Exibido em 'SIC'.
30 abril, 2013
29 abril, 2013
Culturas, ervas e saberes das terras de Miranda em livro
As culturas, ervas e saberes das gentes do Planalto Mirandês estão agora compilados em três livros.
Este é o resultado de um projecto que foi desenvolvido pela FRAUGA- Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote, em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança.
O presidente da FRAUGA, Jorge Lourenço, garante que depois de dois anos de recolha e compilação de informação, faz todo o sentido continuar a registar a sabedoria das pessoas mais antigas das aldeias que integram o Parque do Douro Internacional.
Ana Maria Carvalho, professora da Escola Superior Agrária de Bragança e coordenadora científica do projecto Cultivos, Ervas e Saberes, confessa que o objectivo destas publicações é transmitir a informação aos mais jovens, para que os usos e costumes da região não se percam no tempo.
A FRAUGA espera agora poder dar continuidade à preservação das tradições das terras de Miranda, através de novas candidaturas ao próximo programa comunitário de apoio.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
26 abril, 2013
Institutos Politécnicos querem passar a chamar-se Universidades de Ciência Aplicada
O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores divulgou um conjunto de propostas de remodelação do ensino superior politécnico durante a apresentação de um relatório encomendado a uma universidade holandesa.
O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) quer que os politécnicos passem a ser designadas como Universidades de Ciências Aplicadas, uma sugestão que faz parte de um conjunto de propostas de remodelação do sistema de ensino superior.
“Não há outro país europeu com a designação de Instituto Politécnico, o que torna difícil a comparação em níveis internacionais”, explicou o presidente do CCISP, Joaquim Mourato, durante a apresentação de um relatório encomendado pelo conselho ao Center for Higher Education Policy Studies (CHEPS), da Universidade de Twente, na Holanda.
A proposta "não resulta por se querer a designação de universidade, até porque a diferença entre universidades e politécnicos continuaria", avançou Joaquim Mourato, sublinhando que se trata de um modo de "afirmação internacional".
O CCISP pede também a criação de Centros de Investigação Aplicada e de Transferência de Tecnologia que “possam dar cobertura a todas as instituições politécnicas e que estejam associadas ao tecido empresarial regional”. De acordo com Joaquim Mourato, a constituição e existência destes centros deve ser apoiada por projectos e investimentos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
Da lista de propostas do CCISP consta ainda, entre outras, a integração de representantes das actividades profissionais nas equipas de avaliação externa da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). As ordens profissionais já estão, contudo, integradas na agência, nomeadamente quando são chamadas a dar pareceres sobre acreditações.
No que diz respeito a fusões ou consórcios, o presidente do CCISP considera que “deve caber a cada instituição tomar essa decisão” e alerta que “não é com o objectivo de reduzir a despesa do Estado que se avança para uma fusão”.
Uma opinião que vai ao encontro das conclusões do relatório, que foi apresentado esta quarta-feira no Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. “É preciso muito cuidado com as fusões e devem ser procuradas formas alternativas de cooperação. Os benefícios económicos a curto prazo são limitados”, explicou o investigador da universidade holandesa, Jon File.
O relatório compara o sistema de ensino binário em Portugal - politécnico e universitário - com alguns países da Europa e o investigador explicou que "não existem diferenças radicais".
Num retrato do ensino superior politécnico português, o estudo conclui que os politécnicos têm mais estudantes em part-time e de idades mais avançadas do que as universidades. Embora as instituições politécnicas do interior de Portugal ofereçam mais cursos de especialização tecnológica, o relatório não identificou diferenças relevantes entre os politécnicos do interior e os do litoral.
As propostas do CCISP foram bem acolhidas pelas associações de estudantes. “Os estudantes estão disponíveis para discutir estas propostas. Algumas até são ideias que a federação tem vindo a apresentar ao longo dos anos”, afirmou o presidente da Federação das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, também presente na apresentação do relatório.
Publicado em 'Público'.
O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) quer que os politécnicos passem a ser designadas como Universidades de Ciências Aplicadas, uma sugestão que faz parte de um conjunto de propostas de remodelação do sistema de ensino superior.
