06 maio, 2013

Instituto Politécnico coopera com instituições moçambicanas

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) recebe, até 10 de maio, a visita dos diretores-gerais de três Institutos Superiores Politécnicos de Moçambique, com vista à avaliação de oportunidades de cooperação, informou a instituição.
Para aquele período estão previstas reuniões com o IPB e empresas do distrito, bem como visitas à região de Bragança e Região Demarcada do Douro.
Protocolos a estabelecer durante esta visita preveem o intercâmbio de estudantes e professores, a qualificação do corpo docente das instituições moçambicanas e a cooperação para o desenvolvimento da oferta formativa de ensino superior em Moçambique.
"A cooperação com o IPB será igualmente estendida à Universidade de Leão (Espanha), no âmbito do projeto de cooperação transfronteiriça que envolve estas duas Instituições", acrescenta um comunicado do Politécnico de Bragança.
O estabelecimento destes protocolos de cooperação constitui mais "uma importante etapa na consolidação do projeto de cooperação com os Países de Língua Oficial Portugueses (PALOP), "consolidando os resultados já obtidos na cooperação entre o IPB e instituições de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste".
Atualmente, entre estudantes inscritos em cursos e em mobilidade internacional, frequentam o IPB mais de 350 alunos provenientes de países de expressão portuguesa.

Publicado em 'RBA'.

03 maio, 2013

Colour Desfile

O Desfile da Semana Académica de Bragança é um dos momentos altos para os finalistas que dizem adeus da forma mais animada


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Manual alia materiais tradicionais a técnicas de construção inovadoras


Se pretende reabilitar uma casa antiga, já existe um manual que permite aliar os materiais tradicionais às técnicas inovadoras de construção.
O livro foi lançado no âmbito do projecto BIOURB - Diversidade Construtiva Transfronteiriça, Edificação Bioclimática, promovido pela Câmara Municipal de Bragança, em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança.
Débora Ferreira, uma das coordenadoras da obra, realça a necessidade de encontrar soluções que correspondam a boas práticas construtivas. O manual vem no seguimento do Curso de “Diversidade Bioconstrutiva e Construção Bioclimática”, que decorreu no IPB, de 5 a 27 de Abril, com 90 participantes. Segundo Débora Ferreira, o manual e o curso são complementares.
O projecto BIOURB é liderado pela Entidade Regional de Energia de Castela e Leão. Integra o Instituto Politécnico e os municípios de Bragança e Mogadouro, bem como vários organismos e autarquias espanholas.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

02 maio, 2013

United Colors of Trás-os-Montes

UTAD tem 3% de alunos estrangeiros e quer chegar os 20%. IPB tem 11% de internacionais. Aposta na China e África
O futuro da UTAD e do IPB está lá fora. Têm cada vez mais alunos estrangeiros e a ambição é continuar a aumentar essa percentagem.


Ciência@Bragança

É este o nome que foi dado a uma iniciativa regional pioneira de divulgação científica. Fruto de uma colaboração do Centro Ciência Viva de Bragança e do Instituto Politécnico de Bragança e de parcerias com vários media regionais, este projeto destina-se a divulgar ciência pela comunidade.

Projeto Ciência@Bragança

Enquadramento no COMPETE
O Ciência@Bragança é financiado pela Associação Centro Ciência Viva de Bragança e cofinanciado pelo FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional), através do COMPETE – Programa Operacional Factores de Competitividade.
Trata-se de um projeto no âmbito do SAESCTN - Sistema de Apoio a Entidades do Sistema Científico e Tecnológico, com um investimento elegível de 156 mil euros, correspondendo a um incentivo FEDER de 132 mil euros.
Âmbito
Os objetivos e condições definidos no aviso de abertura do concurso dirigem-se ao desenvolvimento de uma cidadania ativa, contribuindo para uma sociedade mais qualificada e com maior reconhecimento social da Ciência e da Tecnologia como motores de inovação e competitividade.
Para tal, são desenvolvidos e difundidos, através dos media, um conjunto de conteúdos que promovam a cultura científica e tecnológica.
Assim, o projeto, de âmbito regional, contempla a produção de um conjunto integrado de conteúdos de divulgação científica em formatos variados. A conceção e produção é da responsabilidade do Centro Ciência Viva de Bragança e do Instituto Politécnico de Bragança, envolvendo várias dezenas de docentes e investigadores.

