28 março, 2014

Entidades juntam-se à Diocese para promover o turismo no distrito


A Diocese de Bragança-Miranda assinou protocolos de colaboração no âmbito do turismo, com o objetivo de reforçar a promoção do património religioso do distrito.
Os acordos foram assinados na passada terça-feira, dia em que se assinalou o primeiro aniversário do Serviço Diocesano da Pastoral do Turismo, com a câmara de Bragança, a Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela (ESACT) e o Museu do Abade de Baçal.
O bispo diocesano, D. José Cordeiro, deu conta que as várias entidades têm o mesmo sentido “contribuir para o bem comum, o melhor conhecimento desta região e para dar a conhecer os grandes tesouros que temos, sobretudo o património religioso mas também as paisagens”. Estão a ser criadas rotas e roteiros, das igrejas, dos estilos, da arquitectura ou das regiões para melhor guiar os turistas.

Divulgação do património religioso pode impulsionar o turismo
Em Bragança já foi constituido um percurso pelas igrejas da cidade em colaboração com a câmara, mas outras iniciativas poderão surgir, nomeadamente “a criação de um roteiro religioso para que os visitantes possam ir aos vários monumentos, sabendo que têm acesso a esse património”, revelou o autarca, Hernâni Dias, que se mostrou disponível para o município elaborar com a Diocese “um catálogo que possa ser distribuído e publicitado”. O Museu do Abade de Baçal vai realizar formação técnica em preservação do património e produzir conteúdos.
A ESACT terá a missão de colocar os seus alunos em estágios profissionais e curriculares em algumas destas iniciativas. “Queremos disponibilizar à comunidade um acervo religioso vastíssimo e trabalhar na perspectiva do património integrado”, afirmou Ana Afonso, directora do museu. O ensino superior do distrito não está de costas voltadas para estas questões. “Vamos nesta linha do turismo religioso apoiar para que se consiga incrementar os níveis de qualidade para ter um produto turístico de excelência e para que os turistas fiquem com boa impressão e divulguem o património”, referiu Luís Pires, diretor da ESACT.

Publicado em 'Mensageiro'.

Maiores 23 IPB


Depoimentos de antigos e atuais estudantes M23:
Mensageiro de Bragança 27/03/2014

Publicado em 'Mensageiro' de 13/03/2014.

Maiores de 23 são oportunidade para ingresso no Ensino Superior


Depoimentos de antigos e atuais estudantes M23:
Jornal Nordeste 25/03/2014

Publicado em 'Nordeste' 25 de março, 2014.

24 março, 2014

Propina máxima aumenta menos de um euro no próximo ano lectivo

As propinas mais baixas de todo o sistema de ensino superior público são pagas no Instituto Politécnico de Bragança

As famílias com filhos no ensino superior ou que nele pretendam entrar no próximo ano lectivo têm uma boa notícia: em Setembro, a propina máxima vai sofrer um aumento inferior a um euro, fixando-se em 1066 euros.
A Universidade do Porto, a primeira a decidir o preço a cobrar aos seus estudantes no próximo ano lectivo, decidiu manter a propina abaixo dos 1000 euros pelo quarto ano consecutivo. As restantes universidades vão tomar a sua decisão nos próximos dois meses.
O valor da propina máxima está indexado à taxa média de inflação do ano anterior, que o Instituto Nacional de Estatística fixou em 0,3%. Deste modo, o preço máximo que pode ser cobrado pelas instituições de ensino superior públicas aos estudantes de licenciatura sobe do actual valor, ligeiramente acima dos 1065 euros, para 1066 euros. O ajuste de menos de um euro é uma das actualizações mais baixas dos últimos anos.
A maioria dos conselhos gerais das instituições de ensino superior, a quem cabe fixar o valor das propinas para o ano lectivo seguinte, reúne-se apenas nos próximos dois meses. Para já, apenas a Universidade do Porto (UP) fixou o preço das licenciaturas, numa reunião que decorreu o final da semana passada. O reitor Marques dos Santos propunha um aumento da propina para 1037 euros, mas o conselho geral decidiu, por unanimidade, não aprovar a proposta e manter o valor da propina dos estudantes para o próximo ano. Assim, os estudantes da UP continuarão a pagar 999 euros, uma das propinas mais baixas das universidades nacionais.
Em comunicado, o Conselho Geral da UP rejeita "projectar sobre os estudantes o custos das propinas, o ónus de cortes que foram impostos à universidade”, ainda que reconheça que isso significa “uma gestão ainda mais difícil do seu orçamento” no próximo ano lectivo. Na mesma reunião, o órgão presidido pelo ex-Provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, debruçou-se sobre os problemas do abandono do ensino superior e decidiu patrocinar a realização de um estudo sobre o peso da situação económica e social dos estudantes e suas famílias entre aqueles que deixam a universidade, bem como fazer uma revisão da eficácia dos apoios sociais concedidos pela instituição.
No ano lectivo em curso, a propina máxima está a ser cobrada em apenas três instituições – as Universidades de Coimbra e Lisboa e o Instituto Politécnico de Lisboa. Estas terão menos margem para aumentar as propinas no próximo ano. As restantes instituições podem aplicar aumentos superiores à taxa média de inflação de 0,3%, subindo dos preços actuais para o limite máximo previsto. Todavia, a tendência dos últimos anos é que as instituições optem por não fixar as propinas máximas.
Mesmo com as suas dotações orçamentais vindas do Orçamento de Estado a sofrerem cortes sucessivos, as universidades e politécnicos têm apontado a crise e as dificuldades financeiras das famílias como justificação para manter os custos de frequência dos estudantes de licenciatura. Além disso, teme-se uma perda de alunos.
Assim, no ano passado – em que o aumento podia chegar a 28 euros – 18 das 28 instituições decidiriam não aumentar as propinas, entre elas universidades como as da Madeira, Beira Interior e Minho, que, no ano passado, estavam entre as oito instituições que tinham preços próximos do valor da propina máxima. Já em 2012, mais de metade das universidades não aumentaram as propinas.
As propinas mais baixas de todo o sistema de ensino superior público são pagas no Instituto Politécnico de Bragança, que não mexeu no último ano nos 755 euros fixados em 2012, ao passo que o Instituto Politécnico do Cávado e Ave tem mantido, desde 2010, as propinas em 780 euros anuais. No sector universitário, o menor custo é praticado pela Universidade do Algarve, que este ano lectivo recebe 965 euros de cada um dos seus estudantes de licenciatura.

