29 maio, 2014

Estudantes da ESTiG conceberam jogos de matemática para alunos da Emídio Garcia


Os alunos da Escola Básica Paulo Quintela, do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia, em Bragança, já estão a usar o Laboratório de Jogos oferecido pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB). O objetivo é desmistificar “este bicho que é a matemática”, explicou Ana Isabel Pereira, a docente da ESTiG responsável pelo projeto.
Os 20 jogos foram concebidos por alunos e professores do IPB, são entregues às escolas numa estante apropriada onde constam também manuais de instrução e sacos de transporte. Destinam-se a alunos desde o pré-escolar ao secundário. A entrega na Paulo Quintela teve lugar na passada quinta-feira, mas do projeto fazem ainda parte vários workshops com os estudantes e um curso de formação para os professores. “A ideia é trabalhar os jogos com os alunos, para aprenderem a jogar, mesmo sozinhos. Podem vir aqui para a biblioteca da escola e jogar”, explicou Ana Isabel Pereira, docente da ESTiG.
O projeto foi financiado pelo Ciência Viva, e tem como parceiro o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), o Agrupamento de Escolas Emídio Garcia e o Agrupamento de Escolas Figueira Mar (Figueira da Foz). “Os jogos têm várias vertentes, desde a parte da Mecânica, Informática, Design, entre outros”, acrescentou a docente. As crianças da Paulo Quintela entusiasmaram-se com os jogos e tentaram experimentar o maior número possível. “É muito bom ver as crianças tão envolvidas e interessadas”, realçou. O IPB quer alargar a iniciativa a outras escolas no próximo ano.

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Só agricultores no ativo terão direito a subsídios

Responsáveis da CAP vieram a Bragança
A base de pagamento dos subsídios agrícolas vai mudar, deixando de ter como princípio o histórico dos agricultores. As compensações vão ser canalizadas só para os agricultores considerados activos. “É uma triagem que vai canalizar as verbas para quem está a trabalhar, para os agricultores activos”, explicou Luís Mira, secretáriogeral da CAP (Confederação dos Agricultores Portugueses), que na passada terçafeira participou na sessão de esclarecimento ‘A Nova PAC-Política Agrícola Comum’, que decorreu na Escola Superior Agrária Bragança. Esta questão está longe de ser pacífica, tanto mais que Espanha só se vai considerar como agricultor activo quem vende, pelo menos, 20% da sua produção no mercado.
A nova PAC contempla uma medida de apoio que beneficiará directamente os pequenos agricultores, independentemente da idade, que permite que todos recebam, no mínimo, 500 euros, por ano. “Todos os produtores mais pequenos serão beneficiados, com uma transferência de dinheiro de todos os agricultores de Portugal para estes mais pequenos”, realçou Luís Mira.
Também os jovens agricultores terão novas medidas de apoio, com uma majoração de 25% nos pedidos base e uma diferenciação positiva nos projetos de investimento.
A sessão de esclarecimento serviu para explicar as alterações ao novo Quadro Comunitário de Apoio para a agricultura nacional que entrará em vigor em 2015. Estão garantidas alterações à forma como os agricultores têm de cumprir todas as exigências comunitárias e na forma de pagamento. “São matérias complexas, com mais de mil páginas de regulamentos comunitários”, referiu Luís Mira.
Os produtores terão direito a uma majoração nos apoios desde que cumpram requisitos que respeitem o ambiente, os chamados pagamentos verdes. “Obrigarão a cumprir as regras ambientais”, acrescentou o responsável.
O dinheiro disponível para investimento na nova PAC “é basicamente o mesmo que havia no quadro anterior”, afirmou Luís Mira, mas o orçamento comunitário sofreu um corte de 14%, sendo que foi negociada com mais 13 países do que a anterior. “Portugal sobe ligeiramente as verbas”, disse Luís Mira.
A avaliação da CAP dá conta que “os agricultores investiram e aproveitaram bem os apoios, as exportações aumentaram, apesar das dificuldades e nas limitações à obtenção de crédito”, destacou. O QCA está praticamente esgotado. Já estão a ser executadas verbas no âmbito do PRODER.
Actualmente há menos agricultores, mas os que trabalham são mais produtivos. “Cada vez há mais exigências, como é preciso cumprir mais regras e ter dimensão económica, muitos estão a abandonar a agricultura. Até porque os pequenos agricultores acabam por sair do sistema”, constatou Luís Mira.

