16 maio, 2012

Orienta-te, Prepara-te e Atreve-te

Associação Académica apresenta OPA 2012

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Associação Académica do IPB quer ensinar estudantes a procurar emprego

A Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança vai lançar uma iniciativa que ajude a fomentar o emprego entre os recém-licenciados, a OPA.
O presidente da associação Académica do IPB explica que, este ano, a academia decidiu demarcar-se da Feira de Emprego e Solidariedade e avançar com uma iniciativa própria. Rui Sousa entende que essa iniciativa “não foi de encontro às necessidades das pessoas”. “Gostamos de organizar coisas não para dizer que fazemos mas para ter alguma utilidade no futuro”, frisa. “Vai ser totalmente o oposto a uma feira de emprego. Vamos buscar empresas que nos vão dizer o que procuram e nós mostramos-lhes que nos nossos laboratórios temos gente competente, que sai com formação e pode corresponder às vossas ideias”, explica.
Rui Sousa adianta ainda que o objectivo é atrair empresas ao Instituto Politécnico e ajudar os candidatos a empregos nos passos necessários.
“Hoje em dia temos cada vez mais colegas nossos a concorrer para o estrangeiro, que não sabem elaborar curriculae não estão preparados para entrevistas. Vamos prepará-los para esses objectivos. Vão aprender a fazer vários tipos de curriculae e aprender a fazer entrevistas. Vamos ter uma pessoa que trabalha no recrutamento para multinacionais, que vai ensinar o que se deve e o que nunca se deve fazer nessas situações. E depois, cada curso vai poder fazer uma entrevista na sua área”, adiantou o presidente da AAIPB.
O presidente da Associação Académica entende que uma iniciativa destas poderá ter mais sucesso do que uma feira de emprego.
“Achamos que as pessoas vão ficar com outra realidade da procura de trabalho. Não é só pedir às empresas que nos venham cá oferecer empregos que não têm, nesta altura, mas ensinar as pessoas a procurar emprego de uma outra forma”, conclui.
A OPA, assim se chama a iniciativa da Associação Académica do IPB, vai decorrer nos dias 23 e 24 de Maio.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

14 maio, 2012

Mestre UBU

IPB sobe ao palco na Mostra de Teatro Escolar

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Marinho Pinto contra encerramento de tribunais no Interior do país

O encerramento de tribunais é um incentivo para as pessoas fazerem justiça pelas próprias mãos. Quem o diz é o Bastonário da Ordem dos Advogados. Marinho Pinto esteve hoje em Bragança a falar de Justiça, Cidadania e Estado de Direito no âmbito da Semana da Tecnologia e Gestão, que está a decorrer no Instituto Politécnico de Bragança.
Para o Bastonário o encerramento de tribunais é uma medida puramente economicista que poderá ter consequências graves na sociedade.“As pessoas vão sentir-se tentadas a fazer justiça pelas próprias mãos. Por exemplo, se encerrarem o tribunal de Vinhais. As pessoas serão julgadas em Bragança pelos crimes praticados em Vinhais. Isso não produz a medida preventiva. Essa é a função do julgamento, a prevenção geral”, realça Marinho Pinto.Para Marinho Pinto os custos dos tribunais não são significativos e acusa o Governo de querer descredibilizar a justiça junto dos portugueses.“E é pura demagogia dizer que os custos do tribunal são insuportáveis. A maior parte dos custos dos tribunais do Interior são suportados pelas câmaras municipais. E os que não são, passariam a ser, porque elas até estão disponíveis”, salienta o Bastonário.O Bastonário desafia, ainda, o Governo de criar tribunais nas sedes de concelho onde não existem.“Deveriam era ser criados tribunais nos concelhos que não os têm. Os tribunais em si não são caros. Não é necessário ir lá um juiz e um procurador todos os dias. Mas deveria ir uma vez por semana. Mas cada juiz poderia ter quatro ou cinco tribunais”, sustenta o Bastonário.
Marinho Pinto reconhece que os portugueses estão resignados perante as medidas que estão a ser tomadas pelo Governo, mas desafia os transmontanos a manifestarem-se contra o encerramento dos tribunais.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

