Exibido em 'Querida Júlia - SIC'.
25 maio, 2012
IPB distingue empresas de ex-alunos
Dezanove empresas foram ontem distinguidas com o galardão Spin-Off IPB, uma marca que pretende destacar a capacidade empreendedora dos alunos do Instituto Politécnico de Bragança.
Desde 2009, o IPB já apoiou a constituição de 19 empresas, que resultaram em 54 postos de trabalho e movimentaram 1,8 milhões de euros, só no ano passado. José Adriano, responsável do Gabinete de Inovação e Empreendedorismo, recorda que há empresas de ex-alunos do Politécnico em toda a zona Norte do País, o que levou a instituição a criar a marca Spin-OFF IPB.
“Resolvemos criar a imagem de Spin-OFF IPB e que corresponde ao conjunto de empresas que são criadas no âmbito das competências do nosso gabinete”, afirma, acrescentando que “neste momento temos 19 empresas criadas e mais duas a criar”.
Um dos ex-alunos distinguidos foi Márcio Vara, que lançou uma empresa de Serviços Gerontológicos ao domicílio e prepara-se para franchisar a marca OldCare. Até à data, o empresário já criou 25 postos de trabalho e, além da sede, em Bragança, conta com filiais na Póvoa do Varzim e em Aveiro. “Estamos a estudar a hipótese de franchising para Portugal mas também para os mercados de Espanha e Brasil”, adianta, salientando que “gostaríamos que isso acontecesse no início de 2013”.
A entrega dos diplomas decorreu durante a Feira de Emprego OPA 2012, um certame que conta com a participação de 32 empresas, oriundas de Portugal, França e Espanha.
O presidente da Associação Académica do IPB, garante que esta é uma oportunidade que os alunos não devem perder, especialmente os que terminam o curso este ano.“Há 700 pessoas a terminar a licenciatura aqui no IPB e por isso era oportuno organizarmos algo para eles começarem a procurar no mercado de trabalho” explica Rui Sousa.
Orienta-te, Prepara-te, Atreve-te é o mote da OPA 2012, uma feira que termina hoje à tarde, numa tenda gigante junto à Escola Superior de Educação.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Desde 2009, o IPB já apoiou a constituição de 19 empresas, que resultaram em 54 postos de trabalho e movimentaram 1,8 milhões de euros, só no ano passado. José Adriano, responsável do Gabinete de Inovação e Empreendedorismo, recorda que há empresas de ex-alunos do Politécnico em toda a zona Norte do País, o que levou a instituição a criar a marca Spin-OFF IPB.
“Resolvemos criar a imagem de Spin-OFF IPB e que corresponde ao conjunto de empresas que são criadas no âmbito das competências do nosso gabinete”, afirma, acrescentando que “neste momento temos 19 empresas criadas e mais duas a criar”.
Um dos ex-alunos distinguidos foi Márcio Vara, que lançou uma empresa de Serviços Gerontológicos ao domicílio e prepara-se para franchisar a marca OldCare. Até à data, o empresário já criou 25 postos de trabalho e, além da sede, em Bragança, conta com filiais na Póvoa do Varzim e em Aveiro. “Estamos a estudar a hipótese de franchising para Portugal mas também para os mercados de Espanha e Brasil”, adianta, salientando que “gostaríamos que isso acontecesse no início de 2013”.
A entrega dos diplomas decorreu durante a Feira de Emprego OPA 2012, um certame que conta com a participação de 32 empresas, oriundas de Portugal, França e Espanha.
O presidente da Associação Académica do IPB, garante que esta é uma oportunidade que os alunos não devem perder, especialmente os que terminam o curso este ano.“Há 700 pessoas a terminar a licenciatura aqui no IPB e por isso era oportuno organizarmos algo para eles começarem a procurar no mercado de trabalho” explica Rui Sousa.
