02 outubro, 2010

Equipa do IP de Bragança segunda classificada no concurso dos IP empreendedores

TECNOLOGIAS DE PROTOTIPAGEM APLICADAS À ENGENHARIA BIOMÉDICA SEGUNDA CLASSIFICADA NA SÉTIMA EDIÇÃO DO CONCURSO POLIEMPREENDE

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Numa edição coordenada pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo, o coordenador nacional do concurso Poliempreende e Vice-Presidente do IPVC, Nuno Brito, salientou o aumento de números de projectos apresentados nesta edição, sendo que os projectos finalistas, "segundo a opinião do júri nacional foram muito mais bem trabalhados, mais inovadores e mais preparados para o mercado, o que denota um salto qualitativo de todos os participantes”.

No âmbito do concurso Poliempreende – que pretende fomentar o empreendedorismo nos alunos do Ensino Superior Politécnico e o surgimento de novas e inovadoras empresas, cada Instituto Politécnico promoveu um concurso regional, com todas as suas ideias. O melhor projecto de cada um foi avaliado por um júri nacional, composto por representantes de diversas entidades, nomeadamente, IP Viana do Castelo; IAPMEI; ANGE; Missão Douro; Associação Industrial do Minho; Caixa Geral de Depósitos, Banco Espírito Santo, Caixa Agrícola; Instituto Português da Juventude; BIC Galicia e ainda Francisco Banha e Dana T. Redfordque, que seleccionou os três melhores projectos.

O “3DTech Pro”, projecto vencedor da fase regional e apresentado pelo Instituto Politécnico de Bragança no dia 18 de Setembro, em Viana do Castelo, ficou classificado em segundo lugar a nível nacional. Este projecto surge da necessidade, cada vez mais evidente, de obtenção de modelos físicos para análise, estudo, visualização ou, inclusivamente, para aplicações funcionais. Pretende ser uma empresa especializada na produção de modelos físicos sólidos gerados a partir de dados provenientes quer da modelação geométrica computacional, quer da imagiologia médica ou, ainda, da digitalização tridimensional. A empresa estará habilitada a produzir modelos para utilização médica, nas vertentes educacional e de análise pré-cirúrgica, modelos para utilização nas áreas das artes ou com utilização em maquetas.

Estar localizada em Bragança é considerado pelos promotores, uma vantagem competitiva, visto que é fácil o recrutamento de mão-de-obra no IP Bragança e a proximidade de Castilla-Leon perspectiva uma vertente internacional.

Os promotores deste projecto são dois alunos licenciados em Engenharia Biomédica e a frequentar o Mestrado em Tecnologia Biomédica: Bruno Magalhães e Elmano Pinto e dois docentes do departamento de Tecnologia Mecânica: Luís Queijo e João Rocha.

No aspecto do empreendedorismo e das suas competências “denotou-se uma forte inovação dos institutos politécnicos que conseguiram demonstrar a alta motivação - dos seus alunos, docentes e dirigentes - no sentido de terem uma nova cultura empreendedora e que ela seja passada para o exterior e às áreas regionais onde se inserem”, disse ainda, Nuno Brito.

Cada um destes projectos irá receber um valor monetário relevante: 10 mil euros para o primeiro prémio (patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos), 7500 euros para o segundo prémio (patrocinado pela Caixa Agrícola) e 5000 euros para o terceiro prémio (patrocinado pelo Banco Espírito Santo).

De referir a importância que estes projectos têm tido na constituição de novas empresas empreendedoras. Da iniciativa resultaram 302 projectos, envolvendo cerca de 900 alunos e mais de 50 docentes, que levaram já à criação de 22 empresas (havendo outras 36 em fase de criação) e ao registo de várias dezenas de patentes. Todas estas empresas promovem jovens licenciados e com elevadas qualificações técnicas e académicas.

01 outubro, 2010

IPB recebe mais 500 alunos na segunda fase de acesso ao Ensino Superior

Na primeira fase foram colocados quase mil novos alunos na instituição
Entraram quase 500 novos estudantes na segunda fase de acesso ao ensino superior no IPB. Ainda assim, cursos pós laborais como Gestão e Educação social não preencheram mais de 4 a 5 vagas. Sobrinho Teixeira garante que não está a ser ponderado, para já, o cancelamento de qualquer curso no IPB. Ao todo, entraram no instituto quase mil novos alunos.

