06 novembro, 2012

IPB estreita relações com Cabo Verde

O Instituto Politécnico de Bragança e a Câmara da Boavista, em Cabo Verde, assinaram um protocolo de cooperação, para que os estudantes desta ilha possam estudar no IPB.
Sobrinho Teixeira, diz que Bragança tem condições únicas para os alunos cabo-verdianos fazerem as suas qualificações. “Bragança, a região e o Politécnico têm condições únicas para poderem fazer essa qualificação porque tem um ensino de grande qualidade, reconhecido nacional e internacionalmente”, salientou.
O presidente do IPB avança que no próximo ano já devem chegar os primeiros estudantes da Boavista. “Já fizemos protocolos com a Câmara do Sal e do Mindelo, esperamos que venham várias centenas de jovens de Cabo Verde para Bragança”, explicou Sobrinho Teixeira.
Já o presidente da Câmara da Boavista, José Almeida, destaca a qualidade de ensino do IPB e os laços de amizade entre Portugal e Cabo Verde. “Se hoje Cabo Verde está onde está, principalmente na área da formação, é graças à cooperação com Portugal”, sublinhou.
 A assinatura do protocolo decorreu no âmbito do Encontro Nacional de Estudantes Boa-vistenses que estão a estudar em Portugal.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Praxes solidárias ganham dimensão em Bragança

As Associações de Estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão e da Escola Agrária, em Bragança, estão empenhadas em ajudar quem mais precisa.
As praxes solidárias ganharam dimensão na academia brigantina, quer através de donativos de alimentos ou de roupa, para entregar às instituições da cidade. Ontem, o bar Lagoa Azul, foi palco do Baile Solidário, organizado pela associação de estudantes da ESTIG. O presidente da associação, Luís Pereira, realça que esta iniciativa já se realiza há 3 anos, para que a praxe contribua para ajudar quem mais precisa. “Para além da parte solidária, que é a parte mais importante, é também uma forma diferente de integrar os caloiros na nossa cidade”, explicou.
Já durante o dia de ontem, a Associação de Estudantes da Agrária recolheu alimentos não perecíveis, para entregar às instituições de solidariedade social. Ricardo Fão, da Associação de Estudantes, realça que este tipo de acções já foi feito em anos anteriores e foi um sucesso. “Apesar das pessoas estarem num período de crise, esperamos resultados idênticos ao dos anos anteriores, que foi perto de uma tonelada”, sublinhou.
Ao longo da Semana, todos os que quiserem contribuir com alimentos ou roupas, também podem deixar o seu donativo nos vários pontos de recolha da Escola de Tecnologia e Gestão.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

05 novembro, 2012

Capes em parceria com CNPq aprova projeto Programa Pesquisador Visitante Especial para o Programa de Pós-Graduação em Zootecnia

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Capes, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, sob as regras do Edital N° 61/2011 - Programa Pesquisador Visitante Especial, aprovou o Projeto intitulado Caracterização de ovinos “naturalizados sul-mato-grossenses” e “Pantaneiros”, enviado pelo Programa de Pós-Graduação em Zootecnia, e tem como Coordenador Técnico o Prof. Dr. José Carlos da Silveira Osório, que é Professor Visitante Nacional Sênior-PVNS do PPGZ.
O Projeto aprovado através do Programa Pesquisador Visitante Especial, inclui recursos para 1 (uma) bolsa de estudo para Pesquisador Visitante Especial, 2 (duas) Bolsas para Estágio Pós-Doutoral no País, passagens aéreas ou auxílio-deslocamento e 100.000,00 (cem mil Reais) para recursos de custeio e de capital.
De acordo com o Edital 61/2011, o objetivo da modalidade do Programa Pesquisador Visitante Especial é “fomentar o intercâmbio e a cooperação científica e tecnológica entre grupos de pesquisa nacionais e do exterior, por meio da atração de lideranças internacionais que tenham destacada produção científica e tecnológica nas áreas prioritárias do Programa Ciência sem Fronteiras”.
Segundo o coordenador do PPGZ Prof. Dr. Fernando M. Vargas Junior a aprovação deste projeto vem no caminho de um trabalho que esta sendo realizado desde o inicio, que é qualificar as pesquisas e internacionalizar o programa com o apoio dos PVNS. Teremos a oportunidade de ter durante dois anos consecutivos um pesquisador de grande qualificação internacional, o prof. Dr. Alfredo Teixeira (Escola Superior Agrária - Instituto Politécnico de Bragança – Portugal), co-orientando, ministrando disciplinas, cursos e palestras, além de somar seu “networking” conosco.
Publicado em 'UFGD'.

