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22 setembro, 2010
21 setembro, 2010
Edifício para Escola Superior de Mirandela avança
Quinze anos depois de se ter instalado em Mirandela, na altura como pólo do Instituto Politécnico de Bragança, a Escola Superior de Comunicação Administração e Turismo (ESACT) recebe finalmente luz verde para iniciar o processo de construção de instalações definitivas.
Já foi publicado em Diário da República o edital para a abertura do concurso do projecto para a construção do edifício da ESACT perspectivado para acolher 1500 alunos.
Caso tudo corra dentro da normalidade, no final de 2012, a obra ficará concluída, com um custo a rondar os três milhões e meio de euros.
A publicação da abertura do concurso para o projecto é considerado um passo decisivo para a Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela deixar de ter instalações provisórias e passar a usufruir de um edifício condigno.
Uma luta de muitos anos de uma região desfavorecida, sublinha o presidente do Instituto Politécnico de Bragança. “É uma luta que não é só de uma instituição, nem de uma ou das pessoas mas é uma luta de toda a região” afirma.
Recorde-se que a ESACT começou como pólo do Instituto Politécnico de Bragança, em 1995, com 70 alunos, utilizando instalações provisórias, cedidas pela autarquia.
Passou a escola autónoma em 1999, e com o aumento constante de alunos, a direcção da escola viu-se obrigada a alugar salas do edifício da Portugal Telecom.
Apesar das constantes reivindicações e promessas de governos anteriores, a verba nunca chegou a vir.
Actualmente, a escola já tem cerca de 1300 distribuídos pelos nove cursos, sendo a maior escola desconcentrada do País.
O novo edifício está perspectivado para 1500 alunos.
“Temos de partir para projectos realistas ou pelo menos daquilo que é expectável e por isso, partimos para um horizonte de 1500 alunos, sendo que este anos irá ultrapassar os 1300” avança Sobrinho Teixeira.
O edifício vai ficar instalado num terreno cedido pela autarquia onde já funciona a cantina.
Vai custar três milhões e meio de euros e Sobrinho Teixeira está confiante que terá apoio financeiro do QREN.
“Estou optimista porque será naturalmente com verbas do QREN que a escola poderá ser construída” considera.
Se tudo correr dentro da normalidade nesta fase processual, o presidente do IPB está convencido que a obra deve arrancar no segundo semestre de 2011 e no final de 2012 estará concluída.
“Hoje em dia demora mais a elaboração do caderno de encargos, a elaboração dos concursos, todo o processo legal do que a execução” afirma, acrescentando que “a execução de uma obras destas pode ser tipicamente realizada em ano e meio o que está dentro dos prazos que tínhamos estipulado”.
Quinze anos depois de se instalar em Mirandela, o ensino superior público recebeu luz verde para avançar com a construção de instalações definitivas.
Para o presidente da câmara de Mirandela esta abertura do concurso para o projecto de construção do edifício da ESACT significa finalmente a concretização de um sonho que era sistematicamente adiado.
“Ao abrir o concurso para o projecto implica que o IPB já tenha verba cativa para as instalações quer seja de programas comunitários quer seja de outras parcerias que consiga arranjar” refere José Silvano, salientando que “abrindo concurso para o projecto é porque é um dado adquirido que a obra vai ser feita”.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Já foi publicado em Diário da República o edital para a abertura do concurso do projecto para a construção do edifício da ESACT perspectivado para acolher 1500 alunos.
Caso tudo corra dentro da normalidade, no final de 2012, a obra ficará concluída, com um custo a rondar os três milhões e meio de euros.
A publicação da abertura do concurso para o projecto é considerado um passo decisivo para a Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela deixar de ter instalações provisórias e passar a usufruir de um edifício condigno.
Uma luta de muitos anos de uma região desfavorecida, sublinha o presidente do Instituto Politécnico de Bragança. “É uma luta que não é só de uma instituição, nem de uma ou das pessoas mas é uma luta de toda a região” afirma.
