05 novembro, 2010

Estudantes do IPB querem melhores condições de iluminação na zona do atropelamento

O atropelamento de uma estudante do Instituto Politécnico de Bragança, quarta-feira à noite, fez soar as campainhas de alarme entre os estudantes. A jovem de 24 anos continua internada num hospital do Porto em estado de coma mas a Associação Académica já reuniu com o presidente da câmara para pedir mais iluminação para o local.

"Iluminar mais aquela zona ou, pelo menos, cortar parte da ramificação daquelas árvores. A zona tem iluminação, o problema é que as árvores não deixam a luz passar. E as pessoas têm de andar a passar de passeio para passeio por causa das obras, mesmo no meio de curvas, o que é inadmissível."

Rui Sousa, presidente da associação académica, diz até que já tinha havido alguns sustos antes deste atropelamento.

"Há coisa de três semanas os caloiros iam a passar em grupo. A sorte é que iam de t-shirt branca, mas o carro ainda teve de fazer uma travagem. Por azar, neste caso a aluna ia trajada, o traje é preto e o condutor diz que não viu ninguém."

Mas o presidente da câmara de Bragança sublinha que as passadeiras estão devidamente sinalizadas e iluminadas.

"As passadeiras estão sinalizadas, há redutores de velocidade e a iluminação das passadeiras é suficiente, pelo que não podemos relacionar isso como o acidente."

No entanto, admite que as árvores ao longo do passeio, entre os locais de atravessamento da estrada, possam vir a ser podadas.
"admito que possa ocorrer mas não necessariamente para melhorar as condições de travessia da via, que ocorrem nas passadeiras e aí, as condições de segurança são suficientes."

A Associação Académica ficou satisfeita com as promessas da autarquia e reconhece que as passadeiras estão bem sinalizadas.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

04 novembro, 2010

IPB investiga método inovador para esterilizar castanhas

Operadores utilizam água quente para esterilizar o fruto que é exportado para países terceiros, mas investigadores querem colocar em prática a esterilização por irradiação
O Instituto Politécnico de Bragança, em parceria com uma empresa da região, com a Universidade do Minho e com o Instituto de Tecnologia Nuclear, está a levar a cabo um projecto de investigação dedicado à esterilização e conservação da castanha que é exportada para países terceiros. É que está em vigor uma norma da Comunidade Europeia que proíbe o uso de bormeto de metilo, o químico utilizado para fazer a devida desinfecção, de modo a que castanha chegasse ao destino sem alterações.

Segundo António Graça, director regional de Agricultura, esta imposição comunitária nada tem que ver com questões de segurança alimentar, até porque este produto não deixava quaisquer resíduos. “É uma questão de natureza ambiental”, explicou.

Com as novas normas em vigor, os operadores de castanha que trabalham na área de exportação tiveram que adoptar como alternativa o uso de água quente, “uma alternativa fácil e viável de utilizar”, na opinião de António Graça.

No entanto, os investigadores consideram que o tratamento com água quente pode não ser assim tão eficaz, uma vez que obriga à secagem da castanha, caso contrário pode apodrecer durante o período de transporte.

Albino Bento, presidente da Escola Superior Agrária e investigador do Centro de Montanha, considera mesmo que o método da água quente “não é económico, é difícil, demorado e complicado”.

Por isso, os vários investigadores procuram uma nova alternativa, nomeadamente a desinfecção por irradiação, através do uso de feixes de electrões. O projecto foi submetido à Agência Portuguesa da Inovação e é financiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), no entanto, só dentro de três anos é que deverá estar concluído. “Neste momento estamos a trabalhar, já fizemos os primeiros testes e temos esperança que o uso de feixes de electrões possa vir a funcionar”, apontou Albino Bento.

Esta técnica de irradiação visa a esterilização da castanha sem comprometer a sua qualidade. “O que se pretende é matar as pragas e os fungos, mantendo a qualidade, o sabor e as características do fruto”.

Amílcar António e Elsa Ramalhosa, investigadores ligados a este projecto, adiantam, ainda, que esta técnica da irradiação já foi testada na União Europeia em outros alimentos. Resta agora saber se, utilizado na castanha, mantém as suas características.

Para já, os operadores que trabalham no mercado da exportação da castanha, têm que utilizar a desinfecção com água quente. Mas a técnica não é nova, pelo menos assim o garante Alcino Nunes, um dos operadores que trabalha com castanha da região transmontana.

Ao seu armazém chegam milhares e milhares deste fruto. Grande parte é exportado em fresco para países europeus e para países terceiros. Este ano está a utilizar, pela primeira vez, a esterilização com água quente e, embora admita que é um método mais dispendioso, considera que “funciona bem”.

