15 novembro, 2013

Presidente do IPB e reitor da UTAD defendem instituições de ensino autónomas e unidas


Só com instituições de ensino autónomas e unidas é possível fortalecer o interior Norte do País.
Esta é a visão do presidente do Instituto Politécnico de Bragança e do reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que falam a uma só voz.
Esta posição foi defendida ontem, à margem da abertura do 1.º Congresso do Ensino Superior do Interior, que está a decorrer em Bragança.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, defende a autonomia das instituições de ensino e o reforço da cooperação.“É essencial neste fortalecimento do interior manter a autonomia das instituições pese embora seja essencial também uma maior interligação entre as diversas valências do ensino superior, neste caso falamos da região de Trás-os-Montes, entre as valências do ensino superior da UTAD e do politécnico de Bragança. E cada um no seu subsistema, mas juntos sempre em defesa da região e achamos que essa é a melhor forma de nos afirmamos face à realidade do País. Um desse exemplos é o caso do Parque de Ciência e Tecnologia de Trás-os-Montes e outras iniciativas irão surgir resultantes dessa visão”, frisa Sobrinho Teixeira.
O reitor da UTAD reforça esta posição. Fontainhas Fernandes não tem dúvidas que a união faz a força.“A região ficará mais forte se tiver duas instituições fortes que trabalhem em articulação nas diferentes missões do ensino superior, quer no plano do ensino, da investigação e da transferência de tecnologia. Não podemos esquecer que ambas as instituições têm uma forte ligação ao território e esta ligação e esta função de desenvolvimento regional é fundamental”, vinca o reitor da UTAD.
Os representantes do IPB e da UTAD a defenderem uma maior cooperação entre instituições de ensino que devem manter-se autónomas.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

11 novembro, 2013

08 novembro, 2013

Sandra Afonso vence Prémio GRACE de Investigação em RSE

A cerimónia de entrega do Prémio GRACE de Investigação em Responsabilidade Social Empresarial decorreu ontem no Auditório da FLAD, em Lisboa.
Dirigido a estudantes de pós-graduações, mestrados e doutoramentos de instituições do Ensino Superior português, esta iniciativa do GRACE visa distinguir o melhor projeto de investigação académica na área da Responsabilidade Social Corporativa.
Nesta segunda edição, contou com o alto patrocínio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e com o apoio da United Airlines e o troféu foi entregue a Sandra Afonso, Mestre em Gestão das Organizações pelo Instituto Politécnico de Bragança. A vencedora, autora de "Práticas de Responsabilidade Social nas Organizações: o caminho para o Desenvolvimento Sustentato", terá agora a oportunidade de estar em contacto, durante uma semana, com organizações de referência em matéria de RSC, em Washington DC.
O júri do Prémio foi composto por António Pires de Lima (ex-CEO da Unicer), António Rendas (Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas), Carlos Magno (Professor Convidado do ISCEM e jornalista), Luís Laginha de Sousa (Presidente da NYSE Euronext Lisbon), Luís Portela (Presidente da Bial), Maria de Lurdes Rodrigues (Presidente da FLAD), Vera Pires Coelho e Maria da Conceição Zagalo (Presidente da Assembleia Geral do GRACE).

Publicado em 'Grace'.

07 novembro, 2013

Mostras IPB 2013

Grupo de Enfermagem vence a edição deste ano, num total de 19 equipas que desafiam a criatividade dos caloiros com provas livres e musicais


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Estudante do IPB finalista dos prémios EDP Inovação


Jorge Paulo é estudante do Instituto Politécnico de Bragança e é um dos três finalistas deste ano do prémio EDP inovação, que no ano passado foi vencido por outro projeto do IPB, que teve ainda outro finalista.
O grande vencedor da edição deste ano será conhecido amanhã, no Museu da Eletricidade, em Lisboa. Enhanced WT é o nome do projeto em energias renováveis com que Jorge Paulo concorre, ele que fez todo o seu percurso académico com o apoio da Casa do Trabalho Dr. Oliveira Salazar, de Bragança. Este ano, os três finalistas vão ser premiados com quatro semanas no Programa de Aceleração Beta Start da Beta-i.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

Governo quer reorganizar ensino superior já para o próximo ano lectivo

Universidades e institutos politécnicos têm até Dezembro para se pronunciarem, mas reitores ameaçam não cumprir caso não haja mexidas no Orçamento do Estado para 2014
Nova rede de ensino superior poderá traduzir-se no encerramento de diversos cursos

