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11 novembro, 2009
10 novembro, 2009
Sobrinho Teixeira satisfeito com financiamento alargado
Governo quer consolidar e reforçar o ensino superior
Mais qualificação para o ensino superior é uma das primeiras medidas tomadas na actual legislatura que Sobrinho Teixeira presidente do Instituto Politécnico de Bragança aplaude.
O governo prepara-se para consolidar e reforçar o ensino politécnico e universitário.
O IPB recebeu esta segunda feira um manual enviado pelo actual Ministério do Ensino Superior onde há intenções de alargar o financiamento as instituições de ensino superior do país.
O Presidente do IPB manifesta-se satisfeito com a informação porque admite ser o que sempre defendeu.
"O programa do Governo e a posição do Ministério vem-nos dar razão aquilo que vínhamos sempre defendido", acrescentando "as duas bandeiras que estão preconizadas quer no programa do governo, quer no programa de financiamento são duas, uma é a qualificação do ensino superior e a mais importante é a expansão".
Ao que tudo indica haverá uma forma de financiamento que vai ter como objectivos garantir a base das instituições e posteriormente disponibilizar um subsídio complementar.
O presidente do IPB diz "achamos que a forma de financiamento é uma defesa das próprias instituições", acrescentando "essa forma de financiamento terá sobretudo por objectivo garantir o funcionamento base das instituições e depois haverá um financiamento complementar baseado por objectivos".
Sem saber ainda a quantia que o Politécnico de Bragança vai receber, Sobrinho Teixeira, diz não estar preocupado e refere que o instituto está salvaguardado porque se afirmou ao longo dos anos.
Novidades para o reforço e consolidação do ensino superior em Portugal.
Publicado em'RBA'.
O governo prepara-se para consolidar e reforçar o ensino politécnico e universitário.
O IPB recebeu esta segunda feira um manual enviado pelo actual Ministério do Ensino Superior onde há intenções de alargar o financiamento as instituições de ensino superior do país.
O Presidente do IPB manifesta-se satisfeito com a informação porque admite ser o que sempre defendeu.
"O programa do Governo e a posição do Ministério vem-nos dar razão aquilo que vínhamos sempre defendido", acrescentando "as duas bandeiras que estão preconizadas quer no programa do governo, quer no programa de financiamento são duas, uma é a qualificação do ensino superior e a mais importante é a expansão".
Ao que tudo indica haverá uma forma de financiamento que vai ter como objectivos garantir a base das instituições e posteriormente disponibilizar um subsídio complementar.
O presidente do IPB diz "achamos que a forma de financiamento é uma defesa das próprias instituições", acrescentando "essa forma de financiamento terá sobretudo por objectivo garantir o funcionamento base das instituições e depois haverá um financiamento complementar baseado por objectivos".
Sem saber ainda a quantia que o Politécnico de Bragança vai receber, Sobrinho Teixeira, diz não estar preocupado e refere que o instituto está salvaguardado porque se afirmou ao longo dos anos.
Novidades para o reforço e consolidação do ensino superior em Portugal.
Publicado em'RBA'.
Aumentam os alunos e os pedidos de bolsas no IPB
Pelo terceiro ano consecutivo, o Instituto Politécnico de Bragança cresceu no número de alunos e afirma-se como o Politécnico que viu entrar mais jovens pelas suas portas.
A revelação foi feita ontem pelo presidente do IPB, na cerimónia oficial de recepção dos caloiros.
“É o terceiro ano consecutivo que, de facto, o IPB consegue crescer, invertendo uma tendência de decréscimo e afirmando-se a nível nacional como a instituição que mais cresceu. Nos últimos três anos houve um crescimento de 1,6 por cento em média a nível nacional e o IPB cresceu 22 por cento nos últimos três anos. É o corolário do esforço. É uma entrada de alunos gratificante para a consolidação do instituto.”
E com a entrada de mais alunos, também os serviços de acção social registam um aumento de pedidos. Mas Sobrinho Teixeira garante que os estudantes com maiores dificuldades estão a ser acompanhados.
“Ao crescer o número de alunos cresce o número de bolsas. Os nossos serviços sociais estão atentos. Todo o sistema de bolsas está associada à deficiência em termos financeiros do aluno. Mas existe depois um prerrogativa que os serviços têm de detectar situações de em que houve alteração do rendimento do agregado familiar, ou em que se note que há dificuldades do aluno. Os nossos serviços de acção social têm tido esse sinal de vigilância.”