Recorde-se que a ESACT começou como pólo do Instituto Politécnico de Bragança, em 1995, com 70 alunos, utilizando instalações provisórias, cedidas pela autarquia.
Passou a escola autónoma em 1999, e com o aumento constante de alunos, a direcção da escola viu-se obrigada a alugar salas do edifício da Portugal Telecom.
Apesar das constantes reivindicações e promessas de governos anteriores, a verba nunca chegou a vir.
Actualmente, a escola já tem cerca de 1300 distribuídos pelos nove cursos, sendo a maior escola desconcentrada do País.
O novo edifício está perspectivado para 1500 alunos.
“Temos de partir para projectos realistas ou pelo menos daquilo que é expectável e por isso, partimos para um horizonte de 1500 alunos, sendo que este anos irá ultrapassar os 1300” avança Sobrinho Teixeira.
O edifício vai ficar instalado num terreno cedido pela autarquia onde já funciona a cantina.
Vai custar três milhões e meio de euros e Sobrinho Teixeira está confiante que terá apoio financeiro do QREN.
“Estou optimista porque será naturalmente com verbas do QREN que a escola poderá ser construída” considera.
Se tudo correr dentro da normalidade nesta fase processual, o presidente do IPB está convencido que a obra deve arrancar no segundo semestre de 2011 e no final de 2012 estará concluída.
“Hoje em dia demora mais a elaboração do caderno de encargos, a elaboração dos concursos, todo o processo legal do que a execução” afirma, acrescentando que “a execução de uma obras destas pode ser tipicamente realizada em ano e meio o que está dentro dos prazos que tínhamos estipulado”.
Quinze anos depois de se instalar em Mirandela, o ensino superior público recebeu luz verde para avançar com a construção de instalações definitivas.
Para o presidente da câmara de Mirandela esta abertura do concurso para o projecto de construção do edifício da ESACT significa finalmente a concretização de um sonho que era sistematicamente adiado.
“Ao abrir o concurso para o projecto implica que o IPB já tenha verba cativa para as instalações quer seja de programas comunitários quer seja de outras parcerias que consiga arranjar” refere José Silvano, salientando que “abrindo concurso para o projecto é porque é um dado adquirido que a obra vai ser feita”.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
IPB cria bolsa de recrutamento de formadores
O Instituto Politécnico de Bragança está a criar uma bolsa de formadores. O objectivo é beneficiar da experiência de profissionais com provas dadas no mercado de trabalho.
A bolsa destina-se a profissionais com provas dadas no mercado de trabalho. A necessidade de recrutar novos docentes passa, em parte, pelo aumento significativo do número de alunos nos últimos anos. “Aumentou muito o número de alunos nos últimos anos. Nós passamos de 5100 para 7300 no ano transacto e isso acarreta a necessidade de contratação de novos docentes”.
O objectivo da contratação de profissionais vindos do mercado de trabalho é enriquecer os programas dos cursos com a experiência profissional dos formadores, como explica Sobrinho Teixeira, presidente do IPB. “Vão trazer a sua mais-valia em termos de experiência profissional para qualificar os nossos próprios alunos. Pensamos que é de extrema valorização para a qualificação dos alunos, pela experiência que trazem e pela possibilidade que dão aos nossos alunos de interagir com a vida activa”.
A selecção dos profissionais faz-se no período entre semestres, mas os candidatos podem-se registar na bolsa ao longo de todo o ano
Publicado em 'RBA'.
A bolsa destina-se a profissionais com provas dadas no mercado de trabalho. A necessidade de recrutar novos docentes passa, em parte, pelo aumento significativo do número de alunos nos últimos anos. “Aumentou muito o número de alunos nos últimos anos. Nós passamos de 5100 para 7300 no ano transacto e isso acarreta a necessidade de contratação de novos docentes”.