“Não há outro país europeu com a designação de Instituto Politécnico, o que torna difícil a comparação em níveis internacionais”, explicou o presidente do CCISP, Joaquim Mourato, durante a apresentação de um relatório encomendado pelo conselho ao Center for Higher Education Policy Studies (CHEPS), da Universidade de Twente, na Holanda.
A proposta "não resulta por se querer a designação de universidade, até porque a diferença entre universidades e politécnicos continuaria", avançou Joaquim Mourato, sublinhando que se trata de um modo de "afirmação internacional".
O CCISP pede também a criação de Centros de Investigação Aplicada e de Transferência de Tecnologia que “possam dar cobertura a todas as instituições politécnicas e que estejam associadas ao tecido empresarial regional”. De acordo com Joaquim Mourato, a constituição e existência destes centros deve ser apoiada por projectos e investimentos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
Da lista de propostas do CCISP consta ainda, entre outras, a integração de representantes das actividades profissionais nas equipas de avaliação externa da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). As ordens profissionais já estão, contudo, integradas na agência, nomeadamente quando são chamadas a dar pareceres sobre acreditações.
No que diz respeito a fusões ou consórcios, o presidente do CCISP considera que “deve caber a cada instituição tomar essa decisão” e alerta que “não é com o objectivo de reduzir a despesa do Estado que se avança para uma fusão”.
Uma opinião que vai ao encontro das conclusões do relatório, que foi apresentado esta quarta-feira no Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. “É preciso muito cuidado com as fusões e devem ser procuradas formas alternativas de cooperação. Os benefícios económicos a curto prazo são limitados”, explicou o investigador da universidade holandesa, Jon File.
O relatório compara o sistema de ensino binário em Portugal - politécnico e universitário - com alguns países da Europa e o investigador explicou que "não existem diferenças radicais".
Num retrato do ensino superior politécnico português, o estudo conclui que os politécnicos têm mais estudantes em part-time e de idades mais avançadas do que as universidades. Embora as instituições politécnicas do interior de Portugal ofereçam mais cursos de especialização tecnológica, o relatório não identificou diferenças relevantes entre os politécnicos do interior e os do litoral.
As propostas do CCISP foram bem acolhidas pelas associações de estudantes. “Os estudantes estão disponíveis para discutir estas propostas. Algumas até são ideias que a federação tem vindo a apresentar ao longo dos anos”, afirmou o presidente da Federação das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, também presente na apresentação do relatório.
Publicado em 'Público'.
24 abril, 2013
Bilhetes mais baratos
De 24 a 30 de abril, a Semana Académica de Bragança despede-se dos finalistas com música e animação
Exibido em 'LocalvisãoTV'.
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22 abril, 2013
Tese sobre agricultura de Moçambique
Foi assinado um protocolo entre o Ministério da Agricultura de Moçambique e o IPB para técnicos estudarem em Bragança
Exibido em 'LocalvisãoTV'.
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18 abril, 2013
17 abril, 2013
Cabo Verde em debate
Associações de estudantes cabo-verdianos em Portugal reuniram-se em Bragança com a embaixadora da República de Cabo Verde
Exibido em 'LocalvisãoTV'.
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16 abril, 2013
IPB formas técnicos agrícolas de Moçambique
O Instituto Politécnico de Bragança e o Ministério da Agricultura de Moçambique assinaram ontem um acordo de colaboração nos domínios da formação, investigação e do desenvolvimento científico e tecnológico.
A curto prazo, 15 técnicos superiores de Moçambique vão frequentar um mestrado em Qualidade e Segurança Alimentar.
O Secretário Permanente da Delegação Moçambicana, Daniel Clemente, considera que este protocolo vai possibilitar uma melhoria na actividade agrícola e o reforço das exportações.
A participação de técnicos superiores agrários de Moçambique em cursos de formação especializada e o apoio na área da qualidade e segurança alimentar são os objectivos de mais um protocolo celebrado entre o IPB e organismos daquele país africano.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Novo edifício da EsACT
As obras para o novo edifício da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela já estão em marcha
Exibido em 'LocalvisãoTV'.
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