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12 março, 2012
09 março, 2012
IPB mostrou-se aos futuros alunos
Cerca de 600 alunos do ensino secundário conheceram hoje o Instituto Politécnico de Bragança.
Os estudantes participaram em diversas actividades dentro do campus do IPB.
A professora Anabela Martins lembra que, este ano, foram realizadas actividades novas mais aliciantes para os jovens, que poderão ser futuros alunos do IPB.
“Temos actividades novas, nomeadamente na tecnologia das carnes, na tecnologia alimentar, desporto, ciências da educação. E temos escolas que nos visitam pela primeira vez”, explicou.
Os estudantes gostaram da experiência e até ficaram com vontade de tirar um curso superior no IPB.
”Gostei, sobretudo da prova das pastas”, diz Márcia Fernandes. Para Joel Alexandre “foi uma surpresa”. “Nunca tinha ouvido falar em paté de azeitona”, diz. “Acho que é uma boa iniciativa”, diz Joel Alexandre.
No Dia Aberto o IPB está aberto a toda a comunidade para mostrar as actividades desenvolvidas dentro da instituição.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Os estudantes participaram em diversas actividades dentro do campus do IPB.
A professora Anabela Martins lembra que, este ano, foram realizadas actividades novas mais aliciantes para os jovens, que poderão ser futuros alunos do IPB.
“Temos actividades novas, nomeadamente na tecnologia das carnes, na tecnologia alimentar, desporto, ciências da educação. E temos escolas que nos visitam pela primeira vez”, explicou.
Os estudantes gostaram da experiência e até ficaram com vontade de tirar um curso superior no IPB.
”Gostei, sobretudo da prova das pastas”, diz Márcia Fernandes. Para Joel Alexandre “foi uma surpresa”. “Nunca tinha ouvido falar em paté de azeitona”, diz. “Acho que é uma boa iniciativa”, diz Joel Alexandre.
No Dia Aberto o IPB está aberto a toda a comunidade para mostrar as actividades desenvolvidas dentro da instituição.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
06 março, 2012
05 março, 2012
Patentes são fundamentais em época de crise
Numa época de grande concorrência, é cada vez mais importante assegurar as patentes e a propriedade intelectual.
E foi o próprio director da Oficina Espanhola de Patentes quem o veio defender, no fim-de-semana, ao Instituto Politécnico de Bragança.
De acordo com Alberto Casado, as áreas das tecnologias são as mais activas nesta matéria.
“Basicamente as telecomunicações, biotecnologia, sector químico e farmacêutico e energias renováveis. Acho que ainda vão crescer mais porque os países emergentes como a China, Brasil, Chile, estão a crescer muito e, com isso, os restantes países devem proteger-se com direitos de propriedade industrial”, explicou, de forma a protegerem os seus criadores.
Alberto Casado falava à margem de um seminário de Gestão da Produção, no âmbito do MBA Hispano-Luso.
Uma sessão de grande sucesso, no entender de Enrique Espinel, o responsável pelo curso.
“Este é já o terceiro seminário que fazemos em Bragança e o balanço não poderia ser mais positivo, quer pelos palestrantes, quer pelos temos tratados, que não podia ser mais actual, uma vez que se debateram ideias para sair da crise”, sustentou.
O seminário decorreu no último fim-de-semana.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
E foi o próprio director da Oficina Espanhola de Patentes quem o veio defender, no fim-de-semana, ao Instituto Politécnico de Bragança.
De acordo com Alberto Casado, as áreas das tecnologias são as mais activas nesta matéria.
“Basicamente as telecomunicações, biotecnologia, sector químico e farmacêutico e energias renováveis. Acho que ainda vão crescer mais porque os países emergentes como a China, Brasil, Chile, estão a crescer muito e, com isso, os restantes países devem proteger-se com direitos de propriedade industrial”, explicou, de forma a protegerem os seus criadores.
Alberto Casado falava à margem de um seminário de Gestão da Produção, no âmbito do MBA Hispano-Luso.
Uma sessão de grande sucesso, no entender de Enrique Espinel, o responsável pelo curso.
“Este é já o terceiro seminário que fazemos em Bragança e o balanço não poderia ser mais positivo, quer pelos palestrantes, quer pelos temos tratados, que não podia ser mais actual, uma vez que se debateram ideias para sair da crise”, sustentou.