O objectivo da contratação de profissionais vindos do mercado de trabalho é enriquecer os programas dos cursos com a experiência profissional dos formadores, como explica Sobrinho Teixeira, presidente do IPB. “Vão trazer a sua mais-valia em termos de experiência profissional para qualificar os nossos próprios alunos. Pensamos que é de extrema valorização para a qualificação dos alunos, pela experiência que trazem e pela possibilidade que dão aos nossos alunos de interagir com a vida activa”.
A selecção dos profissionais faz-se no período entre semestres, mas os candidatos podem-se registar na bolsa ao longo de todo o ano
Publicado em 'RBA'.
15 setembro, 2010
Bragança: IPB vai organizar o próximo encontro da AULP
Encontro vai servir para acertar projectos como o futuro “Erasmus Lusófono”
O IPB vai organizar o próximo encontro Associação das Universidades de Língua Portuguesa, que vai decorrer de 6 a 9 de Junho do próximo ano. O último encontro realizou-se na semana passada em Macau.
O Instituto Politécnico de Bragança vai organizar o próximo encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP). No encontro que vai decorrer de 6 a 9 de Junho vão participar instituições de ensino superior de todos os países onde a língua portuguesa seja oficial. Ao todo, são cerca de 450 instituições de ensino superior dos 5 continentes associadas ao evento.
O presidente do IPB acredita que este vai ser um momento “de extraordinária importância para Bragança e para o Politécnico”.
Sobrinho Teixeira espera que o encontro sirva também para afinar projectos que o IPB espera lançar no âmbito da associação. “Esperamos que seja um momento marcante para a própria AULP. Há projectos que queremos lançar em acrodo com a associação, nomeadamente o lançamento de um «Erasmus Lusófono», dentro desses países da lusofonia e esperamos que esse encontro venha a ser um sucesso”.
Publicado em 'RBA'.
O Instituto Politécnico de Bragança vai organizar o próximo encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP). No encontro que vai decorrer de 6 a 9 de Junho vão participar instituições de ensino superior de todos os países onde a língua portuguesa seja oficial. Ao todo, são cerca de 450 instituições de ensino superior dos 5 continentes associadas ao evento.
O presidente do IPB acredita que este vai ser um momento “de extraordinária importância para Bragança e para o Politécnico”.
Sobrinho Teixeira espera que o encontro sirva também para afinar projectos que o IPB espera lançar no âmbito da associação. “Esperamos que seja um momento marcante para a própria AULP. Há projectos que queremos lançar em acrodo com a associação, nomeadamente o lançamento de um «Erasmus Lusófono», dentro desses países da lusofonia e esperamos que esse encontro venha a ser um sucesso”.
Publicado em 'RBA'.
14 setembro, 2010
Bragança: mil alunos colocados na primeira fase no IPB
Cursos pós-laborais do IPB ficaram aquém das expectativas
O IPB recebeu este ano 997 novos alunos. O Instituto Politécnico de Bragança é o quinto do país mais procurado. Ainda assim, os cursos pós-laborais ficaram aquém das expectativas.
O aumento pode não parecer significativo, houve no entanto uma diminuição da ocupação nos institutos politécnicos no país. O IPB não só se afirmou como o quinto instituto com mais colocações do País, como, sublinha o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, é o instituto do interior onde se verificou maior procura. “Conseguimos crescer, ainda que ligeiramente, e consolidar ainda mais o número de estudantes no IPB. O Instituto costuma aumentar ainda o número de entradas na segunda e terceira fases. Este ano conseguiu, na primeira fase, ser a quinta maior entrada do sistema politécnico a nível nacional e a maior entrada de todo o Interior”.
Ainda assim, os cursos pós-laborais ficaram muito além das expectativas. Em Engenharia Zootécnica e Educação Social não entraram caloiros na primeira fase e Gestão teve uma procura muito reduzida. O cancelamento dos cursos não está, para já a ser equacionado. Sobrinho Teixeira acredita que as vagas sejam ocupadas na segunda e terceira fase.
Publicado em 'RBA'.
