15 abril, 2016

Já não é coincidência, o nosso é mesmo o melhor Politécnico do país




Não há engano possível, o IPB é mesmo o melhor Instituto Politécnico do país, de acordo com um ranking anual publicado pela própria União Europeia, o U-Multirank.
O Instituto Politécnico de Bragança foi considerada, pelo terceiro ano consecutivo, a sétima melhor instituição de Ensino Superior em Portugal (este ano entre 27 avaliadas), sendo o Politécnico mais bem classificado. “Este resultado traduz, por um lado, a consistência da instituição. Pode ter causado alguma surpresa, não das pessoas da instituição, mas há sempre aquele ranking de perceções que é que tudo o que está relacionado com o Interior não pode ser bom”, destacou Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, ao Mensageiro. Este é um ranking promovido e financiado pela União Europeia, tendo a edição de 2016 avaliado e seriado mais de 1300 Instituições de Ensino Superior em todo Mundo.
As instituições são avaliadas através de 31 indicadores, agrupados em cinco áreas de intervenção: ensino, investigação, transferência de conhecimento, internacionalização e envolvimento regional.
O ranking das instituições é estabelecido de acordo com o número de classificações com a pontuação máxima (categoria A) nos 31 indicadores avaliados. “É uma satisfação grande. Somos a única instituição do Interior presente no top10. Estamos numa posição logo a seguir às universidades clássicas e à frente de muitas outras universidades. É um motivo de satisfação para toda a academia. Mas é um prémio também para a região. Se não tivéssemos esta envolvência com a região, se não tivessemos uma perceção de uma capacidade de acolhimento e diversidade cultural grande como os alunos estrangeiros, também motivo de orgulho pela diversidade cultural, não estaríamos nesta posição”, sublinhou o presidente do IPB, considerando que é “uma vitória coletiva”, pelo que faz questão de “manifestar um agradecimento à casa e à região”.

Esta avaliação positiva já se tem traduzido num aumento de procura, sobretudo por parte de alunos estrangeiros.
“A nível interno, o estigma de estar longe de Lisboa e no Interior é terrível. Vencer este estigma está a ser um trabalho grande. Esta realidade, por três anos consecutivos, começa a dar a ideia de que esta é uma realidade consolidada. A nível internacional, é um fator de sucesso na captação de alunos”, explica o responsável da instituição. “Os alunos de fora da lusofonia escolhem o nosso país pela mais valia de terem um diploma que pode ser apresentado em todos os países que falam português. Depois analisam a instituição. Aí, avaliam, por um lado, a qualidade da instituição, que se mede pelos rankings internacionais, que dão uma ideia da qualidade do IPB. Essas pessoas não questionam o facto de estarmos a 500 quilómetros de Lisboa. Não ponderam ir para uma instituição pior só por estar mais perto da capital. Não há essa visão centralista”, nota. “Por outro lado, é o facto de termos uma relação custo/qualidade de vida favorável, para além da segurança que existe nas nossas cidades”, destaca Sobrinho Teixeira.
Esta presença nos lugares cimeiros dos rankings, quer este quer o que avalia a investigação e onde o IPB tem, também, uma posição de destaque, têm provocado um aumento de alunos estrangeiros. “São cerca de 20 por cento e a crescer”, revelou. E o futuro começa a ficar acautelado: “Iremos abrir mais cursos em língua inglesa, nomeadamente na área da saúde, que começam a ter cada vez mais procura”.
Para além disso, a parceria com a Faurecia é cada vez mais estreita. Para além de intercâmbio de alunos e professores, existe a ideia de “uma escola de linha que estude os processos de produção clean, limpa, sem desperdícios ao longo do processo de fabrico, para que não tenha desperdícios de tempo, rejeições de material”. “O objetivo é tornar as empresas competitivas e trabalhar praticamente sem stocks, avançou Sobrinho Teixeira, que aposta, por outro lado, “na valorização dos produtos locais”.

Publicado em 'Mensageiro'.

