04 setembro, 2012

Alunos formados no IPB trabalham na região

A região de Trás-os-Montes emprega mais de metade dos alunos formados no Instituto Politécnico de Bragança que conseguiram trabalho.
Um inquérito feito a diplomados que terminaram o curso no ano lectivo 2008/2009 demonstra que uma grande percentagem ficou em Bragança. O vice-presidente do IPB, Luís Pais, sublinha que este estudo revela que a região tem capacidade de fixar os jovens do litoral que vêm para cá estudar. “86 por cento dos nossos graduados estão a exercer uma actividade profissional e o que é mais interessante é que denotámos uma capacidade de fixação dos próprios diplomados. Daqueles que estão a exercer uma actividade profissional, 39 por cento exercem-na em Bragança, e 53 por cento exercem-na em Trás-os-Montes, ou seja nos distritos de Bragança e Vila Real”, realça o responsável.
Luís Pais realça, ainda, que dos mais de mil diplomados que participaram no inquérito, 30 por cento são do distrito de Bragança e 43 por cento são dos distritos de Vila Real e Bragança. O vice-presidente do IPB diz que para além dos licenciados e mestres que arranjam trabalho nas empresas da região, também há quem aposte no seu próprio negócio em Bragança. “Alguma capacidade empreendedora dos nossos alunos. Não podemos esquecer que a região de Trás-os-Montes não é industrializada, é um caminho que ainda temos que percorrer, mas eu acho que esses resultados são prometedores nesse sentido”, salienta o vice-presidente do IPB.
Luís Pais garante que o IPB vai continuar a realizar este inquérito para acompanhar o percurso dos diplomados e também para conhecer o seu grau de satisfação com a instituição de ensino.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

A aprendizagem das ciências nas primeiras idades

Ciênci@Bragança
As crianças pequenas aprendem pela ação através do envolvimento ativo a nível psicomotor, cognitivo e afetivo. O trabalho experimental surge por necessidade de encontrar soluções para os problemas com que as crianças se deparam, envolvendo- as num ambiente de discussão e reflexão sobre os processos científicos e tecnológicos inter-relacionados com a sociedade. Assim, devem envolver-se as crianças em tarefas de índole experimental e de sistematização de saberes da realidade natural, sobretudo os que se referem à natureza da matéria, ao sistema solar, aos seres vivos, à saúde e segurança do corpo humano, entre outros.
No caso particular do tema luz, justifica-se a sua pertinência na aprendizagem das crianças, por um lado porque a luz é fundamental para observarem o que existe à sua volta e para comunicarem com os outros. Por outro, desde cedo as crianças se apercebem da presença da luz e constroem brincadeiras, explorando os seus efeitos.
Estas situações podem ser motivo para a realização de atividades práticas e experimentais que admitem uma multiplicidade de conteúdos como: a luz apenas se propaga em linha reta; apenas vemos os objetos quando neles incide uma fonte de luz; há objetos que emitem luz e outros que não, apenas a refletem; existem materiais transparentes, translúcidos e opacos; quando a luz encontra um obstáculo pode atravessá-lo ou não (provocando uma sombra); a sombra formada por diferentes materiais depende da sua transparência; a luz atravessa materiais transparentes e translúcidos e não atravessa materiais opacos; quanto mais opaco é um material mais nítida é a sombra por ele formada; quanto mais transparente é um material melhor se observam os objectos através dele; a sombra de um objeto é sempre formada no lado oposto ao da fonte de luz que nele incide.
Partindo das questões do quotidiano e envolvendo as crianças na sua descoberta estaremos a contribuir para que elas possam construir saberes científicos que as capacitem para participar na sociedade, cada vez mais global.

Cristina Mesquita-Pires e Maria José Rodrigues

Publicado no 'Mensageiro' 2 de agosto 2012.

How to Win: The Butterfly



Exibido em 'The New York Times'.

