30 maio, 2014

Robot desenvolvido no IPB viajou até à Polónia


Um Robot brigantino viajou esta semana pelo correio para a Polónia, para ser apresentado no I Festival de Robótica da Universidade Politécnica Opolska.
É já este fim-de-semana que os autores do projecto vão demonstrar o robot que lhes valeu o 2º prémio no Robot@Factory, uma prova única a nível internacional que decorreu este mês em Espinho. A equipa que concorreu à 14ª edição do Festival Nacional de Robótica é constituída por 2 professores e 3 alunos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança.
Participaram 12 equipas, tendo vencido uma equipa iraniana. Em 2º lugar ficou o projecto da equipa IBP@Factory. O professor José Gonçalves espera que este prémio incentive mais alunos do IPB a interessarem-se pela robótica.“É muito importante para os nossos alunos verem que o trabalho deles é recompensado com esta distinção”, considera.
O desafio lançado foi criar um robot autónomo, inspirado nos obstáculos que teria de enfrentar durante a sua utilização numa fábrica, transportando caixas entre armazéns e máquinas, no menor tempo possível. Afonso Reis, um dos estudantes que trabalhou no projecto, está orgulhoso da distinção obtida e salienta que a equipa vai continuar a trabalhar de forma a melhorar alguns aspectos.“O projecto já estava a ser desenvolvido há 3 ou 4 anos, já tinha ficado em 2º lugar numa altura em que a prova era menos concorrida. Agora tínhamos 12 equipas a participar", revela. E acrescenta ainda: “É um projecto ainda em desenvolvimento, que vai ser melhorado, tanto da nossa parte como da parte das outras equipas”.
Para o ano a presença no Robot@Factory é garantida. Já este fim-de-semana o robot brigantino é apresentado a estudantes e investigadores polacos. A equipa do Instituto Politécnico de Bragança reconhecida na área da robótica é composta ainda pelos estudantes Rodrigo Correia e Nelson Pereira e pelo professor José Lima.

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29 maio, 2014

IPB está entre as dez melhores instituições de ensino


O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) está entre as dez melhores instituições de ensino superior portuguesas, num ranking promovido e divulgado pela Comissão Europeia.
O IPB ocupa o sétimo lugar na tabela e apenas se encontra mais um politécnico na lista, o de Viana do Castelo que ocupa o nono lugar.
O presidente, Sobrinho Teixeira, ficou satisfeito pela posição obtida e considera que trará um retorno positivo à Instituição. Para a obtenção desta posição foram são avaliadas cinco áreas: ensino e aprendizagem, investigação, transferência de conhecimento, orientação internacional e envolvimento regional.
O Multirank pretende ser uma ferramenta de pesquisa para alunos e uma avaliação mais abrangente aos rankings de universidades mais conhecidos do mundo. Sobrinho Teixeira diz que se o sucesso escolar dos alunos fosse superior o IPB estaria ainda numa posição mais vantajosa.
O Instituto Politécnico de Bragança a ocupar o sétimo lugar no ranking, promovido pela Comissão Europeia, das dez melhores Instituições de Ensino Superior de Portugal.

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Brigantia EcoPark pode demorar meses a abrir portas


