01 fevereiro, 2013

Agências imobiliárias sobrevivem com arrendamento a estudantes do IPB

O arrendamento de apartamentos a estudantes do IPB tem sido a tábua de salvação de muitas agências imobiliárias da cidade de Bragança.
Cerca 72% dos alunos do politécnico são de fora da região e por isso uma das principais necessidades é a do alojamento. Numa altura em que a construção estagnou e as vendas pararam, os empresários do ramo imobiliário apostam no arrendamento, sobretudo a estudantes.
“Cerca de 50 a 60% do nosso negócio passa pelos estudantes do IPB”, refere Jorge Padrão, da agência imobiliária Visão Geral, acrescentando que “estamos praticamente dependentes do IPB”. “A nossa principal fonte de arrendamento é o IPB”, assegura Eugénia Batista, da agência imobiliária Ultimo Pilar. No entanto, revela que “este ano houve menos procura. Nos anos anteriores havia muita procura de apartamento, este ano já foi só quartos porque fica mais barato”.
O impacto económico do IPB esteve em debate esta manhã no programa Estado da Região da Rádio Brigantia. O vice-presidente da instituição de ensino não tem dúvidas que o impacto na economia da região é cada vez maior. “A dimensão do instituto tem vindo a aumentar, embora este ano tenha havido uma ligeira diminuição do número de alunos, mas nos últimos anos tem havido um crescimento continuo e com isso também o impacto na economia regional”, afirma Orlando Rodrigues.
Segundo um estudo revelado há dois anos, o IPB tem um peso superior a oito por cento do PIB da região, representando cerca de 52 milhões de euros por ano para a economia do Nordeste.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Produtos transmontanos à venda na Internet

Os produtos regionais transmontanos vão estar disponíveis no comércio electrónico.
Trata-se de um projecto impulsionado pelo gabinete de empreendedorismo do Instituto Politécnico de Bragança.
A ideia já tem alguns anos, mas só agora foi possível implementá-lo através de dois alunos de mestrado. O objectivo é ajudar a escoar o que de melhor se faz na região transmontana. “Nós pretendemos que o projecto sirva para ajudar os pequenos produtores a escoar os seus produtos porque a região tem produtos de muita boa qualidade, mas há alguma dificuldade na área comercial e nós queremos criar um canal alternativo por via da venda electrónica”, refere o coordenador do gabinete de empreendedorismo do IPB. “Vamos ter o nosso armazém em Alfândega da Fé, pois a câmara cedeu-nos as instalações sem as quais não era possível pôr este projecto de pé”. Os produtos também vão ser canalizados para o mercado internacional. “Vamos fazer uma grande aposta nos mercados da Suíça, França e Inglaterra para onde já temos estratégias delineadas” avança José Adriano. Este projecto “dá-nos a vantagem de poder fazer cabazes, colocando em qualquer ponto do país ou no estrangeiro uma garrafa de vinho, um saco de alheiras, um frasco de mel, um queijo ou uma garrafa de azeite, a preços muito competitivos em termos de expedição”, acrescenta.
As encomendas já podem ser feitas em www.ruralnet.pt.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

30 anos do Instituto Politécnico

Jorge Sampaio proferiu uma Oração de Sapiência


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

31 janeiro, 2013

"Temos a ambição de colocar as nossas instituições no top internacional"

Joaquim Mourato, presidente do Conselho Coordenador doa Institutos Superiores Politécnicos, afirmou hoje que é sua ambição “colocar as instituições de ensino superior no top internacional”, pois considera que “existem todas as condições para se afirmarem perante as suas congéneres”.
Joaquim Mourato falava à Rádio Portalegre no âmbito da tomada de posse como presidente do Conselho Coordenador doa Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), numa cerimónia realizada, segunda-feira no Instituto Politécnico de Bragança.
O atual presidente do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) sucede a João Sobrinho Teixeira na liderança do órgão representante dos 15 institutos politécnicos e cinco escolas politécnicas não integradas portuguesas.
O dirigente, que inicia agora um mandato de dois anos, admitiu que “vão ter uma batalha difícil pela frente”, numa altura em que os politécnicos enfrentam grandes cortes orçamentais.
A tomada de posse do novo presidente do CCISP ocorreu em Bragança, no âmbito das comemorações do Dia do IPB, que assinalaram os 30 anos da Instituição, com a presença dos presidentes e diretores dos institutos politécnicos e escolas superiores não integradas de todos o País, João Filipe Queiró, secretário de Estado do Ensino Superior, o ex-presidente da República Jorge Sampaio, Adriano Moreira, o presidente da Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, dos diretor e subdiretor gerais do Ensino Superior, do Secretário-Geral do Ministério da Educação e da Ciência, representantes da A3ES - Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, entre outras personalidades.

