29 novembro, 2012

IPB assina protocolo com Knightsbridge Examination & Training Centre

O Instituto Politécnico de Bragança e o Knightsbridge Examination & Training Centre assinaram um protocolo que visa o reconhecimento do centro de línguas do IPB como Centro de Exames Cambridge.
A responsável do centro, Isabel Chumbo, explicou que “este acordo que está em vigor prende-se com a mobilidade de estudantes do IPB mas também com a necessidade crescente da criação de cidadãos multilingues e culturalmente atentos dentro do contexto Europeu, as pessoas precisam sair do país por razões de educação ou mesmo profissionais e muitas vezes os pré requisitos são rígidos que é a certificação dos conhecimentos de Inglês, até Setembro quem queria fazer essa certificação teria que se deslocar ao Porto ou Lisboa e com este acordo pode fazê-lo em Bragança.
A responsável explicou que estão disponíveis exames de todos os níveis da Convenção-Quadro do Conselho da Europa que permitem obter resultados precisos quanto às capacidades dos alunos na área da Língua Inglesa, “o objectivo do centro de línguas do IPB é promover aos alunos uma diversidade de línguas menos comuns. A próxima candidatura será no mês de Maio sendo que é através do Centro de Línguas do Instituto Politécnico de Bragança, que se fazem as inscrições.” Os interessados, “podem fazer cursos de preparação para esses níveis que estão desenhados pelo quadro comum de referência, para as línguas do concelho da Europa. Podem fazer também os cursos de preparação no centro de línguas e depois sujeitarem-se então a esse exame que é feito em todo o mundo ao mesmo tempo”.
Isabel Chumbo salientou que “no futuro gostaríamos de diversificar um pouco a oferta das línguas, contudo isso depende da disponibilidade dos formadores e muitas vezes não é fácil encontrar formadores com qualidade em Bragança e arredores. Gostaríamos de expandir as línguas para as chamadas línguas menos comuns como, o Russo, o Árabe e o Japonês, mas como o IPB e o Centro de línguas do IPB gosta de primar naturalmente na qualidade, nem sempre conseguimos encontrar formadores adequados”.
Estes cursos e exames estão abertos a todos os alunos do IPB e à comunidade no geral, qualquer interessado pode inscrever-se nos cursos de preparação para os exames ou só para a realização dos mesmos. Até à data o centro de línguas do IPB já formou cerca de 700 pessoas.
Publicado em 'RBA'.

28 novembro, 2012

Praxe: Integração ou Humilhação?


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

IPB debate praxe

A praxe no IPB é em prol da integração dos novos alunos e não privilegia a humilhação.
A opinião é unanime na comunidade escolar e ficou patente ontem à noite num debate organizado pela associação de estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, em que participaram alunos e professores. O presidente da associação explica que este debate foi organizado porque “ultimamente tem havido muitos problemas com a praxe. Alguns docentes consideram que a praxe devia acabar porque os alunos estão cansados, chegam tarde às aulas”. No entanto, Luís Pereira defende que “nós não obrigamos ninguém a beber nem a sair à noite. A praxe não deve terminar porque é fundamental para a integração dos alunos”.
O presidente do Instituto Politécnico de Bragança defende que a praxe não deve acabar ao afirmar quer “acabar com a praxe é algo que não faz sentido porque ela tem um espirito de ajudar a integrar os alunos”. Mas Sobrinho Teixeira alerta para a necessidade de reduzir o tempo de duração das actividades. “Nós já temos feito pressão e pensamos que era salutar haver um menor tempo de praxe de maneira que os alunos tivessem um maior rendimento escolar”.
O presidente da associação académica do IPB admite rever o código de praxe para atenuar alguns problemas que se têm verificado. “O código de praxe deveria ter sido revisto no ano passado e nós achamos que é necessário fazê-lo pois há certas lacunas que têm de se suprimir”, adianta Luís Dias, acrescentando que o mesmo vai ser feito “ao código do traje em que há vários casos omissos”.
Alguns estudantes ouvidos pela Brigantia consideram que a praxe foi vivida como um ritual de integração. “Foi na praxe que eu conheci todas as minhas colegas, que deixaram de ser colegas para serem amigas”, refere Sandra Rossas garantindo que “nunca fui humilhada, participei nas brincadeiras”. Já Joana Santos considera que “se não fosse a praxe não conhecia metade der Bragança nem as pessoas que conheço, nem teria a ajuda dos nossos praxantes com apontamentos”. Para Sofia Silva, “a praxe fez toda a diferença na minha vida. Graças a ela Bragança deixou de ser só o sítio onde eu estudava para ser a minha segunda casa. Nunca me obrigaram a fazer nada que eu não quisesse e a praxe é para divertir e criar espírito de união e amizade”.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

