Exibido em 'RTP'.
26 outubro, 2012
Pagar dívidas com diálogo
Ministro da Educação promete resolver problemas de financiamento dos politécnicos com diálogo
O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, prometeu hoje que os problemas de financiamento dos institutos politécnicos decorrentes do Orçamento do Estado para 2013 vão ser resolvidos com diálogo. “São problemas que temos que resolver em diálogo com os presidentes dos institutos politécnicos e com os reitores das universidades”, afirmou o ministro.
Em declarações aos jornalistas à margem da inauguração de um centro escolar no Marco de Canaveses, Nuno Crato recordou que desde 2006 “as instituições de ensino superior sofrem reduções nas transferências do Orçamento do Estado”. “São coisas que nos preocupam. Nós estamos a passar por dificuldades extraordinárias”, lembrou.
Os presidentes dos institutos politécnicos assumiram na segunda-feira que não se responsabilizam pela execução orçamental, perante os cortes anunciados na sequência da elaboração do Orçamento do Estado, e desafiam a tutela a dizer como funcionarão as instituições.
O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), João Sobrinho Teixeira, denunciou que as instituições viram os orçamentos que já haviam aprovado “alterados à sua revelia”, tendo sido confrontadas com um corte adicional de oito por cento.
Publicado em 'Maior TV'.
Em declarações aos jornalistas à margem da inauguração de um centro escolar no Marco de Canaveses, Nuno Crato recordou que desde 2006 “as instituições de ensino superior sofrem reduções nas transferências do Orçamento do Estado”. “São coisas que nos preocupam. Nós estamos a passar por dificuldades extraordinárias”, lembrou.
Os presidentes dos institutos politécnicos assumiram na segunda-feira que não se responsabilizam pela execução orçamental, perante os cortes anunciados na sequência da elaboração do Orçamento do Estado, e desafiam a tutela a dizer como funcionarão as instituições.
O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), João Sobrinho Teixeira, denunciou que as instituições viram os orçamentos que já haviam aprovado “alterados à sua revelia”, tendo sido confrontadas com um corte adicional de oito por cento.
Publicado em 'Maior TV'.
IPB sem dinheiro para aquecimento
O orçamento do Instituto Politécnico de Bragança para o próximo ano não é exequível.
É o próprio presidente quem o diz. Em Junho o Governo tinha informado de que iria haver um corte de 3,5% nos orçamentos para as instituições de ensino politécnico. Mas agora o corte ronda os 8%. “Todo o ano lectivo está planeado em função esse corte que era o que nos disseram que ia acontecer. De repente e sem aviso prévio, aquando da entrega do orçamento de estado, consultámos no site da Direcção-geral do Orçamento vimos que ele tinha sido alterado”, explica Sobrinho Teixeira, acrescentando que “há aqui um agravamento real desse corte em cerca de 8%. Isso é insustentável e o orçamento não é executável”.
O também presidente do Conselhos Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos do lembra que há encargos fixos que têm de ser assumidos e para os quais não há dinheiro. Por isso, considera que só será possível gerir as instituições se houver alterações, caso contrário vai ter de se infringir a lei. “O financiamento que nos é atribuído não cobre sequer esses custos fixos e o problema só pode ser resolvido fazendo uma abordagem diferente aos cortes que foram realizados ou vamos ter de cometer ilegalidades”, avisa. Por isso, “queremos ver com o ministério se há uma forma de resolver isso ou então que as autoridades nacionais nos digam que ilegalidades é que os presidentes estão autorizados a realizar”.
No caso do IPB há um corte de um milhão e meio de euros. Sobrinho Teixeira revela que não há dinheiro para garantir o aquecimento. “Nós tínhamos previsto 240 mil euros para aquecimento, que já era uma redução substancial face a anos transactos e foram-nos retirados 200 mil euros dessa rubrica, restando apenas 40 mil que dá para o mês de Janeiro e pouco mais”, afirma. No próximo ano, o orçamento do IPB será de 14 milhões de euros.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
É o próprio presidente quem o diz. Em Junho o Governo tinha informado de que iria haver um corte de 3,5% nos orçamentos para as instituições de ensino politécnico. Mas agora o corte ronda os 8%. “Todo o ano lectivo está planeado em função esse corte que era o que nos disseram que ia acontecer. De repente e sem aviso prévio, aquando da entrega do orçamento de estado, consultámos no site da Direcção-geral do Orçamento vimos que ele tinha sido alterado”, explica Sobrinho Teixeira, acrescentando que “há aqui um agravamento real desse corte em cerca de 8%. Isso é insustentável e o orçamento não é executável”.