O seminário decorreu no último fim-de-semana.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
25 fevereiro, 2012
10 fevereiro, 2012
Estudantes estrangeiros vão dar vida à zona histórica
Contrariar a desertificação da zona antiga da cidade é o objectivo do programa “Domus Universitária”
A zona histórica de Bragança vai ganhar novos habitantes com a abertura, no próximo ano lectivo, de duas residências em edifícios antigos recuperados, que vão acolher meia centena de estudantes estrangeiros do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Os edifícios estarão prontos a habitar em Junho, revelou o presidente da Câmara, Jorge Nunes, e correspondem à primeira fase de um projecto conjunto do município e do IPB que promete ajudar a revitalizar a despovoada zona histórica da cidade através da recuperação de casas abandonadas para residências de estudantes.
Os primeiros jovens estrangeiros a estudarem no politécnico ao abrigo do programa Erasmus deverão estrear os primeiros edifícios já no próximo ano lectivo e o presidente da Câmara não tem dúvidas de que “vai ser excelente para esta zona da cidade”.
“Levar jovens para o centro histórico significa através da sua presença arrastar actividade económica e ocupação para esse espaço”, considerou o autarca.
O protocolo entre as duas entidades para este fim foi celebrado em Março de 2011 e tem como propósito fazer do centro histórico a “Domus Universitária”.
Contrariar a desertificação da zona histórica com a fixação de jovens é um dos propósitos deste projecto que vai permitir também ao IPB reforçar a sua estratégia de internacionalização.
Estas residências destinam-se exclusivamente a estudantes estrangeiros que frequentam o Politécnico em programas de mobilidade.
O investimento é feito na totalidade pela Câmara, que adquiriu os edifícios e vai entregá-los ao IPB recuperados e mobilados pelo prazo de 20 anos.
A primeira fase do projecto consistiu na recuperação de dois edifícios com um investimento de 750 mil euros, mas existe já um terceiro que o autarca espera conseguir recuperar até ao final do primeiro semestre de 2012.
Jorge Nunes acredita também que “vai abrir o apetite para os investidores olharem para o seu património de forma diferente, também o recuperarem, valorizarem e arrendarem ou até promoverem a instalação de actividades económicas”.
Actualmente, o IPB tem cerca de mil estudantes em mobilidade, o que para o presidente, Sobrinho Teixeira, “representa uma diversidade cultural que é também uma riqueza para a própria cidade, para além de ser também um factor económico para o desenvolvimento da cidade e região”.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
Os edifícios estarão prontos a habitar em Junho, revelou o presidente da Câmara, Jorge Nunes, e correspondem à primeira fase de um projecto conjunto do município e do IPB que promete ajudar a revitalizar a despovoada zona histórica da cidade através da recuperação de casas abandonadas para residências de estudantes.
Os primeiros jovens estrangeiros a estudarem no politécnico ao abrigo do programa Erasmus deverão estrear os primeiros edifícios já no próximo ano lectivo e o presidente da Câmara não tem dúvidas de que “vai ser excelente para esta zona da cidade”.
“Levar jovens para o centro histórico significa através da sua presença arrastar actividade económica e ocupação para esse espaço”, considerou o autarca.
O protocolo entre as duas entidades para este fim foi celebrado em Março de 2011 e tem como propósito fazer do centro histórico a “Domus Universitária”.
Contrariar a desertificação da zona histórica com a fixação de jovens é um dos propósitos deste projecto que vai permitir também ao IPB reforçar a sua estratégia de internacionalização.
Estas residências destinam-se exclusivamente a estudantes estrangeiros que frequentam o Politécnico em programas de mobilidade.
O investimento é feito na totalidade pela Câmara, que adquiriu os edifícios e vai entregá-los ao IPB recuperados e mobilados pelo prazo de 20 anos.
A primeira fase do projecto consistiu na recuperação de dois edifícios com um investimento de 750 mil euros, mas existe já um terceiro que o autarca espera conseguir recuperar até ao final do primeiro semestre de 2012.
Jorge Nunes acredita também que “vai abrir o apetite para os investidores olharem para o seu património de forma diferente, também o recuperarem, valorizarem e arrendarem ou até promoverem a instalação de actividades económicas”.
Actualmente, o IPB tem cerca de mil estudantes em mobilidade, o que para o presidente, Sobrinho Teixeira, “representa uma diversidade cultural que é também uma riqueza para a própria cidade, para além de ser também um factor económico para o desenvolvimento da cidade e região”.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
09 fevereiro, 2012
Gabinete de empreendedorismo do IPB já ajudou a criar 15 empresas
Em três anos de funcionamento, o Gabinete de Empreendedorismo do IPB já ajudou a criar 15 empresas.
