15 março, 2011

Campus vivo de energias renováveis já é uma realidade no IPB

Parque de energia renováveis é um caso singular de diversidade de fontes de energia
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) já tem em fase de conclusão de implementação o parque de energias renováveis do campus académico, o único disponível numa instituição de ensino superior no país, com tanta diversidade de fontes energéticas amigas do ambiente. O projecto incluiu painéis solares, turbinas de energia eólica, que ainda estão a aguardar a atribuição de registo de potência para ser ligada à rede, uma mini-hídrica e painéis fotovoltaicos, que já estão em funcionamento, esta última fonte vai dispor de um sistema que permitirá monitorizar toda a produção das várias unidades via Internet. Alguns edifícios das escolas também sofreram obras para melhorar a eficiência energética. Com este investimento o IPB espera tornar-se um campo vivo onde se pode assistir às várias formas de produção de energia, que pode ser usado pelos alunos da instituição de ensino ou de outras escolas. Por outro lado, a ideia é que seja cada vez mais uma instituição sustentável em termos ambientais. O parque de energias renováveis trata-se de uma plataforma laboratorial em que os estudantes podem fazer ali ensaios práticos. “Temos vindo a dar passos muito significativos do ponto de vista simbólico e da diversidade das medidas, em algumas componentes, bem como na sustentabilidade do IPB”, afirmou Vicente Leite, professor da área das Energias Renováveis. Com esta iniciativa o instituto quer “dar o exemplo”, tanto mais que ministram cursos de licenciatura e mestrados na área das energias renováveis.
A primeira fase avançou no âmbito de uma iniciativa para o Investimento e Emprego, promovida pelo Governo em 2009, com o objectivo de combater os efeitos da crise e do desemprego. Ao abrigo desta medida foram financiadas quatro instituições de ensino superior, para efeito da melhoria da eficiência energética nos edifícios e implantação de energias renováveis. Nesse sentido, o IPB apresentou uma candidatura, que foi aprovada. Foram instalados 22 painéis solares, instalados pela empresa Energie, da Póvoa do Varzim, a única do país que produz este tipo de tecnologia. “ Foi uma coincidência feliz por ser uma empresa portuguesa a vencer o concurso que visava promover ou contrariar o desemprego”, explicou Vicente Leite.
Um ano após a entrada em funcionamento dos painéis solares, e ainda sem ser possível fazer medições exactas, o IPB prevê através de estimativas feitas, aquando da elaboração do projecto de referência para o caderno de encargos, uma poupança anual de cerca de 30 por cento na facturação energética no consumo de águas quentes sanitárias. Além disso, o IPB tornou-se uma instituição amiga do ambiente, ao conseguir diminuir a emissão de dióxido de carbono em aproximadamente 31 toneladas. Há cerca de um ano, o IPB decidiu instalar painéis solares termodinâmicos em sete edifícios do campus académico de Bragança, onde mais de 7500 mil alunos passam diariamente, com o objectivo de reduzir os gastos energéticos das escolas. Para além da colocação de equipamentos de aquecimento de águas sanitárias nas Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Escola Superior Agrária e Escola Superior de Educação, foram ainda instalados painéis solares termodinâmicos na Cantina Central, onde são servidas 1600 refeições por dia, e em três residências do campus, onde se estima que ocorram, diariamente, 280 banhos. Com um investimento na ordem dos 76 mil euros, o responsável da empresa Energie estima que o IPB possa obter o retorno dentro de quatro anos. “De acordo com um estudo comparativo realizado pela empresa, com base nos índices de consumo dos equipamentos testados em laboratórios internacionais, a poupança anual em termos energéticos atingirá valores acima dos 40 mil euros, comparativamente a custos de um sistema propano”, explicou Paulo Rocha, director de operações da empresa. O valor que se pode poupar “é significativo”, atestou Vicente Leite.
Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

11 março, 2011

Alunos chineses vêm estudar para Bragança um ano

Internacionalização do IPB leva mestrados até São Tomé e Príncipe
Uma turma de alunos chineses vem fazer um ano de licenciatura à Escola Superior de Educação de Bragança (ESE), adiantou a Mensageiro de Bragança a presidente da instituição de ensino, Conceição Martins. As aulas vão arrancar em Setembro, no início do ano lectivo e vão prolongar-se até ao final do ano. “Vêm para cá fazer um ano dos seus cursos, vão trabalhar normalmente como os nossos alunos”, explicou a responsável.
A deslocação para Bragança destes estudantes está inserida no processo de internacionalização do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), onde também se incluiu a actividade que a ESE está desenvolver em São Tomé e Príncipe, nomeadamente com o Instituto Politécnico de São Tomé e Príncipe, com quem colaboram na realização de mestrados. Desde Dezembro que estão a funcionar dois, um na área do Ensino das Ciências e outro de Educação Ambiental. Este mês começa um terceiro de Ensino da Leitura e de Escrita. A Escola Superior Agrária de Bragança também está a desenvolver um mestrado nas áreas de ensino que ministra habitualmente. Os mestrados orientados pela ESE são frequentados por mais de 50 alunos, uma média de 20 inscrições por curso, e exigem a deslocação de docentes de Bragança a São Tomé e Príncipe para leccionar as aulas durante duas semanas, durante as quais o curso funciona em regime intensivo. “O resto do mês é de auto-trabalho. Seguem o calendário lectivo normal até Setembro. Depois no último semestre fazem a dissertação ou trabalho final”, referiu Conceição Martins, que está satisfeita com a quantidade de inscrições. “É um bom número comparativamente com os mestrados que funcionam cá na escola, não varia muito. O número de vagas está preenchido”, afirmou.

