29 março, 2014

Aposta no turismo religioso

Pastoral do Turismo assinou protocolos com vários parceiros locais com o intuito de promover o turismo religioso


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

28 março, 2014

Mais Cursos de Especialização Tecnológica no IPB


O Instituto Politécnico de Bragança deverá alargar a rede de Cursos de Especialização Tecnológica (CET).
Atualmente a instituição lecciona estes cursos em Mogadouro, Mirandela, Chaves, Penafiel, Santo Tirso e Caldas das Taipas. Mas com a possibilidade de serem criados cursos superiores de dois anos lectivos a oferta poderá vir a aumentar.
A revelação foi feita, ontem, pelo vice-presidente do IPB, Luís Pais, durante o primeiro encontro de alunos que frequentam os CET’s e que vieram de todo o norte do país.
Os estudantes consideram que estes cursos são uma mais-valia e um estímulo para prosseguir no ensino superior. Neste ano lectivo o IPB tem mais de mil alunos a frequentar CET’s.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Entidades juntam-se à Diocese para promover o turismo no distrito


A Diocese de Bragança-Miranda assinou protocolos de colaboração no âmbito do turismo, com o objetivo de reforçar a promoção do património religioso do distrito.
Os acordos foram assinados na passada terça-feira, dia em que se assinalou o primeiro aniversário do Serviço Diocesano da Pastoral do Turismo, com a câmara de Bragança, a Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela (ESACT) e o Museu do Abade de Baçal.
O bispo diocesano, D. José Cordeiro, deu conta que as várias entidades têm o mesmo sentido “contribuir para o bem comum, o melhor conhecimento desta região e para dar a conhecer os grandes tesouros que temos, sobretudo o património religioso mas também as paisagens”. Estão a ser criadas rotas e roteiros, das igrejas, dos estilos, da arquitectura ou das regiões para melhor guiar os turistas.

Divulgação do património religioso pode impulsionar o turismo
Em Bragança já foi constituido um percurso pelas igrejas da cidade em colaboração com a câmara, mas outras iniciativas poderão surgir, nomeadamente “a criação de um roteiro religioso para que os visitantes possam ir aos vários monumentos, sabendo que têm acesso a esse património”, revelou o autarca, Hernâni Dias, que se mostrou disponível para o município elaborar com a Diocese “um catálogo que possa ser distribuído e publicitado”. O Museu do Abade de Baçal vai realizar formação técnica em preservação do património e produzir conteúdos.
A ESACT terá a missão de colocar os seus alunos em estágios profissionais e curriculares em algumas destas iniciativas. “Queremos disponibilizar à comunidade um acervo religioso vastíssimo e trabalhar na perspectiva do património integrado”, afirmou Ana Afonso, directora do museu. O ensino superior do distrito não está de costas voltadas para estas questões. “Vamos nesta linha do turismo religioso apoiar para que se consiga incrementar os níveis de qualidade para ter um produto turístico de excelência e para que os turistas fiquem com boa impressão e divulguem o património”, referiu Luís Pires, diretor da ESACT.

Publicado em 'Mensageiro'.

Maiores 23 IPB


Depoimentos de antigos e atuais estudantes M23:
Mensageiro de Bragança 27/03/2014

Publicado em 'Mensageiro' de 13/03/2014.

Maiores de 23 são oportunidade para ingresso no Ensino Superior


Depoimentos de antigos e atuais estudantes M23:
Jornal Nordeste 25/03/2014

Publicado em 'Nordeste' 25 de março, 2014.

24 março, 2014

Propina máxima aumenta menos de um euro no próximo ano lectivo

As propinas mais baixas de todo o sistema de ensino superior público são pagas no Instituto Politécnico de Bragança

As famílias com filhos no ensino superior ou que nele pretendam entrar no próximo ano lectivo têm uma boa notícia: em Setembro, a propina máxima vai sofrer um aumento inferior a um euro, fixando-se em 1066 euros.
A Universidade do Porto, a primeira a decidir o preço a cobrar aos seus estudantes no próximo ano lectivo, decidiu manter a propina abaixo dos 1000 euros pelo quarto ano consecutivo. As restantes universidades vão tomar a sua decisão nos próximos dois meses.
O valor da propina máxima está indexado à taxa média de inflação do ano anterior, que o Instituto Nacional de Estatística fixou em 0,3%. Deste modo, o preço máximo que pode ser cobrado pelas instituições de ensino superior públicas aos estudantes de licenciatura sobe do actual valor, ligeiramente acima dos 1065 euros, para 1066 euros. O ajuste de menos de um euro é uma das actualizações mais baixas dos últimos anos.
A maioria dos conselhos gerais das instituições de ensino superior, a quem cabe fixar o valor das propinas para o ano lectivo seguinte, reúne-se apenas nos próximos dois meses. Para já, apenas a Universidade do Porto (UP) fixou o preço das licenciaturas, numa reunião que decorreu o final da semana passada. O reitor Marques dos Santos propunha um aumento da propina para 1037 euros, mas o conselho geral decidiu, por unanimidade, não aprovar a proposta e manter o valor da propina dos estudantes para o próximo ano. Assim, os estudantes da UP continuarão a pagar 999 euros, uma das propinas mais baixas das universidades nacionais.
Em comunicado, o Conselho Geral da UP rejeita "projectar sobre os estudantes o custos das propinas, o ónus de cortes que foram impostos à universidade”, ainda que reconheça que isso significa “uma gestão ainda mais difícil do seu orçamento” no próximo ano lectivo. Na mesma reunião, o órgão presidido pelo ex-Provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, debruçou-se sobre os problemas do abandono do ensino superior e decidiu patrocinar a realização de um estudo sobre o peso da situação económica e social dos estudantes e suas famílias entre aqueles que deixam a universidade, bem como fazer uma revisão da eficácia dos apoios sociais concedidos pela instituição.
No ano lectivo em curso, a propina máxima está a ser cobrada em apenas três instituições – as Universidades de Coimbra e Lisboa e o Instituto Politécnico de Lisboa. Estas terão menos margem para aumentar as propinas no próximo ano. As restantes instituições podem aplicar aumentos superiores à taxa média de inflação de 0,3%, subindo dos preços actuais para o limite máximo previsto. Todavia, a tendência dos últimos anos é que as instituições optem por não fixar as propinas máximas.
Mesmo com as suas dotações orçamentais vindas do Orçamento de Estado a sofrerem cortes sucessivos, as universidades e politécnicos têm apontado a crise e as dificuldades financeiras das famílias como justificação para manter os custos de frequência dos estudantes de licenciatura. Além disso, teme-se uma perda de alunos.
Assim, no ano passado – em que o aumento podia chegar a 28 euros – 18 das 28 instituições decidiriam não aumentar as propinas, entre elas universidades como as da Madeira, Beira Interior e Minho, que, no ano passado, estavam entre as oito instituições que tinham preços próximos do valor da propina máxima. Já em 2012, mais de metade das universidades não aumentaram as propinas.
As propinas mais baixas de todo o sistema de ensino superior público são pagas no Instituto Politécnico de Bragança, que não mexeu no último ano nos 755 euros fixados em 2012, ao passo que o Instituto Politécnico do Cávado e Ave tem mantido, desde 2010, as propinas em 780 euros anuais. No sector universitário, o menor custo é praticado pela Universidade do Algarve, que este ano lectivo recebe 965 euros de cada um dos seus estudantes de licenciatura.