27 novembro, 2012

Estudantes africanos "doutores" e craques do futebol em Bragança

Um grupo de estudantes africanos do Instituto Politécnico de Bragança decidiu constituir uma equipa de futebol e "tomou de assalto" a liderança do campeonato distrital, somando vitórias dentro e fora do campo.
A inesperada equipa sensação chama adeptos aos jogos e tem surpreendido os adversários com cinco vitórias em seis jornadas e o primeiro lugar da tabela consolidado, neste fim de semana, com três golos marcados ao Alfandeguense, na divisão de honra da associação de futebol de Bragança.
A presença no campeonato foi ideia da Associação de Estudantes Africanos do Instituto Politécnico de Bragança (AEAIPB), que há mais de uma década promove atividades para a integração dos estudantes da lusofonia que frequentam o Ensino Superior na cidade transmontana.

Publicado em 'Expresso'.

Sem as verbas da PAC agricultura não tinha sobrevivido na região

Sem as verbas da Política Agrícola Comum (PAC) o sector não teria sobrevivido na região transmontana. A conclusão saiu de um debate realizado ontem, no Instituto Politécnico de Bragança, no âmbito de uma iniciativa organizada pelo Centro Europe Direct para comemorar os 50 anos da PAC.
Tendo em conta que agricultura da região é pouco competitiva, os apoios comunitários permitiram aos agricultores manter a actividade. “O facto de haver uma série de incentivos e subsídios e de apoio às raças autóctones para elas não acabarem, permitiu aos agricultores continuar a fazer uma agricultura e conseguir rendimentos suficientes para perdurar”, afirma a coordenadora do Centro Europe Direct de Bragança, acrescentando que “os produtos de qualidade ligados às produções tradicionais foram muito beneficiados por estas medidas de desenvolvimento rural, em particular em Trás-os-Montes”.
E numa altura em que a PAC está a ser objecto de reforma espera-se que não traga desvantagens aos produtores locais. “Há sempre muita pressão nas negociações ao nível da União Europeia para que se gaste cada vez menos dinheiro com a agricultura”, considera Sílvia Nobre. Mas “a ideia é que alguns agricultores extensivos, como é o caso daqui da região e que não são muito competitivos, possam não sair prejudicados e já não estou a dizer beneficiados, pois as novas propostas podem ter aspectos favoráveis a isso”, acrescenta. “Não me parece que o panorama seja muito fatalistas, mas é claro que também não é tão bom como a gente gostaria”, conclui.
Para assinalar os 50 anos da PAC e além deste debate, ontem organizado, o Centro Europe Direct de Bragança tem patente, até sexta-feira, na Escola Superior Agrária, uma exposição para assinalar o percurso da construção europeia no sector agrícola.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