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Bienal académica abriu portas ao Médio Oriente


A Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo (ESACT) de Mirandela, promoveu, na semana passada (21 e 22 de Maio), a Bienal Académica 2014, para discutir as oportunidades e implicações para o turismo e território do próximo quadro comunitário de apoio. Ao longo do programa, foram apresentados aos alunos e agentes locais estudos, estatísticas e exemplos de promoção e interação entre o conhecimento e investigação do meio académico com as empresas e outros agentes.
O evento conseguiu reunir empresários, políticos e alunos num só espaço a debater as necessidades turísticas da região. “Superou as nossas expetativas porque não é fácil juntar tantos atores da região num evento destes”, confessa o diretor da ESACT, Luís Pires, que faz por isso, “um balanço positivo” da iniciativa.
A bienal também pretendeu “dar a conhecer ao tecido empresarial da região o potencial de investigação e também divulgar as competências dos alunos deste Instituto”, acrescenta.A ESACT acolheu também, na passada sexta-feira, o Fórum Luso-Libanês. Uma comitiva, constituída por jornalistas e presidentes de autarquias libanesas, visitou Mirandela com o objetivo de importar ideias ao nível turístico, estabelecendo contactos com os operadores locais.
A comitiva conheceu o contexto sócio-económico, cultural, turístico e os produtos de excelência que Mirandela tem para oferecer aos visitantes e aos mercados internacionais. Com esta aproximação entre os dois países, a escola pretende criar condições para “troca de experiências na área do turismo”, sublinha Luís Pires
Já o presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira, considera que esta ação “pode abrir mercados aos alunos da ESACT”.
Este fórum é organizado pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto e pelo Centre International de Press Média do Líbano a que se associou este ano a ESACT

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Desafio à mudança de vida


Pequenos gestos podem criar um grande contributo para a sustentabilidade da região e do planeta. Foi esta a conclusão da primeira sessão da EUropa, uma série de dez conferências sobre sustentabilidade que se vão realizar por todo o país. A organização esteve a cargo do GEOTA, com o apoio do IPB.
Manuel Cardoso, Diretor Regional de Agricultura e Pescas do Norte, apontou a agricultura como um dos exemplos de ajuda à fixação de pessoas na região, contribuindo para a sustentabilidade do Nordeste Transmontano. E anunciou a intenção de instalar no distrito de Bragança um Centro de Competências dos Frutos Secos, que pode ajudar a criar mais empregos.
Já Rui Martins, da Câmara Municipal de Bragança, revelou o projeto de transportes a pedido que a autarquia está a querer implementar. Para já, o esquema tem sido testado em Rio de Onor, com algum sucesso. pretende-se que seja alargado a todo o concelho, numa primeira fase, e a vários concelhos do distrito, mais tarde. “Hoje o transporte é feito por obrigação. Não havendo passageiros, estamos a desperdiçar tempo, recursos e energia”, frisou Hernâni Dias, presidente da Câmara de Bragança.
Foram, ainda, deixadas algumas dicas de poupanças nos consumos domésticos e apresentado um jogo interativo que pode valer uma viagem. Mais informações em www.eu-sustentável.pt.