Publicado em 'Publico'.

Presente e futuro da Enfermagem Veterinária

Jornadas de dois dias terminaram com um workshop de “Princípios básicos de Ecocardiografia e Electrocardiografia”


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Ano Europeu dos Cidadãos




Exibido em 'Ano Europeu dos Cidadãos'.

21 março, 2014

Tunas solidárias


O IX CAPOTE – Festival de Tunas Femininas, que subiu, no passado sábado, ao palco do Teatro Municipal de Bragança teve, este ano, uma vertente solidária.
As estudantes quiseram aliar o espectáculo musical a uma causa social, numa altura em que há cada vez mais pessoas com dificuldades económicas.
“Quisemos ajudar uma sénior de Bragança que precisa de um aparelho auditivo. Contactámos a Câmara Municipal, que nos indicou a pessoa que necessita”, salienta a magister da Tona Tuna, que organiza o Festival, Eduarda Pinho.
Ao palco subiram Tunas Femininas: C’ A Tuna aos Saltos, da Universidade da Beira Interior (Covilhã), Tuna Académica do IPCA (Barcelos), Vibratuna (Vila Real), Levadas da Broca (Porto). O espectáculo foi aberto com a Tuna Masculina do IPB, Rtub, e encerrado com a tuna anfitriã, a Tuna Feminina do IPB- a Tôna Tu

Publicado em 'Jornal Nordeste'.

Alunos do Centro Escolar da Sé já aprendem mandarim

Projeto que se iniciou no centro escolar de Santa Maria foi alargado ao centro da Sé
Desde a passada segunda-feira que os alunos do Centro Escolar da Sé, em Bragança, podem frequentar aulas de Mandarim.
Este ano são 16 os estudantes do 4º ano que integram este projeto que, pela primeira vez, funciona nesta instituição de ensino, depois de uma primeira experiência no Centro Escolar de Santa Maria, no ano letivo de 2012-2013, que este ano repete as aulas de aprendizagem desta língua estrangeira para outro grupo de crianças.
Desde o ano passado que havia intenção de alargar o projeto ao Centro Escolar da Sé “só não aconteceu por falta de condições logísticas”, adiantou Dina Macias, a professora da Escola Superior de Educação de Bragança (ESEB) que acompanha a implantação da iniciativa.
As aulas de mandarim para o 1º ciclo são uma das atividades desenvolvidas na sequência da criação do Centro de Língua e Cultura Chinesas na ESEB, através de um protocolo estabelecido entre o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e a Universidade de Pequim em Zhuhai.
As aulas são ministradas por uma professora e três estudantes, todos de nacionalidade chinesa, que estão a frequentar um ano no IPB. “É a segunda etapa como estava prometido. Tem a ver com a vantagem de as crianças aprenderem línguas estrangeiras desde cedo. Era uma pena não aproveitar a oportunidade de ter uma professora chinesa e um grupo de estudantes que podem colaborar”, explicou Dina Macias.
Os responsáveis do Centro Escolar da Sé também veem vantagens nestas aulas extra. Alice Lopes, adjunta da direção, diz que há aspetos muito positivos nesta possibilidade de os alunos terem acesso a uma língua estrangeira. “É uma mais valia, sobretudo, quando forem crescidos e quiserem procurar emprego ou fazer formação fora do país. Pode ser uma boa experiência. Esta idade é óptima para a aprendizagem de línguas”, referiu.
Este ano são cerca de 20 os alunos chineses que estão a frequentar o IPB no âmbito das licenciaturas que estão a fazer na China. O intercâmbio começou há dois anos e Dina Macias faz uma balanço muito positivo. “Os alunos vêm por um ano, depois vêm outros. O balanço é muito positivo para nós enquanto instituição acolhedora, mas sobretudo por eles, que se adaptam a uma sociedade e uma cultura diferente. Gostam de estar cá”, deu conta a docente, que acrescentou que as expetativas dos jovens têm sido superadas “tanto em termos de aprendizagem como de acolhimento”.