Já o presidente da Associação Académica, Bruno Miranda, garante que as portas estão sempre abertas aos alunos que tenham dificuldades.
“Em relação aos novos alunos a Associação Académica está sempre de braços abertos para os ajudar no que precisarem. Desde o primeiro passo na procura de casa ao pedido de bolsas. A crise toca a todos mas é através da sensibilização social que conseguimos melhorar o estatuto social de várias pessoas.”
Entre os novos estudantes, reinava o espanto. Por entre guerras de cânticos entre os vários cursos, alguns caloiros confessavam-se surpreendidos com o ambiente académico da cidade, mesmo se Bragança não foi a primeira opção de candidatura.
“Bragança surpreendeu-me totalmente. Não contava que fosse assim. Amei. Nem me inscrevi para a segunda fase”, explica António Marques, que colocou Bragança no sexto lugar da sua candidatura. Nuno Paredes já tinha “ouvido falar no espírito académico” da cidade. “Destaco as amizades que se fazem”, diz. Daniela Pereira e a colega Anne Sophie Vilela confessam “adorar” Bragança, especialmente “o espírito académico”.
Este ano entraram cerca de 2 mil novos alunos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
A revelação foi feita ontem pelo presidente do IPB, na cerimónia oficial de recepção dos caloiros.
“É o terceiro ano consecutivo que, de facto, o IPB consegue crescer, invertendo uma tendência de decréscimo e afirmando-se a nível nacional como a instituição que mais cresceu. Nos últimos três anos houve um crescimento de 1,6 por cento em média a nível nacional e o IPB cresceu 22 por cento nos últimos três anos. É o corolário do esforço. É uma entrada de alunos gratificante para a consolidação do instituto.”
E com a entrada de mais alunos, também os serviços de acção social registam um aumento de pedidos. Mas Sobrinho Teixeira garante que os estudantes com maiores dificuldades estão a ser acompanhados.
“Ao crescer o número de alunos cresce o número de bolsas. Os nossos serviços sociais estão atentos. Todo o sistema de bolsas está associada à deficiência em termos financeiros do aluno. Mas existe depois um prerrogativa que os serviços têm de detectar situações de em que houve alteração do rendimento do agregado familiar, ou em que se note que há dificuldades do aluno. Os nossos serviços de acção social têm tido esse sinal de vigilância.”
Já o presidente da Associação Académica, Bruno Miranda, garante que as portas estão sempre abertas aos alunos que tenham dificuldades.
“Em relação aos novos alunos a Associação Académica está sempre de braços abertos para os ajudar no que precisarem. Desde o primeiro passo na procura de casa ao pedido de bolsas. A crise toca a todos mas é através da sensibilização social que conseguimos melhorar o estatuto social de várias pessoas.”
Entre os novos estudantes, reinava o espanto. Por entre guerras de cânticos entre os vários cursos, alguns caloiros confessavam-se surpreendidos com o ambiente académico da cidade, mesmo se Bragança não foi a primeira opção de candidatura.
“Bragança surpreendeu-me totalmente. Não contava que fosse assim. Amei. Nem me inscrevi para a segunda fase”, explica António Marques, que colocou Bragança no sexto lugar da sua candidatura. Nuno Paredes já tinha “ouvido falar no espírito académico” da cidade. “Destaco as amizades que se fazem”, diz. Daniela Pereira e a colega Anne Sophie Vilela confessam “adorar” Bragança, especialmente “o espírito académico”.
Este ano entraram cerca de 2 mil novos alunos.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Nova fórmula de financiamento do Ensino Superior beneficia IPB
Mais dinheiro para as universidades e politécnicos. Foi isso que o Governo decidiu para o próximo ano.
O Instituto Politécnico de Bragança será um dos beneficiados. O presidente, Sobrinho Teixeira, deixa alguns sinais de esperança.
“Estou sobretudo esperançado numa evolução daquilo que se perspectiva que é a necessidade do Ensino Superior em Portugal. O país tem um índice de qualificação baixo. As bandeiras preconizadas no programa do Governo e de financiamento são duas: uma é a qualificação do Ensino Superior em Portugal, e a outra, talvez a mais importante, a expansão do Ensino Superior.”
Para já, o documento enviado ontem aos reitores define duas novas formas de financiamento das instituições.
“O que se preconiza é que nos próximos dois meses haja uma forma de concretizar as conversações com o ministério sobre isso. Haverá uma forma de financiamento, que terá por objectivo garantir o funcionamento base das instituições, e depois haverá um financiamento complementar, baseado em objectivos, diferenciados consoante a missão das instituições.”
