16 abril, 2013

Bragança entre culturas

Projeto de estágio de alunas de Educação Social passou pela organização de atividades com vista à inclusão


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

15 abril, 2013

Na emissão de hoje vamos olhar para a agricultura de excelência

Exibido em 'Antena 1'.

Finalistas em festa em Mirandela


Apesar da Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo (ESACT) de Mirandela ter pouco mais de mil alunos, vive intensamente o espirito académico.
O Cortejo foi um dos pontos altos da semana da Queima das Fitas que terminou ontem em Mirandela. Os estudantes desfilaram pelas ruas da Cidade do Tua em cima dos carros alegóricos, mostrando as suas cartolas e bengalas com orgulho. A juntar à festa não faltou balões de água, cerveja e muita música. Para os finalistas termina agora uma etapa, que, deixa boas recordações. Um dos alunos do curso de Solicitadoria, Fábio Correia, diz que a escola de Mirandela deve “continuar a ser independente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), no que diz respeito a eventos académicos devido à descentralização”.
Mesmo com um orçamento apertado e depois de cinco dias intensos de festa o presidente da Associação de Estudantes da ESACT, Pedro Quinteiro, faz um balanço positivo. ESACT a levar para as ruas da cidade o espírito académico.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Associação de Estudantes Cabo-verdianos organizam I conferência para apoiar aos alunos africanos


A Associação de Estudantes Africanos do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), promoveu a primeira Conferência de Dirigentes Associativos das Associações de Estudantes Cabo-verdianos em Portugal, onde estiveram representantes de cerca de nove cidades portuguesas.
Um dos membros da associação de estudantes Cabo-verdianos do IPB, Óscar Monteiro, afirmou que devido à crise há cortes nos apoios o que provoca que haja cada vez mais casos de desistência de alguns alunos, "há muitos alunos que foram expulsos das casas porque não tinham dinheiro para pagar, temos que evitar essas problemáticas, assim como dar o máximo de informação aos alunos que chegam a Portugal para estudar desta foram evitamos que desistam de estudar".
Óscar Monteiro referiu que o encontro serviu também para mostrar o sucesso da associação de estudantes dos africanos do IPB, "somos uma associação de sucesso porque ajudamos muito os alunos mais necessitados", acrescentando que "o futebol é o nosso cartão de visita, temos uma equipa que está bem classificada e foi uma forma de integração, queremos por isso dar esse exemplo aos nossos colegas que estudam noutros pontos do país".
O estudante salientou ainda que foi "apresentado a criação de uma plataforma informática para troca de informações entre embaixada, universidades e associações de estudantes de africanos, ou seja, vai haver um triângulo que permite às entidades responsáveis estarem sempre a par quer dos nossos sucessos quer das nossas dificuldades".
Preocupações dos alunos africanos debatidas na primeira conferencia de associações de estudantes africanos em Bragança onde juntou representantes de alunos de 9 cidades portuguesas e Embaixadora da República de Cabo Verde em Portugal.

Publicado em 'RBA'.

Professoras do IPB lançam livro para explicar o ciclo da água às crianças


H2O é a mais recente obra infanto-juvenil de Ana Pereira e Elza Mesquita, ambas professoras no Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Estas autoras, que contam já com dois livros inseridos no Plano Nacional de Leitura, apresentaram, no passado sábado, H2O, tal como o título indica aborda o tema da água. Ambas co-autoras e co-ilustradoras encontraram a motivação para trabalhar em conjunto devido ao interesse mútuo pela arte e literatura para a infância. Embora já tendo dois livros no Plano Nacional de Leitura, Ana Pereira diz que “não é muito fácil atingir essa meta”.
Mais um trabalho infanto-juvenil a quatro mãos de Ana Pereira e Elza Mesquita.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Bragança assinalou Dia Mundial da Saúde


Os rastreios e o exercício físico estiveram em destaque nas comemorações do Dia Mundial da Saúde, em Bragança. Na passada sexta-feira, houve também lugar para alguns conselhos deixados por especialistas na área da saúde.
A enfermeira, Cátia Martins, lembra alguns dos cuidados essenciais para uma vida saudável. António Pereira foi um dos muitos brigantinos que se dirigiu à Praça Cavaleiro Ferreira, para avaliar a sua saúde.
Esta iniciativa foi organizada pela Junta de Freguesia da Sé, Cruz Vermelha Portuguesa, Fundação Portuguesa de Cardiologia e Instituto Politécnico de Bragança.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Nova escola vai custar cinco milhões de euros


