22 maio, 2014

IPB ofereceu 25 mil plantas num só dia


Na passada sexta-feira, os vegetais voltaram a ser os reis no Dia do Fascínio das Plantas, altura em que o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) oferece plantas a quem as quiser. Este ano foram oferecidas 25 mil de várias espécies. As bancadas foram montadas na Praça da Sé e no Parque do Eixo Atlântico e não faltaram as crianças das escolas da cidade para alegrar o ambiente.

Publicado em 'Mensagairo de Bragança'.

Primeira patente do gabinete de empreendedorismo já foi aprovada


Chama-se Alarm Box e, tal como o Mensageiro lhe revelou em primeira mão há pouco mais de um ano, é um produto “made in” Bragança que ameaça revolucionar o sistema de manutenção de emissores de rádio, mas não só.
Concebido por Rui Paulo Pereira, com o apoio do Instituto Politécnico de Bragança, este aparelho viu a patente ser recentemente aprovada. “É a primeira patente nascida no gabinete de empreendedorismo do IPB a ser aprovada”, frisa o “inovador” brigantino, há décadas dedicado à manutenção de emissores de rádios por todo o país. “A patente dá-nos outra segurança e permite- nos avançar para o mercado com confiança”, frisou ao Mensageiro Rui Paulo Pereira, que se tem desmultiplicado em demonstrações da sua Alarm Box em Portugal e mesmo no estrangeiro. “Não tivemos uma única falha nas demonstrações”, frisa, revelando que este aparelho que permite controlar à distância, via telemóvel, as condições dos emissores de rádio tem provocado “reações de espanto” em todo o lado. “Não há nada que faça isto e com esta qualidade”, sublinha Rui Paulo que, nalgumas situações, se via obrigado a fazer deslocações de Bragança ao Algarve simplesmente para clicar no botão de ligar e desligar o sistema. Algo que, com este aparelho, deixa de ser necessário.

Publicado em 'Mensagairo de Bragança'.

AGIR+ para apoiar os jovens na procura de emprego


Cada vez mais jovens procuram o Projeto Pontes de Inclusão em busca de apoio para entrar no mercado de trabalho e procurar emprego. Como objetivo de responder a essas solicitações, a Fundação Casa de Trabalho promoveu o Seminário sob o tema AGIR + (Emprego e Cidadania), que decorreu na passada sexta-feira na Escola Superior de Tecnologia e Gestão, em Bragança, através da 5ª. Geração do Programa Escolhas. “Queremos sensibilizar e alertar a comunidade juvenil para uma prática proativa. Cada vez nos procuram mais, também, para ajudar a construir currículos e cartas de apresentação, para saber onde se podem dirigir e que respostas podem obter”, referiu Iveta Vilares, responsável pelo Projeto Pontes de Inclusão.
São sobretudo os jovens com “algumas fragilidades e em situação de vulnerabilidade, provenientes do ensino profissional e PIEF” quem mais procura o Pontes de Inclusão. “Muitas vezes os alunos não desenvolveram a capacidade de autonomização e quando se deparam com as necessidades do mercado de trabalho procuram- nos em busca de ajuda”, acrescentou. O acesso ao emprego está difícil. “Muitas vezes nem sequer surge oportunidade para fazer um estágio. É preciso impulsionar os jovens para uma mudança de paradigma e de mentalidade. Para acreditar que, às vezes, é preciso desenvolver competências de educação não formal”, realçou a responsável.
A necessidade de fazer uma reflexão e uma análise desta medida de apoio também esteve nas razões da realização do seminário. “Temos uma técnica que ajuda a fazer um currículo, a escrever uma carta de apresentação, dinâmicas técnicas de procura ativa de emprego, promove workshops. Também sensibilizando os agentes económicos e as empresas que podem receber estagiários e algumas práticas que permitam depois aferir algumas das competências dos participantes”, esclareceu Iveta Vilares.
O empreendedorismo e a criação do próprio emprego estão na ordem do dia. “Em parceria com os nossos parceiros podemos facilitar verbas, que também não são muitas, mas são um ponto de partida”, afirmou.
O Gabinete de Empreendedorismo do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) já ajudou a constituir mais de 30 empresas e tem mais seis em fase de arranque. “O ponto da situação é muito bom. Estamos à espera dos fundos comunitários para avançar. Conseguimos o registo de uma patente para uma empresa da região (ver texto ao lado), desenvolvida por docentes do IPB. Isto é um bom exemplo de como estamos disponíveis para colaborar com as empresas”, explicou José Adriano, responsável pelo gabinete. Agora aparecem naquele serviço mais jovens que querem criar a própria empresa. “Atribuo isso a alguma notoriedade do gabinete, criado há seis anos. Já temos provas dadas”, acrescentou o docente

Publicado em 'Mensagairo de Bragança'.