Sobrinho Teixeira acredita que Bragança só tem a ganhar com este modelo.
“O IPB está salvaguardado porque se afirmou, somos o quinto maior a nível nacional, a maior do Interior, e também pelo que está preconizado na missiva do Ministério.”
No entanto, e apesar de concordar com as ideias-base do ministro do ensino superior, prefere esperar para ver o que resulta do debate do Orçamento de Estado para o próximo ano.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
O Instituto Politécnico de Bragança será um dos beneficiados. O presidente, Sobrinho Teixeira, deixa alguns sinais de esperança.
“Estou sobretudo esperançado numa evolução daquilo que se perspectiva que é a necessidade do Ensino Superior em Portugal. O país tem um índice de qualificação baixo. As bandeiras preconizadas no programa do Governo e de financiamento são duas: uma é a qualificação do Ensino Superior em Portugal, e a outra, talvez a mais importante, a expansão do Ensino Superior.”
Para já, o documento enviado ontem aos reitores define duas novas formas de financiamento das instituições.
“O que se preconiza é que nos próximos dois meses haja uma forma de concretizar as conversações com o ministério sobre isso. Haverá uma forma de financiamento, que terá por objectivo garantir o funcionamento base das instituições, e depois haverá um financiamento complementar, baseado em objectivos, diferenciados consoante a missão das instituições.”
Sobrinho Teixeira acredita que Bragança só tem a ganhar com este modelo.
“O IPB está salvaguardado porque se afirmou, somos o quinto maior a nível nacional, a maior do Interior, e também pelo que está preconizado na missiva do Ministério.”
No entanto, e apesar de concordar com as ideias-base do ministro do ensino superior, prefere esperar para ver o que resulta do debate do Orçamento de Estado para o próximo ano.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
06 novembro, 2009
Sobrinho Teixeira reeleito presidente do IPB
Sobrinho Teixeira foi reeleito esta manhã presidente do Instituto Politécnico de Bragança com 90 por cento dos votos.
Candidato único, Sobrinho Teixeira arrecadou 18 dos 20 votos do Conselho Geral do IPB, havendo dois votos brancos.
Agora, é hora de pôr mãos à obra para continuar com a afirmação do IPB a nível nacional.
“Desde logo temos de apostar em políticas diferenciadoras. Dois terços dos alunos são de fora da região e tem de haver uma atractividade da instituição para esses alunos. Iremos investir na investigação aplicada e na ligação às empresas como forma de o IPB se afirmar e para haver empregabilidade dos alunos. Iremos fazer uma aposta na internacionalização”, garantiu.
Outra aposta, e tal como tinha dito ontem na apresentação do seu programa, será na qualificação do corpo docente.
Por outro lado, cumprido o formalismo eleitoral, já é possível dar início a outros projectos.
“Agora vamos implementar aquilo que foi aprovado, quer a nível do regime jurídico das instituições, quer a nível dos próprios estatutos do IPB. Iremos dar seguimento à constituição do Conselho Científico e implementar o Conselho de Gestão.”
Outro dos assuntos mais urgentes é a situação dos cerca de 140 professores em situação precária.
“É uma das questões que urge mais rapidamente resolver, por uma questão de estratégia e de justiça para com os professores. A minha vontade é que se proceda com a celeridade possível à abertura dos concursos. Mas é estratégico para a instituição e para a região. Se tivermos um corpo docente vinculado, em caso de haver um reordenamento, não seremos tão dispensáveis” como no caso de não haver esse vínculo.
Sobrinho Teixeira continua à frente dos destinos do Instituto Politécnico de Bragança por mais quatro anos.
Publicado em 'Diário de Trás-os-Montes' de hoje.
Candidato único, Sobrinho Teixeira arrecadou 18 dos 20 votos do Conselho Geral do IPB, havendo dois votos brancos.
Agora, é hora de pôr mãos à obra para continuar com a afirmação do IPB a nível nacional.
“Desde logo temos de apostar em políticas diferenciadoras. Dois terços dos alunos são de fora da região e tem de haver uma atractividade da instituição para esses alunos. Iremos investir na investigação aplicada e na ligação às empresas como forma de o IPB se afirmar e para haver empregabilidade dos alunos. Iremos fazer uma aposta na internacionalização”, garantiu.
Outra aposta, e tal como tinha dito ontem na apresentação do seu programa, será na qualificação do corpo docente.
