07 novembro, 2013

Mostras IPB 2013

Grupo de Enfermagem vence a edição deste ano, num total de 19 equipas que desafiam a criatividade dos caloiros com provas livres e musicais


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Estudante do IPB finalista dos prémios EDP Inovação


Jorge Paulo é estudante do Instituto Politécnico de Bragança e é um dos três finalistas deste ano do prémio EDP inovação, que no ano passado foi vencido por outro projeto do IPB, que teve ainda outro finalista.
O grande vencedor da edição deste ano será conhecido amanhã, no Museu da Eletricidade, em Lisboa. Enhanced WT é o nome do projeto em energias renováveis com que Jorge Paulo concorre, ele que fez todo o seu percurso académico com o apoio da Casa do Trabalho Dr. Oliveira Salazar, de Bragança. Este ano, os três finalistas vão ser premiados com quatro semanas no Programa de Aceleração Beta Start da Beta-i.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

Governo quer reorganizar ensino superior já para o próximo ano lectivo

Universidades e institutos politécnicos têm até Dezembro para se pronunciarem, mas reitores ameaçam não cumprir caso não haja mexidas no Orçamento do Estado para 2014
Nova rede de ensino superior poderá traduzir-se no encerramento de diversos cursos

O próximo ano lectivo já deverá começar com um novo mapa de instituições de ensino superior. É pelo menos essa a intenção do Governo, que pediu às universidades e institutos politécnicos que se pronunciem sobre a reorganização da rede até ao final do próximo mês. Numa carta enviada às instituições, são abordadas as possibilidades de fusões e consórcios. Os responsáveis do sector saúdam a iniciativa, mas os reitores admitem não participar no processo se não forem resolvidos os problemas de financiamento.
O Governo estabelece metas claras para a reorganização da rede de ensino superior. As universidades e politécnicos têm até ao final de Dezembro para tomar posição, de modo a que as "grandes linhas" da reforma estejam definidas até Março. "Nessa altura, as instituições poderão planear a sua reconfiguração e começar a preparação do Orçamento de 2015 com essa mudança já reflectida", defende o secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, numa missiva às instituições.
Na carta, o Governo sublinha a "urgência" de uma reforma da oferta educativa e da rede de ensino, estabelecendo quatro áreas de actuação. Por um lado, defende a criação de órgãos regionais de coordenação entre instituições - que deverão ser desenhados ao nível das Nut II - ao mesmo tempo que sugere a possibilidade do estabelecimento de consórcios e fusões, que podem acontecer inclusivamente entre universidades e politécnicos.
Uma das novidades é a possibilidade de criação de um novo modelo de financiamento público. Actualmente, as instituições recebem dinheiro do Estado em função do número de alunos e o Governo entende que isso incentiva "a expansão dos tipos de educação superior mais estabilizados" como as licenciaturas e mestrados tradicionais, em vez de uma diferenciação na oferta. O secretário de Estado pede ainda um plano de racionalização interna que se ajuste às alterações da procura e à "relevância social das competências dos graduados". Contactado pelo PÚBLICO, o Ministério da Educação reconhece que "está a trabalhar com as instituições" sobre esta matéria, mas prefere não adiantar mais nada nesta fase de trabalhos.
A proposta do Governo foi genericamente bem recebida pelos reitores das universidades e pelos presidentes dos institutos politécnicos, que sublinham a necessidade de uma reorganização da rede. Todavia, a reforma poderá encravar em questões mais conjunturais. É isso que sugere o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Rendas, para quem a "prioridade" é mesmo resolver os problemas motivados pelo "corte duplo" que o sector vai sofrer no próximo Orçamento do Estado e que poderá chegar a 60 milhões de euros. "Sem a questão do Orçamento resolvida não conseguiremos ter estado de espírito para reforma alguma", sugere.
Já o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato, lamenta "não ter sido ouvido" sobre o assunto. "Apenas podemos considerar que qualquer reorganização do ensino superior deve ser feita a nível nacional e com todas as instituições".
Os politécnicos não escondem o receio de que a reorganização se concentre em si. É para este sector que o Governo propõe medidas mais concretas na carta, com a aposta na formação superior de "ciclo curto" (dois anos), com carácter mais profissionalizante e que deverá entrar em vigor no próximo ano lectivo. "Como aparentemente temos poucos alunos, vai-se aos politécnicos", ilustra Sobrinho Teixeira, presidente do Instituto Politécnico de Bragança. "Isto só pode ser feito por quem não conhece a realidade".
O reitor da Universidade Coimbra, João Gabriel Silva, concorda que o país "não pode desprender-se de uma parte do seu território" como o interior, onde estão mais presentes os politécnicos. O líder da mais antiga universidade do país recusa também a ideia de que a reorganização da rede de ensino superior só se possa fazer por via da redução. Este é um sector "competitivo a nível internacional" e "capaz de responder à procura externa", diz. "Pode ser um sector estratégico para sair da crise", defende, apontando o mercado da lusofonia como prioridade.