O próximo ano lectivo já deverá começar com um novo mapa de instituições de ensino superior. É pelo menos essa a intenção do Governo, que pediu às universidades e institutos politécnicos que se pronunciem sobre a reorganização da rede até ao final do próximo mês. Numa carta enviada às instituições, são abordadas as possibilidades de fusões e consórcios. Os responsáveis do sector saúdam a iniciativa, mas os reitores admitem não participar no processo se não forem resolvidos os problemas de financiamento.
O Governo estabelece metas claras para a reorganização da rede de ensino superior. As universidades e politécnicos têm até ao final de Dezembro para tomar posição, de modo a que as "grandes linhas" da reforma estejam definidas até Março. "Nessa altura, as instituições poderão planear a sua reconfiguração e começar a preparação do Orçamento de 2015 com essa mudança já reflectida", defende o secretário de Estado do Ensino Superior, José Ferreira Gomes, numa missiva às instituições.
Na carta, o Governo sublinha a "urgência" de uma reforma da oferta educativa e da rede de ensino, estabelecendo quatro áreas de actuação. Por um lado, defende a criação de órgãos regionais de coordenação entre instituições - que deverão ser desenhados ao nível das Nut II - ao mesmo tempo que sugere a possibilidade do estabelecimento de consórcios e fusões, que podem acontecer inclusivamente entre universidades e politécnicos.
Uma das novidades é a possibilidade de criação de um novo modelo de financiamento público. Actualmente, as instituições recebem dinheiro do Estado em função do número de alunos e o Governo entende que isso incentiva "a expansão dos tipos de educação superior mais estabilizados" como as licenciaturas e mestrados tradicionais, em vez de uma diferenciação na oferta. O secretário de Estado pede ainda um plano de racionalização interna que se ajuste às alterações da procura e à "relevância social das competências dos graduados". Contactado pelo PÚBLICO, o Ministério da Educação reconhece que "está a trabalhar com as instituições" sobre esta matéria, mas prefere não adiantar mais nada nesta fase de trabalhos.
A proposta do Governo foi genericamente bem recebida pelos reitores das universidades e pelos presidentes dos institutos politécnicos, que sublinham a necessidade de uma reorganização da rede. Todavia, a reforma poderá encravar em questões mais conjunturais. É isso que sugere o presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), António Rendas, para quem a "prioridade" é mesmo resolver os problemas motivados pelo "corte duplo" que o sector vai sofrer no próximo Orçamento do Estado e que poderá chegar a 60 milhões de euros. "Sem a questão do Orçamento resolvida não conseguiremos ter estado de espírito para reforma alguma", sugere.
Já o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato, lamenta "não ter sido ouvido" sobre o assunto. "Apenas podemos considerar que qualquer reorganização do ensino superior deve ser feita a nível nacional e com todas as instituições".
Os politécnicos não escondem o receio de que a reorganização se concentre em si. É para este sector que o Governo propõe medidas mais concretas na carta, com a aposta na formação superior de "ciclo curto" (dois anos), com carácter mais profissionalizante e que deverá entrar em vigor no próximo ano lectivo. "Como aparentemente temos poucos alunos, vai-se aos politécnicos", ilustra Sobrinho Teixeira, presidente do Instituto Politécnico de Bragança. "Isto só pode ser feito por quem não conhece a realidade".
O reitor da Universidade Coimbra, João Gabriel Silva, concorda que o país "não pode desprender-se de uma parte do seu território" como o interior, onde estão mais presentes os politécnicos. O líder da mais antiga universidade do país recusa também a ideia de que a reorganização da rede de ensino superior só se possa fazer por via da redução. Este é um sector "competitivo a nível internacional" e "capaz de responder à procura externa", diz. "Pode ser um sector estratégico para sair da crise", defende, apontando o mercado da lusofonia como prioridade.

Publicado em 'Público'.

06 novembro, 2013

IPB deu as boas-vindas aos novos alunos


O Instituto Politécnico de Bragança recebeu ontem os novos alunos.
Uma cerimónia de boas-vindas, que contou com muita animação. Um mês depois da chegada à cidade de Bragança e de vida de caloiro, os novos estudantes fazem um balanço positivo e dizem até já ter saudades das praxes.
Quem também deu as boas vindas aos caloiros foi o Presidente do IPB. Sobrinho Teixeira não tem dúvidas que os caloiros vão ter saudades desta fase.
Orgulhoso dos caloiros estava o presidente da Associação Académica do IPB. Ricardo Pinto confessa que o mês de praxes correu bem e espera que a recepção, que se iniciou ontem, seja memorável.
A Sessão de boas Vindas aos novos alunos a marcar o arranque da recepção ao caloiro, em Bragança, que decorre até sábado no pavilhão do NERBA. Hoje à noite, sobe ao palco o DJ Jimmy P. No sábado encerra com Anselmo Ralph.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

05 novembro, 2013

01 novembro, 2013

Estudantes fazem praxe solidária para ajudar instituições de solidariedade em Bragança

Os estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança fizeram da praxe um momento de solidariedade. Os caloiros andaram pelas ruas da cidade a recolher bens para entregar a cinco instituições de solidariedade social de Bragança.

Exibido em 'Porto Canal'.