01 agosto, 2012

Envelhecimento ativo com as tecnologias de informação

Ciênci@Bragança
O envelhecimento demográfico, que se intensificará ao longo do século XXI, apresenta desafios para a sociedade, especialmente ao nível do crescimento económico e da sustentabilidade financeira. As políticas europeias destacam a importância de promover o envelhecimento ativo da população. Este passa pela participação dos adultos mais velhos na Sociedade da Informação e do Conhecimento, o que implica a necessidade de reforçar a melhoria das suas qualificações, nomeadamente no âmbito das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), e a participação na aprendizagem ao longo da vida.
A educação, a formação e os laços familiares são aspectos importantes tanto a nível individual como no âmbito da vida em sociedade. A globalização e as revoluções tecnológicas contemporâneas tornam premente que todos os cidadãos possuam competências digitais. No entanto, a maioria das pessoas mais velhas não adquiriu qualificações em TIC durante a sua educação e formação anteriores, sendo por isso um grupo que sofre um grande risco de exclusão dos benefícios da Sociedade da Informação. Estas pessoas, ao contrário dos nativos digitais, não nasceram num mundo digital, pelo que têm que se adaptar à sociedade tecnológica e adquirir novas aprendizagens para que estejam mais bem informados, tenham uma maior participação social e possam manter ou reforçar os laços familiares com as gerações mais novas (Geração Digital ou Geração NET), com quem a interação será cada vez mais suportada pela Internet e baseada em Tecnologias Web 2.0.
Portanto, é fundamental promover a aproximação dos mais velhos ao mundo digital através de iniciativas locais de aquisição de competências digitais e que vão ao encontro dos seus interesses e necessidades. E se essas iniciativas de aprendizagem, suportadas pelas TIC, envolverem também as gerações mais jovens, numa perspetiva de desenvolvimento e convivência intergeracional, estamos a reforçar a inclusão dos mais velhos na sociedade, a combater a solidão e a exclusão social e a promover o ambicionado envelhecimento ativo. Desde 2010, a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança tem vindo a dinamizar oficinas de formação TIC através do Projeto Tin@ (Tecnologias de Informação para Netos e Avós). Este projecto destina-se a pessoas maiores de 50 anos e a crianças entre os 6 e 12 anos, e visa promover a coesão familiar entre netos e avós, o envelhecimento ativo e as relações intergeracionais através de ferramentas de comunicação/interacção Web.
Vitor Gonçalves e Maria Raquel Patrício
Publicado em 'Jornal Nordeste' de 31 Julho 2012.