20 maio, 2014

Sustentabilidade local

6º Encontro de Educação Ambiental na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Portugal já tem aulas de chinês




Publicado em 'Correio da Manhã' de 19-05-2014.

Por cada euro que Estado investe, politécnicos podem gerar oito vezes mais


Por cada euro que o Estado investe nos Institutos Politécnicos estes chegam a gerar uma atividade económica de valor oito vezes superior, indica um estudo que avalia o impacto económico regional em sete destas instituições de ensino superior.
Os números constam do estudo académico "O impacto dos institutos politécnicos na economia local", feito a pedido do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) e que analisa o impacto e o retorno do dinheiro investido pelo Estado nas instituições, assim como o dinheiro gasto por docentes, alunos e funcionários nas regiões onde se localizam as escolas onde estudam ou trabalham, pertencentes aos institutos de Bragança, Castelo Branco, Leiria, Portalegre, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu.
De acordo com as conclusões apresentadas, é em Leiria que se verifica um maior impacto na atividade económica gerada por cada euro investido pelo Estado português, com um retorno de 8,07 euros.
O Instituto Politécnico (IP) de Leiria é também aquele que contabiliza um maior número de alunos, docentes e funcionários. Insere-se também numa região, indicam os dados apresentados no estudo, que, em comparação com as sete em análise, tem um dos mais baixos índices de envelhecimento, a mais baixa taxa de analfabetismo e um dos mais elevados índices de poder de compra.
O menor impacto regista-se no politécnico de Castelo Branco, onde, ainda assim, o retorno é quase três vezes superior ao investimento do Estado: por cada euro gasto pelos cofres públicos gera-se uma atividade económica de 2,63 euros na região desta instituição.
Analisando o Produto Interno Bruto (PIB) de cada região, é em Bragança que a presença do politécnico tem uma influência maior na geração de riqueza pela região, com a instituição de ensino superior a ter um peso de cerca de 11% para o PIB local.
É no IP de Setúbal que o peso que a instituição representa para o PIB da região onde se insere é menor: corresponde apenas a 1,71% da riqueza criada. Em Viana do Castelo a percentagem é também baixa, de apenas 2,06%.
Mas nas restantes regiões varia, sensivelmente entre os 4,5% e os 6%, valores mais significativos para a riqueza gerada na região.
Os autores do estudo apontam ainda que os dados recolhidos parecem "evidenciar a existência de uma relação linear entre o impacto direto [da instituição para a região onde se encontra] e o número de estudantes de cada instituição", apresentando valores que estimam um impacto direto (gastos de docentes, funcionários e alunos) de nove mil euros por cada aluno, e um impacto total (que contabiliza também a atividade económica gerada) de 16 mil euros.
Em termos totais, os sete IP têm um impacto direto de aproximadamente 270 milhões de euros e um impacto total de 460 milhões de euros.
Os dados foram recolhidos com a aplicação de inquéritos a docentes, funcionários e estudantes.
"Para cada Instituto foi selecionada uma amostra aleatória de cada corpo constituída por 400 alunos, 80 funcionários e 100 docentes", explica-se no estudo quanto à metodologia utilizada, acrescentando-se que, apesar de taxas de resposta muito variáveis, "a amostra recolhida é, mesmo assim, bem aproximada da população respetiva de cada Instituto".

Publicado em 'Porto Canal'.

19 maio, 2014

Institutos politécnicos chegam a valer 11% do PIB dos concelhos onde estão sediados

Cada aluno tem um impacto na economia regional de 16 mil euros por ano, estima um estudo inédito, encomendado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.
 
