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06 maio, 2010
05 maio, 2010
Semana da Tecnologia e da Gestão
Perspectiva multidisciplinar de casos concretos
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03 maio, 2010
Terra Mater promove língua e cultura mirandesa
Unidade museológica pretende ser um espaço vivo aberto ao exterior e ao público
Um conceito museológico diferente, é assim que a que FRAUGA, Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote, concelho Mirando do Douro, define o novo Ecomuseu Terra Mater.
“O projecto é dinâmico e evolutivo. Este conceito de museu pretende ser um espaço vivo e não fechado dentro de quatro paredes” avançou à RBA, Jorge Lourenço, presidente da FRAUGA.
O enfoque da unidade está centrado na conservação e valorização do património cultural com destaque para a língua mirandesa, e a biodiversidade para a qual esta em avançado estado de conservação algumas espécies naturais e práticas que se foram perdendo como é o caso do cultivo do linho e outras actividades rurais da zona raiana.
O Ecomuseu é um centro interpretativo, localizado no núcleo histórico de Picote, com quatro painéis explicativos dos elementos naturais inspiradores das actividades programadas: terra, ar, água e fogo.
As actividades da unidade museológica têm como pólo dinamizador o núcleo antigo da aldeia de Picote, o qual foi requalificado nos últimos dois anos com intervenções que recuperaram fontes, substituíram as linhas aéreas de electricidades por cabos subterrâneos, mobiliário urbano como a iluminação pública e reabilitaram o edifício sede da FRAUGA.
Os elementos naturais são um convite à descoberta das práticas de uma região única, onde prevalecem elementos característicos como é caso dos antigos moinhos ou os ancestrais sistemas de rega.
O projecto contou com apoios financeiros de programas como o AGRIS e o ON2, e parcerias de diversas instituições, desde a EDP, Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, Câmara de Miranda do Douro, Instituto Politécnico de Bragança. Situado em pleno Planalto Mirandês, o Ecomuseu "Terra Mater" pretende abranger uma região que, na Idade Média, se estendia de Lagoaça (Freixo de Espada à Cinta) até Outeiro (Bragança), integrando na zona intermédia Parque Natural do Douro Internacional.
Publicado em 'RBA'.
“O projecto é dinâmico e evolutivo. Este conceito de museu pretende ser um espaço vivo e não fechado dentro de quatro paredes” avançou à RBA, Jorge Lourenço, presidente da FRAUGA.
O enfoque da unidade está centrado na conservação e valorização do património cultural com destaque para a língua mirandesa, e a biodiversidade para a qual esta em avançado estado de conservação algumas espécies naturais e práticas que se foram perdendo como é o caso do cultivo do linho e outras actividades rurais da zona raiana.
O Ecomuseu é um centro interpretativo, localizado no núcleo histórico de Picote, com quatro painéis explicativos dos elementos naturais inspiradores das actividades programadas: terra, ar, água e fogo.
As actividades da unidade museológica têm como pólo dinamizador o núcleo antigo da aldeia de Picote, o qual foi requalificado nos últimos dois anos com intervenções que recuperaram fontes, substituíram as linhas aéreas de electricidades por cabos subterrâneos, mobiliário urbano como a iluminação pública e reabilitaram o edifício sede da FRAUGA.
Os elementos naturais são um convite à descoberta das práticas de uma região única, onde prevalecem elementos característicos como é caso dos antigos moinhos ou os ancestrais sistemas de rega.
O projecto contou com apoios financeiros de programas como o AGRIS e o ON2, e parcerias de diversas instituições, desde a EDP, Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, Câmara de Miranda do Douro, Instituto Politécnico de Bragança. Situado em pleno Planalto Mirandês, o Ecomuseu "Terra Mater" pretende abranger uma região que, na Idade Média, se estendia de Lagoaça (Freixo de Espada à Cinta) até Outeiro (Bragança), integrando na zona intermédia Parque Natural do Douro Internacional.