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28 maio, 2014

Gabinete de empreendedorismo do IPB já criou 34 empresas


O gabinete de Promoção do Empreendedorismo do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) já ajudou a criar 34 empresas, que se traduzem em 79 postos de trabalho.
Os números foram revelados ontem na conferência “Ideias, Projectos e Negócios” inserida na Semana da Tecnologia e Gestão que começou na segunda-feira e termina hoje. O gabinete foi criado em 2008 e está neste momento a apoiar a constituição de mais 6 empresas.
O coordenador do espaço, o professor José Pires, explica de forma apoiam os estudantes do IPB na criação de empresas.“Damos formação, ajudamos os alunos a trabalhar as suas ideias, tentamos verificar se as ideias têm alguma viabilidade sob o ponto de vista económico-financeiro, ajudamos a fazer o plano de negócios e estudos de mercado. Caso a ideia seja viável e o aluno queira avançar com o projecto ajudamos em todas as questões formais e legais da constituição da empresa. Numa fase posterior podemos ajudar também na captura de investimento”, salienta.
Um dos alunos que recebeu apoio do gabinete de empreendedorismo foi Afonso Reis, que juntamente com colegas e professores, criou o Intelligent Sunny Heater Optimizer que permite poupar energia na utilização de painéis solares para aquecimento de água.“O nosso projecto é um dispositivo que associado aos painéis de aquecimento de água permite uma gestão inteligente. A partir da previsão do tempo conseguimos adaptar o nosso sistema para diminuir o consumo energético no equipamento”, revela.
Na conferência esteve ainda presente Manuel Heitor, professor do Instituto Superior Técnico de Lisboa e ex secretário de estado Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que elogiou o trabalho que o IPB tem feito na área do empreendedorismo. “O Politécnico de Bragança tem dado provas de ser uma instituição bastante inovadora.”, considera. Esta tarde decorre a conferência sobre tecnologia e sustentabilidade, onde estará em discussão o potencial do Brigantia EcoParque, cuja inauguração está prevista para o próximo mês de Julho.

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27 maio, 2014

Cultivo de plantas aromáticas e medicinais precisa de mais investidores

O cultivo de plantas aromáticas e medicinais é uma área que precisa de mais investidores. Esta foi uma das ideias defendidas num Workshop sobre o tema que decorreu ontem na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança.
O docente desta escola, Manuel Ângelo Rodrigues, não tem dúvidas de que o sector está em forte crescimento e tem potencialidades para criar empregos na região transmontana. “Enquanto que outras actividades com interesse na região como é por exemplo o castanheiro, a oliveira e outras do géner,o são pouco intensivas no uso da mão de obra e são enquadráveis com fenómenos de ‘agricultura de fim-de-semana’, para pessoas que têm outra actividade, no caso das aromáticas é uma actividade a tempo inteiro, logo é muito interessante para jovens agricultores que queiram abraçar esta área”, salienta.
A exportação é a grande saída das plantas aromáticas e medicinais. O professor garante que ainda há espaço no mercado internacional para mais produtores que devem apostar na competitividade. Tiago Relhas é produtor deste tipo plantas em Alfândega da Fé desde 2012. Começou a produção com 3,5 hectares de plantas aromáticas e medicinais, tendo aumentado este ano para 6 hectares. O produtor afirma que a oferta ainda não é suficiente para a procura, sobretudo por parte da Espanha, França e Alemanha, e considera que é necessário apostar mais investigação nesta área. “Tem elevadas potencialidades de crescimento. Nesse sentido é essencial que haja mais investigação para que os agricultores saibam com maior profundidade as potencialidades que esta área tem na região”, afirma.
No Workshop de Plantas Aromáticas e Medicinais foi ainda apresentado o Programa “PRODER 4.1, Cooperação para a Inovação”, que apoia projectos de novas empresas que tenham uma parceria com o sistema científico nacional, contando, neste caso com o apoio da Escola Superior Agrária de Bragança.

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Biblioteca da Escola Agrária recebe doação de 1200 livros

A Biblioteca da Escola Superior Agrária conta agora com mais 1200 manuais sobre agricultura. A família do Engenheiro Trigo de Abreu doou o seu espólio bibliográfico ao Instituto Politécnico de Bragança.
Um engenheiro agrónomo transmontano que se distingui na sua actividade nos anos 40, chegou a ser director da Casa do Douro. O filho, Trigo de Abreu, também agrónomo, explica a importância deste espólio. O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira diz que esta biblioteca da Escola Superior Agrária ganhou um enorme valor com esta doação. A cerimónia de doação deste espólio bibliográfico do Engenheiro Trigo de Abreu decorreu ontem à tarde na Escola Superior Agrária, em Bragança.

