB, o objectivo é trazer mais alunos para a instituição. “A decisão está tomada. Vamos agora ver quais são os cursos porque nós sentimos que para internacionalizar mais a instituição já é necessário dar esse passo e isso vai exigir um esforço muito grande”, refere Sobrinho Teixeira, acrescentando que “o objectivo dos cursos em inglês não vai ser só para os alunos estrangeiros mas também levar a que os alunos portugueses também queiram receber aulas nesta língua porque isso vai aumentar muito o seu mercado de trabalho”. Ainda assim confessa que o principal objectivo é “aumentar o número de alunos de países europeus e extracomunitários e isso só é possível dando cursos integralmente em inglês”. O anúncio de quais os cursos a serem leccionados em inglês virá apenas mais tarde. Isto vai tornar o politécnico maior. Com alunos portugueses em mobilidade mais os estrangeiros, já há quase mil. “Nós iremos escolher cursos em diferentes áreas procurando ter aqui uma abrangência grande o que irá tornar o politécnico maior e com mais capacidade” afirma. “O nosso objectivo é ultrapassar o milhar de estudantes estrangeiros tornando a cidade de Bragança mais cosmopolita” salienta.
Sobrinho Teixeira acredita que os cursos em inglês são uma medida que vai aumentar a qualidade dos parceiros da instituição.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
“Há um grande movimento afirmativo ao nível da Europa, das chamadas Universidades das Ciências Aplicadas, no qual Portugal, que foi membro fundador, está incluído tal como o IPB”, explica Sobrinho Teixeira, acrescentando que “engloba países como a Finlândia, a Irlanda, a Dinamarca, a Alemanha, a Noruega”. “O primeiro encontro foi no ano passado em Helsínquia, e posso anunciar que de 2 a 5 de Junho Bragança irá ter o segundo encontro”, adianta.
Sobrinho Teixeira admite que o grande desafio da instituição num futuro próximo passa pela reorganização de cursos, que o ministério está a estudar, mantendo a dimensão do IPB. “O que nos preocupa é que haja uma visão nacional de uma cobertura territorial resultando numa maior concentração de formações no litoral e num subsistema em detrimento de outro” afirma, defendendo “que se deve manter a actual percentagem dos subsistemas”. “O reordenamento da rede e a reorganização de cursos tem de ter em conta estas realidades e não apenas as realidades de mercado e das apetências dos alunos. Também tem de se perceber o que é que o país precisa em termos de empregabilidade e está demonstrado que os sistema politécnico tem mais empregabilidade que o sistema universitário”.
Instituto vai ter cursos leccionados em inglês ainda este ano
A cerimónia comemorativa contou com uma Oração de Sapiência proferida pelo bispo de Bragança-Miranda, D. José Garcia Cordeiro. A entrega de bolsas, prémios e diplomas aos alunos, bem como de medalha comemorativa aos funcionários docentes e não docentes que completaram 10 e 20 anos de serviço, foram outros dos pontos altos do aniversário.
O Instituto Politécnico de Bragança vai ter cursos leccionados em inglês este ano.
De acordo com o presidente do IPB, o objectivo é trazer mais alunos para a instituição. “A decisão está tomada. Vamos agora ver quais são os cursos porque nós sentimos que para internacionalizar mais a instituição já é necessário dar esse passo e isso vai exigir um esforço muito grande”, refere Sobrinho Teixeira, acrescentando que “o objectivo dos cursos em inglês não vai ser só para os alunos estrangeiros mas também levar a que os alunos portugueses também queiram receber aulas nesta língua porque isso vai aumentar muito o seu mercado de trabalho”. Ainda assim confessa que o principal objectivo é “aumentar o número de alunos de países europeus e extracomunitários e isso só é possível dando cursos integralmente em inglês”. O anúncio de quais os cursos a serem leccionados em inglês virá apenas mais tarde. Isto vai tornar o politécnico maior. Com alunos portugueses em mobilidade mais os estrangeiros, já há quase mil. “Nós iremos escolher cursos em diferentes áreas procurando ter aqui uma abrangência grande o que irá tornar o politécnico maior e com mais capacidade” afirma. “O nosso objectivo é ultrapassar o milhar de estudantes estrangeiros tornando a cidade de Bragança mais cosmopolita” salienta.