Orienta-te, Prepara-te, Atreve-te é o mote da OPA 2012, uma feira que termina hoje à tarde, numa tenda gigante junto à Escola Superior de Educação.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
24 maio, 2012
Quando a Terra treme
Ciênci@Bragança
O mundo vê-se periodicamente confrontado com um dos tipos de catástrofes naturais mais temidas: os terramotos, tremores de terra ou sismos. Especialmente mortíferos quando ocorrem em regiões muito populosas, sobretudo naquelas onde existem construções pouco ou nada preparadas para lhes resistir, os sismos são fenómenos geológicos muito frequentes, estreitamente relacionados com a constituição interna do nosso planeta.
O interior da terra é quente e constituído por várias camadas, umas líquidas, outras sólidas. A camada mais externa e que portanto está mais perto da superfície - a que chamamos crosta - é constituída por várias placas tectónicas. Os locais onde estas placas se encontram são as chamadas falhas e é sobre estas regiões que ocorrem, com muita frequência, episódios de libertação de energia. Esta energia é libertada em consequência de movimentos de gases nas camadas profundas da Terra, que leva a que as placas se movimentem, podendo chocar entre si, afastar-se ou simplesmente deslizar umas pelas outras.
O tremor de terra é a manifestação de libertação de energia: um fenómeno de vibração brusca e transitória da superfície terrestre. Há abalos sísmicos diariamente em todo o planeta, a grande maioria demasiado pequenos para serem detetados por nós, sem instrumentação apropriada.
O ponto onde se dá a libertação de energia pode situar-se a uma profundidade maior ou menor, consoante o local da Terra onde se dá a rutura. Chamamos a este ponto o epicentro. Quando o epicentro se situa muito próximo da superfície e se dá o infortúnio de este se encontrar junto a zonas habitadas, as consequências podem ser particularmente catastróficas. Foi o que sucedeu no Haiti, em janeiro de 2010, com o epicentro a localizar-se a baixa profundidade e muito próximo da capital do país. O facto de se tratar de um país muito pobre, onde a construção não incorpora técnicas que possibilitam alguma resistência aos sismos, tornou os efeitos ainda mais devastadores. No terramoto que ocorreu ao largo do Japão, em 2011, e de que a nossa memória ainda está bem fresca, sobretudo pelos efeitos indiretos da onda gigante que se formou (tsunami), uma das razões pelas quais o impacto nos edifícios se revelou menor, foi o facto de neste país os edifícios já serem construídos de modo a resistir aos sismos.
Há essencialmente dois modos de medir a intensidade de um sismo: através da escala de Richter e da escala de Mercalli. A primeira traduz a energia libertada no terramoto, medindo concretamente a amplitude das ondas sísmicas, com base em registos sismográficos. A escala de Mercalli, por seu lado, qualitativa e menos científica, mede de alguma forma os efeitos (danos) nas estruturas das construções e as sensações percebidas pelas pessoas.
No Centro de Ciência Viva de Bragança é possível compreender o que acontece durante um sismo e fazemo-lo com as nossas próprias mãos. O sismo é simulado através de um impacto num saco de boxe. Podemos então compreender, através de gráficos muito simples, a natureza das várias ondas sísmicas que são geradas e ainda estimar a intensidade do terramoto de acordo com as escalas de Richter e de Mercalli.
João Paulo Matias
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
O interior da terra é quente e constituído por várias camadas, umas líquidas, outras sólidas. A camada mais externa e que portanto está mais perto da superfície - a que chamamos crosta - é constituída por várias placas tectónicas. Os locais onde estas placas se encontram são as chamadas falhas e é sobre estas regiões que ocorrem, com muita frequência, episódios de libertação de energia. Esta energia é libertada em consequência de movimentos de gases nas camadas profundas da Terra, que leva a que as placas se movimentem, podendo chocar entre si, afastar-se ou simplesmente deslizar umas pelas outras.
O tremor de terra é a manifestação de libertação de energia: um fenómeno de vibração brusca e transitória da superfície terrestre. Há abalos sísmicos diariamente em todo o planeta, a grande maioria demasiado pequenos para serem detetados por nós, sem instrumentação apropriada.