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22 maio, 2014

Universidades nacionais boas a colocar alunos e atrair fundos

Novos rankings do ensino superior, promovidos pela Comissão Europeia, pretendem ser uma ferramenta de pesquisa para alunos e uma alternativa mais abrangente aos rankings de universidades mais conhecidos do mundo
A maioria das universidades públicas portuguesas — e alguns institutos politécnicos — têm desempenhos considerados “muito bons” ao nível da mobilidade dos alunos, da capacidade de captar investimento de fontes diversificadas e da integração dos seus diplomados no mercado de trabalho das regiões onde se inserem. A conclusão é do Multirank - uma nova ferramenta de avaliação das instituições do ensino superior mundiais, analisando 850 instituições, que está a ser dinamizada pela Comissão Europeia e agora divulga os primeiros dados.
Numa tabela em que são avaliadas cinco grandes áreas - Ensino e Aprendizagem, Investigação, Transferência de Conhecimento, Orientação internacional e Envolvimento Regional -, divididas por 30 subcategorias, a Universidade Nova é aquela que, a nível nacional, mais menções de excelência recebe; um total de 11 classificações de nível “A”. Entre as cinco primeiras nacionais estão também a Universidade do Minho e a Universidade de Lisboa (ULisboa), sendo que no caso desta ainda não está inteiramente refletido o impacto positivo da fusão entre a “Clássica” e a “Técnica”.
Contactado pelo DN, Rogério Gaspar, vice-reitor da ULisboa, ressalvou que este novo ranking está ainda “numa fase experimental”. “Neste momento, ainda só estão a ser tratados os dados de algumas áreas [de formação], essencialmente economia, gestão e algumas engenharias, que terminam agora o período experimental”, explicou. Ainda assim, admitiu que os resultados da instituição confirmam os bons indicadores existentes: “No aumento em quantidade da produtividade científica, na mobilidade estudantil internacional, nas publicações conjuntas, capacidade de financiamento privado sobretudo em projetos de cooperação.”
Também Graciete Dias, vice-reitora da Universidade do Minho com a área da Qualidade e Avaliação, defendeu ao DN que estes rankings ainda estão “numa fase embrionária”. O que não impede os responsáveis da universidade de se sentirem “orgulhosos” pelas áreas onde conseguem estar ao nível dos melhores do mundo.
“O nosso posicionamento em alguns dos indicadores do ranking correspondem a uma estratégia da instituição”, explicou. A Universidade do Minho é uma universidade de investigação, em primeiro lugar, e vermos aqui premiado o que tem sido o esforço institucional nessa área orgulha-nos”, admitiu. Acrescentando que “a internacionalização tem sido uma preocupação, e tanto ao nível da investigação como do ensino isto está evidente nos resultados”.
Os dois vice-reitores foram ainda unânimes ao considerar que a melhor capacidade das instituições portuguesas para atrair novas formas de financiamento está relacionada com a necessidade de responder aos cortes no financiamento público, defendendo que com maior flexibilidade na gestão dos orçamentos — projetando os investimentos a longo prazo e não apenas de ano a ano — farão ainda melhor no futuro.
Ao nível das fragilidades, as universidades e politécnicos portugueses revelam dificuldades para assegurar que os seus alunos concluem os primeiro e segundo ciclos (licenciatura e mestrado) no tempo normal. Também têm desempenhos débeis na obtenção e registo de patentes e na publicação de documentos científicos em colaboração com parceiros industriais. A captação de professores estrangeiros, devido às dificuldades orçamentais é outro ponto fraco aqui salientado. São ainda considerados fracos os programas de ensino em língua estrangeira sendo que, a esse nível, as instituições defendem que estão a ser feitas mudanças que vão refletir-se em breve.