Sobrinho Teixeira acredita que os cursos em inglês são uma medida que vai aumentar a qualidade dos parceiros da instituição.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
Ciências Aplicadas em Bragança
Em Junho a cidade de Bragança vai receber o segundo Encontro das Universidades de Ciências Aplicadas.A novidade foi avançada esta segunda-feira pelo presidente do Instituto Politécnico durante as comemorações de 29 anos daquela instituição de ensino. “Há um grande movimento afirmativo ao nível da Europa, das chamadas Universidades das Ciências Aplicadas, no qual Portugal, que foi membro fundador, está incluído tal como o IPB” explica Sobrinho Teixeira, acrescentando que “engloba países como a Finlândia, a Irlanda, a Dinamarca, a Alemanha, a Noruega”. “O primeiro encontro foi no ano passado em Helsínquia, e posso anunciar que de 2 a 5 de Junho Bragança irá ter o segundo encontro” adianta.Sobrinho Teixeira admite que o grande desafio da instituição num futuro próximo passa pela reorganização de cursos, que o ministério está a estudar, mantendo a dimensão do IPB.“O que nos preocupa é que haja uma visão nacional de uma cobertura territorial resultando numa maior concentração de formações no litoral e num subsistema em detrimento de outro” afirma, defendendo “que se deve manter a actual percentagem dos subsistemas”. “O reordenamento da rede e a reorganização de cursos tem de ter em conta estas realidades e não apenas as realidades de mercado e das apetências dos alunos. Também tem de se perceber o que é que o país precisa em termos de empregabilidade e está demonstrado que os sistema politécnico tem mais empregabilidade que o sistema universitário”.
Para melhorar a qualidade de ensino, em breve será inaugurado o edifício sede do IPB.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Para melhorar a qualidade de ensino, em breve será inaugurado o edifício sede do IPB.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Politécnico contribui há 29 anos para atrair gente e fomentar desenvolvimento
O contributo dos institutos politécnicos para atrair gente e fomentar o desenvolvimento económico no Interior do País foi hoje sublinhado por diferentes entidades nas comemorações do 29.º aniversário do Instituto de Bragança (IPB).
O presidente da Câmara local, Jorge Nunes, foi um dos que sublinharam, na cerimónia comemorativa, o contributo do IPB para o concelho, ao se destacar pela positiva entre os constrangimentos que atingem Trás-os-Montes.
Para o autarca, o IPB "não é alheio ao facto de o concelho ser o 13.º a nível nacional com o maior número de licenciados e exportar três vezes mais que todos os concelhos de Trás-os-Montes e Alto Douro".
Publicado em 'Destak/Lusa'.
O presidente da Câmara local, Jorge Nunes, foi um dos que sublinharam, na cerimónia comemorativa, o contributo do IPB para o concelho, ao se destacar pela positiva entre os constrangimentos que atingem Trás-os-Montes.
Para o autarca, o IPB "não é alheio ao facto de o concelho ser o 13.º a nível nacional com o maior número de licenciados e exportar três vezes mais que todos os concelhos de Trás-os-Montes e Alto Douro".
Publicado em 'Destak/Lusa'.
30 janeiro, 2012
Monte de Morais: Investigador do IPB defende aposta no turismo geológico
Em Macedo de Cavaleiros é cada vez mais reconhecido o valor geológico do Monte de Morais e há mesmo que lhe chame o umbigo do mundo.
É preciso tornar cada vez mais evidente o valor natural do Monte de Morais, no concelho de Macedo de Cavaleiros, para o efeito é necessário educar as pessoas para o turismo geológico. A ideia é defendida por José Castro, docente do Instituto Politécnico de Bragança:
“É um valor natural que necessita que haja uma educação a priori das pessoas para este tipo de turismo para depois poderem valorizar. Não é um sítio de turismo e recreio como é o Azibo mas tem segredos escondidos que é preciso saber mostra-los. Estão a ser dados passos importantes no sentido de formar técnicos e guias”.
Esta singularidade é explicada também pelo geólogo Eurico Pereira:
“Cada vez mais o turismo é voltado para a parte cultural e o maciço de Morais encerra não só esta história geológica como depois tem uma flora muito específica”.
Potencialidades turísticas e geológicas do Monte de Morais dadas a conhecer na Feira da Caça e Turismo que decorreu durante o fim-de-semana em Macedo de Cavaleiros.
Publicado em 'RBA'.
É preciso tornar cada vez mais evidente o valor natural do Monte de Morais, no concelho de Macedo de Cavaleiros, para o efeito é necessário educar as pessoas para o turismo geológico. A ideia é defendida por José Castro, docente do Instituto Politécnico de Bragança:
“É um valor natural que necessita que haja uma educação a priori das pessoas para este tipo de turismo para depois poderem valorizar. Não é um sítio de turismo e recreio como é o Azibo mas tem segredos escondidos que é preciso saber mostra-los. Estão a ser dados passos importantes no sentido de formar técnicos e guias”.
Esta singularidade é explicada também pelo geólogo Eurico Pereira:
“Cada vez mais o turismo é voltado para a parte cultural e o maciço de Morais encerra não só esta história geológica como depois tem uma flora muito específica”.
Potencialidades turísticas e geológicas do Monte de Morais dadas a conhecer na Feira da Caça e Turismo que decorreu durante o fim-de-semana em Macedo de Cavaleiros.
Publicado em 'RBA'.
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