Valorizar a Castanha

Cultura rentável em que vale a pena apostar

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Estudantes do IPB preocupados com a falta de verba para aquecimento

Sem aquecimento das salas não haverá condições para ter aulas. É a reacção do presidente da Associação Académica do IPB ao corte no orçamento desta instituição de ensino.
O IPB tem apenas 40 mil euros para gastar no próximo ano em aquecimento. Uma verba que só chega para o mês de Janeiro. “Numa região fria como é Bragança só termos disponíveis 40 mil euros para aquecimento é irrisório pois são cinco escolas, duas cantinas, três residências. Não vai dar para as necessidades”, refere Luís Dias, acrescentando que “se não estamos confortáveis é meio caminho andado para não termos sucesso escolar”.
Declarações feitas durante a apresentação da semana do caloiro que começa terça-feira. Vão ser cinco dias de animação dedicados aos novos alunos do IPB.
O presidente da associação salienta que não foi fácil organizar esta semana em 10 dias, depois da tomada de posse da nova direcção. “A nossa maior dificuldade foi ter a disponibilidade das bandas escolhidas e acertar todos os pormenores em tão pouco espaço de tempo”, afirma. “Queríamos trazer uma banda na quarta-feira mas não estava disponível e depois acabámos por trazer Mind da Gap que estava disponível a um preço aceitável para esse dia”, acrescenta.
Luís Dias prefere não falar nos valores do orçamento, mas realça que o preço do bilhete geral vai diminuir um euro. “Baixámos o preço do bilhete geral mas do diário ainda vamos analisar”, afirma. Mas já está decidido que “sexta-feira o bilhete vai ter um preço único para estudante e não-estudante porque não queremos fechar-nos na comunidade estudantil mas antes chamar a restante população da região”. De 6 a 10 de Novembro vão passar pelo pavilhão do NERBA nomes como Mind da Gap, Mónica Ferraz, Quim Barreiros e Azeitonas.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

02 novembro, 2012

Associação Académica do IPB ajuda alunos com dificuldades

Desde que a nova Associação Académica do IPB tomou posse, há menos de um mês, já recebeu 10 pedidos de ajuda de alunos com dificuldades económicas.
O presidente da associação, Luís Dias, garante o sigilo de todas as solicitações. “Espero que não fiquem inibidos, e que se tiverem problemas que venham falar connosco”, frisou.
Este ano, entraram mais 150 novos alunos do que no ano passado. O presidente do Instituto Politécnico, Sobrinho Teixeira, diz que este aumento se deve à qualidade do ensino. “Tem o corpo docente mais qualificado de todo o Politécnico, consegue ficar nos melhores rankings de investigação de todos os politécnicos e universidades do País, e tem o maior programa de internacionalização quando olhamos à sua dimensão”, explicou.
Para além dos apoios definidos por lei, os Serviços de Acção Social, prestam outros serviços aos estudantes, nomeadamente apoio psicológico. A garantia é do administrador destes serviços do IPB, Osvaldo Régua, que diz que “o gabinete de saúde está disponível a toda a hora, sempre que o aluno necessitar”. Declarações prestadas ontem, durante a Recepção ao Caloiro do IPB.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Instituto firma acordos com instituições portuguesas