São projectos apresentados por alunos finalistas ou ex-alunos da instituição de ensino aos quais o gabinete presta apoio na constituição e durante os primeiros meses de actividade. O coordenador do gabinete faz, por isso, um balanço positivo.
“Em três anos constituímos 15 empresas e temos agora mais duas para constituir, que se traduz em 51 postos de trabalho” revela, salientando que “isto é mais numa vertente de fomento ao empreendedorismo mas além disso temos outros objectivos que é o fomento à cultura empreendedora. Temos levado a cabo várias acções de formação quer para o IPB quer para o exterior em conteúdos relacionados com a criação de negócios e também temos estado envolvidos em projectos com os quais já conseguimos um retorno de 126 mil euros”.
José Adriano salienta que as áreas em que têm vindo a ser criadas as empresas são muito diversificadas. “Temos empresas a cobrir várias áreas disciplinares como é o caso de empresas de organização de eventos da Escola de Educação, empresas de gestão agrícola da Escola Agrária e até na área da saúde” afirma, salientando que “a empresa mais bem sucedida é a OldCare que é uma empresa da área da Gerontologia”.
Este serviço foi criado para ajudar exclusivamente os alunos a criar o próprio negócio.
Uma filosofia que vai ser mantida pois “nem faz sentido de outra forma. Há outros serviços na cidade a fazerem isso” afirma José Adriano. “Este é um serviço de valor acrescentando para o IPB pois vai ao encontro do que são as orientações do Ministério do Ensino Superior. Para além do apoio que damos na fase da criação das empresas continuamos com esse apoio nas fases subsequentes, não os abandonamos” salienta. “As empresas conseguem emancipar-se, o que é bom, mas depois continuam a vir ter connosco” conclui.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
São projectos apresentados por alunos finalistas ou ex-alunos da instituição de ensino aos quais o gabinete presta apoio na constituição e durante os primeiros meses de actividade. O coordenador do gabinete faz, por isso, um balanço positivo.
“Em três anos constituímos 15 empresas e temos agora mais duas para constituir, que se traduz em 51 postos de trabalho” revela, salientando que “isto é mais numa vertente de fomento ao empreendedorismo mas além disso temos outros objectivos que é o fomento à cultura empreendedora. Temos levado a cabo várias acções de formação quer para o IPB quer para o exterior em conteúdos relacionados com a criação de negócios e também temos estado envolvidos em projectos com os quais já conseguimos um retorno de 126 mil euros”.
José Adriano salienta que as áreas em que têm vindo a ser criadas as empresas são muito diversificadas. “Temos empresas a cobrir várias áreas disciplinares como é o caso de empresas de organização de eventos da Escola de Educação, empresas de gestão agrícola da Escola Agrária e até na área da saúde” afirma, salientando que “a empresa mais bem sucedida é a OldCare que é uma empresa da área da Gerontologia”.
Este serviço foi criado para ajudar exclusivamente os alunos a criar o próprio negócio.
Uma filosofia que vai ser mantida pois “nem faz sentido de outra forma. Há outros serviços na cidade a fazerem isso” afirma José Adriano. “Este é um serviço de valor acrescentando para o IPB pois vai ao encontro do que são as orientações do Ministério do Ensino Superior. Para além do apoio que damos na fase da criação das empresas continuamos com esse apoio nas fases subsequentes, não os abandonamos” salienta. “As empresas conseguem emancipar-se, o que é bom, mas depois continuam a vir ter connosco” conclui.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
02 fevereiro, 2012
Jorge Nunes defende evolução do IPB para Universidade
Passar o Politécnico de Bragança a uma Universidade de Ciências Aplicadas é uma ideia defendida por Jorge Nunes, presidente da autarquia de Bragança.
O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, defende que o politécnico de Bragança devia evoluir para uma Universidade de Ciências Aplicadas:
“Parece-nos que há espaço para que esta instituição evolua. Há semelhança do que ocorre noutros países da Europa o caminho é da qualificação e não o da desqualificação dos Institutos Politécnicos”.
Para o autarca de Bragança, esta é uma evolução importante para definir o papel das Universidades e das Instituições de Ciências Aplicadas:
“A vantagem é de poder assegurar um espaço de formação definido e evitar que qualquer dia as Universidades dêem os cursos que estão destinados ao Instituto Politécnico de Bragança e isso gera uma situação de confusão e desqualificação do sistema”.