Laboratório de participação pública pode impulsionar Escola de Negócios


Os empresários de Bragança reivindicaram a criação de uma Escola de Negócios na primeira discussão pública ao abrigo dos Laboratórios de Participação Pública, realizada no NERBA na passada segunda-feira, 11, sobre o tema “Inovação Empresarial e Escola de Negócios”, uma iniciativa lançada pelo Ministério da Ciência e do Ensino Superior. Da reunião brigantina ficou a promessa de constituir uma equipa de trabalho para criar a referida escola.
A ideia da criação da escola vai de encontro ao defendido pelo secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, que participou no laboratório, que defende que estes se deviam “tornar num motor de desenvolvimento” porque podem aliar o conhecimento do ensino superior com a capacidade empresarial e das organizações. “Para fazer desenvolvimento que seja bem sustentado”, explicou à margem da iniciativa que juntou os responsáveis do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás os Montes (CIM), do Centro de Ciência Viva, associações empresariais e empresários.
Deste primeiro laboratório, o secretário de Estado esperava levar “ideias que possa ajudar a desenvolver para ajudar a minha terra”. Ivone Fachada, diretora do Centro de Ciência Viva, revelou que os laboratórios podem ajudar a “promover o conhecimento através de ideias envolvendo todos os cidadãos para criar um nicho de projetos”. Jorge Gomes, que foi empresário e dirigente do Nerba durante vários anos, fez a radiografia do setor: “Temos um tecido empresarial débil, assente nos serviços e não na indústria, e na área da construção e agricultura. Atualmente os serviços são uma área pujante mas tem potencial de crescimento. Podem nascer outras indústrias à semelhança da Faurecia para resolver o problema do emprego”.
Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, destacou a importância que o ensino politécnico pode ter no desenvolvimento das regiões. “Bragança é o primeiro local onde se lança este conceito. São laboratórios temáticos, como o ‘cluster’ industrial alicerçado pela Faurecia e a digitalização da industria, a quarta revolução industrial, a constituição de um lobby e de uma diáspora transmontana para mostrar o que é a região, que é pouco conhecida e por isso temos que produzir conteúdos”, enumerou.
Os laboratórios vão percorrer todos os concelhos da CIM Trás-os-Montes, mas também serão realizadas conferências em Torre de Moncorvo (pertence à CIM Douro) sobre os recursos mineiros, como o ferro e o ouro, bem como o aproveitamento do ar comprimido das minas para a produção de energia. “O IPB pode ajudar a trazer retorno para a região e mais valias”, sublinhou Sobrinho Teixeira.
Os empresários queixam-se que na região há demasiada concorrência porque o mercado “encolheu” devido à saída de habitantes. “Os preços e os encargos aumentaram, bem como os impostos. Se não conseguirmos vender daqui para o exterior não vamos ser sustentáveis”, deu conta António Gonçalves, proprietário da empresa Publidigi, com seis funcionários, mas que já chegou a ter nove.
No ramo das telecomunicações há 25 anos, Miguel Monteiro, empresário, defende que a discussão pode ajudar o mundo empresarial. “Isto já devia existir há mais tempo. As pequenas e médias empresas foram reduzidas a mais de 40% nos últimos três anos por falta de incentivos e de boa fé da parte governamental para disponibilizar programas específicos”, lamentou o empresário, que garante “que os empresários de Bragança não são saloios e têm dado provas a nível nacional”.

Publicado em 'Mensageiro'.

Panificadoras de nove países discutiram o futuro do setor em Bragança




Publicado em 'Mensageiro'.

14 abril, 2016

Encontro de padeiros europeus em Bragança

Padeiros de nove países reuniram-se em Bragança para uma troca de experiências. Os profissionais da panificação confecionaram os pães tradicionais das suas terras e partilharam algumas inovações

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2016-04-13-Encontro-de-padeiros-europeus-em-Braganca

Exibido em 'SIC'.

13 abril, 2016

Panificação Tradicional na Europa

Padeiros e investigadores de 9 países reunidos no IPB


Exibido em 'RedFrame'.

Um Espaço Internacional

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) é uma instituição de ensino superior de referência a nível nacional, com forte aposta na internacionalização, contando neste momento com estudantes estrangeiros de mais de 60 nacionalidades

Publicado em 'Revista Forum Estudante de Abril 2016'.