Depois da entrada de quase mil alunos na primeira fase, o Instituto Politécnico de Bragança recebe agora mais 470 alunos. O presidente da instituição, Sobrinho Teixeira, espera que, depois da terceira fase, o IPB atinja os 2 mil novos alunos. “Na primeira fase já tínhamos ficado em quinto lugar a nível nacional [ao nível dos institutos politécnicos] e agora consolidámos essa posição. O que também me satisfaz, pelo simbolismo, é que iremos ultrapassar os dois novos alunos. Não podemos contar só com os alunos do acesso nacional – temos de contar cada vez mais com os novos públicos, que é hoje em dia uma fatia muito importante em termos do Ensino Superior”.
Novos públicos, que compreendem um vasto leque de potenciais candidatos ao ensino superior. Sobrinho Teixeira explica quais: “são os estudantes diplomados através de um curso de especialização tecnológica; os maiores de 23 anos, que têm de ser motivados para se qualificar através destas oportunidades; são os alunos que já têm um curso superior mas que, agora, querem aumentar o seu conhecimento; são os reingressos – temos de ter uma atitude de cativar pessoas que estiveram no Ensino Superior e que abandonaram”.
O presidente do IPB deixa ainda o repto aos transmontanos para que apostem na formação: “O Instituto disponibilizou cursos pós-laborais com esforço grande para que as pessoas da região se qualifiquem mais e para que a região possa ter índices que produtividade e competitividade superiores”.

Publicado em 'RBA'.

Identidade Macaense

A procura pela identidade de um povo em documentário

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

30 setembro, 2010

IPB lidera programa de intercâmbio de estudantes da América latina

Arrancou ontem no Instituto Politécnico de Bragança (IPB) um novo programa de mobilidade para estudantes: o Erasmus Mundus. Este ano, o instituto recebe 30 alunos provenientes da Colômbia, Costa Rica e Panamá que vão frequentar mestrados.

Já estão em Bragança há cerca de um mês para aprender português e receberam ontem os diplomas.

Esperam que esta experiencia os possa ajudar durante o mestrado.

“Vim tirar um mestrado em contabilidade e finanças. Preferi o português ao espanhol e ao italiano. Aprendi muitas palavras novas e um pouco da pronúncia portuguesa. É bom para participar nas aulas e escrever melhor”, diz Bryan Madrigal, da Costa Rica.

“É uma experiência muito bonita porque no meu país não temos cursos para aprender esta língua”, confessa a colombiana Diana Elisabete. Eduardo Fernandez, outro costa-riquenho, diz que gosta “muito do português” e espera “aprender mais com estas aulas”.

O Erasmus Mundus no IPB resultou de um convite feito pela Universidade Autónoma de Barcelona.

O vice-presidente salienta que o instituto vai receber o maior número de alunos.

“Em conjunto com a Universidade Autónoma de Barcelona, somos a instituição parceira que mais estudantes vai receber. Vamos acolher 30, não só para licenciatura mas ao nível integral do mestrado. Não vêm fazer apenas um semestre mas vão ser alunos do IPB.”

Luís Pais fala ainda de outras iniciativas que o IPB quer implementar ao nível da internacionalização.

“Iremos concretizar no segundo semestre a vinda e o envio de alunos para o Instituto Politécnico de Macau. Queremos alargar este programa a todo o Mundo. Já temos projectos com universidades do México. E iremos aproveitar para entrar na Costa Rica, na Colômbia e no Panamá.”

Ao todo o IPB tem cerca de 500 estudantes em mobilidade, por ano.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

29 setembro, 2010

Los nuevos productos cárnicos de origen caprino estimula el sector

La aparición de nuevos productos cárnicos de origen caprino está dibujando un horizonte muy optimista para el sector, según el análisis que ha expuesto el profesor de la Escola Superior Agraria del Instituto Politécnico de Bragança, Alfredo Teixeira. El docente ha sido el encargado de clausurar las jornadas técnicas sobre el sector caprino, que organiza el Ayuntamiento de Trabanca, con una intervención donde ha facilitado al numeroso público presente los datos de la investigación que está desarrollando sobre el asunto, en colaboración con el Centro de Investigación de Montanha.

Publicado em 'La Gaceta de Salamanca'.

27 setembro, 2010

Floresta: Cientistas falam de fenómeno de regeneração espontânea

A floresta portuguesa está a passar por um fenómeno de regeneração espontânea apontado ontem por especialistas da área como a forma “mais barata” de solução para o abandono do mundo rural e para as suas consequências gravosas, como incêndios florestais.

Afinal, dizem os peritos, a solução pode estar no próprio problema pois é o despovoamento e o abandono da agricultura tradicional que parecem estar a impulsionar esta “regeneração natural, com espécies indígenas de Portugal a brotarem espontaneamente por todo o lado”.