Publicado em 'Publico'.

Presente e futuro da Enfermagem Veterinária

Jornadas de dois dias terminaram com um workshop de “Princípios básicos de Ecocardiografia e Electrocardiografia”


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Ano Europeu dos Cidadãos




Exibido em 'Ano Europeu dos Cidadãos'.

21 março, 2014

Tunas solidárias


O IX CAPOTE – Festival de Tunas Femininas, que subiu, no passado sábado, ao palco do Teatro Municipal de Bragança teve, este ano, uma vertente solidária.
As estudantes quiseram aliar o espectáculo musical a uma causa social, numa altura em que há cada vez mais pessoas com dificuldades económicas.
“Quisemos ajudar uma sénior de Bragança que precisa de um aparelho auditivo. Contactámos a Câmara Municipal, que nos indicou a pessoa que necessita”, salienta a magister da Tona Tuna, que organiza o Festival, Eduarda Pinho.
Ao palco subiram Tunas Femininas: C’ A Tuna aos Saltos, da Universidade da Beira Interior (Covilhã), Tuna Académica do IPCA (Barcelos), Vibratuna (Vila Real), Levadas da Broca (Porto). O espectáculo foi aberto com a Tuna Masculina do IPB, Rtub, e encerrado com a tuna anfitriã, a Tuna Feminina do IPB- a Tôna Tu

Publicado em 'Jornal Nordeste'.

Alunos do Centro Escolar da Sé já aprendem mandarim

Projeto que se iniciou no centro escolar de Santa Maria foi alargado ao centro da Sé
Desde a passada segunda-feira que os alunos do Centro Escolar da Sé, em Bragança, podem frequentar aulas de Mandarim.
Este ano são 16 os estudantes do 4º ano que integram este projeto que, pela primeira vez, funciona nesta instituição de ensino, depois de uma primeira experiência no Centro Escolar de Santa Maria, no ano letivo de 2012-2013, que este ano repete as aulas de aprendizagem desta língua estrangeira para outro grupo de crianças.
Desde o ano passado que havia intenção de alargar o projeto ao Centro Escolar da Sé “só não aconteceu por falta de condições logísticas”, adiantou Dina Macias, a professora da Escola Superior de Educação de Bragança (ESEB) que acompanha a implantação da iniciativa.
As aulas de mandarim para o 1º ciclo são uma das atividades desenvolvidas na sequência da criação do Centro de Língua e Cultura Chinesas na ESEB, através de um protocolo estabelecido entre o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e a Universidade de Pequim em Zhuhai.
As aulas são ministradas por uma professora e três estudantes, todos de nacionalidade chinesa, que estão a frequentar um ano no IPB. “É a segunda etapa como estava prometido. Tem a ver com a vantagem de as crianças aprenderem línguas estrangeiras desde cedo. Era uma pena não aproveitar a oportunidade de ter uma professora chinesa e um grupo de estudantes que podem colaborar”, explicou Dina Macias.
Os responsáveis do Centro Escolar da Sé também veem vantagens nestas aulas extra. Alice Lopes, adjunta da direção, diz que há aspetos muito positivos nesta possibilidade de os alunos terem acesso a uma língua estrangeira. “É uma mais valia, sobretudo, quando forem crescidos e quiserem procurar emprego ou fazer formação fora do país. Pode ser uma boa experiência. Esta idade é óptima para a aprendizagem de línguas”, referiu.
Este ano são cerca de 20 os alunos chineses que estão a frequentar o IPB no âmbito das licenciaturas que estão a fazer na China. O intercâmbio começou há dois anos e Dina Macias faz uma balanço muito positivo. “Os alunos vêm por um ano, depois vêm outros. O balanço é muito positivo para nós enquanto instituição acolhedora, mas sobretudo por eles, que se adaptam a uma sociedade e uma cultura diferente. Gostam de estar cá”, deu conta a docente, que acrescentou que as expetativas dos jovens têm sido superadas “tanto em termos de aprendizagem como de acolhimento”.

Publicado em 'Mensageiro'.