As obras do Brigantia EcoPark estão previstas terminar no próximo dia 6 de Julho. No entanto, o director do parque tecnológico, Paulo Piloto admite que pode demorar ainda alguns meses a abrir portas.
“É preciso instalar os laboratórios e os espaços empresariais e isso leva algum tempo. Neste momento estamos numa fase de concurso público para aquisição de todos os equipamentos para que passados poucos meses, num curto espaço de tempo possa abrir portas”, revela. Sem querer adiantar números, Paulo Piloto garante que já existem várias candidaturas de empresas que procuram o apoio do Brigantia EcoPark.
O objectivo é, nos próximos 10 anos, conseguir atrair empresas para os 74 espaços individualizados existentes no edifício. O responsável garante que são já vários os interessados nacionais e internacionais. “Até do estrangeiro há empresas interessadas. Procuram pessoas qualificadas, procuram aquilo que nós também temos como objectivo, que é ter um parque com interesse, com empresas de base tecnológica, com um ambiente de investigadores e pessoas qualificadas”, constata.
Declarações à margem da conferência de Tecnologia e Sustentabilidade que decorreu ontem, no âmbito da Semana da Tecnologia e Gestão organizada pelo Instituto Politécnico de Bragança.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira realça a importância do Brigantia EcoPark não só para as empresas que já estão em fase de incubação, mas também para servir de ponto de partida para a criação de mais postos de trabalho na região transmontana.“As empresas criadas através do gabinete de empreendedorismo do IPB e que agora têm que entrar num processo de maturação, evolução e crescimento, poderão encontrar essa nova acomodação num parque de ciência e tecnologia como o Brigantia EcoPark, mas não podemos ficar por aqui. Temos de ser proactivos para conseguir trazer novas valências para a região e para inverter a tendência de perda demográfica, numa perspectiva de criação de mais emprego”, salienta.
Recorde-se que o Brigantia EcoPark é um empreendimento que está orçado em 19,3 milhões de euros. Neste momento decorrem as obras da 1ªfase que têm um orçamento de 6,3 milhões de euros e que se prevê estarem concluídas até ao próximo dia 6 de Julho.

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Falta de emprego é travão ao desenvolvimento regional

Semana da Tecnologia e Gestão, na ESTiG, trouxe para análise as oportunidades e desafios para alavancar o desenvolvimento da região

O grande problema de Trás-os-Montes “é a falta de emprego”, afirmou João Braga da Cruz, antigo ministro da Economia e ex-presidente da Comissão de Coordenação Regional do Norte (CCDRN), no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), à margem da abertura da Semana da Tecnologia e Gestão, na passada segunda-feira. “Porque haveria mais gente que induziria mais actividade económica”, disse. Perante isto, defende que “face à pressão demográfica e à desertificação são necessárias políticas, porque não se podem deixar morrer os problemas como se o mercado se encarregasse de os resolver”, acrescentou.
Braga da Cruz salientou que as políticas públicas não podem deixar de “ter um olhar especial” para como criar as condições objetivas para estas regiões se desenvolverem. “Também se deve lançar mão para que possa haver emprego e competências, apostando na formação empresarial. A inovação é decisiva. As instituições de ensino superior têm enorme responsabilidade e criar as condições para que isso aconteça”, referiu.
O desenvolvimento regional foi um dos assuntos em destaque naquela actividade. Mas afinal do que se fala quando o assunto é o desenvolvimento regional? Luís Braga da Cruz acredita que é uma conciliação entre duas coisas indispensáveis: “política pública, isto é iniciativa por parte do governo que tem de ser sensível às áreas mais deprimidas do país, pois têm tendência a ficar sem pessoas, e, por outro lado, dar estímulo aos agentes económicos para poderem atuar. Ora para isto é necessário haver competências, equipamentos, infraestruturas e acima de tudo valorizar a função empresarial”, justificou.

Centro de valorização de frutos secos vem para Bragança
O IPB tem vindo a destacar- se no trabalho em prol da região. Nesta altura está a trabalhar com as outras instituições de ensino superior transmontanas, a UTAD e o Instituto Piaget, para que o Centro de Competências na área dos Frutos Secos de Trás-os-Montes seja instalado no Brigantia Ecoparque, em Bragança, um equipamento que já está na reta final de conclusão. A castanha, a amêndoa e outros frutos são considerados essenciais. Já existem várias empresas que de dedicam a este sector. “Vai ter um papel muito importante para valorizar os produtos endógenos. Terá ainda que haver uma aposta no sector secundário, uma vez que o interior começa a ter alguma atratividade para captar capital externo. Instalar sector secundário que possa introduzir mais mão de obra intensiva”, explicou o presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Sobrinho Teixeira.
A instituição de ensino é parceira da câmara de Bragança na criação do parque de ciência e tecnologia, onde ficarão alojadas várias empresas nacionais e internacionais de base tecnológica. O presidente do IPB acredita que o parque pode vir a ajudar a fixar população na região. “Pode ajudar a evolução da demografia. Estamos a trabalhar na forma como podemos captar investimento para a região e o EcoParque”, acrescentou. Para já não quis revelar quantas empresas estão certas para se instalarem no parque de ciência e tecnologia. A Semana da Tecnologia e Gestão serviu para discutir a forma como a ciência e a tecnologia podem contribuir para o desenvolvimento regional. “Em aspetos que pode ser filosófica e prática”, referiu Sobrinho Teixeira.
Mariano Gago, ex-ministro da Ciência e Tecnologia, deu como exemplo da ciência aliada ao desenvolvimento regional a instalação do IPB em Bragança. “Há umas décadas era uma esperança e hoje é um centro muito importante de competências científicas que acabaram por atrair um número muito inesperado de estudantes que vêm de outras regiões”, destacou. Salientou ainda o facto de a instituição ter várias centenas de funcionários e de docentes. “Estabeleceu uma rede de contactos privilegiados na região Norte, no país e no estrangeiro. A internacionalização acentuou-se muito nos últimos anos. É um dos principais capitais para o desenvolvimento da região”, afirmou Mariano Gago, que acredita o IPB enquanto instituição, reuniu capacidades profissionais em quantidade e qualidade suficientes. “Estou muito optimista relativamente ao futuro que pode vir deste capital aqui investido”, realçou.

