29 janeiro, 2013

Caixa Geral de Depósitos abre balcão no IPB

O Instituto Politécnico de Bragança reforçou, ontem, os serviços prestados à comunidade escolar.
A Caixa Geral de Depósitos abriu um balcão nos serviços centrais, onde alunos, professores e funcionários podem tratar de assuntos financeiros. O vice-presidente do IPB, Orlando Rodrigues, sublinha que este serviço era uma necessidade da instituição. “Uma parceria com uma instituição bancária é sempre útil e necessária numa instituição como a nossa. Temos muitos alunos, há muitos serviços financeiros que é preciso prestar aos alunos e à comunidade em geral. Até agora tínhamos a presença desta instituição financeira nas épocas de maior aperto em situação provisória. Agora têm um espaço definitivo e estão muito mais aptos para prestar serviços aos alunos e à comunidade em geral”, realça o responsável.
Este é o primeiro balcão aberto pela Caixa Geral de Depósitos numa instituição de ensino superior em Bragança. Manuela Ferreira, directora central da Direcção de Particulares e Negócios do Norte, realça que este espaço vai garantir um atendimento personalizado a toda a comunidade do IPB. “Nós já tínhamos outras presenças, mas só ao nível do canal automático. Neste espaço nós quisemos associar aquela que é a lógica de conveniência e da disponibilidade. Temos os canais automáticos que estarão disponíveis durante o tempo em que o campus estiver aberto, mas quisemos também criar esta oportunidade para criar um espaço de atendimento personalizado, onde será possível os alunos encontrarem aqui presença humana e poderem tratar aqui das suas questões sem terem que sair do campus universitário”, salienta Manuela Ferreira.
O IPB a abrir mais um serviço no dia em que comemora 30 anos.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

1 Milhão para Investigação

Mais de 1 milhão de euros foi atribuido ao Centro de Investigação de Montanha do IPB


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

21 janeiro, 2013

IPB cria grupo coral


Um grupo coral está a ser constituído no Instituto Politécnico de Bragança no âmbito da licenciatura em Música.
São envolvidos os alunos dos três anos do curso de forma a proporcionar-lhes ferramentas que os ajudem a crescer em termos artísticos. Ontem foi organizado um concerto no Museu Abade de Baçal, em Bragança. O objectivo é dar a conhecer o trabalho que tem estado a ser desenvolvido por este grupo coral que está a dar os primeiros passos. “O coral está a funcionar de acordo com as aulas da disciplina de coro e a partir do segundo semestre a ideia é fazer uma fusão entre os dois anos mais avançados e fazer um coral que funcione como um só”, explica Mário Alves, professor responsável pela disciplina de coro, acrescentando que “o que se pretende é que possa florescer e preencher algumas das coisas que se fazem aqui em Bragança e enriquecer a cidade”.
Os alunos que integram o grupo coral manifestam gosto pelo género musical, embora haja quem confesse que no início era bem assim. “Antes de entrar para o curso já cantava em vários grupos e gosto particularmente da música coral e um dos meus objectivos depois de o terminar é ter um coro porque é uma área que dá para trabalhar muitos géneros musicais”, afirma Bruno Berça. Já Rui Taipa confessa que “no início não gostava muito, mas depois aprende-se a gostar e agora até gosto muito pois fui aprendendo algumas coisas novas”.
O concerto de ontem foi apoiado pela Associação Amigos do Museu Abade de Baçal. A presidente salienta que esta é uma forma de levar público jovem àquele espaço cultural. “Nota-se que o museu não tem as visitas que deveria ter na camada jovem e esta é uma forma de eles virem ao museu apreciar a riqueza que ele tem e divulga-a junto de outros colegas do IPB, conquistando assim a camada mais jovem da população”, refere Luísa Torres. Esta foi uma das várias actividades que a associação vai organizar este ano.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

17 janeiro, 2013

Politécnico de Bragança com 1,1 ME para investigação

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai dispor nos próximos três anos de 1,1 milhões de euros para investigação, colocando-se entre as instituições de Ensino Superior portuguesas com maior número de projetos aprovados e financiados, divulgaram hoje os responsáveis.
O Centro de Investigação de Montanha (CIMO) foi o contemplado com o financiamento da Fundação da Ciência e Tecnologia para projetos de investigação em áreas ligadas ao desenvolvimento da região transmontana, como a proteção da oliveira, a luta biológica contra doenças e pragas desta cultura, combate ao cancro do castanheiro, melhoria da segurança microbiana dos enchidos tradicionais e controlo sanitário das abelhas.
O estudo ligada à cultura da oliveira foi ainda distinguido como "projeto de excelência", segundo divulgou hoje o politécnico.

Publicado em 'Visão'.