Por outro lado, cumprido o formalismo eleitoral, já é possível dar início a outros projectos.
“Agora vamos implementar aquilo que foi aprovado, quer a nível do regime jurídico das instituições, quer a nível dos próprios estatutos do IPB. Iremos dar seguimento à constituição do Conselho Científico e implementar o Conselho de Gestão.”
Outro dos assuntos mais urgentes é a situação dos cerca de 140 professores em situação precária.
“É uma das questões que urge mais rapidamente resolver, por uma questão de estratégia e de justiça para com os professores. A minha vontade é que se proceda com a celeridade possível à abertura dos concursos. Mas é estratégico para a instituição e para a região. Se tivermos um corpo docente vinculado, em caso de haver um reordenamento, não seremos tão dispensáveis” como no caso de não haver esse vínculo.
Sobrinho Teixeira continua à frente dos destinos do Instituto Politécnico de Bragança por mais quatro anos.
Publicado em 'Diário de Trás-os-Montes' de hoje.
05 novembro, 2009
Sobrinho Teixeira deve ser hoje reconduzido presidente do IPB
Três anos depois de assumir o primeiro mandato, Sobrinho Teixeira deve ser hoje reconduzido como presidente do Instituto Politécnico de Bragança.
A eleição decorre esta manhã e o actual presidente é o único candidato.
Ontem apresentou os seus argumentos aos membros do Conselho Geral e destacou o que foi feito nos últimos três anos.
“Foi muito, foi a consolidação do número de alunos. Foi a oferta formativa diversificada e que ajuda a consolidar a instituição e uma aposta muito séria com a comunidade envolvente. Mas nada do que se consolidou está absoluto. Sendo um homem do interior é ter uma luta permanente contra o destino.”
Para isso, Sobrinho Teixeira defende que é preciso, pelo menos, seis mil alunos.
“Parece determinante para as missões que a instituição tem. E a principal missão, para além de ministrar um ensino de qualidade, é ser um motor nos parâmetros económico, social e cultural. É uma batalha. Este ano iremos ultrapassar os sete mil alunos. Mas a instituição nunca deverá ter abaixo dos seis mil alunos.”
As grandes apostas para os próximos anos passam pela investigação aplicada, com a criação de centros de investigação, e pela internacionalização, através de parcerias com instituições de outros países para estágios para os alunos da casa.
Sobrinho Teixeira acredita que só assim é possível cativar mais jovens para o interior do país.
“Hoje em dia já estamos no top100 das instituições europeias com maior mobilidade. Já temos uma rede muito forte de parcerias. Somos a cidade mais perto da Europa. Partindo dessa base, iremos apostar muito forte na internacionalização. Conseguir com as instituições com as quais temos rede, para conseguir um pacote de estágios com visibilidade e empregabilidade para os nossos alunos. É determinante para um aluno que opte vir do litoral para Bragança pense que vem para a instituição que maior nível de internacionalização lhe pode oferecer, que mais portas lhe pode abrir, também nos PALOP e no Brasil, onde vamos também apostar.”
O de Bragança é o quinto maior Instituto Politécnico do país. Estatuto que Sobrinho Teixeira pretende manter.
No entanto, serão inevitáveis algumas mexidas na oferta aos estudantes, com o encerramento de alguns dos cursos com menos procura, nomeadamente na área das línguas, ou a abertura de outros em áreas mais concorridas.
Quanto a uma parceria com Miranda do Douro, terá de passar sempre por uma negociação com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
A eleição decorre esta manhã e o actual presidente é o único candidato.
Ontem apresentou os seus argumentos aos membros do Conselho Geral e destacou o que foi feito nos últimos três anos.
“Foi muito, foi a consolidação do número de alunos. Foi a oferta formativa diversificada e que ajuda a consolidar a instituição e uma aposta muito séria com a comunidade envolvente. Mas nada do que se consolidou está absoluto. Sendo um homem do interior é ter uma luta permanente contra o destino.”
Para isso, Sobrinho Teixeira defende que é preciso, pelo menos, seis mil alunos.
“Parece determinante para as missões que a instituição tem. E a principal missão, para além de ministrar um ensino de qualidade, é ser um motor nos parâmetros económico, social e cultural. É uma batalha. Este ano iremos ultrapassar os sete mil alunos. Mas a instituição nunca deverá ter abaixo dos seis mil alunos.”