31 julho, 2012

Mais de metade das universidades não vai aumentar propinas dos alunos

A propina mais barata do ensino superior público é de 780 euros e é paga nos institutos politécnicos do Cávado e Ave (IPCA) e de Bragança (IPB).
Mais de metade das instituições de ensino superior que já definiram as propinas para o próximo ano lectivo não vão mexer no valor que cada aluno tem que pagar. Das 20 universidades ouvidas pelo PÚBLICO, 12 decidiram não aumentar aquela prestação, ou seja, apenas oito vão seguir a recomendação feita em Abril pelo Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), no sentido de o valor arrecadado com a propina máxima poder ser encaminhado para um fundo social que permita apoiar os estudantes com dificuldades financeiras.
O receio de haver perda de estudantes num contexto de crise social e económica é o motivo apresentado para que o preço não seja alterado. Ainda assim, há cinco universidades e um instituto politécnico que vão cobrar o máximo permitido: 1037,20 euros.
A propina mais barata do ensino superior público é de 780 euros e é paga nos institutos politécnicos do Cávado e Ave (IPCA) e de Bragança. Em ambos os casos, a verba vai manter-se inalterada. "Pretendemos evitar o aumento das desistências por parte dos estudantes ou os pedidos de adiamento do pagamento de prestações de propinas", explica João Carvalho, presidente do IPCA.
A mesma justificação é apontada pelo presidente do Instituto Politécnico de Leiria, Nuno Mangas, onde a propina de licenciatura se vai manter nos 999 euros, para garantir que "nenhum estudante do IPL deixe de continuar estudos por falta de condições económicas". A instituição aplicou o mesmo princípio aos segundos ciclos, mantendo o valor das propinas nos mestrados cuja propina era igual à das licenciaturas, mas reduzindo os restantes, o que na maioria dos casos resulta num decréscimo de 25% do preço.
A manutenção dos preços das propinas foi decidida sobretudo por politécnicos (nove), mas foi seguida igualmente por três universidades: a dos Açores (940 euros), Trás-os-Montes e Alto Douro e Porto. Estas últimas mantêm os 999 euros do ano passado. "O conselho geral deliberou não aumentar a propina para o novo valor máximo permitido por lei com a intenção de não sobrecarregar os estudantes com custos nesta altura de grave crise económica", avalia a reitoria da Universidade do Porto.
A decisão de não aumentar as propinas pode ainda ser seguida por outras universidades e politécnicos. Do universo total de 29 instituições, há seis que ainda não decidiram o valor a cobrar aos estudantes no próximo ano lectivo, às quais se juntam os institutos de Viana do Castelo, Coimbra e Beja que não responderam às perguntas do PÚBLICO.
Em sentido contrário, oito instituições vão aumentar as propinas. A Universidade do Algarve decidiu rever o valor em 35 euros, passando a cobrar 965 euros anuais. Também a Universidade da Madeira vai fazer crescer o custo da frequência aos seus alunos para os 1035 euros. As restantes instituições que vão aumentar as propinas fixaram o valor máximo previsto pela Direcção-Geral do Ensino Superior. Assim, os estudantes que frequentem as universidades do Minho, Aveiro, Coimbra, Beira Interior e Técnica de Lisboa terão que desembolsar 1037,20 euros anuais, mais 37,49 euros do que no ano anterior. O único politécnico a seguir esta opção foi o de Lisboa, que definiu a propina máxima na generalidade das suas escolas, com excepção da Escola Superior de Educação e do Instituto Superior de Contabilidade e Administração.
O valor da propina máxima corresponde a uma actualização de 3,75%, que foi fixada tendo por base a variação do índice de preços no consumidor fixado pelo Instituto Nacional de Estatística.

Publicado em 'Público'.

27 julho, 2012

Corte no orçamento põe em causa sobrevivência de Politécnicos

Mais um corte no orçamento do Estado para as instituições de ensino superior.
No próximo ano, universidades e politécnicos vão ter uma redução média de cerca de 3 por cento nas transferências do poder central. Sobrinho Teixeira, presidente do Instituto Politécnico de Bragança e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, diz que a instituição de Bragança vai conseguir dar a volta a esta redução no orçamento, mas receia que alguns politécnicos não consigam sobreviver.
“A redução é sempre um problema. O IPB neste processo ficou relativamente bem. Nós tínhamos confiança que o aumento do número de alunos nos últimos anos se iria traduzir nalgum benefício para o instituto e o IPB foi o que teve a menor redução. Como presidente do CCISP não posso olhar para Bragança, mas tenho que olhar para todas as instituições e portanto queremos encontrar aqui formas alternativas, porque eu tenho receio que algumas instituições não consigam pagar as despesas permanentes com a transferência do orçamento de Estado”, realça o responsável.
Sobrinho Teixeira sublinha que as instituições vão negociar com o governo para encontrarem alternativas de financiamento. “Iremos conversas com o Governo, com a secretaria de Estado para serem encontradas fontes de receita principalmente para as instituições que tiveram cortes de cinco e seis por cento, porque já no ano passado houve um corte transversal de 8,5 por cento e estão numa situação muito complicada”, afirma Sobrinho Teixeira.
Entretanto, o secretário do Ensino Superior, João Filipe Queiró, reconhece que as instituições vão ter dificuldades com mais um corte no orçamento, mas justifica esta decisão com a crise que o País atravessa. “Vão sobreviver em dificuldade como todo o País. A redução média andou pelos 2,5 por cento, não tem qualquer comparação com o que aconteceu no ano passado, ainda assim é uma redução e corresponde às dificuldades que o País atravessa”, justifica o secretário de Estado. O governante a confirmar mais um corte no orçamento para as instituições de ensino superior no próximo ano.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