Também o presidente do politécnico defende esta evolução. Sobrinho Teixeira sublinha que esta é uma tendência europeia:
“Foi criada a Associação Europeia de Universidades de Ciências Aplicadas em Copenhaga, na Dinamarca, em Janeiro de 2011 com dez países entre eles Portugal. Portugal tem até uma posição de relevo já que faz parte da Associação. É uma designação usada para as instituições que têm uma missão semelhante ao IPB. É uma missão ligada ao desenvolvimento regional, ao envolvimento com as pequenas e médias empresas e muito virada para a investigação aplicada”.
Em Junho, o IPB vai acolher o Encontro Europeu da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, em Bragança.
Publicado em 'RBA'.
O presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, defende que o politécnico de Bragança devia evoluir para uma Universidade de Ciências Aplicadas:
“Parece-nos que há espaço para que esta instituição evolua. Há semelhança do que ocorre noutros países da Europa o caminho é da qualificação e não o da desqualificação dos Institutos Politécnicos”.
Para o autarca de Bragança, esta é uma evolução importante para definir o papel das Universidades e das Instituições de Ciências Aplicadas:
“A vantagem é de poder assegurar um espaço de formação definido e evitar que qualquer dia as Universidades dêem os cursos que estão destinados ao Instituto Politécnico de Bragança e isso gera uma situação de confusão e desqualificação do sistema”.
Também o presidente do politécnico defende esta evolução. Sobrinho Teixeira sublinha que esta é uma tendência europeia:
“Foi criada a Associação Europeia de Universidades de Ciências Aplicadas em Copenhaga, na Dinamarca, em Janeiro de 2011 com dez países entre eles Portugal. Portugal tem até uma posição de relevo já que faz parte da Associação. É uma designação usada para as instituições que têm uma missão semelhante ao IPB. É uma missão ligada ao desenvolvimento regional, ao envolvimento com as pequenas e médias empresas e muito virada para a investigação aplicada”.
Em Junho, o IPB vai acolher o Encontro Europeu da Rede de Universidades de Ciências Aplicadas, em Bragança.
Publicado em 'RBA'.
Bragança: residências «Erasmus» do centro histórico abrem no próximo ano lectivo
Projecto Domus Universitária foi anunciado há cerca de um ano
A partir de Junho vai ser possível alojar os estudantes «Erasmus» do IPB em residências no centro histórico da cidade de Bragança. Para já, estão a ser recuperados dois edifícios nas ruas Eng. José Beça, próximo ao Governo Civil, e outra na Serpa Pinto junto ao monumento aos combatentes da Grande Guerra com uma capacidade total de cerca de 50 camas.
Segundo o presidente da Câmara Municipal, as residências já vão poder acolher estudantes no próximo ano lectivo, que arranca em Setembro. Uma forma, diz Jorge Nunes, de revitalizar uma zona nobre da cidade:
“Vai ser excelente levar jovens para o centro histórico, porque vai permitir arrastar a actividade económica e ocupar esse espaço da cidade”.
A recuperação das duas habitações do centro histórico representa um investimento do município na ordem dos 750 mil euros, comparticipado a 80 por cento por fundos comunitários. Numa segunda fase, dependente do financiamento comunitário, vai ser recuperado um terceiro edifício em frente ao Museu Abade de Baçal.
A gestão das residências destinadas aos estudantes oriundos de países estrangeiros ao abrigo de programas de mobilidade vai ficar a cargo do Instituto Politécnico de Bragança.
Publicado em 'RBA'.
Segundo o presidente da Câmara Municipal, as residências já vão poder acolher estudantes no próximo ano lectivo, que arranca em Setembro. Uma forma, diz Jorge Nunes, de revitalizar uma zona nobre da cidade:
“Vai ser excelente levar jovens para o centro histórico, porque vai permitir arrastar a actividade económica e ocupar esse espaço da cidade”.
A recuperação das duas habitações do centro histórico representa um investimento do município na ordem dos 750 mil euros, comparticipado a 80 por cento por fundos comunitários. Numa segunda fase, dependente do financiamento comunitário, vai ser recuperado um terceiro edifício em frente ao Museu Abade de Baçal.
A gestão das residências destinadas aos estudantes oriundos de países estrangeiros ao abrigo de programas de mobilidade vai ficar a cargo do Instituto Politécnico de Bragança.
Publicado em 'RBA'.
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