Publicado em 'Rádio Portalegre'.

IPB comemora 30 anos

Comemoraram-se, no dia 28 de janeiro, o Dia do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e os seus 30 anos de existência, cuja cerimónia teve lugar no Teatro Municipal de Bragança, e que contou, entre outros, com a presença do Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações e antigo Presidente da República, Doutor Jorge Sampaio (cidadão honorário de Bragança por título atribuído a 22 de Outubro de 1999), do Secretário de Estado do Ensino Superior, Doutor João Queiró, e do Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º António Jorge Nunes, entre centenas de alunos, docentes, funcionários e entidades convidadas.
A cerimónia começou com a tomada de posse do Presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, Professor Joaquim Mourato, que substitui, assim, o Professor Sobrinho Teixeira, Presidente do IPB, a que se seguiu a abertura da sessão solene, durante a qual o Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º António Jorge Nunes, destacou a entrega dos responsáveis e colaboradores do IPB, que contribuem “para aumentar os níveis de qualificação dos cidadãos, integrando mais e melhor conhecimento na administração pública e nas atividades sociais e económicas, servindo a região e o País”.
O Presidente da Câmara Municipal recordou, ainda, as exigentes tarefas da responsabilidade do Município de Bragança e do IPB, como “orientar competências e recursos para dar expressão ao Parque de Ciência e Tecnologia”, voltado para “a área da inovação, da incubação e do acolhimento de empresas de base tecnológica, produtoras de bens e serviços para o mercado global, fazendo-o em rede com centros de conhecimento e empresas”, sublinhando que se deve aproveitar a atual situação de crise para aumentar as competências científicas e tecnológicas, reforçando objetivos de qualidade e empregabilidade, criando condições para que aos Institutos Politécnicos possa ser dada a possibilidade de transitarem para o nível de Universidades de Ciências Aplicadas”.
Durante a oração de sapiência sobre Educação e Ensino Superior em Portugal, o Doutor Jorge Sampaio defendeu que o "País não estará em condições de enveredar pelo caminho da prosperidade e do crescimento económico sustentável, se não continuar a investir na educação, no ensino superior, na investigação tecnológica e científica”, pelo que “não se investe demais na Educação. É necessário continuar a investir nesta área, de forma continuada e persistente".
Já o Presidente do IPB, Doutor Sobrinho Teixeira, destacou que o trabalho desenvolvido nos últimos 30 anos pela instituição e a aposta na qualificação faz dos “transmontanos dos mais cultos a nível nacional” e contribui para que Bragança “seja, cada vez mais, qualificada e com capacidade de competitividade a nível nacional e internacional”. A cerimónia incluiu, ainda, a entrega de medalhas de Honra ao Professor Adriano Moreira, como individualidade nacional, cuja distinção foi recebida, em sua representação, pelo Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Eng.º António Jorge Nunes, e ao Professor Marek Tukiendorf, enquanto individualidade internacional. O evento terminou com a homenagem aos melhores alunos, a alunos estrangeiros, aos funcionários que comemoraram 10, 20 e 30 anos ao serviço da instituição e os colaboradores aposentados nos últimos 5 anos.

Publicado em 'CM Bragança'.

30 janeiro, 2013

Instituto Politécnico de Bragança assinalou 30 anos

Instituição com 7 mil alunos tem sido motor de desenvolvimento do nordeste transmontano


Exibido em 'SIC Bragança'.