“Este processo já se utiliza há muito tempo na Europa. Nós é o primeiro ano que estamos a utilizar e funciona bem”, garantiu.

A campanha da castanha, que por esta altura emprega centenas de pessoas, está agora a começar e as expectativas são boas, pelo menos no que diz respeito à qualidade do fruto. Mas se a exportação para mercados europeus continua a manter-se, já para o Brasil a tendência é para uma diminuição.

Segundo Alcino Nunes, desde que trabalha nesta área, há cerca de 25 anos, que o Brasil tem vindo a diminuir a importação, no seu entender devido à “diminuição da colónia de portugueses, franceses, espanhóis e outros europeus que ali viviam e compravam”.

Uma opinião que é, também, partilhada por José Posadas, um empresário dedicado ao mercado da transformação da castanha, nomeadamente ao marron glacê. A trabalhar há 50 anos neste sector, o empresário espanhol considera que Portugal continua a ter problemas na venda do produto. “É preciso saber vender bem e não apenas em quantidade. O Brasil come castanhas portuguesas por uma questão cultural. É preciso fazer uma campanha que recupere e valorize esse mercado”.

Em termos de mercado, a exportação para países como os Estados Unidos, Canadá ou Brasil representa cerca de um terço da produção. Embora não seja um valor muito significativo, é importante para manter os valores do preço da castanha no mercado.

Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

02 novembro, 2010

Projecto europeu visa comparar qualificações em Agricultura

Presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, aponta a exportação do ensino das Ciências Agrárias para optimizar recursos nacionais

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) acolheu a única reunião, realizada em Portugal, no âmbito do Projecto ImpAQ – Melhorar a Comparabilidade das Qualificações em Agricultura. Os sete países parceiros neste programa juntaram-se para discutir e comparar as qualificações existentes em cada nação para, depois, se elaborar uma “matriz” que englobe todas as semelhanças e diferenças na área da Agricultura. A par desta reunião, o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, voltou a sublinhar o “excesso” de cursos em Ciências Agrárias e adiantou que a exportação do know-how português na matéria será uma mais-valia para o ensino e para o desenvolvimento do País.

Com um durabilidade de dois anos, o Projecto ImpAQ pretende, acima de tudo, “criar um conjunto de critérios que permitam a comparabilidade de formações e qualificações na área agrícola”, frisou o docente da Escola Superior Agrária do IPB, Tomás Figueiredo. As qualificações abrangidas vão desde os “níveis mais básicos, até aos mais superiores, incluindo doutoramentos”, bem como todas as áreas agrícolas, como as de pendor ambiental, biotecnológico, agro-alimentar, florestal e produção animal.

Para alcançar este propósito, o professor salientou que é fundamental criar, numa primeira fase, um “inventário das condições de formação em todos os países envolvidos”, registando todas as “qualificações existentes e os conceitos a elas associadas nos países integrantes”, referiu Tomás Figueiredo.

Em pontos gerais, este projecto visa a organização de “critérios básicos” que permita “dizer que uma certa formação num certo país é comparável a uma outra formação numa outra nação, até com diferente designação, mas cujo conteúdo e qualificações atribuídas sejam comparáveis”.

Liderado pela Universidade Marconi, de Itália, o projecto conta também com a parceria de Portugal, França, Áustria, Suécia, Hungria e Holanda. “Ainda que tenhamos uma diversidade de formações na Europa, vale a pena o esforço, porque estamos num contexto europeu de trabalho.” Neste âmbito, Tomás Figueiredo destacou que os empregadores e as instituições de ensino têm de se “consciencializar” que estão a “formar e qualificar pessoas para o espaço europeu e não somente para o seu próprio país”.

IPB vai exportar ensino das Ciências Agrárias

Para a realidade nacional, o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, salientou que existe um “excessivo” número de “escolas de Ciências Agrárias”, mas isso não significa, de acordo com o responsável, que se deva partir para o encerramento ou para a redução da oferta.

É que, na opinião de Sobrinho Teixeira, Portugal deve aproveitar, no seu todo, as mais-valias do conhecimento que detém nesta área para o exportar para, por exemplo, os países de língua portuguesa, onde existe uma carência de profissionais. “Já temos uma infra-estrutura montada e, por isso, devemos olhar para o ensino agrário no sentido da exportação. Por exemplo, Angola tem 11 engenheiros florestais para uma superfície que é 14 vezes superior à de Portugal. É nisto que devemos apostar.”

O presidente do IPB avançou também que professores agrários irão para São Tomé e Príncipe para dar aulas, por módulos, no Mestrado em Segurança Alimentar. “Temos que ver nas dificuldades uma oportunidade. Com a capacidade de recursos humanos e técnicos que as instituições de ensino têm, seria um desperdício desaproveitá-las.”


Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

Sobrinho Teixeira reeleito presidente dos Politécnicos

O presidente do Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira, foi ontem reeleito, por unanimidade, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos e elegeu como prioridade para o novo mandato a implementação de uma rede de ensino à distância no quadro das instituições. Será através desta rede, denominada e-politécnico, que todos os institutos darão apoio pedagógico e administrativo aos alunos. A criação de centros de investigação aplicada é outro dos objectivos.
Publicado no 'Público'.

Praxe solidária para fazer escola

Os caloiros da Escola Superior Agrária de Bragança sujeitaram-se, ontem à noite, a uma praxe solidária. Organizaram-se em pequenos grupos e percorrem os bairros da cidade para angariar alimentos para os mais pobres.

Exibido em 'RTP'.

29 outubro, 2010

Agrária Solidária

Alunos recolhem alimentos para instituições

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Projecto ImpAQ

Qualificações no sector agrícola em discussão no IPB

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Mirandela discute soluções para a produção de cabras e ovelhas

Tendo como principal objectivo a promoção e a defesa da actividade, está a decorrer em Mirandela a II Reunião Nacional de Caprinicultura. A organização pertence à Escola Superior Agrária de Bragança, Centro de Investigação de Montanha e Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana.

O evento reúne criadores, professores, investigadores e alunos para debater os problemas e projectos para o sector. Para Arménio Vaz, Presidente da direcção da Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana (ANCRAS), é urgente que os mais novos se interessem por este sector e que sejam criadas medidas de incentivo à produção.

“A faixa etária dos produtores cada vez está mais envelhecida e nós precisamos de muitos apoios, sobretudo para os jovens se instalarem.”

Mesmo a pastorícia tem sofrido com os preconceitos impostos pela sociedade ao considera-la como uma profissão menor. Nesse sentido, Sales Henriques da Direcção Geral de Veterinária, considera importante começar a olhar para esta actividade de maneira diferente.

“Olhar para uma actividade às vezes não muito considerada da sociedade mas extremamente importante, principalmente nas zonas desfavorecidas, porque é a cabra que consegue viver quando mais nenhum animal sobrevive e é a cabra que consegue ter produtividade de leite e carne, como quase mais nenhuma espécie animal tem.”

E para ajudar a dinamizar o sector da caprinicultura, está a ser criado um projecto pela Escola Agrária de Bragança que visa a valorização da carne caprina, aqui explicado Alfredo Teixeira do IPB.

“Esses novos produtos são relacionados com a apresentação já pré-industrial – já tivemos uma fase de investigação -, que é a apresentação de mantas salgadas de carne a dois enchidos com base também de ovino e caprino. Uma valorização de produtos mais esquecidos, como o cabrito DOP, que não têm tanta venda no mercado mas que estamos a tentar valorizar.”

A II Reunião Nacional de Caprinicultura decorre em Mirandela até ao próximo sábado.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

28 outubro, 2010

Milhares de estudantes no IPB

Politécnico ultrapassou os 7300 alunos, tendo captado, neste novo ano escolar, mais de dois mil estudantes, a maioria proveniente de outras regiões do país.

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) ultrapassou os sete mil alunos. Este ano, apesar da contracção global que afectou o país, o Politécnico registou mais de dois mil novos alunos matriculados, a maioria deles vindos de outras regiões do país, ultrapassando, ligeiramente, os números do ano passado.

Uma marca que o IPB quis assinalar com a organização de uma recepção aos novos alunos, na qual marcaram presença as cinco escolas do campus académico. Com este acto solene, o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, pretendeu, ainda, reforçar a componente da integração: “sabemos que a maioria dos novos alunos não é da região e queremos que eles sintam que têm aqui uma nova família, que esta é uma cidade acolhedora e que sabemos receber”.

Também Rui Sousa, presidente da Associação Académica, realçou a importância de acolher bem os novos alunos, mostrando-lhes a cidade e ajudando-os a uma boa integração. Por isso, foi promovida a componente solidária da praxe académica, que culminou, no dia 21 de Outubro, com a entrega de mais de uma tonelada de alimentos ao Lar de São Francisco e ao Centro Social e Paroquial dos Santos Mártires. Agora, de 9 a 13 de Novembro, será Festas de Recepção ao Caloiro, mas, até lá, as praxes estão oficialmente terminadas.

“Há já um acumular de matérias nas aulas e queremos que os novos estudantes saiam daqui os melhores caloiros, mas também os melhores alunos”, notou Rui Sousa. Ao longo dos últimos anos, o IPB tem vindo a manter um número de alunos que se situa acima dos sete mil, um crescimento anual que mexe com a economia local e com o desenvolvimento do próprio IPB, que se tem conseguido afirmar a nível nacional e internacional.