IPB recebe Instituto Português de Sangue

O Instituto Politécnico de Bragança foi palco da mais recente campanha de recolha de sangue, para o banco de medula óssea, do Instituto Português de Sangue.
Apesar dos receios sobre dar sangue, houve um número de dadores significativo a entrar na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG), “porque um dia podemos ser nós a precisar”, explicaram alguns doadores participantes.
“O maior intuito foi, mesmo, angariar dadores de medula óssea e, ao que a isso diz respeito, penso que as pessoas estão mal informadas, desconhecem que podem levar uma anestesia, e dessa forma não ter qualquer tipo de dor, se contribuírem podem salvar uma vida”, aclarou Mariana Lopes, uma das mentoras desta iniciativa.
Apesar de se ter verificado uma quebra de 12 por cento nas dádivas de sangue a nível nacional, Teresa Oliveira, do Instituto Português de Sangue, explicou que “não se trata de uma quebra significativa, mas sim de uma situação pontual, as pessoas voltam a perceber que dar sangue é um acto cívico e um bem humanitário”, conclui.

Publicado em 'RBA'.

15 janeiro, 2013

IPB lidera no volume de financiamento para investigação

O Instituto Politécnico de Bragança é uma das instituições que vê aprovado um maior volume financeiro para financiamento de projectos de investigação.
O Centro de Investigação de Montanha (CIMO) do IPB conseguiu um financiamento de mais de um milhão de euros para os próximos três anos, através do concurso de 2012 da Fundação da Ciência e Tecnologia de projectos fundamentais para o desenvolvimento da região.
O coordenador do CIMO, Jaime Pires, sublinha que esta é a primeira vez que o IPB consegue um volume de financiamento para investigação tão avultado. “É o primeiro ano e a primeira candidatura em que o IPB tem um nível tão elevado em projectos da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
O IPB ficou posicionado em 24.º lugar de entre 177 instituições de ensino e investigação. Na área das Ciências Agrárias, o IPB surge em 4.º lugar, ou seja só houve mais três instituições que tiveram um financiamento superior”, realça o coordenador do CIMO.
São cinco projectos candidatados por docentes da Escola Superior Agrária de Bragança que fazem parte do Centro de Investigação de Montanha. 437 mil euros do valor total do financiamento é destinado a um projecto considerado de excelência na área da olivicultura. “Os projectos de excelência são desenvolvidos em linhas de investigação consolidadas, em termos nacionais e em termos institucionais, o que significa que a aprovação de um projectos destes no CIMO mostra que existe uma linha de investigação sólida com excelentes bases científicas. É um projecto desenvolvido na área da olivicultura e está ligado sobretudo à sanidade da oliveira e a sua relação com os ecossistemas”, enaltece Jaime Pires. Os restantes projectos são na área da luta biológica contra doenças e pragas da oliveira, combate ao cancro do castanheiro, melhoria da segurança microbiana dos enchidos tradicionais e controlo sanitário das abelhas.
Jaime Pires não tem dúvidas que estes projectos vão ter um contributo significativo para a economia da região. “Todos os projectos que têm sido desenvolvidos no CIMO são direccionados para a região, pelo que irão ser desenvolvidos em colaboração com agricultores e organizações de agricultores, e automaticamente é a região que em primeiro lugar irá beneficiar com os resultados desses projectos”, garante o responsável. Estes projectos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico vão arrancar durante o primeiro semestre deste ano.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Azeite utilizado na Dermocosmética

O azeite está a ganhar espaço na Dermocosmética. Prova disso é o projecto que a Escola Superior Agrária de Bragança está a desenvolver, em parceria com a Associação de Agricultores de Trás-os-Montes e Alto Douro, que utiliza o azeite como matéria-prima para a produção de cosméticos.
Nos laboratórios do Instituto Politécnico de Bragança já se produz sabão e sabonetes com azeite. Nuno Rodrigues é investigador no IPB e desafia os produtores a apostarem na inovação. “O nosso objectivo é incentivar os produtores a desenvolverem novos produtos para corresponder às necessidades do cliente”, frisou.
Para mostrar de que forma é que o azeite pode ser utilizado na Dermocosmética, a Associação de Agricultores organizou um curso de iniciação, em Mirandela, que contou com a presença de 25 participantes.
O técnico da Associação, Francisco Pavão, sublinha que este tipo de cursos é uma novidade no País. “Este é um trabalho que temos vindo a desenvolver com a Escola Superior Agrária. Nós trabalhamos não só a produção mas sim com todos os produtos da fileira”, explicou.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

09 janeiro, 2013

Guia sanitário para criadores de pequenos ruminantes

Álvaro Mendonça lançou o “Guia sanitário para criadores de pequenos ruminantes” pelo Instituto Politécnico de Bragança.
O trabalho decorreu ao abrigo do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal e a ideia surgiu da reunião de três parceiros. Os objetivos eram sanitários e visavam a reunião de dados sanitários provenientes da Junta de Castilla y Lyon, da Direção Geral de Veterinária e da Escola Superior Agrária de Bragança.
O projeto deu origem a uma plataforma informática, repositório de dados sanitários dos efetivos animais da Junta de Castilla y Lyon e do Norte de Portugal.
Este guia destina-se a criadores de gado e outros profissionais, que têm agora acesso a dados epidemiológicos, de origem portuguesa e espanhola.
Para fazer download do guia clique aqui.