Publicado em 'RBA'.
28 abril, 2010
23 abril, 2010
Xutos são cabeça de cartaz
Desfile dos estudantes subordinado ao tema: “Bragança a oitava maravilha do mundo”
A banda Xutos & Pontapés é este ano a principal banda do Cartaz da Semana Académica de Bragança, a decorrer entre os dias quatro e 10 do próximo mês de Maio. A semana abre no dia quatro à noite com a tradicional serenata. No Pavilhão do Nerba, onde mais uma vez se realizam os concertos, actuam as quatro tunas do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), o grupo de cantares do IPB e banda filarmónica do IPB. No segundo dia há DJ Diego Miranda e banda de rock Dois Mil e Oito. No dia seis há Blasted Mechanism. Segue-se, dia sete, Makongo e Dj Stape & MC. O dia oito de Maio, sábado, a Semana Académica tem um dos seus pontos altos, com a Bênção das Pastas. À noite o concerto fica a cargo dos Xutos & Pontapés.
Segundo Bruno Miranda, Presidente da Associação, o Domingo será um dia alternativo, com a actuação dos Olivetree Dance “uma banda baseada em sons afro-brasileiros” explicou. Durante a tarde haverá ainda garraiada. A Semana Académica termina segunda-feira com o tradicional desfile o também tradicional concerto com Quim Bareiros. Haverá ainda tempo e espaço para realização de uma festa da espuma, algures na Avenida Sá Carneiro. Os bilhetes para os concertos podem variara entre os cinco e os 13 euros, para estudantes. Para o restante publico terão um custo ligeiramente superior. O bilhete geral, para estudantes, custará 40 euros. Além do posto de venda à entrada do Pavilhão, este ano, a Associação irá ter um outro colocado numa loja na Avenida Sá Carneiro.
Do cartaz, Bruno Miranda destacou o desfile que a Academia pretende tenha carros mais elaborados relativamente ao que tem acontecido nos últimos anos. “tem-se perdido um pouco aquilo que é tradição e vamos tentar inovar e melhorar”, para ter um desfile “mais adequado à cidade e a tradição académica que nos define”, disse Bruno Miranda, na apresentação do cartaz, no passado dia 19. Desse modo, a Associação propõe como tema geral do desfile “Bragança, a oitava maravilha do mundo”. Trata-se de tentar “mostra aquilo que temos de bom na cidade e transmiti-lo para o exterior”. Quanto ao que Bragança tem de bom, Bruno Miranda salientou ter “uma das academias com melhor espírito” e uma instituição de ensino superior das melhores do país.
O presidente da Associação apelou ainda a que os estudantes tivessem um bom comportamento cívico, de modo a não se repetirem cenas como as que ocorreram o ano passado, em que se registaram estragos nos autocarros que fazem o transporte de estudantes entre o centro da cidade e o Pavilhão no Nerba. Esse estragos tiveram que ser pagos para Associação de estudantes. Os autocarros para transporte vão continuar a funcionar como em anos anteriores, desde o início da noite até às seis da manhã. Sendo apenas dois, nas alturas em que entram e saem mais pessoas é necessário esperar. Mais uma vez, Bruno Miranda apelou ao sentido cívico dos colegas. Por outro lado, sublinhou que aqueles que resolvam conduzir não bebam e que, também, os que não vão conduzir não exagerem no álcool. Outro dos apelos foi quem vai os concertos tente chegar o mais cedo possível ao Pavilhão e não em cima da hora dos concertos, como tem acontecido.
Publicado em 'Mensageiro Notícias'.