O fenómeno foi ontem abordado no final da conferência internacional que juntou durante quatro dias, em Bragança, cientistas de 46 países, numa iniciativa do grupo de ecologia da paisagem da IUFRO, a União Internacional de Organizações de Investigação Florestal.

Os desafios e soluções para as terras agrícolas abandonadas, como acontece nas regiões portuguesas do inteiro, mas também em toda a Europa, foi o tema do último simpósio.

As florestas autossustentáveis são a proposta dos investigadores Carlos Aguiar e Henrique Miguel Pereira para a transição.

“Mais do que plantar floresta de novo é cuidar da que está a nascer e está a nascer muita floresta por todo o lado. É uma boa política identificar onde essa floresta está a nascer e apoiá-la e cuidá-la, e é uma forma barata de o fazer”, defendeu Carlos Aguiar.

A primeira medida para este investigador deverá passar por “apostar em apoiar esta regeneração natural de espécies indígenas de Portugal como os carvalhos, azinheiras e sobreiros, que está a surgir espontane amente por todo o lado”.

O espaço para esta regeneração foi cedido justamente, segundo dizem, pelo abandono da agricultura e o despovoamento.

O reaparecimento destas espécies dar um contributo “a média prazo” para haver menos fogos florestais em Portugal, na opinião de Henrique Miguel Pereira.

Este investigador, que já teve responsabilidades no Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) não entende “como é que o sistema de combate aos incêndios ainda não tomou como máxima prioridade proteger as zonas de regeneração florestal”.

Trata-se, garantem, de espécies mais resistentes e com potencial económico de produção de madeira ou outros bens como cogumelos, mas também de conservação da natureza.

Henrique Miguel Pereira reconhece que esta “transição não é um sistema simples porque exige um envolvimento social e que haja uma visão partilhada pelos diferentes atores do que se pretende para o futuro destas regiões”.

As soluções teriam de ser adaptadas às diferentes realidades e, asseguram, que continuaria a haver espaço para a agricultura.

Sublinham, no entanto que “onze por cento da superfície de Portugal está acima dos 700 metros, onde o uso agrícola provavelmente não será recomendável”.

O que consideram que “não pode continuar a acontecer é o avanço do mato com “ uma série de problema associados em termos de ocorrência de fogos, e desfavorável à biodiversidade”.

Publicado em 'AgroPortal'.

23 setembro, 2010

Bragança recebe alunos da América Latina

Estudantes da Costa Rica, Panamá e Colômbia vêm para o Instituto Politécnico

São trinta os estudantes que vão atravessar o Atlântico, desde a América Latina, para vir estudar no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), ao abrigo do programa Erasmus Mundus.

O IPB candidatou-se a este programa especial de mobilidade em parceria com outras universidades de Espanha, Itália, Finlândia e Polónia e conseguiu ganhar a candidatura, captando, assim, alunos de fora da Europa.

Este é mais um passo que o Politécnico dá no sentido da internacionalização, afirmando-se como uma instituição capaz de captar estudantes a nível mundial, conforme apontou o presidente, Sobrinho Alves.

“Já temos vários alunos estrangeiros, provenientes de outros programas de mobilidade, e queremos afirmar essa capacidade de captar cada vez mais estudantes”. Provenientes da Costa Rica, do Panamá e da Colômbia, estes trinta estudantes escolheram Bragança para continuarem as suas licenciaturas ou programas de mestrado. Os alunos de licenciatura irão ficar na cidade por um período entre seis a 10 meses. Já os alunos de mestrado devem permanecer no instituto durante a duração integral da formação.

Para além dos alunos da América Latina, todos os anos o IPB recebe centenas de estudantes de outros países europeus, ao abrigo do programa Erasmus. No campo da internacionalização, o instituto conseguiu, já, vários protocolos com universidades do Brasil e África. Ainda este ano, coube ao IPB liderar uma iniciativa a que se chamou “Erasmus Lusófono” e que consagrou, também, um acordo de cooperação entre os politécnicos portugueses e o politécnico de Macau para promover a mobilidade de estudantes e professores de ambos os países, numa tentativa de manter viva a Língua Portuguesa no continente chinês.

Nesta primeira fase de candidaturas ao ensino superior é ainda de realçar que o IPB se confirmou como a quinta instituição mais escolhida pelos alunos, a nível nacional. O número de alunos que ingressou no politécnico é ligeiramente superior ao do ano passado, mas há ainda vagas por preencher para a segunda fase de candidaturas.

Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

Forest Landscapes and Global Change

Bragança recebe mais de 300 investigadores de 45 países

Exibido em 'LocalvisãoTV'.