Inovação empresarial e Escola de Negócios

Realizou-se no Auditório do Núcleo Empresarial da Região de Bragança a primeira discussão ao abrigo dos Laboratórios de Participação Pública


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

12 abril, 2016

Empresários querem Escola de Negócios em Bragança


Inovação Empresarial e Escola de Negócios foram os temas discutidos no Laboratório de Participação Pública, que decorreu, ontem, no Núcleo Empresarial Bragança (NERBA).
Esta é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em colaboração com o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes CIM - TTM e a Agência Nacional Ciência Viva.
Desta conferência saiu uma equipa de trabalhos que se encarregará de apresentar um projecto para que nasça uma Escola de Negócios em Bragança, pois, essa foi a vontade demonstrada pelos empresários que marcaram presença na iniciativa.
Uma empresária de lares de terceira idade, Cristiana do Nascimento, aponta algumas necessidades sentidas que essa escola poderia vir a colmatar. “Faz todo o sentido. Da teoria à prática vai uma grande distância. Antes de ser empresária tinha a teoria, e, quando me deparei com a prática senti várias dificuldades. Esta escola faria todo o sentido para ajudar os empresários a ultrapassar as dificuldades com que se deparam”, considera.
A criação da Escola de Negócios é uma ideia também defendida pelo Secretário de Estado da Administração Interna e brigantino, Jorge Gomes, que assume todo o apoio governamental que esteja ao seu alcance. “Eu vim aqui por quatro razões. Primeiro porque fui convidado pelo IPB, segundo porque vim por vontade própria, terceiro porque a minha veia é empresarial e quarto porque o que vai ser discutido é uma ideia que defendo há muito tempo. Quero contribuir para que essa ideia se possa desenvolver. Mas, eu vim com mais uma intenção. Quero ouvir algo que seja importante para junto do Governo poder ajudar a minha terra, que é Bragança”, assume o governante.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, avança que não será uma escola no sentido próprio mas sim um conceito que congregue todas as entidades que possam dar o seu contributo para formar e preparar empresários e futuros empresários. “O conceito que nós temos, aqui, é algo que é aglutinador das diversas valências que possam existir na região. Será um conceito mais evoluído e que tem como referência o modelo do Norte da Europa”, explica Sobrinho Teixeira.
O presidente da CIM das Terras de Trás-os-Montes, Américo Pereira, considera fundamental “a formação continua para a vida”. É algo que está contratualizado em termos de apoios monetários com a União Europeia e é algo que o Governo está a fazer muito bem através de várias instituições. Mas, há uma parte da formação sénior, vocacionada para os empresários que, de facto, na nossa região constitui uma carência. São exactamente aquelas pessoas, hoje em dia, que quanto mais conhecimento ”, Os Laboratórios de Participação Pública terminam em Agosto deste ano e nessa altura já estará definido o conceito de Escola de Negócios para Bragança.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

08 abril, 2016

IPB considerado o melhor politécnico do país pelo terceiro ano


O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) foi pelo terceiro ano consecutivo distinguido como o melhor politécnico de Portugal.
O IPB é ainda o único politécnico e instituição de ensino superior do interior do país que surge no top 10 do ranking internacional U-Multirank, uma lista elaborada e financiada pela União Europeia, que este ano avaliou 1300 instituições de ensino.
Para o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, este reconhecimento é resultado do trabalho realizado dentro e fora da instituição. “Para nós é extremamente importante. Desde que começou o ranking, o IPB situou-se no primeiro lugar entre os politécnicos a nível nacional, temos integrado sistematicamente o top 10 desse ranking, aliás este ano é o único politécnico e a única instituição de interior que se encontra entre os 10 melhores”, salienta.
Nos 5 itens avaliados, o IPB tem uma boa classificação a nível da investigação, da internacionalização e do envolvimento regional. Para o presidente do IPB a classificação conseguida “dá ideia da capacidade e sobretudo da solidez” da instituição. O IPB ocupa a sétima posição deste ranking cujos resultados foram conhecidos esta semana. Um lugar que, de acordo com Sobrinho Teixeira, se deve não só à instituição. “Acho que isto não e um prémio só nosso, é um prémio também de toda a região”, porque não seria possível “ter esta capacidade de internacionalização se não tivéssemos um envolvente as cidades em que o instituto está implantado que acomodassem essa capacidade, nem de envolvimento regional se a região não quisesse e não estivesse a trabalhar connosco nesse sentido”, frisa o responsável.
Pelo terceiro ano consecutivo o IPB, com escolas em Bragança e Mirandela, a ser considerado o melhor politécnico nacional por um ranking da União Europeia.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Dignidade humana debatida no Instituto Politécnico de Bragança