O ponto onde se dá a libertação de energia pode situar-se a uma profundidade maior ou menor, consoante o local da Terra onde se dá a rutura. Chamamos a este ponto o epicentro. Quando o epicentro se situa muito próximo da superfície e se dá o infortúnio de este se encontrar junto a zonas habitadas, as consequências podem ser particularmente catastróficas. Foi o que sucedeu no Haiti, em janeiro de 2010, com o epicentro a localizar-se a baixa profundidade e muito próximo da capital do país. O facto de se tratar de um país muito pobre, onde a construção não incorpora técnicas que possibilitam alguma resistência aos sismos, tornou os efeitos ainda mais devastadores. No terramoto que ocorreu ao largo do Japão, em 2011, e de que a nossa memória ainda está bem fresca, sobretudo pelos efeitos indiretos da onda gigante que se formou (tsunami), uma das razões pelas quais o impacto nos edifícios se revelou menor, foi o facto de neste país os edifícios já serem construídos de modo a resistir aos sismos.
Há essencialmente dois modos de medir a intensidade de um sismo: através da escala de Richter e da escala de Mercalli. A primeira traduz a energia libertada no terramoto, medindo concretamente a amplitude das ondas sísmicas, com base em registos sismográficos. A escala de Mercalli, por seu lado, qualitativa e menos científica, mede de alguma forma os efeitos (danos) nas estruturas das construções e as sensações percebidas pelas pessoas.
No Centro de Ciência Viva de Bragança é possível compreender o que acontece durante um sismo e fazemo-lo com as nossas próprias mãos. O sismo é simulado através de um impacto num saco de boxe. Podemos então compreender, através de gráficos muito simples, a natureza das várias ondas sísmicas que são geradas e ainda estimar a intensidade do terramoto de acordo com as escalas de Richter e de Mercalli.
João Paulo Matias
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
23 maio, 2012
IPB distinguido com o selo ECTS
Instituição brigantina é o politécnico que recebe mais alunos Erasmus
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) recebeu o Selo ECTS da Comissão Europeia, em cerimónia comemorativa dos 25 anos do Programa Erasmus realizada no passado dia 8 de Maio em Copenhaga, Dinamarca. O Selo ECTS (European Credit Transfer and Accumulation System – ECTS Label) atesta a qualidade da informação sobre a oferta formativa e da gestão da mobilidade de estudantes no Espaço Europeu de Ensino Superior, no âmbito do Programa Erasmus. Em particular, a Comissão Europeia considerou que a plataforma na Internet do Catálogo de Cursos do IPB assegura um elevado grau de transparência e que a instituição demonstra boas práticas na mobilidade internacional de estudantes e seu reconhecimento académico. A atribuição do Selo ECTS foi divulgada pelo IPB durante a abertura oficial da 8ª Semana Erasmus no passado dia 15 de Maio na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança. Na mesma sessão foi apresentado o livro “Teaching Crossroads – 7th Erasmus Week” que compila os textos de seminários efectuados pelos professores europeus durante a anterior Semana Erasmus do IPB. A Comissão Europeia distinguiu 12 instituições de ensino superior europeias com este selo de qualidade, tendo o IPB sido a única portuguesa a receber o Selo ECTS em 2011. Com a atribuição desta distinção o IPB consolida o seu projeto de internacionalização que envolve, actualmente, mais de 700 estudantes enviados e recebidos anualmente, em resultado da cooperação com instituições de ensino superior europeias e extracomunitárias, de onde se destaca a cooperação com países de expressão portuguesa. O IPB está também posicionado nas posições cimeiras em mobilidade europeia, no âmbito do programa Erasmus. Cruzando os dados disponibilizados pela Comissão Europeia relativos a mobilidade de estudantes com os dados do Governo Português sobre a dimensão das instituições de ensino superior portuguesas (inquérito RAIDES), conclui-se que o IPB ficou posicionado, no ano lectivo de 2008/2009, na segunda posição nacional em percentagem de estudantes em mobilidade Erasmus (recebidos e enviados) face à dimensão da instituição. No ano lectivo de 2010/2011 os dados recentemente publicados pela Comissão Europeia permitem concluir que o IPB está em primeiro lugar no rácio de número de estudantes recebidos face à dimensão da instituição. No ano lectivo de 2008/2009 o IPB ocupava a segunda posição na tabela das instituições de ensino superior portuguesas no Top 500 de mobilidade de estudantes, no âmbito do Programa Erasmus, com 335 alunos em mobilidade, apenas precedido pela Universidade Nova de Lisboa, com 980. No ano lectivo de 2010/2011 o IPB teve 250 alunos Erasmus, e é o instituto politécnico português que mais alunos recebeu ao abrigo dos programas de mobilidade, à frente de Coimbra, Lisboa e Porto.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.