Oportunidade rara para estudantes são-tomenses

Desde 1996 que o IPB tem um protocolo como Instituto Politécnico de São Tomé, que permitiu que a instituição brigantina colaborasse na instalação da escola superior daquele país africano, facultando também apoio científico e pedagógico. “Durante alguns anos a colaboração diminuiu, mas tivemos cá um técnico a fazer o seu estágio”, contou a presidente da ESE. Há cerca de um ano decidiram avançar o apoio na realização dos mestrados. “É uma mais valia para os estudantes daquele país que eram obrigados a deslocar-se para o estrangeiro para frequentar este nível de graduação académica, pois lá não havia nada. Eram mesmo obrigados a sair”, acrescentou a presidente. O desenvolvimento dos mestrados está a agradar a Conceição Martins, “as informações que nos chegam dão indicações que estão a correr bem”. Tanto mais que os alunos, a maioria estudantes/trabalhadores, “vão às aulas e estão muito empenhados em agarrar esta oportunidade única”, justificou. A formação conta com o apoio do Governo de São Tomé e Príncipe que suporta financeiramente as deslocações e o alojamento dos docentes. O IPB assume a massa salarial dos professores que se deslocam e as ajudas de custo quando necessário. “É uma parceria financeira que está a resultar bem”, frisou. Este ano a Escola Superior de Educação de Bragança tem o maior número de alunos inscritos de sempre, cerca de 1750 estudantes frequentam a oferta formativa da instituição, uma procura que contraria o que acontece em grande parte das instituições de ensino desta área. “Fica a dever-se ao processo de reestruturação dos cursos, na sequência de Bolonha, e à aposta nos mestrados”, realçou.

Publicado em 'Mensageiro Bragança'.

IPB atrai jovens

Na passada quarta-feira, decorreu o 4º Dia Aberto do Instituto Politécnico de Bragança (IPB). As portas do Instituto abriram-se com o intuito de divulgar as áreas de actividade técnico-científica e a oferta formativa disponível. A iniciativa visou permitir à comunidade e, sobretudo, aos alunos do Ensino Secundário, um contacto privilegiado com o Ensino Superior.
Este foi o ano em que se conseguiram reunir mais participantes. Os 753 alunos foram repartidos por grupos variáveis em tamanho, que oscilavam entre os 9 e os 20 elementos. Sendo que, a média rondou os 15 alunos por grupo. Presentes estiveram todas as escolas da cidade, entre outras, a nível distrital, como de Chaves, Izeda e Moncorvo. Novidade foi o facto das actividades da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo, em Mirandela, acontecerem, também, e pela primeira vez, em Bragança.
“Desde as 9:30 que temos aqui as várias escolas do distrito e não só, a fazerem o conjunto de actividades que estão disponíveis em cada uma das escolas do IPB. Cada um dos docentes das escolas apresentou actividades de demonstração no âmbito da sua especialidade”, revelou a coordenadora do Gabinete de Imagem e Apoio ao Estudante, Anabela Martins.
Na abertura do IPB ao exterior, para um número recorde de visitantes provenientes de 50 turmas do 10º, 11º e 12º anos, CEFs T5 e T6, CETs e Cursos Profissionais, de mais de 22 escolas, estiveram 69 professores. Este acompanhamento serviu as cerca de 60 actividades que incluíram demonstrações, actividades desportivas, visitas a laboratórios e actividades experimentais. A título de exemplo, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, havia voo simulado em computador, já na escola Superior de Educação, as diversas actividades versaram sobre o Desporto e a Música, enquanto que, na Escola Superior Agrária, as demonstrações incidiram sobre o Ambiente, a Biotecnologia e as Ciências Agrárias.
Publicado em 'Jornal Nordeste'.

04 março, 2011

Un grupo de estudiantes de la Universidad de Braganza visita el Parque Científico

El Parque Científico UVa recibirá, mañana miércoles 3 de marzo, a un grupo de estudiantes de ingeniería biomédica de la Universidad de Braganza. Los futuros ingenieros conocerán las instalaciones y el modelo de funcionamiento de la Fundación. Posteriormente visitarán el Centro de Investigación Biomecánica y Ergonomía (cIbeR) acompañados por el director técnico del mismo, Manuel San Juan Blanco.

El interés principal de la visita se centra el conocer las estrategias de la Universidad de Valladolid en materia de I+D+i, especialmente en lo relativo a creación de empresas de base tecnológica, transferencia de investigación y vigilancia tecnológica.
Publicado em 'Universidad de Valladolid'.

Estudiantes portugueses visitarán el CIDIF

El Centro de Investigación en Discapacidad Física acogerá el próximo 3 de marzo la visita de un grupo de estudiantes de Ingeniería Biomédica del Instituto Politécnico de Bragança (Portugal) coordinados por el profesor João Rocha. Dicho encuentro surge como fruto de las excelentes relaciones existentes entre nuestro centro y la ETS de Ingenieros Industriales de la Universidad de Valladolid, y más en concreto con Manuel San Juan, director del Centro de Investigación en Biomecánica y Ergonomía (cIbeR).
Publicado em 'ASPAYM'.