O aumento pode não parecer significativo, houve no entanto uma diminuição da ocupação nos institutos politécnicos no país. O IPB não só se afirmou como o quinto instituto com mais colocações do País, como, sublinha o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, é o instituto do interior onde se verificou maior procura. “Conseguimos crescer, ainda que ligeiramente, e consolidar ainda mais o número de estudantes no IPB. O Instituto costuma aumentar ainda o número de entradas na segunda e terceira fases. Este ano conseguiu, na primeira fase, ser a quinta maior entrada do sistema politécnico a nível nacional e a maior entrada de todo o Interior”.
Ainda assim, os cursos pós-laborais ficaram muito além das expectativas. Em Engenharia Zootécnica e Educação Social não entraram caloiros na primeira fase e Gestão teve uma procura muito reduzida. O cancelamento dos cursos não está, para já a ser equacionado. Sobrinho Teixeira acredita que as vagas sejam ocupadas na segunda e terceira fase.
Publicado em 'RBA'.
Dois cursos sem alunos no IPB
997 alunos foram colocados no Instituto Politécnico de Bragança na primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior Público, este ano.
Os resultados foram conhecidos ontem, sendo que o IPB tinha disponíveis 1863 vagas.
Com estes resultados, consolida a quinta posição entre os politécnicos nacionais com mais entradas.
Por isso, o presidente manifesta-se surpreendido pela positiva.
“Nós tivemos mais sete alunos colocados do que no ano transacto” adianta Sobrinho Teixeira. “Tendo em conta que houve uma ligeira diminuição a nível nacional fiquei contente” reforça.
“Nós consolidamos a posição de quinta instituição politécnica com mais entradas a nível nacional logo na primeira fase, a seguir ao Porto, Lisboa, Coimbra e Leiria” salienta.
Apesar disso, nos cursos de Engenharia Zootécnica e Educação Social (pós-laboral) não entrou nenhum aluno por falta de candidatos.
Esta licenciatura, juntamente com Gestão (pós-laboral), abriu este ano pela primeira vez e, ao contrário do esperado, a procura não foi significativa.
“Ia ser uma experiência para ver qual era o tipo de adesão, mas aparentemente não foi aquilo que nós esperávamos” admite. “Eu estava à espera que nos dois cursos de regime pós-laboral houvesse mais colocações tendo em conta que havia varias solicitações” para isso.
“Se houvesse adesão eu pensaria em disponibilizar mais cursos nesse regime, mas se não há procura teremos de reequacionar” acrescenta.
Ainda assim, Sobrinho Teixeira diz que prefere esperar pelos resultados da segunda e terceira fases para decidir o futuro dos cursos pós-laborais.
“Temos de ter uma atitude responsável” adverte. “Geraram-se expectativas e este também é um compromisso para três anos” salienta. “Vamos esperar pela segunda e terceira fases, pela adesão dos maiores de 23, concursos especiais e até de alunos que já estão nesses cursos no regime diurno e que queiram transitar para o nocturno” refere.
Para a segunda e terceira fases de acesso, restam 866 vagas.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Os resultados foram conhecidos ontem, sendo que o IPB tinha disponíveis 1863 vagas.
Com estes resultados, consolida a quinta posição entre os politécnicos nacionais com mais entradas.
Por isso, o presidente manifesta-se surpreendido pela positiva.
“Nós tivemos mais sete alunos colocados do que no ano transacto” adianta Sobrinho Teixeira. “Tendo em conta que houve uma ligeira diminuição a nível nacional fiquei contente” reforça.
“Nós consolidamos a posição de quinta instituição politécnica com mais entradas a nível nacional logo na primeira fase, a seguir ao Porto, Lisboa, Coimbra e Leiria” salienta.
Apesar disso, nos cursos de Engenharia Zootécnica e Educação Social (pós-laboral) não entrou nenhum aluno por falta de candidatos.
Esta licenciatura, juntamente com Gestão (pós-laboral), abriu este ano pela primeira vez e, ao contrário do esperado, a procura não foi significativa.