Publicado em 'Mensageiro'.

20 março, 2014

Equipa do IPB em segundo lugar em concurso promovido pela EDP

Projeto “Intelligent Sunny Heater Optimizer” do IPB
O Instituto Politécnico de Bragança teve uma equipa entre os finalistas do Internet of Things EDP Challenge, promovido pela elétrica.
O projeto brigantino que foi um dos escolhidos para a final é um sistema para reduzir o consumo eléctrico dos termoacumuladores ou outros sistemas de apoio a painéis solares térmicos, ajustando-os às previsões meteorológicas, o “Intelligent Sunny Heater Optimizer”.
Recorde-se que o IPB tem um histórico de relevo nas iniciativas da EDP. Uma equipa do politécnico nordestino venceu o Prémio EDP Inovação em 2012 (e somou um terceiro lugar no mesmo ano). Em 2013 outra equipa ficou em segundo lugar. Este ano, novamente um segundo no EDP Internet of things Challenge. Os vencedores de 2012 (EcoEIFES) sao uma startup incubada na EDP Starter.

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Jovens à caça de partículas no IPB


Cerca de uma centena de alunos de várias escolas secundárias da região ficaram a conhecer o ciclo típico da atividade de um cientista, nomeadamente aprendizagem, experimentação, discussão e apresentação de resultados durante a iniciativa “Estudantes de Escolas Secundárias à caça de partículas no LHC (Large Hadron Collider) /CERN”, que decorreu na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTIG), na passada quinta-feira.
Trata-se de uma atividade em marcha entre 12 de março a 12 de abril de 2014, no âmbito da qual institutos de investigação de 40 países irão abrir as suas portas e convidar os estudantes das escolas secundárias a serem físicos de partículas por um dia. “Serve para divulgar a ciência e motivar os alunos mais jovens para mais tarde seguirem carreiras de investigação ligadas a estas áreas. Proporcionamos um dia de trabalho para que os investigadores possam mostrar o que fazem”, explicou Albano Alves, diretor da ESTIG, instituição que participa pela quinta vez.
Na iniciativa participaram os alunos das escolas secundárias de Miranda do Douro, Valpaços e Emídio Garcia (Bragança). “Desta forma também divulgamos a nossa oferta formativa e mostramos a nossa instituição aos alunos”, acrescentou o responsável. Mais de 10 mil estudantes participarão nas Masterclasses Internacionais em Física de Partículas, analisando dados reais recolhidos pelas experiências instaladas no Large Hadron Collider (LHC), o mais avançado e poderoso acelerador de partículas do mundo, situado no CERN, perto de Genebra, na Suíça.
Em Portugal, as Masterclasses Internacionais são coorganizadas desde 2005 pelo LIP – www.lip. pt – e pelos Institutos e Universidades anfitriãs, com o apoio da Agência Ciência Viva. Este ano, decorre em 13 instituições.
Quatro experiências - Atlas, CMS, Alice e LHCb – disponibilizaram dados para este evento educativo. “Os estudantes podem trabalhar com dados reais do LHC”, diz Michael Kobel, “e examinar os produtos resultantes de colisões de partículas elementares que viajam próximo da velocidade da luz, ao longo da circunferência de 27 quilómetros do acelerador”. Os alunos podem, por exemplo, redescobrir o bosão Z ou a estrutura do protão, reconstruir “partículas estranhas” ou medir o tempo de vida da partícula D0. Uma das tarefas em destaque é a procura do bosão de Higgs. As experiências ATLAS e CMS forneceram eventos reais candidatos à partícula de Higgs, em que os alunos podem acompanhar esta partícula rara, fugidia e de tempo de vida muito curto. Desta forma, poderão compreender como se pode fazer uma descoberta científica

Publicado em 'Mensageiro'.