O também presidente do Conselhos Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos do lembra que há encargos fixos que têm de ser assumidos e para os quais não há dinheiro. Por isso, considera que só será possível gerir as instituições se houver alterações, caso contrário vai ter de se infringir a lei. “O financiamento que nos é atribuído não cobre sequer esses custos fixos e o problema só pode ser resolvido fazendo uma abordagem diferente aos cortes que foram realizados ou vamos ter de cometer ilegalidades”, avisa. Por isso, “queremos ver com o ministério se há uma forma de resolver isso ou então que as autoridades nacionais nos digam que ilegalidades é que os presidentes estão autorizados a realizar”.
No caso do IPB há um corte de um milhão e meio de euros. Sobrinho Teixeira revela que não há dinheiro para garantir o aquecimento. “Nós tínhamos previsto 240 mil euros para aquecimento, que já era uma redução substancial face a anos transactos e foram-nos retirados 200 mil euros dessa rubrica, restando apenas 40 mil que dá para o mês de Janeiro e pouco mais”, afirma. No próximo ano, o orçamento do IPB será de 14 milhões de euros.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
24 outubro, 2012
Politécnicos alertam: É "impossível funcionar com um corte adicional de 8%"
Os presidentes dos institutos politécnicos assumiram hoje que não se responsabilizam pela execução orçamental, perante os cortes anunciados na sequência da elaboração do Orçamento do Estado, e desafiam a tutela a dizer como funcionarão as instituições.
O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), João Sobrinho Teixeira, denunciou hoje que as instituições viram os orçamentos que já haviam aprovado "alterados à sua revelia", tendo sido confrontadas com um corte adicional de oito por cento.
Em causa, segundo Sobrinho Teixeira, está "um grave desrespeito" pela autonomia das instituições de ensino superior, que fizeram os respetivos orçamentos para o ano letivo em curso com base no ´plafond´ atribuído pela tutela em julho.
O corte médio era então de 3,2% e foi com base neste valor que foram assumidos os compromissos com estudantes, professores e outras entidades pelo menos até setembro do próximo ano alerta o CCISP numa nota emitida hoje.
O presidente do CCISP, Sobrinho Teixeira, diz por isso ser "impossível funcionar com um corte adicional de oito por cento", o que implicará que fiquem coisas por pagar.
"Perante este cenário, revelado pelas alterações previstas no OE para 2013, os politécnicos são perentórios em afirmar que não há qualquer possibilidade de os dirigentes das instituições se poderem responsabilizar", lê-se no texto.
Sobrinho Teixeira diz ainda que o OE contém "omissões graves" e que as verbas correspondentes à reposição de um ordenado (13.º mês) "não foram respostas em relação aos valores retirados no ano anterior", além de que o acréscimo dos encargos com a Caixa Geral de Aposentações em cinco por cento "não teve a respetiva contrapartida no ´plafond´ das instituições", o que se traduz "num aumento incomportável para as instituições".
O responsável do CCISP lembra ainda o acréscimo de encargos com reduções sucessivas de orçamentos nos últimos anos que diz serem já superiores a 30%. "Só em 2012 e 2013, as instituições de ensino superior já sofreram um corte de cerca de 12%, a que acresce agora este novo corte", afirma.
Depois desta posição pública, o CCISP vai solicitar audiências à tutela, aos grupos parlamentares e às comissões de Finanças e Educação, esperando conseguir impedir ainda que sejam concretizadas "medidas tão prejudiciais" que afirma porem em causa a sustentabilidade do ensino superior.
"Terá de ser a tutela a dizer como poderemos por em prática este orçamento", sublinha.
Publicado em 'Económico'.
Em causa, segundo Sobrinho Teixeira, está "um grave desrespeito" pela autonomia das instituições de ensino superior, que fizeram os respetivos orçamentos para o ano letivo em curso com base no ´plafond´ atribuído pela tutela em julho.
O corte médio era então de 3,2% e foi com base neste valor que foram assumidos os compromissos com estudantes, professores e outras entidades pelo menos até setembro do próximo ano alerta o CCISP numa nota emitida hoje.