“Ia ser uma experiência para ver qual era o tipo de adesão, mas aparentemente não foi aquilo que nós esperávamos” admite. “Eu estava à espera que nos dois cursos de regime pós-laboral houvesse mais colocações tendo em conta que havia varias solicitações” para isso.
“Se houvesse adesão eu pensaria em disponibilizar mais cursos nesse regime, mas se não há procura teremos de reequacionar” acrescenta.
Ainda assim, Sobrinho Teixeira diz que prefere esperar pelos resultados da segunda e terceira fases para decidir o futuro dos cursos pós-laborais.
“Temos de ter uma atitude responsável” adverte. “Geraram-se expectativas e este também é um compromisso para três anos” salienta. “Vamos esperar pela segunda e terceira fases, pela adesão dos maiores de 23, concursos especiais e até de alunos que já estão nesses cursos no regime diurno e que queiram transitar para o nocturno” refere.
Para a segunda e terceira fases de acesso, restam 866 vagas.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Um português no "Karolinska"
Aos 29 anos, Pedro Ferreira é um dos mais promissores investigadores internacionais de doenças infecto-contagiosas do prestigiado Instituto Karolinska, em Estocolmo (Suécia), entidade responsável pela atribuição anual do Prémio Nobel da Medicina.
Dentro de um mês deixará a Suécia, por um ano, para incorporar uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Tropical de Nagasaki, no Japão, e aprofundar conhecimentos sobre a malária.
Filho de um empregado de mesa e de uma cozinheira de Penafiel, o jovem subiu a pulso na vida e, apesar das dificuldades financeiras, não perdeu de vista um promissor percurso académico. Depois de uma passagem pela Estação Florestal Nacional, de conseguir o bacharelato em Engenharia Biotecnológica, de ter estudado no Instituto Politécnico de Bragança, obteve em 2004 a bolsa "Leonardo Da Vinci". Integra, desde então o Instituto Karolinska, frequentando o doutoramento em Ciências Médicas - Malária, graças a uma bolsa atribuída pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Membro do Centro de Biomedicina Estrutural e Molecular da Universidade do Algarve, o investigador penafidelense tem mais de uma dezena de artigos publicados em revistas científicas de referência, tendo, no ano passado, sido o rosto da capa de revista no americano "Journal of Infectious Disease". Autor de diversas apresentações internacionais foi um dos oradores convidados do Instituto Pasteur, pela Organização Europeia de Biologia Molecular.
O talento deste jovem foi reconhecido este ano, ao ser distinguido com o prémio de melhor poster científico na conferência ABC2010, em Innsbruck (Áustria), promovida pela Federação Europeia das Sociedades Biomédicas.
A investigação desenvolvida, com incidência no paludismo, já levou Pedro Ferreira a instalar-se temporariamente no Quénia, Tanzânia, Austrália, Bangladesh e na República Dominicana. O próximo desafio passa pelo Instituto de Medicina Tropical de Nagasaki (Japão), onde deverá ficar um ano.
"Em Portugal a investigação melhorou muito, mas ainda faltam incentivos para fazer regressar investigadores portugueses ao nosso país", frisa. Pedro Ferreira considera que "no estrangeiro as oportunidades vão à procura dos investigadores, enquanto que em Portugal os investigadores correm desesperadamente atrás delas, mas sem sucesso".
Publicado em 'JN'.
Filho de um empregado de mesa e de uma cozinheira de Penafiel, o jovem subiu a pulso na vida e, apesar das dificuldades financeiras, não perdeu de vista um promissor percurso académico. Depois de uma passagem pela Estação Florestal Nacional, de conseguir o bacharelato em Engenharia Biotecnológica, de ter estudado no Instituto Politécnico de Bragança, obteve em 2004 a bolsa "Leonardo Da Vinci". Integra, desde então o Instituto Karolinska, frequentando o doutoramento em Ciências Médicas - Malária, graças a uma bolsa atribuída pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Membro do Centro de Biomedicina Estrutural e Molecular da Universidade do Algarve, o investigador penafidelense tem mais de uma dezena de artigos publicados em revistas científicas de referência, tendo, no ano passado, sido o rosto da capa de revista no americano "Journal of Infectious Disease". Autor de diversas apresentações internacionais foi um dos oradores convidados do Instituto Pasteur, pela Organização Europeia de Biologia Molecular.