Revista alia Ciência a Adolescência
Já está on-line a revista AdolesCiência, uma publicação que alia as investigações realizadas por jovens do ensino básico e secundário, alunos de cursos de especialização tecnológica e de licenciatura.
A revista nasceu da necessidade de criar um espaço para desenvolver nos jovens a procura de conhecimento sério, o espírito científico, o respeito pela autoria e as competências de leitura e de escrita. A publicação está disponível em www.adolesciencia.ipb.pt, sob a direcção de Vítor Gonçalves, docente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em parceria com Luísa Diz Lopes, docente da Escola Abade de Baçal e aluna de Mestrado no IPB.
Trata-se de uma revista anual, que aborda temáticas diversas como a Artes e a Linguística, passando pelas Ciências Naturais e pelas Ciências Experimentais. Para Vítor Gonçalves, “esta é uma ferramenta muito importante, onde os alunos, juntamente com os seus professores, produzem conhecimento para outros alunos poderem utilizar”.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
A revista nasceu da necessidade de criar um espaço para desenvolver nos jovens a procura de conhecimento sério, o espírito científico, o respeito pela autoria e as competências de leitura e de escrita. A publicação está disponível em www.adolesciencia.ipb.pt, sob a direcção de Vítor Gonçalves, docente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em parceria com Luísa Diz Lopes, docente da Escola Abade de Baçal e aluna de Mestrado no IPB.
Trata-se de uma revista anual, que aborda temáticas diversas como a Artes e a Linguística, passando pelas Ciências Naturais e pelas Ciências Experimentais. Para Vítor Gonçalves, “esta é uma ferramenta muito importante, onde os alunos, juntamente com os seus professores, produzem conhecimento para outros alunos poderem utilizar”.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
22 maio, 2012
IPB lidera mobilidade de estudantes
Ao longo deste ano lectivo, a instituição colocou e recebeu mais de 700 alunos
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) é a instituição de ensino superior do País que mais promove a mobilidade internacional dos seus estudantes.
Durante o ano lectivo de 2011/2012, o IPB colocou e recebeu mais de 700 estudantes em mobilidade internacional, através de um financiamento que ultrapassa o meio milhão de euros anuais. A novidade foi avançada durante a VIII Semana Erasmus, uma iniciativa que envolveu mais de 130 professores e colaboradores de Escolas e Universidades europeias.
Para o vice-presidente do IPB, Luís Pais, o programa Erasmus é uma oportunidade que os estudantes não devem perder. “Muitos dos empregadores gostam que os alunos tenham uma experiência de mobilidade internacional, porque isso significa que o aluno conseguiu adaptar-se a uma nova realidade e a um novo desafio”.
A edição deste ano da Semana Erasmus contou com a presença de representantes de 13 países da Europa e incluiu a realização de seminários e workshops, que juntaram docentes do IPB e de várias instituições europeias.
As jornadas acontecem numa altura em que o IPB foi distinguido com o Selo ECTS na semana comemorativa dos 25 anos do Programa Erasmus, realizada em Copenhaga (Dinamarca). Trata-se de um prémio atribuído pela Comissão Europeia que atesta a qualidade da informação institucional e da gestão da mobilidade no Espaço Europeu de Ensino Superior. Este ano, o galardão apenas foi atribuído a doze instituições em toda a Europa.
“Foi um dos pontos altos de todo o programa de internacionalização do instituto”, sustenta Luís Pais.
A sessão de abertura da oitava Semana Erasmus contou com o lançamento do livro “Teaching Crossroads - 7th Erasmus Week”, que compila os textos de seminários efectuados pelos professores durante a anterior Semana Erasmus do IPB.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
Durante o ano lectivo de 2011/2012, o IPB colocou e recebeu mais de 700 estudantes em mobilidade internacional, através de um financiamento que ultrapassa o meio milhão de euros anuais. A novidade foi avançada durante a VIII Semana Erasmus, uma iniciativa que envolveu mais de 130 professores e colaboradores de Escolas e Universidades europeias.