A presença de instituições de ensino superior tem um impacto significativo na economia das regiões em que estão sediadas. Esse facto é sobretudo notório nas regiões mais desfavorecidas do país, onde os institutos politécnicos chegam a pesar 11% no PIB local.
Estas conclusões constam do primeiro estudo do género, encomendado pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP). Calcula-se que só os sete politécnicos analisados gerem um impacto indirecto de 460 milhões de euros anuais.
É em Bragança que o peso do instituto politécnico na economia local atinge um valor mais elevado (11,02%), mas Portalegre (5,67%), Castelo Branco (4,98%) e Viseu (4,47%) são outros exemplos de concelhos onde a presença destas instituições de ensino superior consegue ter reflexos muito significativos. São “essencialmente as regiões mais desfavorecidas a apresentar os maiores valores”, segundo o relatório final do estudo, intitulado O Impacto dos Institutos Politécnicos na economia local.
Em sentido contrário, Setúbal (1,71%) e Viana do Castelo (2,06%) contam com um peso menor dos respectivos institutos politécnicos no seu PIB regional.
Este estudo está em fase de publicação e começou esta semana a ser distribuído internamente pelo CCISP. As conclusões têm por base inquéritos aplicados a docentes, estudantes e funcionários não docentes dos institutos superiores envolvidos na análise. É a primeira vez que os impactos do ensino superior politécnico são medidos desta forma, com uma mesma metodologia que permite comparações.
Foram escolhidos sete instituições (Bragança, Castelo Branco, Leiria, Portalegre, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu), que representam metade do sistema politécnico público. Tentou-se abarcar diferentes realidades, do interior e do litoral, zonas mais ou menos industrializadas e instituições com dimensões diferentes.

Impactos directos e indirectos
O trabalho estimou os impactos directos de sete politécnicos na economia, que ascendem a 270 milhões de euros anuais, contabilizando os gastos anuais de docentes, funcionários e alunos, bem como os custos assumidos pelas próprias instituições de ensino superior. Este valor apresenta diferenças consideráveis a nível nacional, oscilando entre os 16 milhões de euros de impacto dos politécnicos de Portalegre e os 101 milhões anuais gerados pelo instituto superior de Leiria.
Aplicando um multiplicador de 1,7 vezes — na ausência de informação económica que permitisse determinar os valores para cada concelho, os investigadores aplicaram a mediana dos vários multiplicadores utilizados nos diferentes estudos do género feitos em diferentes países — os autores do estudo encomendado pelo CCISP chegaram também à conclusão que estes sete institutos politécnicos geram um impacto indirecto de 460 milhões de euros anuais.
O estudo permite também perceber o impacto potenciador do investimento público no ensino superior. O nível de actividade económica gerado na região onde se insere cada politécnico sofre um incremento importante em face das transferências feitas todos os anos pelo Estado. O relatório final desta investigação afirma que cada euro de financiamento recebido do Orçamento do Estado gera um impacto médio de 4,22 euros, podendo atingir um valor superior a 8 euros, no caso do Instituto Politécnico de Leiria, onde se regista o índice mais elevado.

“Perspectiva conservadora”
Todos os números apurados pelo estudo têm por base “uma perspectiva conservadora”, diz Pedro Oliveira, um dos coordenadores deste trabalho.
Os investigadores consideram que nem todos os alunos contribuem da mesma forma, e contabilizam um impacto menor para os alunos locais face aos que estão deslocados. Por outro lado, os impactos directos e indirectos são medidos apenas nos concelhos em que se situam as instituições de ensino e não são tidos em conta os concelhos limítrofes. Também não são tidas em conta as transferências de conhecimento e tecnologia para empresas, por exemplo.
O Impacto dos Institutos Politécnicos na economia local foi um estudo encomendado pelo CCISP a uma equipa de 20 investigadores coordenada por Pedro Oliveira, no Departamento de Estudo de Populações, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto, e Jorge Cunha, docente da Escola de Engenharia da Universidade do Minho. Os dois professores tinham orientado a tese de doutoramento de Joana Fernandes, defendida em 2010, sobre os impactos económicos do Instituto Politécnico de Bragança e decidiram replicar o modelo num conjunto mais alargado de politécnicos.
O principal factor dos resultados dos institutos politécnicos sobre a economia que foi tido em conta foram os gastos dos estudantes, que representam cerca de 85% dos impactos directos. Os investigadores observam “uma relação linear” entre estes números e o total de estudantes de cada instituição e estimam que, por cada aluno adicional, há um impacto directo anual na economia de cada região de cerca de 9000 euros, que se traduz, por sua vez, num impacto total de cerca de 16.000 euros.
São também os politécnicos do interior que apresentam um “efeito de exportação” (alunos que se mudaram para a região para estudar no politécnico) mais elevado. “Estes contribuem para a atracção de jovens para regiões mais desertificadas e envelhecidas, levando, porventura, à sua fixação nessas regiões”, defende Pedro Oliveira, em declarações ao PÚBLICO.
Do mesmo modo, entre 30 e 60% dos estudantes iriam estudar para fora da região caso não existissem os institutos politécnicos. “Esta dimensão reforça o papel de fixação dos jovens nos concelhos onde os politécnicos se localizam, o que tem, obviamente, um impacto na vivência das respectivas comunidades”, diz. E isto sem contar com os estudantes que não estariam sequer no ensino superior, uma realidade também observada por este trabalho.