Novos compostos podem inibir o crescimento dos tumores

Projecto da Uminho, FMUP e IPB melhora o combate às metástases
Um projecto multidisciplinar que engloba três instituições de I&D está a desenvolver novos compostos para ensaios clínicos e posterior aplicação como fármacos antitumorais e/ou antiangiogénicos. A investigação é coordenada por Maria João Queiroz na área da química orgânica, da Universidade do Minho (UMinho) e articulado com contributos da química computacional do Instituto Politécnico de Bragança e da biologia celular e molecular da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
A angiogénese tumoral é o processo de vascularização que permite o fornecimento de oxigénio e nutrientes às células tumorais. A proposta deste projecto aponta para a síntese de novos compostos que inibam a angiogénese e a progressão dos tumores. Maria João Queiroz frisa que a investigação “centra-se na inibição de receptores membranares de factores de crescimento celular, de tirosina cinase, envolvidos no crescimento e diferenciação tanto de células tumorais como de células endoteliais”. Segundo a investigadora responsável, “ao inibir estes receptores nos dois tipos de células estamos a evitar que o tumor cresça e vascularize”. Este tratamento “pode ser dual, tratando o tumor e evitando a metástase”.
A obtenção de novos compostos, completamente caracterizados, visa a entrada nos exigentes testes clínicos da indústria farmacêutica. No entanto, assegura a directora do Centro de Química da UMinho, “tudo depende também da toxicidade dos compostos”, já que alguns “apresentam concentrações de inibição na ordem dos 10 nanoMolar, o que é considerado um resultado excelente, e se estes compostos não forem tóxicos têm uma grande potencialidade para serem aplicados na terapêutica”.
Neste caso, poderão depender apenas dos testes farmacológicos, que determinarão a sua utilização clínica, pois “nestas áreas relacionadas com o cancro é de todo o interesse desenvolver novos e eficazes fármacos com baixa toxicidade”.

Publicado em 'CiênciaHoje'.

IPB faz girar a economia transmontana

Na semana em que o Instituto Politécnico de Bragança comemora 30 anos de existência, o Estado da Região de hoje debate o impacto desta instituição de ensino superior na economia transmontana.
Um estudo revelado há dois anos indicava que o IPB tinha um peso superior a oito por cento do PIB da região, representando cerca de 52 milhões de euros por ano para a economia do Nordeste.
Habitação, comércio e transportes são as áreas mais beneficiadas com os estudantes do IPB. Bares e discotecas também lucram. “Os estudantes do IPB são uma mais-valia para o funcionamento da noite da cidade, as nossas ofertas nem fariam sentido se não fossem os estudantes”, refere Telmo Garcia, proprietário de três discotecas na cidade. “Neste momento, os estudantes do IPB são o movimento da cidade, são uma das grandes fontes da economia da cidade, sem eles se calhar nem existia o meu bar”, afirma António Pires. Também Elisabete Tomé diz que “se não fossem os estudantes se calhar nem compensava abrir o bar durante o dia, são eles que dão vida a este estabelecimento”.
Um dos indicadores da dinâmica que o IPB gera ao nível económico é a criação de empresas por parte de ex-alunos, alguns deles vindos de fora e que acabam por se fixar na região. O gabinete de empreendedorismo do IPB tem sido um dos principais responsáveis. “Em quatro anos foram constituídas 25 empresas o que seguramente é difícil de igualar ao nível de outras instituições de ensino superior”, considera o coordenador, José Adriano, acrescentando que foram constituídos “63 postos de trabalho e quase um milhão e trezentos mil euros de investimento que já ficou na região”.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

29 janeiro, 2013

Duas universidades e um politécnico pesquisam novos inibidores do crescimento de tumores

Duas universidades e um instituto politécnico portugueses estão envolvidos numa investigação para encontrar novos compostos capazes de inibir o crescimento de tumores e de melhorar o combate às metástases, foi hoje anunciado.
A investigação envolve o Centro de Química da Universidade do Minho (UMinho), o Instituto Politécnico de Bragança e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Segundo Maria João Queiroz, da UMinho, a investigação centra-se na inibição de recetores membranares de fatores de crescimento celular, tanto de células tumorais como de células endoteliais.

Publicado em 'Expresso'.

IPB com fluxo económico na região "equivalente a 80 fábricas"

No decorrer das comemorações dos 30 anos do Instituto Politécnico de Bragança, o presidente daquela instituição, Sobrinho Teixeira, salientou a envolvência que o IPB tem com a região.
"Temos aqui cerca de oito mil pessoas entre professores, alunos e funcionários, que têm disponível pelo menos o salário mínimo para fazerem fluxos económicos e directos que equivale a 80 fábricas a 100 funcionários cada uma", justifica.
Sobrinho Teixeira salientou que neste momento o IPB tem massa critica para defender a região, "o mais importante é que temos uma instituição que neste momento tem a maioria dos seus docentes doutorados e que defende a cultura, o pensamento da região e que cada vez mais Bragança seja um símbolo de mudança e uma região qualificada e com capacidade de competitividade nacional e internacional".
O presidente do IPB referiu o instituto tem-se "empenhado ao longo destes 30 anos em apostar na qualificação dos transmontanos, mudamos o paradigma da região e torna os transmontanos dos mais cultos a nível nacional".
O IPB tem neste momento 72 por cento dos alunos vindos de fora do distrito de Bragança, Sobrinho Teixeira justificou estes números pelo facto de Bragança ser uma cidade com baixo custo de vida.

Publicado em 'RBA'.