10 maio, 2012

Ciências Agrárias em destaque no IPB

As Ciências Agrárias estão em foco no Instituto Politécnico de Bragança, numa semana recheada de conferências e mesas redondas, sob o tema “As Biociências no Mercado de Trabalho”.
No dia dedicado à Engenharia Alimentar e Agronómica, o director regional da Agricultura garantiu que o sector tem futuro, uma vez que a população mundial está a crescer e os bens alimentares a começam a escassear. Para Manuel Cardoso, as empresas só têm a ganhar se apostarem nos produtos de qualidade. “Acho que a nossa Agricultura vai ter um grande futuro. A razão prende-se essencialmente com o facto de que hoje em dia vale a pena produzir bens alimentares. A produção de bens alimentares é importante sob o ponto de vista nacional e é importante sob o ponto de vista mundial, na medida em que a população mundial tem vindo a crescer, e a produção de bens alimentares não tem vindo a crescer ao mesmo ritmo. Não há dúvida que há um grande futuro tanto nesse aspecto, como no aspecto empresarial propriamente dito. Neste momento há uma procura grande de bens alimentares de qualidade. A nossa região consegue produzir bens alimentares de elevada qualidade, e mantendo a qualidade é uma questão de nós concentrarmos a oferta, procurarmos o mercado e colocarmos esses bens à disposição dos consumidores”.
Numa altura, em que existe cada vez mais desemprego, apostar na Agricultura pode ser uma boa saída profissional para os jovens licenciados em Ciências Agrárias. “Neste momento, os projectos que estão a ser aprovados são projectos para jovens agricultores. São projectos inovadores em muitos aspectos, e que estão virados tanto para as culturas clássicas, como também para aquelas culturas onde existe uma grande novidade tecnológica. Portanto, os jovens agricultores é uma grande aposta, e é uma boa saída profissional, sobretudo para os licenciados dos nossos politécnicos e das nossas universidades”.
O director regional de Agricultura foi um dos oradores no primeiro dia da Semana das Ciências Agrária, que decorrem até quinta-feira no Instituto Politécnico de Bragança.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Ciênci@Bragança

Projeto aposta nos media locais para divulgar ciência

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Semana de Partilha

Biociências em debate na Semana das Ciências Agrárias

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Manual de Boas práticas para empresários da restauração apresentado no IPB

Os empresários do ramo da restauração já têm um manual prático para poderem implementar sistemas de gestão da segurança alimentar. Numa altura em que a Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE) aperta a fiscalização, duas docentes e um técnico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) lançaram um livro para ajudar os empresários.
Elsa Ramalhosa, uma das autoras do livro, diz que este manual simplifica a legislação, que, muitas vezes, é difícil de perceber pelos proprietários dos restaurantes.“Os empresários têm que ter um sistema de análise de perigos e pontos críticos de controlo implementado. Isto é uma obrigação estabelecida pela legislação europeia. Além disso, as unidades podem também certificar os sistemas de segurança alimentar. O nosso livro ajuda a perceber melhor os requisitos para a implementação desses sistemas de gestão”, explica a professora. Elsa Ramalhosa enaltece o cariz prático desta publicação, que dá dicas fundamentais aos empresários. “Temos o exemplo de um manual que terá que ser adaptado a cada unidade em particular”, frisa Elsa Ramalhosa.
Esta é uma publicação pioneira sobre esta temática. Ercílio Fernandes, que também é autor deste livro, sublinha que foi a lacuna ao nível da investigação nesta área que motivou os autores a lançar esta obra.Para a Professora Fátima Silva, que também é autora do livro, esta obra deve ser uma referência para os empresários do sector. Em época de crise, a docente lembra que este livro contém dicas fundamentais para fortalecer o negócio.
O livro “Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar: Guia para a sua implementação em unidades de restauração” já está à venda nas livrarias de todo o País.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Galhofa em Torneio

Alunos reúnem-se para a V competição

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08 maio, 2012

Empresas vão visitar IPB a convite dos estudantes

Objectivo é fazer, não uma feira de emprego, mas mostrar as ofertas de trabalhos aos possíveis empregadores
A Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança, vai promover, de 23 a 24 deste mês, uma iniciativa que pretende levar às várias escolas do Instituto diversas empresas, possíveis interessadas no trabalho dos jovens formados na Instituição. “Não é uma feira de emprego, vai ter empresas no IPB que nos possam dizer o que é que procuram. Nós procuramos pessoas que procuram provectos no âmbito desta matéria e nós dizermos-lhe temos aqui pessoas que pode desenvolver esses projectos”, explicou Rui Sousa, presidente da Associação Académica.
Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.