A dignidade humana aos olhos da ciência e da fé esteve em debate, em Bragança, na passada quinta-feira. A iniciativa partiu do Instituto Secular Missionário “Servas do Apostolado”, presentes na diocese, e contou com um painel composto pelo sacerdote António Magalhães e o médico André Reis.
Considerando a dignidade como um dos aspetos centrais da medicina, o clínico de saúde familiar defendeu a necessidade de se modernizar o conceito valorizando as vertentes humana, social e de saúde por forma a se alcançar uma «medicina moderna, mais próxima de quem sofre, mais humanizada, mais atenta a essa pessoa inteira e única, muitas vezes fragmentada e só», disse.
Para o também especialista em cuidados paliativos «a dignidade é um direito inalienável do ser humano, e não pode ser tirado em circunstância alguma. Na prática clínica, a dignidade deve ser o valor, não um valor, capaz de sobrevalorizar a pessoa sobre a doença», frisou o clínico. Recorrendo a passagens bíblicas, o padre António Magalhães elencou diferentes aspetos da dignidade humana lembrando que a família não se pode demitir do seu papel e que a violência, nomeadamente a exercida pelo homem na mulher «não é um caminho».
Defensor da relação fé e ciência, o sacerdote afirmou que «o homem é um ser racional mas também espiritual» sendo que «no contato com o doente tem de haver capacidade no cuidado com o outro não havendo lugar a respostas redutoras», concluiu. Assistiram ao painel cerca de 100 pessoas. A animação musical esteve a cargo do Coro de Santo António - Casa de Trabalho.

Publicado em 'Mensageiro'.

24 março, 2016

Tracção Animal vista como método alternativo e complementar em trabalhos agrícolas


O uso de animais em trabalhos agrícolas e florestais está a despertar cada vez mais interesse. Pelo segundo ano, a Associação Portuguesa de Tracção Animal (APTRAN) organizou um curso avançado de Gestão Agro-Florestal com tracção animal, e as inscrições esgotaram. João Rodrigues, o presidente da associação considera que esta formação, pouco comum em Portugal, é bastante valorizada e a gestão com recurso a animais cada vez mais procurada. “Há cada vez mais pessoas a utilizar este recurso. A APTRAN organiza muitas actividades ao longo do ano, este curso foi aprovado pelo conselho científico do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) tem créditos ECTS, e tem tido muita procura porque cada vez mais há gente a preocupar-se com a redução do impacto da actividade agrícola e florestal. Pelo segundo ano esgotamos as inscrições do curso”, afirma. O curso pretende dar a conhecer as potencialidades do uso de equídeos de tracção num contexto moderno, mostrando as vantagens que pode oferecer, nomeadamente, no uso em terrenos como hortas, vinhas ou na gestão florestal. João Rodrigues entende que ao uso de animais pode ter vantagens na criação de modelos de desenvolvimento sustentável, por ser um método alternativo mas também complementar. “A utilização de animais é vista como uma alternativa, mas também como complementaridade”, frisa. Os participantes viajaram até Bragança de várias partes do país. A maioria tem já animais e pretende utilizá-los para ajudar no cultivo. Miguel Lemos, de Barcelos, é produtor de leite de vaca e, perante a crise do sector, pondera “fazer uma conversão na sua exploração para produção biológica usando tracção animal”. Apesar da mecanização agrícola, o uso da tracção animal ainda encontra entusiastas e ganha novos adeptos por todo o país.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Protocolo entre o IPB e o INIAV vai permitir potenciar a investigação na área agroalimentar


O Instituo Politécnico de Bragança (IPB) e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) assinaram um protocolo de cooperação em matérias como o ensino e projectos de investigação nacional e internacional.
As intenções do acordo passam por potenciar a capacidade de investigação, e contribuir para o aumento da competitividade e rentabilidade das culturas. De acordo com o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, vão ser criadas sinergias entre as duas entidades para valorizar o sector agroalimentar da região. “Com o protocolo, seleccionamos áreas onde o INIAV e o IPB têm investigadores de referência, e que têm a ver com toda a problemática que existe no sector primário na região, vamos poder encontrar sinergias e troca de experiências na área da investigação”, explica o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira.
O presidente do INIAV, Nuno Canada, explica que foram escolhidas áreas de intervenção em matérias consideradas cruciais para a região. “Na prática o protocolo vai permitir que duas instituições de referência na área do agro-alimentar trabalhem em conjunto para valorizar os produtos da região de Trás-os-Montes. Em conjunto, vamos trabalhar no sentido de promover o aumento de competitividade e a rentabilidade dos agricultores que trabalham nestas várias áreas”, salientou o presidente do INIAV, Nuno Canada.
O protocolo terá ainda como resultado prático o incremento da capacidade instalada em matéria de pesquisa e inovação científica. O protocolo entrou já em vigor e espera-se que comece a ter efeitos práticos já a partir do mês de Abril.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

21 março, 2016

Cantina do IPB têm agora ementas mais saudáveis

A ementa do Instituto Politénico de Bragança tem agora um novo aspecto: mais saúdavel e adaptado à multiculturalidade dos alunos. Ao todo são quatro pratos que incluem opções para todos os gostos.