Estudantes do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) poderão participar, em breve, de intercâmbio com instituições de ensino portuguesas. A novidade é fruto de um protocolo de intenções assinado entre o IF Goiano e o Instituto Politécnico de Bragança, durante a recente missão de reitores dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia a Portugal.
O documento estipula a ida de quatro alunos brasileiros ao país estrangeiro por ano por meio do Programa Ciência sem Fronteiras, com todas as despesas pagas, assim como permite a vinda de quatro estudantes portugueses para estudar no IF Goiano. Acordos semelhantes estão sendo firmados com os Institutos Politécnicos de Portoalegre e Setúbal, outras instituições visitadas durante a missão a Portugal, ocorrida entre os dias 29 de setembro e 5 de outubro deste ano.
Além das oportunidades abertas para estudantes, a viagem ao país abriu também as portas para servidores se capacitarem. Em encontro com o vice-reitor da Universidade do Minho, situada em Braga, o reitor do IF Goiano, Vicente Pereira de Almeida, alinhavou um convênio para a oferta de Mestrado e Doutorado nas áreas de Educação e Ciências Biológicas. Na ocasião, o gestor da instituição portuguesa acordou com Vicente visita, ainda neste ano, a um dos câmpus do IF Goiano para acertar os últimos detalhes da parceria.
Vicente está satisfeito com os acordos firmados na missão portuguesa. “Essa ação foi muito importante para a Rede Federal. Dar oportunidade aos nossos alunos e servidores para estudarem fora em escolas extremamente estruturadas e conhecerem uma cultura diferente sem a barreira da língua é um privilégio”, destaca.
A missão foi organizada pelo Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). A delegação brasileira foi composta por 23 reitores de instituições da Rede, além de dois pró-reitores e três assessores internacionais. Os gestores participaram da 2ª Conferência da Rede Europeia das Universidades de Ciências Aplicadas (UASnet), que reuniu, ainda, representantes da Austrália, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Lituânia, China, França, Polônia, Portugal, África do Sul, Irlanda, Suíça e Holanda.
Durante o evento, por articulação do Conif, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) oficializaram acordo para garantir a implementação de bolsas de mobilidade acadêmica no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras. O próximo passo é a aprovação do edital que abrirá até 1,5 mil bolsas por ano para alunos da Rede Federal, entre eles, os do IF Goiano com os Institutos de Bragança, Portoalegre e Setúbal.
Visitas técnicas – Após a conferência, a comitiva brasileira foi organizada em grupos para realização de visitas técnicas a institutos politécnicos e institutos técnicos. Foi durante essas visitas que o reitor do IF Goiano, juntamente com colegas dos IFs Norte e Sul de Minas Gerais, conheceu a estrutura física, a organização e a atuação das instituições portuguesas com as quais firmou acordos bilaterais.
“Fiquei impressionado com a estrutura das escolas em que visitamos. Quase todas têm cursos nas áreas animal e de Ciências Agrárias, que são de nosso especial interesse”, relata Vicente. Ao todo, a delegação visitou cerca de 20 institutos politécnicos, dois institutos técnicos e duas universidades.
Publicado em 'IFG'.