‘Site’ é resposta europeia aos ‘rankings’ asiáticos e dos EUA
O projeto Multirank - que arrancou em 2011 mas só agora começa a divulgar os primeiros resultados - é uma iniciativa dinamizada pela Comissão Europeia que pretende incorporar elementos relativos ao desempenho das universidades, como o seu impacto nas regiões em que se inserem, que não costumam constar das tu- belas tradicionais. As instituições são classificadas de “A” a “E” em vários campos, não há urna lista oficial das melhores, porque o objetivo principal é que as tabelas sirvam para orientar os alunos.
Ao DN, o vice-reitor da Universidade de Lisboa (ULisboa), Rogério Gaspar, defendeu que esta pode também ser uma “ferramenta particularmente útil” para as instituições nacionais. O Ranking Scimago é muito de produtividade, o de Xangai é muito de produtividade e notoriedade”, ilustrou, admitindo que o novo ranking “quer dar uma perspetiva europeia sem ser um ranking ‘paroquial’. Quer ser um ranking com critérios de qualidade e não dependentes dos contextos específicos em que os outros surgiram”, disse.
Na lista das dez instituições com mais classificações de “A”, só aparecem universidades da Europa. Mas isso, ao que o DN apurou, deve-se sobretudo ao facto de a informação enviada de outras grandes universidades mundiais ser ainda incompleta.

Publicado em 'DN'.

EsACT-IPB mostra novos mercados aos produtos transmontanos


A Escola Superior de Turismo de Mirandela [EsACT-IPB] propõe-se mostrar durante três dias novas oportunidades aos agentes locais numa bienal sobre o setor que este ano abre uma porta para o Médio Oriente, divulgou hoje a organização.
Uma comitiva libanesa composta por jornalistas, autarcas e empresários, visita na sexta-feira a cidade do Tua com a finalidade de conhecer as potencialidades da região e de os empresários locais contactarem com um eventual novo mercado, como explicou à Lusa Luís Pires, diretor da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela, integrada no Instituto Politécnico de Bragança.
A visita da comitiva insere-se no II Fórum Libanês das Cidades e Turismo que se seguirá à Bienal Académica 2014, a decorrer hoje e na quinta-feira, naquela cidade transmontana, para discutir as oportunidades e implicações para o Turismo e Território do próximo quadro comunitário de apoio.
Ao longo do programa, serão apresentados aos alunos e agentes locais estudos, estatísticas e exemplos de promoção e interação entre o conhecimento e investigação do meio académico com as empresas e outros agentes.
A iniciativa é "um ponto de encontro entre as valências da escola e os anseios da comunidade local", como referiu Luís Pires, realçando o propósito de "partilhar com os empresários conhecimentos".
À ideia das parcerias associam também o "encontro entre públicos" com a presença da comitiva do Líbano, no âmbito do II Fórum Luso-Libanês organizado pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto e pelo Centre International de Press Média do Líbano a que se associou este ano a Escola Superior de Turismo de Mirandela.
A comitiva vai conhecer o contexto sócio económico, cultural, turístico e os produtos de excelência que Mirandela tem para oferecer aos visitantes e aos mercados internacionais.
Com esta aproximação entre os dois países, a escola pretende criar condições para "troca de experiências na área do Turismo" e "iniciar uma ligação que possibilitará explorar as vicissitudes de um território ainda pouco conhecido dos alunos".

Publicado em 'Porto Canal'.

Debate sobre sustentabilidade hoje no IPB


Há pequenos gestos que ajudam as famílias a poupar dinheiro e também podem contribuir para valorizar os produtos da região. É esta a mensagem que vai ser passada hoje num debate sobre a sustentabilidade e o uso eficiente dos recursos, que vai decorrer esta tarde no Instituto Politécnico de Bragança.
Trata-se de um projecto da União Europeia que está a ser executado pelo Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente – GEOTA e que reúne vários parceiros. O secretário executivo da GEOTA, Hélder Careto, assegura que o objectivo desta iniciativa é ajudar as pessoas a fazer as escolhas mais acertadas. A mobilidade é outro dos temas que vai estar em cima da mesa. Hélder Careto defende que em concelhos como Bragança os transportes têm que estar ao serviço das populações. Esta tarde vai ser lançado ainda um concurso na Internet, que vai premiar aqueles que apostarem em acções mais sustentáveis e amigas do Ambiente.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.