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Caminhando para a sustentatilidade local


Nos dias 19 e 20 de maio decorreu na Escola Superior de Educação de Bragança o 6.º Encontro de Educação Ambiental – divulgação de práticas a partilha de experiências.
Tendo como temática: percursos para a sustentabilidade local, recebeu vários oradores que apresentaram projetos e experiências nesta área.
Realizaram-se três oficinas práticas e foram apresentados vários posters de projetos e investigações nacionais e internacionais. Contou ainda com a presença de 12 stands representativos de várias entidades que se dedicam ao Ambiente e à Educação Ambiental. Durante os dois dias passaram pelo evento cerca de 150 participantes de vários pontos do país e de São Tomé e Príncipe.

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Espólio bibliográfico do engenheiro Trigo Abreu oferecido ao IPB


O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) passa a contar com mais de 1200 novos livros no acervo da biblioteca da Escola Superior Agrária. Tratam-se de edições na área da Agronomia oferecidas pela família do engenheiro Trigo de Abreu, oriunda de Mirandela.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, destacou o carácter simbólico da doação, “porque o instituto é visto por muita gente como o local certo para colocar as obras afetivas, verdadeiras e intrínsecas que as pessoas possuem, que querem que sejam úteis e que fiquem bem entregues”, explicou. “O instituto fica mais rico ao poder disponibilizar um conjunto de bibliografia de elevado valor, antiga e que não é fácil de encontrar”, acrescentou.
Os livros fazem parte do espólio reunido por Trigo Abreu, entre 1927 e 1960, relacionados com a agronomia e com as funções públicas que foi desempenhando, nomeadamente a de diretor da Casa do Douro, e responsável pela Estação de Agronomia do Porto, inspector geral dos Serviços Agrícolas, entre outros cargos. “É uma biblioteca instrumental, para resolver problemas e estar informado”.

Biblioteca internacional
Está longe de ser uma biblioteca exclusivamente portuguesa”, explicou o filho de Trigo de Abreu. A este espólio bibliográfico juntaram-se outros livros cedidos pelo filho do engenheiro, também agrónomo de formação. “Achei que juntar os meus livros aos do meu pai fazia um núcleo relativamente coerente, por isso há uns livros mais recentes. Os livros poderiam perder-se. Como muitas bibliotecas, seria abandonada, o que é uma perda coletiva”, acrescentou.
A família decidiu oferecer o espólio ao IPB porque Trigo de Abreu estudou no antigo Liceu de Bragança e ao longo da vida manteve uma estima especial para com esta cidade. “Agora espero que os estudantes recorram a esta biblioteca porque, para além dos aspetos técnicos que podem ter um período de validade, fazem parte da arqueologia do saber e são importantes”, deu conta Trigo de Abreu. Foi ainda feita uma doação à Escola Agrícola de Carvalhais pela mesma família.