As grandes apostas para os próximos anos passam pela investigação aplicada, com a criação de centros de investigação, e pela internacionalização, através de parcerias com instituições de outros países para estágios para os alunos da casa.
Sobrinho Teixeira acredita que só assim é possível cativar mais jovens para o interior do país.
“Hoje em dia já estamos no top100 das instituições europeias com maior mobilidade. Já temos uma rede muito forte de parcerias. Somos a cidade mais perto da Europa. Partindo dessa base, iremos apostar muito forte na internacionalização. Conseguir com as instituições com as quais temos rede, para conseguir um pacote de estágios com visibilidade e empregabilidade para os nossos alunos. É determinante para um aluno que opte vir do litoral para Bragança pense que vem para a instituição que maior nível de internacionalização lhe pode oferecer, que mais portas lhe pode abrir, também nos PALOP e no Brasil, onde vamos também apostar.”
O de Bragança é o quinto maior Instituto Politécnico do país. Estatuto que Sobrinho Teixeira pretende manter.
No entanto, serão inevitáveis algumas mexidas na oferta aos estudantes, com o encerramento de alguns dos cursos com menos procura, nomeadamente na área das línguas, ou a abertura de outros em áreas mais concorridas.
Quanto a uma parceria com Miranda do Douro, terá de passar sempre por uma negociação com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
Pólo da UTAD em Miranda do Douro na mira do IPB
Futuro do pólo pode estar na "boa articulação" entre as duas instituições
O presidente do Instituto Politécnico de Bragança mantém a possibilidade do pólo de Miranda do Douro poder vir a pertencer à instituição.
Apesar da formação de novas licenciaturas estar limitada pelo regime jurídico, o responsável diz que se está a ponderar alterar o ordenamento da rede.
Sobrinho Teixeira refere que o instituto já falou com o presidente da Câmara Municipal de Miranda e com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a quem pertence o pólo.
O presidente do IPB explica que já foi posta a possibilidade de implementar cursos de especialização tecnológica, cursos de verão e também a de alguns alunos do curso de inglês-espanhola poderem permanecer em Miranda do Douro para uma maior interacção com a língua espanhola.
"Isto passa também por uma articulação com a própria UTAD, porque naturalmente sendo que a UTAD constitui aquele pólo tem que haver uma boa relação de vizinhança entre as duas instituições", refere.
Sobrinho Teixeira confirma também a permanência dos Cursos de Especialização Tecnológica em Mogadouro e Torre de Moncorvo.
"Quando um instituto faz isto é no sentido de ir de encontro àquilo que é hoje a região, de muitas vezes ser uma voz de esperança para pessoas que já ficaram nalgum amorfismo face à atitude do futuro", conclui o presidente do IPB.
Publicado em 'RBA'.
Apesar da formação de novas licenciaturas estar limitada pelo regime jurídico, o responsável diz que se está a ponderar alterar o ordenamento da rede.
Sobrinho Teixeira refere que o instituto já falou com o presidente da Câmara Municipal de Miranda e com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a quem pertence o pólo.
O presidente do IPB explica que já foi posta a possibilidade de implementar cursos de especialização tecnológica, cursos de verão e também a de alguns alunos do curso de inglês-espanhola poderem permanecer em Miranda do Douro para uma maior interacção com a língua espanhola.
"Isto passa também por uma articulação com a própria UTAD, porque naturalmente sendo que a UTAD constitui aquele pólo tem que haver uma boa relação de vizinhança entre as duas instituições", refere.
Sobrinho Teixeira confirma também a permanência dos Cursos de Especialização Tecnológica em Mogadouro e Torre de Moncorvo.
"Quando um instituto faz isto é no sentido de ir de encontro àquilo que é hoje a região, de muitas vezes ser uma voz de esperança para pessoas que já ficaram nalgum amorfismo face à atitude do futuro", conclui o presidente do IPB.
Publicado em 'RBA'.
Boas-vindas aos caloiros
Desde o ano lectivo 2003-2004 que o Jornal Nordeste publica o Guia do Caloiro, em estreita colaboração com a Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e os dirigentes estudantis das diversas Escolas que compõem esta instituição.
Não se trata de um guia exaustivo, mas de um trabalho que pretende funcionar como um pequeno manual com dicas sobre o comércio e serviços de Bragança, cidade que recebe milhares de alunos oriundos de outras zonas do País. Ao mesmo tempo, pretende-se divulgar as actividades que cada Escola organiza para bem receber os seus novos alunos.