29 abril, 2013

Culturas, ervas e saberes das terras de Miranda em livro


As culturas, ervas e saberes das gentes do Planalto Mirandês estão agora compilados em três livros.
Este é o resultado de um projecto que foi desenvolvido pela FRAUGA- Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote, em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança.
O presidente da FRAUGA, Jorge Lourenço, garante que depois de dois anos de recolha e compilação de informação, faz todo o sentido continuar a registar a sabedoria das pessoas mais antigas das aldeias que integram o Parque do Douro Internacional.
Ana Maria Carvalho, professora da Escola Superior Agrária de Bragança e coordenadora científica do projecto Cultivos, Ervas e Saberes, confessa que o objectivo destas publicações é transmitir a informação aos mais jovens, para que os usos e costumes da região não se percam no tempo.
A FRAUGA espera agora poder dar continuidade à preservação das tradições das terras de Miranda, através de novas candidaturas ao próximo programa comunitário de apoio.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

26 abril, 2013

Institutos Politécnicos querem passar a chamar-se Universidades de Ciência Aplicada

O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores divulgou um conjunto de propostas de remodelação do ensino superior politécnico durante a apresentação de um relatório encomendado a uma universidade holandesa.
O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) quer que os politécnicos passem a ser designadas como Universidades de Ciências Aplicadas, uma sugestão que faz parte de um conjunto de propostas de remodelação do sistema de ensino superior.
“Não há outro país europeu com a designação de Instituto Politécnico, o que torna difícil a comparação em níveis internacionais”, explicou o presidente do CCISP, Joaquim Mourato, durante a apresentação de um relatório encomendado pelo conselho ao Center for Higher Education Policy Studies (CHEPS), da Universidade de Twente, na Holanda.
A proposta "não resulta por se querer a designação de universidade, até porque a diferença entre universidades e politécnicos continuaria", avançou Joaquim Mourato, sublinhando que se trata de um modo de "afirmação internacional".
O CCISP pede também a criação de Centros de Investigação Aplicada e de Transferência de Tecnologia que “possam dar cobertura a todas as instituições politécnicas e que estejam associadas ao tecido empresarial regional”. De acordo com Joaquim Mourato, a constituição e existência destes centros deve ser apoiada por projectos e investimentos da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).
Da lista de propostas do CCISP consta ainda, entre outras, a integração de representantes das actividades profissionais nas equipas de avaliação externa da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). As ordens profissionais já estão, contudo, integradas na agência, nomeadamente quando são chamadas a dar pareceres sobre acreditações.
No que diz respeito a fusões ou consórcios, o presidente do CCISP considera que “deve caber a cada instituição tomar essa decisão” e alerta que “não é com o objectivo de reduzir a despesa do Estado que se avança para uma fusão”.
Uma opinião que vai ao encontro das conclusões do relatório, que foi apresentado esta quarta-feira no Conselho Nacional de Educação, em Lisboa. “É preciso muito cuidado com as fusões e devem ser procuradas formas alternativas de cooperação. Os benefícios económicos a curto prazo são limitados”, explicou o investigador da universidade holandesa, Jon File.
O relatório compara o sistema de ensino binário em Portugal - politécnico e universitário - com alguns países da Europa e o investigador explicou que "não existem diferenças radicais".
Num retrato do ensino superior politécnico português, o estudo conclui que os politécnicos têm mais estudantes em part-time e de idades mais avançadas do que as universidades. Embora as instituições politécnicas do interior de Portugal ofereçam mais cursos de especialização tecnológica, o relatório não identificou diferenças relevantes entre os politécnicos do interior e os do litoral.
As propostas do CCISP foram bem acolhidas pelas associações de estudantes. “Os estudantes estão disponíveis para discutir estas propostas. Algumas até são ideias que a federação tem vindo a apresentar ao longo dos anos”, afirmou o presidente da Federação das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico, também presente na apresentação do relatório.

Publicado em 'Público'.

24 abril, 2013