Publicado em 'Vida Rural'.

08 janeiro, 2013

Sobrinho Teixeira: «Aumentar as propinas é afastar mais jovens do ensino superior»

O reforço orçamental que será atribuído às instituições do Ensino Superior em 2013 não chega para resolver os problemas de financiamento dos politécnicos. O presidente do CCISP fala ao Canal Superior num «aperto financeiro muito grande» que pode ser minimizado, mas não com o aumento de propinas.

«O ano mais difícil», em termos financeiros, para o Ensino Superior. É desta forma que o presidente do Politécnico de Bragança e do CCISP, João Sobrinho Teixeira, olha para o ano que agora começa. É a segunda de cinco personalidades que o Canal Superior questionou em jeito de antevisão do novo ano, na perspetiva do setor. Amanhã é a vez de Adriano Pimpão, antigo presidente do Conselho de Reitores e ex-Reitor da Universidade do Algarve.

Será 2013, do ponto de vista da gestão, o ano mais difícil para as instituições de Ensino Superior do Portugal democrático?
Vai ser, do ponto de vista financeiro, talvez o ano mais difícil. Porque, de facto, o aperto financeiro é muito grande. Contudo, há agora uma vantagem que as instituições têm, que não havia há 20, 25 anos, ou seja, o nível de autonomia que existe neste momento. Esse nível de autonomia permite, de facto, outra capacidade para as instituições terem uma atitude proativa para tentarem colmatar a redução de receitas. Claro que isso implica uma maior responsabilização dos dirigentes das instituições de Ensino Superior.

O que podem as instituições fazer para angariar as receitas que o financiamento do Estado não dá? Investigação, empreendedorismo, internacionalização: está em algum destes eixos a solução para um futuro melhor?
A investigação é uma situação em que o retorno é muito mais uma afirmação da instituição e uma ligação do politécnico ao país do que, propriamente, um retorno financeiro.
O empreendedorismo é uma situação semelhante. Ainda para mais, muitos dos politécnicos têm uma ligação regional muito forte e promovem, de facto, o empreendedorismo, mas como se percebe estão inseridos num tecido empresarial débil. A promoção desse empreendedorismo não gera em si próprio um nível de receitas avultadas. Gera, sobretudo, o retorno do cumprimento da missão das instituições.
Parece-me que o maior retorno, neste momento, principalmente para os politécnicos, advém da capacidade de internacionalização. Isso para mim é patente e é, naturalmente, retorno líquido que entra. Nós, o CCISP, estamos a preparar um documento para enviar ao Secretário de Estado, que irá ser aprovado agora em meados de janeiro, no sentido de se agilizar a forma de ingresso dos estudantes estrangeiros.

O aumento de propinas está no horizonte? Que contributo deve, na sua opinião, dar os estudantes na situação atual?
Eu acho que não, parece-me que não. O sacrifício que estamos a fazer, se alguma coisa vale a pena, vale a pena qualificar os jovens portugueses. Numa situação de crise, andar a aumentar as propinas é andar a afastar mais jovens do Ensino Superior. Estou convencido que só teremos um Portugal melhor, se tivermos mais portugueses e mais jovens a qualificarem-se.
Sou partidário de um sistema partilhado das propinas. Ou seja, a mim não me parece correto que os jovens paguem a totalidade do custo, mesmo que Portugal tivesse numa situação económica favorável. Como acho que não deve ser o caminho, a isenção total de propinas. O sistema que temos atualmente, o sistema partilhado, parece o mais adequado, quer em função da realidade de Portugal neste momento, quer da lógica do retorno que há de um jovem se qualificar.

Se pudesse implementar uma medida política para o setor do Ensino Superior público, apenas uma, para o próximo ano, qual seria?
Eu diria que aumentava a base de recrutamento do Ensino Superior. De acordo com uma última análise sobre o que é que as famílias primeiro cortam face à situação de crise, o Ensino Superior ou a qualificação surge como a penúltima das opções em termos de corte. O que significa que as famílias estão dispostas a fazer muitos sacrifícios em muitas outras rubricas, antes de cortarem na qualificação dos seus filhos.
Existindo esses jovens, existindo vontade das famílias e existindo, que existe, capacidade do Ensino Superior para conseguir acomodar muitos mais jovens, eu acho que temos de ser sensatos e alargar a base recrutamento da população para o Ensino Superior.

Publicado em 'Canal Superior'.