Publicado em 'Público'.

06 novembro, 2013

IPB deu as boas-vindas aos novos alunos


O Instituto Politécnico de Bragança recebeu ontem os novos alunos.
Uma cerimónia de boas-vindas, que contou com muita animação. Um mês depois da chegada à cidade de Bragança e de vida de caloiro, os novos estudantes fazem um balanço positivo e dizem até já ter saudades das praxes.
Quem também deu as boas vindas aos caloiros foi o Presidente do IPB. Sobrinho Teixeira não tem dúvidas que os caloiros vão ter saudades desta fase.
Orgulhoso dos caloiros estava o presidente da Associação Académica do IPB. Ricardo Pinto confessa que o mês de praxes correu bem e espera que a recepção, que se iniciou ontem, seja memorável.
A Sessão de boas Vindas aos novos alunos a marcar o arranque da recepção ao caloiro, em Bragança, que decorre até sábado no pavilhão do NERBA. Hoje à noite, sobe ao palco o DJ Jimmy P. No sábado encerra com Anselmo Ralph.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

05 novembro, 2013

01 novembro, 2013

Estudantes fazem praxe solidária para ajudar instituições de solidariedade em Bragança

Os estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança fizeram da praxe um momento de solidariedade. Os caloiros andaram pelas ruas da cidade a recolher bens para entregar a cinco instituições de solidariedade social de Bragança.

Exibido em 'Porto Canal'.

31 outubro, 2013

Passaporte para o Empreendedorismo ajuda jovens a criarem empresas


Apenas um aluno do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) se candidatou ao programa “Passaporte para o Empreendedorismo”, desenvolvido pelo IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas).
Trata-se de uma medida de apoio no âmbito do Programa Impulso Jovem, que visa apoiar os mais novos na construção da sua ideia de negócio. A apresentação da terceira e última fase de candidatura teve lugar na quarta-feira, 23, naquela instituição de ensino. “Partimos de uma ideia e temos três medidas de apoio, até ao máximo de um ano, para que possam evoluir até iniciar o negócio”, explicou Ana Rosas, técnica do IAPMEI. Em causa está uma bolsa mensal, apoio a mentoria e assistência técnica.
No caso da candidatura de Bragança, o candidato a empreendedor apostou na criação de conteúdos de Marketing Digital. “É uma forma de ajudar as pessoas que têm ideias de negócio, que até aqui, tinham que andar por conta e risco, e de gratificar o trabalho que fazem. Nem todas as ideias dão origem a negócios e por vezes investe-se e não se tem apoio. É uma forma de pagar o trabalho”, referiu José Adriano, professor do IPB e coordenador do Gabinete de Empreendedorismo da instituição de ensino.
Desde o início do programa deram entrada 1079 projetos a nível nacional, de 1640 promotores, dos quais 652 já são bolseiros. Estão comprometidos com apoio cerca de 5,4 milhões de euros. Do total das candidaturas, 58% são do Norte, 32% ao Centro e 7% ao Alentejo. Em termos de candidatos aprovados, o Norte também lidera com 60% e 391 candidatos; o Centro 32%, ou seja 210 candidatos; e o Alentejo 8% e 51 candidatos. A avaliação intercalar dá conta de bons resultados. Foram avaliados 232 projetos de 406 promotores.