O talento deste jovem foi reconhecido este ano, ao ser distinguido com o prémio de melhor poster científico na conferência ABC2010, em Innsbruck (Áustria), promovida pela Federação Europeia das Sociedades Biomédicas.
A investigação desenvolvida, com incidência no paludismo, já levou Pedro Ferreira a instalar-se temporariamente no Quénia, Tanzânia, Austrália, Bangladesh e na República Dominicana. O próximo desafio passa pelo Instituto de Medicina Tropical de Nagasaki (Japão), onde deverá ficar um ano.
"Em Portugal a investigação melhorou muito, mas ainda faltam incentivos para fazer regressar investigadores portugueses ao nosso país", frisa. Pedro Ferreira considera que "no estrangeiro as oportunidades vão à procura dos investigadores, enquanto que em Portugal os investigadores correm desesperadamente atrás delas, mas sem sucesso".
Publicado em 'JN'.
07 agosto, 2010
Estudantes chineses visitam Bragança
Um grupo de dez estudantes chineses, da Universidade de Pequim, está de visita, esta semana, a Bragança.
Trata-se de um intercâmbio entre os Institutos Politécnicos de Bragança e de Macau que envolve alunos de uma licenciatura em Português que tem a duração de quatro anos.
Chegaram ontem e vão estar por cá durante uma semana, seguindo depois para outras localidades do país.
O objectivo é praticar a língua e conhecer a cultura portuguesa.
“Estão a estudar português dentro do novo desígnio que a China tem de pôr pessoas a falar português” refere o presidente do Politécnico de Bragança, acrescentando que “o Politécnico de Macau foi encarregue de fazer a ponte entre a China e a Lusofonia e como nós temos uma parceria estratégia com o Politécnico de Macau, esta visita insere-se neste âmbito”.
“Estes estudantes estão no terceiro ano de português e querem agora conhecer a cultura portuguesa” afirma Sobrinho Teixeira.
Lui Pal e Marília Ma, dois dos estudantes deste grupo, dizem que a língua portuguesa é difícil e falam das expectativas em relação a esta visita.
“No início é difícil, em termos de construção frásica e eu nunca tinha visto masculinos e femininos, mas depois de três anos já há um grande progresso” afirma Lui Pal. “Eu gosto muito de línguas e tive a oportunidade de escolher entre Português e Coreano. Preferi Português por ser mais difícil” refere Marília Ma, acrescentando que nesta visita quer “conhecer a cultura, as paisagens pois é muito diferente da China e esta é uma boa oportunidade”. Já Lui Pal diz que nunca visitou “um país da Europa e aqui a cultura e o povo é muito diferente da nossa cultura oriental”.
Cândido Azevedo, professor de Português do Politécnico de Macau destacado na Universidade de Pequim, acompanha estes alunos e diz que eles já têm um futuro garantido graças à aprendizagem da língua portuguesa.
“Ao fim de oito meses eles já falavam português pois não é qualquer estudante chinês que entra na Universidade de Pequim e todos os que entram o Governo vai buscá-los para carreiras diplomáticas. Estes já foram escolhidos para estudar português porque vão ser os próximos diplomatas para os países lusófonos” refere, acrescentando que “eles estudaram muita coisa que agora vêm ver na prática”.
Nos próximos anos, poderá haver a oportunidade de alunos do IPB se deslocaram à China e a Macau no âmbito desta parceria.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Trata-se de um intercâmbio entre os Institutos Politécnicos de Bragança e de Macau que envolve alunos de uma licenciatura em Português que tem a duração de quatro anos.
Chegaram ontem e vão estar por cá durante uma semana, seguindo depois para outras localidades do país.
O objectivo é praticar a língua e conhecer a cultura portuguesa.