Receção ao Caloiro

Entre 6 e 10 de Novembro no NERBA

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

01 novembro, 2012

Politécnicos criticam cortes


O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos portugueses acusou o Governo de ter "adulterado" os orçamentos destas instituições ao efetuar "desvios" de verbas que, somados a outras reduções, correspondem a cortes quase quatro vezes superiores aos inicialmente previstos.
Sobrinho Teixeira, considera que a redução de oito por cento no orçamento do Ensino Superior, de que se fala nos últimos dias, é um número inferior à verdadeira quebra nas transferências do Estado e é "pior" que um corte porque resulta de mexidas feita pelo Governo aos orçamentos que as instituições já tinham elaborado e estão a executar, sem conhecimento das mesmas.
O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) garante que o corte médio supera os 11 por cento, quase quatro vezes mais dos cerca de 3,2 por cento com que começaram a preparar o atual ano letivo, em junho, e que implica uma redução de 25 milhões de euros para as instituições politécnicas.
O dirigente questiona a legalidade das alterações nos orçamentas individuais considerando que toca com a autonomia destas instituições, e admite que o caso possa ser dirimido nos tribunais, embora tenha "ainda esperança de que a Assembleia da República possa proceder a alterações ao Orçamento do Estado.
Sobrinho Teixeira explicou que as instituições prepararam, em junho, os respetivos orçamentos com base no anunciado corte médio de 3,2 por cento.
"Foram-nos adulterados os orçamentos para, através de uma redução de despesa que é impossível de concretizar podermos transferir para o próprio Estado mais cinco por cento do nosso orçamento, portanto não é uma redução do que estava atribuído é uma obrigatoriedade de aumentar as transferência para o Estado em função dos funcionários e docentes que cada instituição tem", afirmou.
Estas alterações, adiantou, foram realizadas "de um momento para o outro, pela Direção Geral do Orçamento, sem aviso" e consistiram na redução dos valores que tinham (os politécnicos) alocado a determinadas rubricas para compensar o aumento de cinco por cento que o Governo determinou para a Caixa Geral de Aposentações (CGA)".
Com estas mexidas, "aconteceram coisas anacrónicas", afirmou o presidente do CCISP, apontando o exemplo do Politécnico de Bragança, a que preside, que tinha planeado 240 mil euros para aquecimento e foram reduzidos, de um dia para o outro, para 40 mil".
"Posso tentar rezar para que o inverno venha quente, mas não sei se isso será solução, não sei se os alunos podem suportar um frio gélido como há aqui em Bragança", ironizou, referindo ainda outro exemplo, do politécnico de Viseu, em que "deixaram a rubrica da limpeza praticamente a zero, mas o contrato com a empresa está assumido".
Globalmente, os politécnicos, viram os seus orçamentos reduzidos em 3,2 por cento, com o corte de junho, mais cinco por cento com as transferências para a CGA, e 3,5 por cento com a reposição do subsídio de Natal, com o Governo a transferir, na generalidade dos casos, um valor inferior ao que as instituições terão de pagar.
De acordo com as contas do presidente do CCISP, tudo somado equivale a um corte global médio superior a 11 por cento.
O problema agora, segundo disse, não é político, mas técnico, porque mesmo que, "em teoria, mandasse fechar os institutos, pouco mais poupava do que água, luz e reagentes, porque a despesas estão todas assumidas, globalmente são as despesas com pessoal e contratos com empresas como segurança e limpeza, os contratos têm que ser cumpridos ou tem que haver uma indemnização a essas empresas".
Publicado em 'Ensino Magazine'.

Petição para Estado cumprir obrigações com ensino e ciência

O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) lançou uma petição pública, que conta já com 4.200 assinaturas, para que o Estado cumpra «as obrigações legais» para com o setor e a Ciência.
O documento, sob a forma de petição pública, é dirigido aos grupos parlamentares, ao Ministério da Educação e Ciência (MEC), ao Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP).
O sindicato independente anunciou esta quarta-feira que a petição estará disponível para subscrição até 7 de novembro, dia em que será entregue ao ministério.
Os docentes querem ver respeitadas as remunerações devidas a cada categoria e reivindicam respeito pela hierarquia académica.
«As carreiras docentes do Ensino Superior e a carreira de investigação científica são carreiras de elevada qualificação, exigência e responsabilidade», lê-se no texto citado pela Lusa.
Para estes docentes, as carreiras que integram não podem ser desprezadas, nem a respetiva hierarquia pode ser subvertida.
Os professores queixam-se de interpretações na legislação orçamental, que dizem surgir, em grande parte, por «não estarem documentadas no processo legislativo as intenções e a fundamentação subjacentes à produção de normas», cuja leitura cria dificuldades.
Alegam também incumprimento de procedimentos de negociação coletiva.
O SNESup recorda que as instituições estão já muito abaladas por restrições financeiras, defendendo a qualidade do trabalho na formação das novas gerações e na produção de conhecimento.
Publicado em 'TVI24'.