Parece que é desta. A ESACT de Mirandela vai, finalmente, ter instalações definitivas. Depois dos procedimentos de contratação pública foi efetuada a respetiva consignação e os trabalhos de início da construção já são visíveis. “Já temos o visto do Tribunal de Contas, pelo que já nada impede o início da concretização de um sonho”, afirma o presidente do Município.
António Branco sublinha que o executivo decidiu avançar para esta obra em detrimento de outros investimentos. "Tivemos de estabelecer prioridades e este esforço financeiro justifica alguns sacrifícios porque trata-se de uma obra estruturante para o futuro de Mirandela", adianta o edil.
No total, o investimento ascende aos 5 milhões de euros, suportados em 85 por cento por fundos comunitários e os restantes 15 por cento, da contrapartida nacional, são assegurados pelo Município que depois vai estabelecer um acordo com o Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Para o autarca, este investimento insere-se numa estratégia a longo prazo. " É um contributo na inversão de saída de jovens para as zonas litorais e captação de massa crítica, através de docente e alunos", explica.
Para além disso, António Branco diz ter dados que asseguram um retorno financeiro considerável com este investimento. "Existe um estudo que aponta para que em cada euro investido no ensino superior há um retorno de sete euros", conta.
O prazo de finalização da obra é de 24 meses.
"Fim de um longo calvário"
A ESACT começou como pólo do Instituto Politécnico de Bragança, em 1995, com 70 alunos, utilizando instalações provisórias, cedidas pela autarquia. Passou a escola autónoma em 1999, e com o aumento constante de alunos (atualmente são 1300), a direção da escola viu-se obrigada a alugar salas do edifício da Portugal Telecom. Apesar das constantes reivindicações e promessas de governos anteriores, a verba nunca chegou a vir. Agora está encontrada a solução que deixa o presidente do IPB "extremamente feliz". Para Sobrinho Teixeira, "é o fim de um longo calvário, mas também o início de um novo desafio de consolidação e de afirmação da maior escola desconcentrada do País , ao nível dos alunos e capacidade instalada", afirma.
Outro aspeto importante, é que as novas instalações da ESACT são um argumento muito positivo para o processo de avaliação de cursos que está em marcha. "A não existência de instalações seria altamente penalizador e poderia levar à reprovação dos cursos por falta de condições. Esse argumento desapareceu", diz. Já os alunos, reagem com satisfação moderada. "É uma luta de muitos anos, já não era sem tempo para que os alunos não andem dispersos por diversos locais da cidade, mas só vamos fazer a festa quando a obra estiver pronta", refere o presidente da Associação de estudantes da ESACT , Pedro Quinteiro.
Números
8 cursos Gestão e Administração Pública, Informática e Comunicações, Marketing, Multimédia, Solicitadoria, Design de Jogos Digitais, Turismo e Guia Intérprete.
51 docentes Mais de 60 por cento dos professores já têm o grau de doutoramento

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

11 abril, 2013

UTAD e IPB são segredo para fixar os jovens em Trás-os-Montes


A UTAD e o IPB conseguem manter na região os alunos transmontanos, mas continua a ser muito difícil fixar em Vila Real e Bragança, após o curso, gente de outras paragens e, assim, inverter a tendência de desertificação do interior.
A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) apresentam taxas de empregabilidade elevadas - 87% e 86%, respetivamente -, mas é preciso criar condições para que os alunos "importados" fiquem em Trás-os-Montes e potenciem o desenvolvimento regional.
"Conseguimos importar alunos de outras regiões, mas depois a cidade não os fixa", lamenta Fontainhas Fernandes, docente da UTAD. Dos estudantes que ficaram a trabalhar em Vila Real após o curso, apenas 8% são de fora, todos os outros são do distrito. "É preciso uma aposta mais forte de quem nos governa para fixar os jovens", acrescenta o docente.
"O tecido empresarial de Trás-os-Montes não é fortemente desenvolvido", diz Luís Pais, vice-presidente do IPB. Ainda assim, a instituição consegue "agarrar" alguns forasteiros. O último inquérito sobre empregabilidade (dados de 2011) aos licenciados da instituição revela que 39% trabalham em Bragança (quando apenas 30% são oriundos do distrito) e que 53% têm emprego em Trás-os-Montes (quando só 53% são daquela zona).
"O que mais me satisfaz "é a capacidade de retenção dos diplomados na região", diz Luís Pais, salvaguardando: "Os resultados são lisonjeiros. O objetivo do IPB é o desenvolvimento regional, mas também não podemos ficar confinados a essa área".
UTAD e IPB têm gabinetes que ajudam os alunos a avançarem com as próprias empresas e fomentam, de forma intensiva, o empreenderorismo entre os estudantes.
"A formação técnica ao nível superior é fundamental para ultrapassar a crise. A qualificação é essencial para o emprego", observa o vice-presidente do IPB.

Publicado em 'JN'.

09 abril, 2013