“Estão a estudar português dentro do novo desígnio que a China tem de pôr pessoas a falar português” refere o presidente do Politécnico de Bragança, acrescentando que “o Politécnico de Macau foi encarregue de fazer a ponte entre a China e a Lusofonia e como nós temos uma parceria estratégia com o Politécnico de Macau, esta visita insere-se neste âmbito”.
“Estes estudantes estão no terceiro ano de português e querem agora conhecer a cultura portuguesa” afirma Sobrinho Teixeira.
Lui Pal e Marília Ma, dois dos estudantes deste grupo, dizem que a língua portuguesa é difícil e falam das expectativas em relação a esta visita.
“No início é difícil, em termos de construção frásica e eu nunca tinha visto masculinos e femininos, mas depois de três anos já há um grande progresso” afirma Lui Pal. “Eu gosto muito de línguas e tive a oportunidade de escolher entre Português e Coreano. Preferi Português por ser mais difícil” refere Marília Ma, acrescentando que nesta visita quer “conhecer a cultura, as paisagens pois é muito diferente da China e esta é uma boa oportunidade”. Já Lui Pal diz que nunca visitou “um país da Europa e aqui a cultura e o povo é muito diferente da nossa cultura oriental”.
Cândido Azevedo, professor de Português do Politécnico de Macau destacado na Universidade de Pequim, acompanha estes alunos e diz que eles já têm um futuro garantido graças à aprendizagem da língua portuguesa.
“Ao fim de oito meses eles já falavam português pois não é qualquer estudante chinês que entra na Universidade de Pequim e todos os que entram o Governo vai buscá-los para carreiras diplomáticas. Estes já foram escolhidos para estudar português porque vão ser os próximos diplomatas para os países lusófonos” refere, acrescentando que “eles estudaram muita coisa que agora vêm ver na prática”.
Nos próximos anos, poderá haver a oportunidade de alunos do IPB se deslocaram à China e a Macau no âmbito desta parceria.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Institutos politécnicos enviam professor de Português para Malaca
Sobrinho Teixeira espera que projecto promova a preservação da língua junto da comunidade luso-descendente da Malásia
Os institutos politécnicos vão enviar professor de Português para Malaca, na Malásia. As aulas de Português vão começar ainda no próximo ano lectivo, no segundo semestre. O projecto prevê ainda a atribuição de 6 bolsas de licenciatura a estudantes luso-descendentes, para que possam prosseguir os estudos no nosso país.
Os institutos politécnicos de Portugal, a cujo conselho preside actualmente Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, vão enviar um professor de Português para Malaca, na Malásia.
O projecto irá ser implementado em parceria com uma instituição de ensino superior local. Vão ainda ser atribuídas seis bolsas de licenciatura a jovens luso-descendentes para estudar em Portugal, como explica o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira. “Vamos fazer uma deslocação a Malaca no sentido de, com uma entidade de ensino superior daquela cidade, garantir um professor de Português para os próximos anos que ajude a desenvolver o Português nessa comunidade luso-descendente. Também irá ser oferecido um conjunto de bolsas para que os luso-descendentes de Malaca possam vir estudar em Portugal numa série de institutos politécnicos”.
A comunidade de ascendência portuguesa de Malaca ronda os 5 mil indivíduos, descendentes de portugueses que se fixaram na Malásia durante a época dos Descobrimentos Portugueses, e que mantêm uma forte ligação com as origens lusas. “É uma comunidade descendente ainda dos tempos em que Portugal dominava os mares do Oriente e continua com uma ligação muito forte a Portugal. É possível encontrar pessoas com o nome de Carlos Costa e Nunes Silva e que continuam a achar que o seu país é Portugal”.