Bares e discotecas dão o mote num guia que não se esquece de eleger restaurantes para jantares de curso ou refeições alternativas à cantina, uma escola de condução para tirares a carta antes de terminar a licenciatura, uma loja onde podes comprar o traje e pasta académica e uma agência imobiliária que te ajudará a encontrar o teu doce lar.
Estes são, aliás, alguns dos sectores de actividade que têm acompanhado o crescimento do ensino superior na cidade de Bragança, considerado um dos motores da economia regional, tantos são os alunos que frequentam o IPB e o número de postos de trabalho criados pela instituição, de forma directa ou indirecta.
Fundado em 1983, o Instituto é formado por cinco escolas, que oferecem 19 cursos de especialização tecnológica (CETs), 40 cursos de licenciatura (1º ciclo) e 26 cursos de mestrado (2º ciclo).
Em 2009, a população estudantil ultrapassou os 6.500 alunos, um número a ter em conta numa região que se debate com os dramas do envelhecimento e da desertificação. O IPB é, assim, uma lufada de ar fresco, bem visível na alegria que transborda pelas ruas da cidade nesta época de praxe e de Semana de Recepção ao Caloiro. Sejam bem vindos!
Publicado no 'Jornal Nordeste'.
Não se trata de um guia exaustivo, mas de um trabalho que pretende funcionar como um pequeno manual com dicas sobre o comércio e serviços de Bragança, cidade que recebe milhares de alunos oriundos de outras zonas do País. Ao mesmo tempo, pretende-se divulgar as actividades que cada Escola organiza para bem receber os seus novos alunos.
Bares e discotecas dão o mote num guia que não se esquece de eleger restaurantes para jantares de curso ou refeições alternativas à cantina, uma escola de condução para tirares a carta antes de terminar a licenciatura, uma loja onde podes comprar o traje e pasta académica e uma agência imobiliária que te ajudará a encontrar o teu doce lar.
Estes são, aliás, alguns dos sectores de actividade que têm acompanhado o crescimento do ensino superior na cidade de Bragança, considerado um dos motores da economia regional, tantos são os alunos que frequentam o IPB e o número de postos de trabalho criados pela instituição, de forma directa ou indirecta.
Fundado em 1983, o Instituto é formado por cinco escolas, que oferecem 19 cursos de especialização tecnológica (CETs), 40 cursos de licenciatura (1º ciclo) e 26 cursos de mestrado (2º ciclo).
Em 2009, a população estudantil ultrapassou os 6.500 alunos, um número a ter em conta numa região que se debate com os dramas do envelhecimento e da desertificação. O IPB é, assim, uma lufada de ar fresco, bem visível na alegria que transborda pelas ruas da cidade nesta época de praxe e de Semana de Recepção ao Caloiro. Sejam bem vindos!
Publicado no 'Jornal Nordeste'.
“Euro, a nossa moeda” há 10 anos
IPB e Bragança Shopping unem-se para celebrar décimo aniversário de moeda única
Para celebrar uma década de moeda única, o Centro de Informação Europe Direct (CIED) no Instituto Politécnico de Bragança e o Bragança Shopping apresentam a exposição “O Euro, a nossa moeda”, patente naquele espaço comercial até ao próximo dia 12.
Trata-se de uma mostra constituída por seis grupos temáticos, que fazem um percurso desde a origem e surgimento do euro, falando das suas características, nas vantagens e desvantagens da moeda única”.
A mostra prevê, ainda, uma apresentação especial preparada especificamente para os mais novos.
Assim sendo, pelo Bragança Shopping passarão grupos de alunos de escolas de todo o distrito.
“Queremos levar esta moeda às crianças, pois, para elas, esta é a primeira moeda, ao contrário de nós que comparamos sempre com o escudo”, explicou Alzira Costa, do CIED.
Publicado no 'Jornal Nordeste'.
Trata-se de uma mostra constituída por seis grupos temáticos, que fazem um percurso desde a origem e surgimento do euro, falando das suas características, nas vantagens e desvantagens da moeda única”.
A mostra prevê, ainda, uma apresentação especial preparada especificamente para os mais novos.
Assim sendo, pelo Bragança Shopping passarão grupos de alunos de escolas de todo o distrito.
“Queremos levar esta moeda às crianças, pois, para elas, esta é a primeira moeda, ao contrário de nós que comparamos sempre com o escudo”, explicou Alzira Costa, do CIED.
Publicado no 'Jornal Nordeste'.
04 novembro, 2009
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