23 novembro, 2012

Politécnicos negoceiam orçamento com Governo

O Governo recuou nos cortes para o ensino superior. O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, presidido por Sobrinho Teixeira, que também é presidente do Instituto Politécnico de Bragança, está a negociar com o Ministério da Educação um orçamento que minimize as dificuldades financeiras dos politécnicos. “Houve uma evolução muito positiva. Nós enaltecemos o esforço que está a ser feito pelo Ministério que nos representa junto do Ministério das Finanças, para que se possa resolver esta situação. Ela não vai ser resolvida na totalidade, continua em aberto, mas há avanços significativos”, enaltece o presidente do IPB.
O Governo aceitou repor entre os 65 e os 75 por cento do montante do corte anunciado, que se situava nos 8 por cento. “O corte vai mesmo acontecer, mas estamos a falar que vai haver uma reposição desse corte que se vai situar entre os 65 e os 75 por cento. Iremos trabalhar nesse cenário em que restará um corte que oscila entre os 25 e os 35 por cento daquilo que era o corte inicialmente previsto”, realça Sobrinho Teixeira.
Apesar dos cortes, Sobrinho Teixeira não concorda com o aumento de propinas no próximo ano. “Parece-me que o esforço não deve ser no sentido de onerar mais as famílias portuguesas em termos do esforço que estão a fazer para a qualificação dos seus filhos”, defende o presidente do IPB. Os politécnicos em negociações com o Governo para que os cortes para o ensino superior sejam reduzidos no próximo ano.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

22 novembro, 2012

Experiências e investigação

Semana da Ciência e Tecnologia 2012

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Estudantes distribuem uma tonelada de alimentos em IPSS’s

Mais de uma tonelada de alimentos foi distribuída ontem pelos estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança a instituições particulares de solidariedade social.
É o resultado da recolha feita a 5 de Novembro nos hipermercados da cidade no âmbito da Praxe Solidária. Os estudantes conseguiram angariar mais donativos do que nas edições anteriores desta iniciativa.
O vice-presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança, manifesta-se satisfeito com a adesão dos cidadãos, ao afirmar que “apenas num dia conseguimos recolher mil e cem quilos de alimentos”. “Recolhemos muito mais do que no ano passado em que fizemos a recolha porta-a-porta pela cidade. No hipermercado resultou muito melhor, as pessoas aderiram mais talvez por estarmos a atravessar momentos de crise e querem ajudar mais ainda” acrescenta Frederico Areia.
A Obra Social Padre Miguel foi uma das instituições beneficiada. O presidente da direcção adianta que os alimentos vão agora integrar os cabazes de Natal que vão ser distribuídos aos mais carenciados. “Estamos neste momento a fazer o levantamento das famílias mais necessitadas para entregarmos os cabazes no dia 21 de Dezembro durante um almoço que vamos fazer aqui na instituição”, revela Nuno Vaz. “Sempre procurámos dar bons cabazes de Natal e queremos chegar ao maior número possível de famílias porque há muita gente em dificuldade”, salienta o responsável.
Ao todo foram seis as instituições contempladas com estes donativos. Além da Obra Social Padre Miguel, também a APADI, o Centro Social e Paroquial dos Santos Mártires, o Patronato e Seminário de S. José, o Lar de S. Francisco e o Centro Social e Paroquial de Santo Condestável receberam alimentos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Conferências do Paço – “A Igreja e a Exclusão Social”

Realizou-se, no Instituto Politécnico de Bragança, no dia 16 de novembro, a 1.ª edição das “Conferências do Paço”, sob a temática “A Igreja e a Exclusão Social”.
Com coordenação científica da Comissão Diocesana de Justiça e Paz, e com organização do Secretariado Diocesano da Pastoral Social e da Mobilidade Humana, o evento contou, na sessão de abertura, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º António Jorge Nunes, do Presidente do IPB, Professor Sobrinho Teixeira, do Bispo da Diocese Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, e do Presidente da Comissão Diocesana de Justiça e Paz, Professor Francisco Cepeda, entre outros.
As “Conferências do Paço” reuniram, ainda, o Diretor do Secretariado Nacional da Pastoral Social, Padre Doutor José de Almeida, e o Presidente da Comissão Nacional de Justiça e Paz, Professor Doutor Alfredo Bruto da Costa, bem como representantes e colaboradores de entidades e de Instituições Particulares de Solidariedade Social da região que pretendem, desta forma, debater uma das maiores problemáticas que afeta a sociedade e as famílias atualmente. A exclusão social é, também, uma das preocupações evidenciadas pelo Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º António Jorge Nunes, que apelou à “solidariedade, à equidade e à justiça, sem nunca deixar de ter uma atitude positiva e de esperança”.
Publicado em 'CM Bragança'.