Os luso-descendentes de Malaca mantêm uma forma de português antigo, conhecido como papuá cristang, compreensível pelos falantes do português moderno. Sobrinho Teixeira acredita que a presença de um professor de português na localidade irá não só aprofundar o conhecimento da língua portuguesa, como vai ajudar à preservação do dialecto local. “Uma comunidade tão restrita, na ordem das quatro a cinco mil pessoas, não tem capacidade para, ela própria, desenvolver a língua e manteve o Português como era escrito e falado há cerca de 300 anos, mas é possível comunicar em Português com essa comunidade. O professor de Português também irá ajudar a aprofundar o papua cristang, que é falado apenas por essa comunidade, que pensamos que é uma riqueza que se mantenha, para além da própria aprendizagem do Português moderno”.
Publicado em 'RBA'.
Os institutos politécnicos de Portugal, a cujo conselho preside actualmente Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, vão enviar um professor de Português para Malaca, na Malásia.
O projecto irá ser implementado em parceria com uma instituição de ensino superior local. Vão ainda ser atribuídas seis bolsas de licenciatura a jovens luso-descendentes para estudar em Portugal, como explica o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira. “Vamos fazer uma deslocação a Malaca no sentido de, com uma entidade de ensino superior daquela cidade, garantir um professor de Português para os próximos anos que ajude a desenvolver o Português nessa comunidade luso-descendente. Também irá ser oferecido um conjunto de bolsas para que os luso-descendentes de Malaca possam vir estudar em Portugal numa série de institutos politécnicos”.
A comunidade de ascendência portuguesa de Malaca ronda os 5 mil indivíduos, descendentes de portugueses que se fixaram na Malásia durante a época dos Descobrimentos Portugueses, e que mantêm uma forte ligação com as origens lusas. “É uma comunidade descendente ainda dos tempos em que Portugal dominava os mares do Oriente e continua com uma ligação muito forte a Portugal. É possível encontrar pessoas com o nome de Carlos Costa e Nunes Silva e que continuam a achar que o seu país é Portugal”.
Os luso-descendentes de Malaca mantêm uma forma de português antigo, conhecido como papuá cristang, compreensível pelos falantes do português moderno. Sobrinho Teixeira acredita que a presença de um professor de português na localidade irá não só aprofundar o conhecimento da língua portuguesa, como vai ajudar à preservação do dialecto local. “Uma comunidade tão restrita, na ordem das quatro a cinco mil pessoas, não tem capacidade para, ela própria, desenvolver a língua e manteve o Português como era escrito e falado há cerca de 300 anos, mas é possível comunicar em Português com essa comunidade. O professor de Português também irá ajudar a aprofundar o papua cristang, que é falado apenas por essa comunidade, que pensamos que é uma riqueza que se mantenha, para além da própria aprendizagem do Português moderno”.
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Matrículas mais rápidas para estudantes estrangeiros
Os alunos estrangeiros do ensino superior do distrito de Bragança vão ter a sua vida facilitada a partir do próximo ano lectivo.
Dalila Araújo, Secretária de Estado da Administração Interna, apresentou em Bragança um novo programa informático que permite maior rapidez no acto de matrículas.
“Consiste em agilizar e flexibilizar as matrículas do cidadão que frequenta o ensino superior” explica. Actualmente “tem de vir primeiro ao SEF buscar uma declaração da sua situação” acrescenta e “esta aplicação foi desenvolvida para permitir que o IPB, quando digita o nome do cidadão sabe de imediato se ele tem a sua relação documental estável que lhe permita fazer a matricula”.
O Interface SEF Universidade deverá estar a funcionar já no próximo ano lectivo.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Dalila Araújo, Secretária de Estado da Administração Interna, apresentou em Bragança um novo programa informático que permite maior rapidez no acto de matrículas.
“Consiste em agilizar e flexibilizar as matrículas do cidadão que frequenta o ensino superior” explica. Actualmente “tem de vir primeiro ao SEF buscar uma declaração da sua situação” acrescenta e “esta aplicação foi desenvolvida para permitir que o IPB, quando digita o nome do cidadão sabe de imediato se ele tem a sua relação documental estável que lhe permita fazer a matricula”.
O Interface SEF Universidade deverá estar a funcionar já no próximo ano lectivo.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
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