O presidente do CCISP, Sobrinho Teixeira, diz por isso ser "impossível funcionar com um corte adicional de oito por cento", o que implicará que fiquem coisas por pagar.
"Perante este cenário, revelado pelas alterações previstas no OE para 2013, os politécnicos são perentórios em afirmar que não há qualquer possibilidade de os dirigentes das instituições se poderem responsabilizar", lê-se no texto.
Sobrinho Teixeira diz ainda que o OE contém "omissões graves" e que as verbas correspondentes à reposição de um ordenado (13.º mês) "não foram respostas em relação aos valores retirados no ano anterior", além de que o acréscimo dos encargos com a Caixa Geral de Aposentações em cinco por cento "não teve a respetiva contrapartida no ´plafond´ das instituições", o que se traduz "num aumento incomportável para as instituições".
O responsável do CCISP lembra ainda o acréscimo de encargos com reduções sucessivas de orçamentos nos últimos anos que diz serem já superiores a 30%. "Só em 2012 e 2013, as instituições de ensino superior já sofreram um corte de cerca de 12%, a que acresce agora este novo corte", afirma.
Depois desta posição pública, o CCISP vai solicitar audiências à tutela, aos grupos parlamentares e às comissões de Finanças e Educação, esperando conseguir impedir ainda que sejam concretizadas "medidas tão prejudiciais" que afirma porem em causa a sustentabilidade do ensino superior.
"Terá de ser a tutela a dizer como poderemos por em prática este orçamento", sublinha.
Publicado em 'Económico'.
Politécnicos alertam para colapso
"Não sabemos como cumprir o que está orçamentado sem violar a lei. Vamos pedir ao Governo que nos explique como o fazer." É assim que Sobrinho Teixeira, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superior Politécnicos (CCISP), sintetiza o impacto do Orçamento do Estado para 2013 nestas instituições.
O CCISP estima em "cerca de 23,5 milhões de euros" o corte que os politécnicos irão sofrer no próximo ano. Um valor que já inclui os 3.2% de cortes decididos em meados deste ano - cerca de oito milhões de euros -, a que se somarão "quase mais 8%" referentes a encargos não compensados com os descontos para a ADSE - que sobem de 15% para 2O% - e a reposição do subsídio de Natal.
"A única forma que temos de cumprir o que está orçamentado é despedindo professores dos quadros, o que é ilegal, ou deixando de pagar ADSE", disse ao DN o presidente do CCISP.
Os politécnicos acusam ainda a Direção-Geral do Orçamento de violar a autonomia das instituições ao "decidir" onde estas vão cortar para compensarem o rombo de tesouraria.
"Há politécnicos que sofrem um corte na segurança, outros na luz. No nosso caso (dirige o Politecnico de Bragança), baixaram-me as verbas com o aquecimento de 240 mil para 40 mil" contou Sobrinho Teixeira.
"40 mil euros é o que nos custa o aquecimento do mês de janeiro", prosseguiu. "Talvez pretendam que feche o instituto em fevereiro, quando não houver verba para aquecer as salas de aula". Não foi possível ouvir o Conselho de Reitores em tempo útil.
Publicado em 'Diário de Notícias'.
O CCISP estima em "cerca de 23,5 milhões de euros" o corte que os politécnicos irão sofrer no próximo ano. Um valor que já inclui os 3.2% de cortes decididos em meados deste ano - cerca de oito milhões de euros -, a que se somarão "quase mais 8%" referentes a encargos não compensados com os descontos para a ADSE - que sobem de 15% para 2O% - e a reposição do subsídio de Natal.
"A única forma que temos de cumprir o que está orçamentado é despedindo professores dos quadros, o que é ilegal, ou deixando de pagar ADSE", disse ao DN o presidente do CCISP.
Os politécnicos acusam ainda a Direção-Geral do Orçamento de violar a autonomia das instituições ao "decidir" onde estas vão cortar para compensarem o rombo de tesouraria.
"Há politécnicos que sofrem um corte na segurança, outros na luz. No nosso caso (dirige o Politecnico de Bragança), baixaram-me as verbas com o aquecimento de 240 mil para 40 mil" contou Sobrinho Teixeira.
"40 mil euros é o que nos custa o aquecimento do mês de janeiro", prosseguiu. "Talvez pretendam que feche o instituto em fevereiro, quando não houver verba para aquecer as salas de aula". Não foi possível ouvir o Conselho de Reitores em tempo útil.