No entanto, Sobrinho Teixeira considera que é necessário não criar “expectativas exageradas sobre uma capacidade contínua e crescente”. A aposta, agora, é nos novos públicos, na formação de adultos através de mestrados e nos Cursos de Especialização Tecnológica (CET’s).

Já relativamente ao futuro de cursos, como Engenharia Agronómica, que, ano após anos, deixam várias vagas por preencher, o presidente da instituição nota que são cursos mantidos pelos novos públicos.

“Engenharia Agronómica, por exemplo, preencheu as vagas com as inscrições dos novos públicos. Os novos públicos começam a representar, a nível nacional, cerca de 60 por cento das entradas no ensino superior”, notou.

Ainda assim, Sobrinho Teixeira considera, até como presidente do Conselho Coordenador dos Politécnicos, que Portugal tem “uma componente excessiva” de Ensino Agrário para as necessidades do país e necessita de “reorganizar o número de cursos”

IPB fornece mestrados nos PALOP’s

Sobrinho Teixeira defende, por isso, a necessidade de exportar essa capacidade dos politécnicos e recorda que, nesse sentido, o IPB ajudou já a criar as Escola Agrária de Kwanza do Sul, em Angola.

Ainda ano, o IPB vai já começar a ministrar um mestrado, na área da Segurança Alimentar, e outros dois na área da formação de professores, em São Tomé e Príncipe. Os Governos portugueses e de São Tomé aprovaram uma prerrogativa especial que vai permitir ao politécnico ministrar cursos de mestrado fora de Portugal ainda este ano. “Os mestrados vão funcionar em São Tomé, mas serão alunos do IPB”, explicou Sobrinho Teixeira, apontando que, também por esta via, haverá um ligeiro aumento do número de alunos.

Campus vai entrar em obras

Ainda este ano, o IPB vai dar continuidade a um projecto de recuperação de todo o património edificado do instituto iniciado no ano passado. O instituto tem 200 mil euros inscritos em PIDDAC que se destinam à construção da nova sede e de um campo relvado sintético.

A nova sede vai ser construída em frente à Escola Agrária, com a frente virada para a cidade e o concurso já entrou em Diário da República. Já o campo sintético vai ser construído junto ao actual campo e vai permitir uma utilização de 24 horas, em favor dos alunos e da própria região.

A par dessas duas grandes obras, cuja conclusão está prevista para 2011, há a visão de recuperar as escolas do campus, como já foi feito no ano passado.


Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

Academia ajuda alunos em dificuldades

Associação Académica vai oferecer entradas para a Semana do Caloiro aos estudantes mais carenciados
Há cada vez mais alunos a pedir ajuda à Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), fruto da conjectura actual de crise que vive o país, mas não só. Rui Sousa, presidente da academia, diz que a nova política de atribuição de bolsas veio deixar muitos alunos sem apoio, aumentando as dificuldades de quem estuda e, em alguns casos, colocando até em risco a frequência do ensino superior.

O presidente destacou o caso de um aluno proveniente dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP’s), inscrito na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, que, por falta de verbas, está em risco de não se matricular no segundo ano.

“É um aluno que tem uma média boa, que fez todas as disciplinas e que por não ter como pagar as propinas, corria o risco de ter de deixar de estudar”, apontou. A Associação Académica disponibilizou-se, desde logo, para fazer todos os esforços no sentido de permitir a continuidade dos estudos daquele aluno, tendo admitido, desde já, que em último caso a própria Associação pagará as propinas.

“Como tem um bom aproveitamento e é um excelente aluno, temos feito os possíveis para o ajudar e vamos fazer tudo para que ele continue a estudar. Em ultima hipótese, pagamos-lhe as propinas”, disse Rui Sousa.

Mas há mais casos semelhantes. Segundo Rui Sousa, há muitos alunos provenientes de regiões mais industrializadas que, durante este ano, viram os pais perder o emprego e tem passado por mais dificuldades. A situação levou a Associação Académica a reunir, já, com alguns desses alunos para lhes oferecer a entrada na Semana do Caloiro. Um pequeno gesto cheio de simbolismo e que tem como objectivo ajudar a que estes alunos “não se sintam desintegrados”.

“Não queremos que deixem de participar nos eventos da academia e que se sintam desintegrados, nem queremos que sintam vergonha por mostrar as dificuldades que sentem”, apontou Rui Sousa.

A Associação Académica vai continuar, ao longo do ano, a promover actos de solidariedade, como forma de mostrar à cidade que os estudantes “fazem parte de Bragança”.

Publicado em 'Mensageiro Bragança'.