«As mais altas, as mais largas, as maiores e as mais velhas»

Ciênci@Bragança
De que falamos? Leia mais um pouco e surpreenda-se. A Assembleia-Geral das Nações Unidas declarou 2011 como o Ano Internacional das Florestas para, deste modo, sensibilizar a comunidade internacional para a necessidade de uma gestão sustentável, conservação e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas, sob o lema "Floresta para todos". Um lema que desafia todas as pessoas a conhecer a Floresta, valorizando todos os recursos que dela provêm e englobando todas as árvores nela contidas. Começando pelo desafio do conhecimento mais fundamental da sua morfologia, perguntamos: conhece as mais altas, as mais grossas, as maiores e as mais velhas ÁRVORES do mundo? Algumas espécies de árvores apresentam copas altíssimas, sombreando as florestas, enquanto outras têm ramos antigos e nodosos, que pouco, abrigo oferecem nas paisagens áridas. Muitas destas árvores tornaram-se presas do abate madeireiro intensivo e da invasão humana. Algumas, contudo, persistem. Conheçamos então as "mais", dentro dos parâmetros de altura, diâmetro, volume e idade.
As mais altas. As árvores mais altas do planeta são as sequóias sempre-verdes (Sequoia sempervirens) da costa norte-americana do Pacífico. A mais alta, à qual foi posto o nome de Hyperion, (estes nomes personificam as árvores e assim ajudam a fomentar o apoio à sua contínua proteção) foi descoberta em 2006, no Parque Natural das Sequoias, na Califórnia. Com 115,6 metros de altura, é uma das espantosas 180 sequoias conhecidas com mais de 107 metros. O eucalipto da Tasmânia, a mais alta planta angiospérmica do mundo, é endémica de dois estados australianos, Victoria e Tasmânia. Em 2008, descobriu-se um exemplar de eucalipto "o Centurion", da espécie (Eucalyptus regnans), que atingiu novo recorde, com 99,6 metros de altura. O Centurion é não só o eucalipto mais alto do mundo mas também a angiospérmica mais alta do mundo.
As mais grossas. Necessitando de água, o taxódio-de-montezuma pode nunca atingir grandes alturas como os concorrentes. Mas esta espécie pode atingir grandes dimensões em diâmetro ou circunferência. A árvore de Tule ou cipreste de Montezuma ou ahuehuete (o homem velho da água), como é conhecida, é a árvore de tronco único mais grossa do mundo e localiza-se em Santa Maria del Tule, no estado mexicano de Oxaca. Trata-se de um exemplar de taxódio (Taxodium mucronatum) com 11,62 metros de diâmetro, o que corresponde a 36,2 metros de circunferência (medição de 2005). Estima-se que tenha entre 1200 e 3000 anos.
As maiores em volume, mais majestosas. A sequoia-gigante "General Sherman" é a maior árvore de tronco único em termos de volume total de madeira. No Parque Nacional das Sequoias, um monstro com 83,8 metros de altura deteve o recorde de tamanho durante quase 8 décadas - atualmente tem 1487 metros cúbicos só no tronco principal. As sequoias-gigantes têm uma casca grossa e rugosa (pode ter 90 centímetros de espessura na base do tronco) que ajuda a protegê-las dos incêndios florestais; as pinhas abertas pelo calor de um incêndio podem espalhar milhões de sementes numa área equivalente a meio campo de futebol.
As mais velhas. As árvores mais velhas são os pinheiros da espécie Pinus longaeva. Um espécime da Califórnia, a quem foi dado o nome de Matusalém, é considerado o mais antigo organismo não clonado que se conhece, tendo sobrevivido 4800 anos. As raízes superficiais destas coníferas, permitem-lhes absorver água, enquanto as agulhas ajudam a reter humidade. Em ambientes extremos, este pinheiro não mede mais do que 9 metros, mas o tronco robusto continua a ganhar peso. Com frequência, tiras estreitas de caule sustentam a folhagem em troncos maioritariamente mortos. As espécies coníferas são as mais antigas. É o caso dos pinheiros californianos Pinus longaeva e das sequoias. No entanto, uma das árvores mais velhas (se considerarmos os clones, na medida em que resultam da propagação vegetativa do pé original) localiza-se na ilha australiana da Tasmânia, na reserva florestal do monte Real, situada a uma altitude de cerca de 1000 metros. Este fóssil vivo, Lagarostrobos franklinni, é uma conífera com uma idade estimada de 10 mil anos. Este exemplar foi capaz de estender os seus ramos por duas eras geológicas. Quando a sua semente germinou, ainda o Homem andava a pintar as gravuras de Foz Coa. Um outro exemplar bastante mais velho, igualmente um clone, mas de Populus tremuloides, está referenciado no Utah, USA, com estimativas de idade entre 80 mil anos e 1 milhão de anos.
Publicado em 'Mensageiro' de 26/07/2012.