Publicado em 'Diário de Notícias'.
22 outubro, 2012
19 outubro, 2012
IPB ganha investimento de 4,4 ME em novas instalações
O problema da falta de instalações para o ensino superior público em Mirandela, que se arrasta há mais de uma década, está prestes a ser ultrapassado com a construção de um novo edifício, foi hoje anunciado.
A Câmara de Mirandela e o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) conseguiram, apesar da contenção financeira nacional, assegurar financiamento para o investimento de 4,4 milhões de euros na construção de instalações para a Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo. Há mais de uma década que aquela que é das mais procuradas entre as cinco escolas do politécnico de Bragança funciona em instalações emprestadas do município de Mirandela. O novo edifício já foi adjudicado à CARI Construtores, empresa do grupo DST, e as obras deverão arrancar ainda durante o mês de Outubro, de acordo com as previsões avançadas pelo construtor, que aponta a conclusão da obra para Outubro de 2014.
As futuras instalações estendem-se por seis mil metros quadrados, num terreno cedido pela câmara de Mirandela, e apresentam 28 salas, dois anfiteatros, uma cantina, uma cafetaria, três laboratórios, uma livraria, duas bibliotecas, uma de consulta e leitura e outra multimédia, e um parque de estacionamento com lugares para 100 viaturas.
Alunos têm crescido
O projecto ficou aquém das pretensões iniciais do município e do IPB, que pretendiam transformar um bairro social da cidade transmontana num pólo universitário, recuperando também alguns apartamentos do mesmo bairro para residências de estudantes. A ideia era resolver dois problemas: o da falta de instalações para o ensino superior e o da degradação do bairro social. O presidente da Câmara de Mirandela, António Branco, explica que essa parte do projecto não foi aprovada, pelo que será apenas construído o novo edifício num terreno junto ao bairro social. O autarca realçou que esta escola tem registado um crescimento do número de alunos, contrariando a tendência nacional de redução das entradas no ensino superior.
A escola tem mais de mil alunos distribuídos por nove licenciaturas, nomeadamente Gestão e Administração Pública, Informática e Comunicações, Marketing, Multimédia, Solicitadoria, Design de Jogos Digitais, Turismo e Guia Intérprete.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
A Câmara de Mirandela e o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) conseguiram, apesar da contenção financeira nacional, assegurar financiamento para o investimento de 4,4 milhões de euros na construção de instalações para a Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo. Há mais de uma década que aquela que é das mais procuradas entre as cinco escolas do politécnico de Bragança funciona em instalações emprestadas do município de Mirandela. O novo edifício já foi adjudicado à CARI Construtores, empresa do grupo DST, e as obras deverão arrancar ainda durante o mês de Outubro, de acordo com as previsões avançadas pelo construtor, que aponta a conclusão da obra para Outubro de 2014.
As futuras instalações estendem-se por seis mil metros quadrados, num terreno cedido pela câmara de Mirandela, e apresentam 28 salas, dois anfiteatros, uma cantina, uma cafetaria, três laboratórios, uma livraria, duas bibliotecas, uma de consulta e leitura e outra multimédia, e um parque de estacionamento com lugares para 100 viaturas.
Alunos têm crescido
O projecto ficou aquém das pretensões iniciais do município e do IPB, que pretendiam transformar um bairro social da cidade transmontana num pólo universitário, recuperando também alguns apartamentos do mesmo bairro para residências de estudantes. A ideia era resolver dois problemas: o da falta de instalações para o ensino superior e o da degradação do bairro social. O presidente da Câmara de Mirandela, António Branco, explica que essa parte do projecto não foi aprovada, pelo que será apenas construído o novo edifício num terreno junto ao bairro social. O autarca realçou que esta escola tem registado um crescimento do número de alunos, contrariando a tendência nacional de redução das entradas no ensino superior.
A escola tem mais de mil alunos distribuídos por nove licenciaturas, nomeadamente Gestão e Administração Pública, Informática e Comunicações, Marketing, Multimédia, Solicitadoria, Design de Jogos Digitais, Turismo e Guia Intérprete.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.
17 outubro, 2012
Politécnico de Bragança aumentou entradas com acessos alternativos de alunos
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) contabilizou este ano mais cem entradas de alunos do que no ano transato, somando mais de dois mil novos estudantes, a maioria oriunda dos chamados novos públicos.