Exibido em 'Porto Canal'.

15 março, 2016

FabLab IPB integrado em rede mundial


O FabLab IPB foi integrado, no início do mês, na rede mundial destes laboratórios, elevando para 11 os equipamentos portugueses deste tipo com o reconhecimento.
Um FabLab é um laboratório de fabricação digital, que permite a produção rápida de protótipos. Os projectos são concebidos em computador e posteriormente materializados em 3D utilizando as máquinas existentes. O que possibilita a democratização da materialização de invenções através de tecnologias digitais para criar “quase tudo”, como refere João Rocha, coordenado do laboratório.
“O FabLab faz parte de uma rede mundial que surgiu no MIT. Estes laboratórios de fabrico aditivos têm equipamentos de impressão 3D, e de corte e gravação, que permitem fazer quase tudo”, esclareceu. Apesar de estar integrado no ambiente académico, estando neste momento focado no apoio à realização de projectos académicos, o objectivo é a abrir-se à comunidade: “O grande objectivo é que as pessoas que tenham uma ideia possam utilizar o laboratório e desenvolver os seus próprios projectos”, frisa o docente de Engenharia Mecânica na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança, que não esconde o orgulho por passar a fazer parte de uma rede criada no MIT, nos Estados Unidos da América. “Ser integrado significa que cumpre com os princípios da rede mundial, o facto de estar aberto às pessoas, de se partilhar a informação. E depois qualquer pessoa que vá aos FabLabs em qualquer parte do mundo encontra um mapa com todos estes laboratórios, e o do IPB é um deles”, frisa.
Os primeiros passos do FabLab IPB tiveram lugar em Abril de 2014, dispondo actualmente este laboratório, para além da impressão 3D, ferramentas como fresadoras de pequeno e grande porte, torno mecânico, máquina de corte e gravação a laser, corte de vinil, scanner para digitalização 3D entre outros equipamentos.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Tuna feminina do IPB comemorou 20 anos


A Tôna Tuna - Tuna Feminina Universitária de Bragança comemorou 20 anos, no passado sábado.
A efeméride foi assinalada com um jantar na cantina do Instituto Politécnico de Bragança, que contou com a presença de cerca de 80 pessoas, entre elas os actuais 20 elementos da Tuna.
Um encontro entre estas e antigos membros da tuna, entre outros convidados, que serviu para conviver e reavivar memórias destes 20 anos. Sandra Pinto tem 37 anos e está na tuna há 19, sendo por isso o elemento mais antigo do grupo, ainda no activo. A jovem lembra que, quando entrou para a tuna, havia uma realidade diferente da de agora. “Quando entrei, tínhamos muito mais dificuldades quer de apoio quer de logística. Tudo o que conseguimos foi arrancado a ferros. Neste momento, temos uma sala de ensaios no centro académico, além disso todos os apoios que são possíveis e a que concorremos”, salienta.
Ao longo destes 20 anos foram muitas as viagens realizadas pela Tona Tuna, quer a nível nacional, quer internacional. Sandra Pinto salienta, além do convívio com os restantes elementos do grupo e de outras tunas, a divulgação da própria cidade de Bragança. “É uma oportunidade de nós conhecermos e de darmos a conhecer a nossa Bragança”, adianta Sandra Pinto. Vinte mulheres, estudantes ou ex-estudantes do Instituto Politécnico de Bragança dão, actualmente, seguimento à tradição da tuna feminina, que começou a actuar, há 20 anos, em Bragança.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

11 março, 2016

Investigadora do IPB homenageada no livro "Mulheres na Ciência"