Para o vice-presidente do IPB, Luís Pais, o programa Erasmus é uma oportunidade que os estudantes não devem perder. “Muitos dos empregadores gostam que os alunos tenham uma experiência de mobilidade internacional, porque isso significa que o aluno conseguiu adaptar-se a uma nova realidade e a um novo desafio”.
A edição deste ano da Semana Erasmus contou com a presença de representantes de 13 países da Europa e incluiu a realização de seminários e workshops, que juntaram docentes do IPB e de várias instituições europeias.
As jornadas acontecem numa altura em que o IPB foi distinguido com o Selo ECTS na semana comemorativa dos 25 anos do Programa Erasmus, realizada em Copenhaga (Dinamarca). Trata-se de um prémio atribuído pela Comissão Europeia que atesta a qualidade da informação institucional e da gestão da mobilidade no Espaço Europeu de Ensino Superior. Este ano, o galardão apenas foi atribuído a doze instituições em toda a Europa.
“Foi um dos pontos altos de todo o programa de internacionalização do instituto”, sustenta Luís Pais.
A sessão de abertura da oitava Semana Erasmus contou com o lançamento do livro “Teaching Crossroads - 7th Erasmus Week”, que compila os textos de seminários efectuados pelos professores durante a anterior Semana Erasmus do IPB.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
18 maio, 2012
17 maio, 2012
IPB lança revista Adolesciência
Já está on-line a primeira edição da revista Adolesciência, uma publicação que alia ciência e adolescência.
Esta é uma plataforma orientada para divulgar reflexões e investigações, produzidas por jovens dos ensinos básico e secundário, mas também por alunos de cursos de especialização tecnológica e de licenciatura. A revista nasceu da necessidade de criar um espaço que ajude a desenvolver nos jovens a procura de conhecimento sério, o espírito científico, o respeito pela autoria e as competências de leitura e de escrita.
Para o director da publicação, Vítor Gonçalves, esta é uma ferramenta muito importante, onde os alunos, juntamente com os seus professores, produzem conhecimento para outros alunos poderem utilizar. “A ideia já surgiu há alguns anos pois eu estive ligado a revistas e jornais escolares no ensino secundário. Quando cheguei ao superior já existiam revistas de divulgação da ciência mas não existia uma publicação que fizesse o elo de ligação entre o ensino secundário e o superior”.
A Escola Superior de Educação de Bragança, a promover desta forma, a revista Adolesciência, uma publicação que permite aos alunos expressar as suas perspectivas de um ponto de vista científico nas diversas áreas do conhecimento.
O primeiro número da revista, que já está disponível na internet, pretende publicar e difundir textos originais e inéditos, resultantes da pesquisa científica ou da revisão da literatura e recensões críticas de documentos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Esta é uma plataforma orientada para divulgar reflexões e investigações, produzidas por jovens dos ensinos básico e secundário, mas também por alunos de cursos de especialização tecnológica e de licenciatura. A revista nasceu da necessidade de criar um espaço que ajude a desenvolver nos jovens a procura de conhecimento sério, o espírito científico, o respeito pela autoria e as competências de leitura e de escrita.
Para o director da publicação, Vítor Gonçalves, esta é uma ferramenta muito importante, onde os alunos, juntamente com os seus professores, produzem conhecimento para outros alunos poderem utilizar. “A ideia já surgiu há alguns anos pois eu estive ligado a revistas e jornais escolares no ensino secundário. Quando cheguei ao superior já existiam revistas de divulgação da ciência mas não existia uma publicação que fizesse o elo de ligação entre o ensino secundário e o superior”.
A Escola Superior de Educação de Bragança, a promover desta forma, a revista Adolesciência, uma publicação que permite aos alunos expressar as suas perspectivas de um ponto de vista científico nas diversas áreas do conhecimento.
O primeiro número da revista, que já está disponível na internet, pretende publicar e difundir textos originais e inéditos, resultantes da pesquisa científica ou da revisão da literatura e recensões críticas de documentos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
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