Segundo Bruno Miranda, Presidente da Associação, o Domingo será um dia alternativo, com a actuação dos Olivetree Dance “uma banda baseada em sons afro-brasileiros” explicou. Durante a tarde haverá ainda garraiada. A Semana Académica termina segunda-feira com o tradicional desfile o também tradicional concerto com Quim Bareiros. Haverá ainda tempo e espaço para realização de uma festa da espuma, algures na Avenida Sá Carneiro. Os bilhetes para os concertos podem variara entre os cinco e os 13 euros, para estudantes. Para o restante publico terão um custo ligeiramente superior. O bilhete geral, para estudantes, custará 40 euros. Além do posto de venda à entrada do Pavilhão, este ano, a Associação irá ter um outro colocado numa loja na Avenida Sá Carneiro.
Do cartaz, Bruno Miranda destacou o desfile que a Academia pretende tenha carros mais elaborados relativamente ao que tem acontecido nos últimos anos. “tem-se perdido um pouco aquilo que é tradição e vamos tentar inovar e melhorar”, para ter um desfile “mais adequado à cidade e a tradição académica que nos define”, disse Bruno Miranda, na apresentação do cartaz, no passado dia 19. Desse modo, a Associação propõe como tema geral do desfile “Bragança, a oitava maravilha do mundo”. Trata-se de tentar “mostra aquilo que temos de bom na cidade e transmiti-lo para o exterior”. Quanto ao que Bragança tem de bom, Bruno Miranda salientou ter “uma das academias com melhor espírito” e uma instituição de ensino superior das melhores do país.
O presidente da Associação apelou ainda a que os estudantes tivessem um bom comportamento cívico, de modo a não se repetirem cenas como as que ocorreram o ano passado, em que se registaram estragos nos autocarros que fazem o transporte de estudantes entre o centro da cidade e o Pavilhão no Nerba. Esse estragos tiveram que ser pagos para Associação de estudantes. Os autocarros para transporte vão continuar a funcionar como em anos anteriores, desde o início da noite até às seis da manhã. Sendo apenas dois, nas alturas em que entram e saem mais pessoas é necessário esperar. Mais uma vez, Bruno Miranda apelou ao sentido cívico dos colegas. Por outro lado, sublinhou que aqueles que resolvam conduzir não bebam e que, também, os que não vão conduzir não exagerem no álcool. Outro dos apelos foi quem vai os concertos tente chegar o mais cedo possível ao Pavilhão e não em cima da hora dos concertos, como tem acontecido.
Publicado em 'Mensageiro Notícias'.
Pão pode provocar cancro. Sector diz que farinhas respeitam requisitos
Um novo estudo de autoria portuguesa demonstra que uma substância presente no pão devido a fungos - a Ocratoxina - é nociva para a saúde de quem a consome, podendo mesmo provocar cancro se ingerida de forma contínua.
A Associação Portuguesa da Indústria de Moagem e Massas (APIM) já reagiu e disse que as matérias-primas utilizadas em farinhas respeitam requisitos europeus de segurança alimentar.
A investigação foi levada a cabo em seis regiões portuguesas pelo Centro de Estudos Farmacêuticos da Universidade de Coimbra, Instituto Superior de Engenharia do Porto, Serviço de Bromatologia da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e pelo Instituto Politécnico de Bragança.
Pelo que foi descoberto até agora, a toxina com "potencialidade tóxica para rins, fígado e aparecimento de cancros, está mais presente no pão de milho, de centeio e integral, sendo que o pão de trigo é o que apresente níveis mais reduzidos.
Publicado no 'i'.
A Associação Portuguesa da Indústria de Moagem e Massas (APIM) já reagiu e disse que as matérias-primas utilizadas em farinhas respeitam requisitos europeus de segurança alimentar.
A investigação foi levada a cabo em seis regiões portuguesas pelo Centro de Estudos Farmacêuticos da Universidade de Coimbra, Instituto Superior de Engenharia do Porto, Serviço de Bromatologia da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto e pelo Instituto Politécnico de Bragança.
Pelo que foi descoberto até agora, a toxina com "potencialidade tóxica para rins, fígado e aparecimento de cancros, está mais presente no pão de milho, de centeio e integral, sendo que o pão de trigo é o que apresente níveis mais reduzidos.
Publicado no 'i'.