A investigadora do Instituto Politécnico de Bragança, Isabel Ferreira, faz parte do grupo de mais de cem mulheres cientistas portuguesas seleccionadas pela Ciência Viva para integrar o livro “Mulheres na Ciência”, apresentado no Dia da Mulher, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Cinco fotógrafos foram convidados pela Ciência Viva, Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, para retratarem as investigadoras em diversas áreas. Cada retrato faz-se acompanhar de uma citação da homenageada. A cientista brigantina, que integra também a lista dos cientistas mais citados no mundo, não esconde o orgulho que sente por ser homenageada nesta publicação.
"É um enorme orgulho e é um pouco aquilo que referi na minha frase publicada no livro, que vou tendo cada vez mais consciência de que fazer investigação é uma vontade partilhada. Cada vez temos mais apoios e mais reconhecimento e isso também nos motiva mais do que fazer um caminho isolado e desconhecido",referiu a investigadora à Brigantia. A publicação está também disponível online, no site da ciência viva. Apenas três das homenageadas são investigadoras de institutos politécnicos.
Isabel Ferreira foi distinguida na categoria de Química e Bioquímica e é a única investigadora do Instituto Politécnico de Bragança a constar na publicação “Mulheres na Ciência”. No ano em que comemora 20 anos de actividade, a Ciência Viva presta assim homenagem às mulheres cientistas portuguesas, que representam 45% do total de investigadores em Portugal e cujo trabalho notável, segundo a Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, tem sido fundamental para o progresso que a Ciência e a Tecnologia nacionais registaram nas últimas décadas.

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Primeiro encontro internacional de formadores realizou-se no IPB


O IPB acolheu o 1.º Encontro Internacional de Formação na Docência (INCTE), que reuniu especialistas de diversos países europeus e do Brasil.
O objetivo passou por “descobrir novas maneiras de reagir e de dizer”.
O encontro reuniu dezenas de intervenientes ao longo dos dois dias em que decorreu.

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Equipa da Miguel Torga venceu primeira meia final regional do IPB


Uma vitória inesperada. Foi assim que a equipa do Agrupamento de Escolas Miguel Torga recebeu a notícia do triunfo na primeira meia final regional das Olimpíadas de Química, organizada pelo Instituto Politécnico de Bragança, no sábado. “Foi um resultado muito inesperado, até porque não nos preparámos muito. É a segunda vez que vimos. Gostámos no ano passado e queríamos repetir a experiência”, explicaram Mariana Garcia e Patrícia Dias que, juntamente com António Barros, formaram a equipa vencedora, coordenada pela professora Marta Cordeiro.
Bem dispostas, as alunas consideram que este tipo de prova “é mais descontraído do que um teste”. “É um estilo diferente dos nossos testes. Aqui é mais raciocínio e interpretação”, frisam. Agora, segue-se a presença na final nacional, em Aveiro, em maio, que apura para o evento europeu. “Espero que agora continuem a ter bons resultados. Não sei se é possível atingir o primeiro lugar mas vão ter bons resultados. São alunas de 19 e 20. Depois, é uma questão também de sorte e inspiração”, destacou a professora, que as acompanha há quatro anos.
Paulo Brito foi o professor do IPB responsável por coordenar esta iniciativa, que se realizou pela primeira vez em Trás-os- -Montes, numa lógica de descentralização. Anteriormente, os alunos da região tinham de ir ao Porto participar no evento. Desta vez participaram nove escolas. Para além dos três agrupamentos de Bragança, estiveram presentes alunos de Mirandela, Torre de D. Chama ou Murça, por exemplo.
“A possibilidade de realizar este evento em Bragança é muito importante porque permite usar as Olimpíadas para estimular o gosto dos estudantes do Secundário pela Química de uma forma direta, permitindo- lhes o acesso a um patamar mais elevado da competição. Para além disso possibilita a aproximação das escolas da região ao próprio evento, facilitando a sua participação”, explicou Paulo Brito. O facto de, pela primeira vez, ter havido alunos de fora do distrito, é um “fator positivo”. “É bastante positivo porque permite que um evento relacionado com as Olimpíadas de Química+, centrado no IPB, alargue a sua influência geográfica e que se crie o hábito das Escolas da região de Trás-os-Montes (e possivelmente da região centro interior) de participarem nas iniciativas promovidas pelo IPB (e particularmente pela ESTiG). Por outro lado, permitiu dar a conhecer e promover a instituição a um público geograficamente mais alargado. Desta forma, o docente entende que “a edição de 2016 foi um sucesso e pelas reações dos participantes pensamos que será possível aumentar a dimensão do evento e o número de participantes, nas próximas edições”.

Publicado em 'Mensageiro'.