28 empresas nasceram no IPB 

O Gabinete de Empreendedorismo do IPB ajudou a criar 28 empresas, das quais já resultaram cerca de 60 postos de trabalho e mais de um milhão de euros em volume de negócios. “Não há paralelo a nível nacional na realidade dos politécnicos”, sublinhou José Adriano.
No Concurso Poliempreende “fomos três anos ao pódio, com segundos e terceiros lugares com projetos que criam empresas”, acrescentou o docente.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

Praxe solidária

Caloiros da Escola Superior Agrária recolhem produtos alimentares pela cidade de Bragança para ajudar as aldeias do concelho


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

30 outubro, 2013

Praxe Solidária a favor de cinco instituições de Bragança

Os estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança vão mais um ano fazer da praxe um momento solidário com a recolha de alimentos e vestuário para doar a cinco instituições de Bragança, anunciou hoje a organização.
A iniciativa é da Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) que nos últimos anos tem transformado a receção ao caloiro em festa e solidariedade.
A Praxe Solidária decorre este ano durante todo o dia de quarta-feira com peditórios nos hipermercados e porta-a-porta na cidade e um arraial, divulgaram hoje os promotores, em comunicado.
Os caloiros vão fazer durante o dia o peditório e à noite participam no arraial solidário, no hangar da escola, em que toda a comunidade académica é convidada a levar um alimento ou peça de roupa para doar.
O resultado da iniciativa reverte e para as instituições de solidariedade social das aldeias de Babe, Baçal, França, Espinhosela e Santa Comba de Rossas, no concelho de Bragança.
Este ano, os caloiros da Agrária realizam ainda a Praxe do Voluntariado, disponibilizando-se para durante o dia de quinta-feira ajudarem em instituições da cidade de Bragança como os centros paroquiais do Santo Condestável e Santos Mártires, Obra Social Padre Miguel e Fundação Betânia.
A Praxe Solidária, que se tornou uma tradição na Escola Superior Agrária de Bragança, bateu no ano passado o recorde de doações, com mais de uma tonelada de alimentos recolhidos pelos estudantes.
Com esta iniciativa, a Associação de Estudantes pretende fazer das praxes, que marcam a receção aos caloiros, um momento de inserção, mas também de partilha com a comunidade local, "dando algo de útil à sociedade".
A Escola Superior Agrária é entre as cinco do Instituto Politécnico de Bragança a que menos alunos tem, mas a associação quer mostrar que, mesmo sendo poucos, podem fazer alguma coisa.

Publicado em 'Notícias do Nordeste'.

29 outubro, 2013

Investigação desenvolve tratamento para o cancro do castanheiro


No próximo ano vão ser conhecidos os primeiros resultados da investigação que está a ser desenvolvida pelo Instituto Politécnico de Bragança, para combater o cancro do castanheiro.
A informação é avançada pelo presidente da Arborea – Associação Agro-Florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, que é parceira neste projecto. Eduardo Roxo explica que o objectivo é aplicar nos soutos um tratamento biológico da doença.
“Estamos num projecto, juntamente com o IPB, para encontrar um combate genético, biológico, para o próprio cancro. Já não é só fortalecer o castanheiro, embora fortalecer o castanheiro é importante para ele se defender melhor da doença. Agora o que se está à procura e para o ano vai haver já uma apresentação do que foi feito e do que está a ser feito, já com resultados, sobre o combate ao cancro por forma biológica. Ou seja, é um cancro que mata outro cancro. No fundo é isto”, esclarece Eduardo Roxo.
Depois de concluído o trabalho em laboratório, o objectivo é produzir este tratamento de forma industrial.“O que se pretende é criar em quantidade industrial. Ou seja criar condições para uma produção industrial, para que um produtor possa comprar e possa aplicar”, acrescenta o presidente da Arborea.
Começam a surgir os primeiros sinais científicos para combater o cancro do castanheiro.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.