Visualização de células sanguíneas em microcanais

Ciênci@Bragança
O corpo humano possui aproximadamente cinco litros de sangue, sendo este um dos elementos fundamentais do organismo. Assim, para compreender melhor o seu comportamento e propriedades, têm sido efectuados vários estudos. Um dos grandes desafios atuais é conseguir obter a geometria (tamanho e posição relativa) dos vasos sanguíneos o mais próxima possível da realidade. Uma abordagem possível é a utilização de microcanais (canais com dimensões próximas a um fio de cabelo) em polidimetilsiloxano (PDMS), um silicone. Através desta técnica, conhecida por litografia suave, é possível construir geometrias semelhantes às dos vários tipos de artérias: arteriolas, capilares evénulas.
Para efetuar estes estudos, é necessário efetuar a colheita de sangue animal ou humano e proceder à separação de todos os seus constituintes através de várias centrifugações (processo pelo qual se consegue separar os glóbulos vermelhos do plasma e dos restantes elementos celulares), para se poder obter apenas os glóbulos vermelhos.
Em seguida, é necessário imprimir os micro canais com uma impressora de alta resolução e, com o auxílio de equipamentos existentes numa sala limpa (local com um ambiente controlado para fabricar produtos onde a contaminação por partículas presentes no ar pode interferir no resultado final), é possível obter um molde de uma geometria similar a uma arteríola. O molde é coberto com PDMS, o qual necessita de ir alguns minutos ao forno para se tornar rigido. O passo seguinte é retirar o molde do PDMS, e aderir o PDMS a uma lamela de vidro.
Com o microcanal e a amostra de sangue assim preparados, podemos passar para a última fase deste processo e observar o escoamento das células sanguíneas no interior do microcanal. Com o apoio de um microscópio e de uma câmara de alta velocidade é possível observar, gravar imagens e vídeos dos glóbulos vermelhos para serem estudados, posteriormente, com mais detalhe. Este tipo de estudos são muito importantes, pois permitem melhorar o conhecimento das células sanguíneas e o seu comportamento em microcanais. Possibilitam também o desenvolvimento de novas técnicas e métodos de análises clínicas, com aplicações quer na prevenção quer no tratamento de alguns tipos de doenças.
Publicado em 'Jornal Nordeste' de 24/07/2012.

Caça ao tesouro no Castelo

A Junta de Freguesia de Santa Maria e as alunas do 3.º ano do Curso de Arte e Design da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, organizaram uma caça ao tesouro, na qual participaram cerca de 70 pessoas.
Trata-se de uma actividade que conjugou as vertentes da História e do Património, com a vertente lúdica. A iniciativa teve lugar no Castelo de Bragança e pretendeu dar a conhecer os factos históricos associados à princesa e à sua torre. No final, as equipas participantes, foram premiadas com o livro “D. Mendo e o Rapto da Princesa da Arménia”, de António Afonso.  
Publicado em 'Jornal Nordeste'.