Quase 20 mil empregos directos criados
O impacto que os institutos superiores politécnicos têm nas economias regionais tem efeitos também a nível de emprego. Estas instituições de ensino superior representam, em média, quase 6% da população activa dos concelhos onde estão sediadas, mostra o estudo do CCISP, dando trabalho a quase 20 mil pessoas.
Os institutos politécnicos de Bragança, Castelo Branco, Leiria e Setúbal são os segundos maiores empregadores das respectivas regiões. “Geralmente, só os hospitais distritais conseguem ter um peso maior na estrutura de emprego”, diz Pedro Oliveira.
Em Portalegre, o instituto politécnico é o terceiro maior empregador e só em Viseu (7.º) e Viana do Castelo (5.º), dois concelhos com uma economia mais diversificada, por via da indústria e dos serviços, é que esta realidade não se observa.
O impacto médio dos institutos politécnicos em termos de população activa, fica perto dos 6%, variando entre 1,77% (Setúbal) e 12,92% (Bragança). “O peso relativo tende a ser mais elevado para os politécnicos situados nos concelhos do interior do país”, defendem os autores do estudo.
Ao todo, os sete politécnicos avaliados criaram 18.638 empregos directos, mas mais uma vez é notória a discrepância entre as instituições. O Politécnico de Portalegre é responsável por apenas 915 postos de trabalho, ao passo que o de Leiria tem 6321.
Pouca utilidade para apurar nova fórmula de financiamento
O Governo anunciou há dias a intenção de avançar com uma nova fórmula de financiamento às instituições de ensino superior que, entre outras dimensões, deverá levar em conta o contributo que estas dão para o desenvolvimento das regiões em que estão inseridas.
Apesar da metodologia aplicada neste trabalho fornecer “dados interessantes” que permitem “perceber a realidade”, Pedro Oliveira não acredita que este possa servir de base às pretensões da tutela. “Não teria muita utilidade”, defende. “Se a base do financiamento fosse plurianual, talvez fosse possível. Mas um estudo destes é difícil de executar e não é fácil ter estes indicadores ano a ano, tal como o Governo parece pretender”, considera.

Publicado em 'Público'.

Boémios e trovadores em Bragança

Tunas das universidades da Covilhã, Viseu, Castelo Branco, Benavente e Léon protagonizaram o 16º FITAB


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Fascínio das plantas

A 16 de maio, é comemorado o Dia do Fascínio das Plantas. Em Bragança, a comunidade teve direito a levar uma planta para casa


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

15 maio, 2014

Atletismo serviu de charme ao Politécnico de Bragança


Uma forma de divulgar o Instituto Politécnico de Bragança. Foi desta forma que o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, ainda afogueado pela corrida, explicava o propósito da segunda edição da IPB for all, uma corrida pela cidade de Bragança que atraiu mais de meio milhar de participantes, sobretudo entre a comunidade de estudantes estrangeiros a residir em Bragança. João Melgo foi o mais rápido entre os participantes masculinos enquanto a brasileira Cleyce venceu entre as participantes femininas.
“O IPB tem mais de mil estudantes estrangeiros e isso é importante economicamente para a cidade e no futuro será ainda mais importante”, frisou Sobrinho Teixeira. Por outro lado, sublinha o papel de integração da escola. “Mil estudantes estrangeiros num universo de 24 mil pessoas. Diria que é, talvez, dos maiores rácios de comunidade estrangeira integrada na comunidade portuguesa”, disse.

Publicado em 'Mensageiro'.