12 abril, 2010
09 abril, 2010
Internet aproxima avós e netos
Promover a convivência entre avós e netos através das novas tecnologias de informação, nomeadamente a Internet.
É o objectivo do projecto TINA (Tecnologias de Informação para Netos e Avós).
A iniciativa, do Instituto Politécnico de Bragança, arrancou ontem em Bragança e Mogadouro.
Com esta acção “pretende-se essencialmente promover o uso das tecnologias, nomeadamente a Internet, entre os avós e os netos, reforçando os laços familiares” explica Raquel Patrício, docente do IPB e uma das organizadoras do projecto. “A população com mais idade tem alguma relutância na utilização das tecnologias e nós queremos promover esse uso e os netos vêm aqui reforçar essa interacção” acrescenta.
A responsável acredita que na segunda edição do TINA a realizar no final do mês possa ter mais participações. “Aqui em Bragança temos sete avós e sete netos. Em Mogadouro são nove” adianta. “Esta primeira acção decorre até sexta-feira, mas depois vamos ter outra edição no final do mês e aí talvez tenhamos mais inscrições” refere.
Alguns avós já tinham tido contacto com os computadores, mas manifestavam-se esperançados em aprender mais.
Para outros foi uma estreia.
Já os netos, com alguma experiência, estavam ansiosos por ensinar os avós. “Sei pouco de computadores, mas já manobro e aqui vamos aprender um com o outro” afirma Telmo Palas. Já o neto, de cinco anos, diz que vai “ensinar o avô a fazer pastas, que é uma coisa que eu sei fazer muito bem e outras coisas também”.
Esta é a primeira vez que Carmilda Martins vai utilizar um computador e espera “ver coisas bonitas que a Raquel me vai mostrar” refere. A neta, Raquel Paradinha diz que vai ensinar à avó “tudo o que ela quiser porque eu já sei algumas coisas de computadores que aprendi no infantário e com a minha mãe”.
O projecto TINA pode vir a repetir-se no próximo ano, se a avaliação desta primeira experiência se revelar positiva.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
É o objectivo do projecto TINA (Tecnologias de Informação para Netos e Avós).
A iniciativa, do Instituto Politécnico de Bragança, arrancou ontem em Bragança e Mogadouro.
Com esta acção “pretende-se essencialmente promover o uso das tecnologias, nomeadamente a Internet, entre os avós e os netos, reforçando os laços familiares” explica Raquel Patrício, docente do IPB e uma das organizadoras do projecto. “A população com mais idade tem alguma relutância na utilização das tecnologias e nós queremos promover esse uso e os netos vêm aqui reforçar essa interacção” acrescenta.
A responsável acredita que na segunda edição do TINA a realizar no final do mês possa ter mais participações. “Aqui em Bragança temos sete avós e sete netos. Em Mogadouro são nove” adianta. “Esta primeira acção decorre até sexta-feira, mas depois vamos ter outra edição no final do mês e aí talvez tenhamos mais inscrições” refere.
Alguns avós já tinham tido contacto com os computadores, mas manifestavam-se esperançados em aprender mais.
Para outros foi uma estreia.
Já os netos, com alguma experiência, estavam ansiosos por ensinar os avós. “Sei pouco de computadores, mas já manobro e aqui vamos aprender um com o outro” afirma Telmo Palas. Já o neto, de cinco anos, diz que vai “ensinar o avô a fazer pastas, que é uma coisa que eu sei fazer muito bem e outras coisas também”.
Esta é a primeira vez que Carmilda Martins vai utilizar um computador e espera “ver coisas bonitas que a Raquel me vai mostrar” refere. A neta, Raquel Paradinha diz que vai ensinar à avó “tudo o que ela quiser porque eu já sei algumas coisas de computadores que aprendi no infantário e com a minha mãe”.
O projecto TINA pode vir a repetir-se no próximo ano, se a avaliação desta primeira experiência se revelar positiva.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
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