08 junho, 2011

Janela Lusófona

XXI encontro de Universidades de língua portuguesa

Exibido em 'LocalvisãoTV'.

IPB alarga mobilidade estudantil ao espaço lusófono

O Instituto Politécnico de Bragança vai alargar os programas de mobilidade de alunos e professores com a formalização de mais uma parceria com o Politécnico de Macau. O presidente do IPB realçou, ontem, durante a abertura do 21º Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa, que a instituição vai alargar o projecto que já existe com universidades brasileiras. “Tenho certezas de que no futuro vamos conseguir criar um Erasmus Lusófono que é um programa de mobilidade de alunos que hoje em dia existe entre o IPB e as instituições de ensino superior federais brasileiras” refere, acrescentando que “vai ser alargado e já iniciado no próximo ano, neste caso com o Politécnico de Macau”. O financiamento dos programas de mobilidade é uma das questões que está em cima da mesa neste encontro, que reúne professores e investigadores lusófonos de quatro continentes. Sobrinho Teixeira defende uma partilha de custos entre as instituições de ensino superior, para incluir os alunos com menos recursos financeiros nestes programas.“Se nós tivermos imaginação o financiamento é só parte do problema e se houver uma grande vontade isso consegue-se colmatar” afirma, salientando que “no programa de Bragança iniciou há um sistema de custos partilhados entre a instituição de envio e a instituição de acolhimento no sentido de garantir a acomodação e o alojamento dos alunos sendo que o aluno terá de custear a viagem mas que também poderá ser financiada”. Actualmente, a Associação das Universidades de Língua Portuguesa está a delinear um programa com cinco milhões de euros. Clélio Diniz, o presidente da AULP, está convencido que vai ser possível abranger ainda mais alunos.“É um programa que está a ser discutido pela direcção da Associação das Universidades de Língua Portuguesa que já tem o apoio explícito das instituições brasileiras para aumentar a mobilidades em diferentes formas” refere. A sessão de abertura deste encontro contou ainda com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, que durante a sua intervenção disse mesmo que há instituições de ensino superior que não estão preparadas para dar resposta às solicitações de mobilidade de milhões de jovens.No entanto, à saída recusou prestar declarações gravadas aos jornalistas.

O encontro da AULP encerra esta quarta-feira, em Bragança.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Universidades de língua portuguesa vão criar “erasmus lusófono” para estudantes e professores

As instituições de ensino superior dos países lusófonos estão a estudar a criação de um programa de mobilidade que deverá ficar definido no XXI encontro da Associação de Universidades de Língua Portuguesa (AULP) que começou hoje, em Bragança.
Mais de 400 académicos dos oito países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e da região de Macau estão reunidos, durante quatro dias, no Nordeste Transmontano, para discutirem novas formas de cooperação.

A ideia da criação de um programa que seja uma espécie de “erasmus lusófono” já vem de encontros anteriores e o presidente da AULP, Clélio Diniz Campolina, espera reunir agora condições para avançar.

Alguns dos países da CPLP já têm individualmente programas de mobilidade, mas a ideia da AULP é “ampliar e incentivar o intercâmbio que já existe” com uma acção concertada.

Segundo aquele responsável, o programa envolverá recursos financeiros na ordem dos cinco milhões de euros para apoiar a mobilidade de 1500 estudantes e professores, em cinco anos.

No Brasil estão reunidos os apoios necessários, porém o presidente da AULP admitiu que esta “é uma negociação complexa porque são oito países mais a região administrativa de Macau. É um esforço de convergência”.

Alguns países têm mais dificuldade financeira, segundo disse, nomeadamente Timor-Leste e alguns países africanos que, defendeu, “deveriam receber um apoio maior”.

Clélio Diniz Campolina entende que o programa “não deve ficar na dependência de assinaturas concretas e deve ser iniciado por aqueles países que já têm condições de implementá-lo”.

A língua portuguesa é o património comum que junta estas instituições num encontro anual que tem como anfitrião o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), onde estudam mais de 900 jovens estrangeiros entre os oito mil alunos, segundo o presidente.

Sobrinho Teixeira realçou que esta vertente “cosmopolita” faz de Bragança “um exemplo de como uma pequena cidade se pode transformar numa alma abrangente de poder acomodar dentro de si uma grande diversidade”.

A sessão de abertura contou hoje com a presença do ministro português da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, para quem a AULP “é uma janela de observação sobre uma parte extremamente importante no mundo”.

“Se há mudança visível é a força que a educação ganhou”, declarou.

O director-geral da CPLP, Hélder Vaz, recordou que entre os 17 objectivos prioritários desta organização encontra-se a cooperação universitária a diversos níveis e o reforço das políticas de formação de quadros.

No encontro estão também representantes da Comissão Europeia e uma delegação do Bairro Português de Malaca, que passou a integrar o intercâmbio lusófono com docentes dos politécnicos portugueses a ensinarem português aos descendentes lusos da Malásia.
Publicado em 'Público'.

Mundo no IPB

Feira de cooperação universidades de língua portuguesa

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06 junho, 2011

Mais idosos em actividade física

O programa Mais Idade Mais Saúde, promovido pelo Instituto Politécnico de Bragança, está a completar cinco anos de existência e a organização faz um balanço positivo da actividade.Actualmente participa cerca de uma centena de idosos que ingressaram no programa por diversas razões. “Gosto de fazer um bocado de ginástica, embora eu já faça muita, por isso isto para mim é mais um complemento” refere Joaquim Delgado, de 70 anos, considerando que “é benéfico, e sinto-me bem”. Maria Adelaide Pombo, de 76 anos, diz que “faz bem à saúde. Eu faço caminhadas todos os sábados com cerca de 15 quilómetros” enquanto Francisco Salomé, de 73 anos, afirma que “tinha problemas no ombro e com a ginástica passou. Também venho para perder um bocado de peso e por causa do colesterol, faz bem”. Este fim-de-semana decorreu mais um seminário dedicado ao programa com o tema “Contributos para a Saúde na População Sénior”.O coordenador do programa garante que os benefícios estão comprovados.“No início fazemos sempre umas avaliações de aptidão funcional, composição corporal e testamos vários tipos de treino para ver qual é que consegue ter um melhor efeito para melhor a sua aptidão funcional das actividades de vida diária” afirma Miguel Monteiro. Também a câmara de Bragança iniciou este ano um programa de actividade física junto da população rural.Está a funcionar apenas em três aldeias porque segundo o vereador do desporto não é fácil encontrar um espaço adequado.“Não é difícil convencer os idosos a participar. Às vezes o mais difícil acaba por ser o espaço disponível para aquele tipo de actividade” refere Hernâni Dias, acrescentando que “estamos a falar com os presidente de junta para tentar encontrar espaços alternativos que facilitem a parte da actividade desportiva”.

Este programa vai regressar em Setembro e a autarquia espera que possa abranger mais freguesias.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Talento dos professores

Exposição na Biblioteca da ESA

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+Idade+Saúde

Seniores podem melhorar qualidade de vida

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