Os "maiores de 23", os cursos de especialização tecnológica e estudantes estrangeiros representam mais de metade, 55 %, das novas entradas, enquanto que o número de alunos que entraram através do Gabinete Nacional de Ingresso ficou em valores semelhantes ao ano anterior, adiantou hoje à Lusa o presidente da instituição.
Sobrinho Teixeira explicou que as entradas superaram as vagas inicialmente disponibilizadas, 1.870, com o instituto a recorrer à possibilidade legal de alargar esse número, o que permitiu superou as duas mil entradas.
O instituto não escapou, porém, à quebra nacional nas engenharias e ciências agrárias, com vários cursos sem qualquer candidato, em virtude da alteração da forma de acesso, que o presidente do IPB considerou "preocupante", manifestando a expectativa de que, no próximo ano letivo, a situação seja corrigida pelo Ministério da Educação.
As entradas registadas este ano irão permitir ao politécnico de Bragança manter o número total de sete mil alunos que frequentam as cinco escolas superiores.
O responsável sublinhou que o IPB "começou a apostar, desde há algum tempo, em outras formas de acesso, de recrutamento, dentro daquilo que deve ser a missão de uma instituição politécnica e de uma instituição do interior e com grande vocação de internacionalização".
"Eu acho que o politécnico de Bragança está a cumprir, de facto, essa diferenciação, para nem todos fazermos o mesmo", afirmou.
A aposta é para manter nos próximos anos, abrindo a instituição "ao recrutamento de alunos que querem frequentar cursos mais profissionais, de especialização tecnológica e, sobretudo, ao aumento de alunos internacionais".
O IPB contabiliza um milhar de alunos estrangeiros, que representa 13 % do total da comunidade estudantil, ao abrigo de vários programas de intercâmbio, nomeadamente com os países da lusofonia.
"Bragança tem condições ímpares em termos de qualidade e custo de vida para poder acomodar alunos estrangeiros", considerou.
Sobrinho Teixeira lembrou ainda que a instituição transmontana "ficou em primeiro lugar em dois índices do 'ranking' ibero-americano de instituições de investigação, fazendo sobretudo investigação aplicada, ligada àquilo que são os problemas da região".
Publicado em 'Porto Canal'.
Os "maiores de 23", os cursos de especialização tecnológica e estudantes estrangeiros representam mais de metade, 55 %, das novas entradas, enquanto que o número de alunos que entraram através do Gabinete Nacional de Ingresso ficou em valores semelhantes ao ano anterior, adiantou hoje à Lusa o presidente da instituição.
Sobrinho Teixeira explicou que as entradas superaram as vagas inicialmente disponibilizadas, 1.870, com o instituto a recorrer à possibilidade legal de alargar esse número, o que permitiu superou as duas mil entradas.
O instituto não escapou, porém, à quebra nacional nas engenharias e ciências agrárias, com vários cursos sem qualquer candidato, em virtude da alteração da forma de acesso, que o presidente do IPB considerou "preocupante", manifestando a expectativa de que, no próximo ano letivo, a situação seja corrigida pelo Ministério da Educação.
As entradas registadas este ano irão permitir ao politécnico de Bragança manter o número total de sete mil alunos que frequentam as cinco escolas superiores.
O responsável sublinhou que o IPB "começou a apostar, desde há algum tempo, em outras formas de acesso, de recrutamento, dentro daquilo que deve ser a missão de uma instituição politécnica e de uma instituição do interior e com grande vocação de internacionalização".
"Eu acho que o politécnico de Bragança está a cumprir, de facto, essa diferenciação, para nem todos fazermos o mesmo", afirmou.
A aposta é para manter nos próximos anos, abrindo a instituição "ao recrutamento de alunos que querem frequentar cursos mais profissionais, de especialização tecnológica e, sobretudo, ao aumento de alunos internacionais".
O IPB contabiliza um milhar de alunos estrangeiros, que representa 13 % do total da comunidade estudantil, ao abrigo de vários programas de intercâmbio, nomeadamente com os países da lusofonia.
"Bragança tem condições ímpares em termos de qualidade e custo de vida para poder acomodar alunos estrangeiros", considerou.
Sobrinho Teixeira lembrou ainda que a instituição transmontana "ficou em primeiro lugar em dois índices do 'ranking' ibero-americano de instituições de investigação, fazendo sobretudo investigação aplicada, ligada àquilo que são os problemas da região".
Publicado em 'Porto Canal'.
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