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Estudantes da ESTiG conceberam jogos de matemática para alunos da Emídio Garcia


Os alunos da Escola Básica Paulo Quintela, do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia, em Bragança, já estão a usar o Laboratório de Jogos oferecido pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB). O objetivo é desmistificar “este bicho que é a matemática”, explicou Ana Isabel Pereira, a docente da ESTiG responsável pelo projeto.
Os 20 jogos foram concebidos por alunos e professores do IPB, são entregues às escolas numa estante apropriada onde constam também manuais de instrução e sacos de transporte. Destinam-se a alunos desde o pré-escolar ao secundário. A entrega na Paulo Quintela teve lugar na passada quinta-feira, mas do projeto fazem ainda parte vários workshops com os estudantes e um curso de formação para os professores. “A ideia é trabalhar os jogos com os alunos, para aprenderem a jogar, mesmo sozinhos. Podem vir aqui para a biblioteca da escola e jogar”, explicou Ana Isabel Pereira, docente da ESTiG.
O projeto foi financiado pelo Ciência Viva, e tem como parceiro o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), o Agrupamento de Escolas Emídio Garcia e o Agrupamento de Escolas Figueira Mar (Figueira da Foz). “Os jogos têm várias vertentes, desde a parte da Mecânica, Informática, Design, entre outros”, acrescentou a docente. As crianças da Paulo Quintela entusiasmaram-se com os jogos e tentaram experimentar o maior número possível. “É muito bom ver as crianças tão envolvidas e interessadas”, realçou. O IPB quer alargar a iniciativa a outras escolas no próximo ano.

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Só agricultores no ativo terão direito a subsídios

Responsáveis da CAP vieram a Bragança
A base de pagamento dos subsídios agrícolas vai mudar, deixando de ter como princípio o histórico dos agricultores. As compensações vão ser canalizadas só para os agricultores considerados activos. “É uma triagem que vai canalizar as verbas para quem está a trabalhar, para os agricultores activos”, explicou Luís Mira, secretáriogeral da CAP (Confederação dos Agricultores Portugueses), que na passada terçafeira participou na sessão de esclarecimento ‘A Nova PAC-Política Agrícola Comum’, que decorreu na Escola Superior Agrária Bragança. Esta questão está longe de ser pacífica, tanto mais que Espanha só se vai considerar como agricultor activo quem vende, pelo menos, 20% da sua produção no mercado.
A nova PAC contempla uma medida de apoio que beneficiará directamente os pequenos agricultores, independentemente da idade, que permite que todos recebam, no mínimo, 500 euros, por ano. “Todos os produtores mais pequenos serão beneficiados, com uma transferência de dinheiro de todos os agricultores de Portugal para estes mais pequenos”, realçou Luís Mira.
Também os jovens agricultores terão novas medidas de apoio, com uma majoração de 25% nos pedidos base e uma diferenciação positiva nos projetos de investimento.
A sessão de esclarecimento serviu para explicar as alterações ao novo Quadro Comunitário de Apoio para a agricultura nacional que entrará em vigor em 2015. Estão garantidas alterações à forma como os agricultores têm de cumprir todas as exigências comunitárias e na forma de pagamento. “São matérias complexas, com mais de mil páginas de regulamentos comunitários”, referiu Luís Mira.
Os produtores terão direito a uma majoração nos apoios desde que cumpram requisitos que respeitem o ambiente, os chamados pagamentos verdes. “Obrigarão a cumprir as regras ambientais”, acrescentou o responsável.
O dinheiro disponível para investimento na nova PAC “é basicamente o mesmo que havia no quadro anterior”, afirmou Luís Mira, mas o orçamento comunitário sofreu um corte de 14%, sendo que foi negociada com mais 13 países do que a anterior. “Portugal sobe ligeiramente as verbas”, disse Luís Mira.
A avaliação da CAP dá conta que “os agricultores investiram e aproveitaram bem os apoios, as exportações aumentaram, apesar das dificuldades e nas limitações à obtenção de crédito”, destacou. O QCA está praticamente esgotado. Já estão a ser executadas verbas no âmbito do PRODER.
Actualmente há menos agricultores, mas os que trabalham são mais produtivos. “Cada vez há mais exigências, como é preciso cumprir mais regras e ter dimensão económica, muitos estão a abandonar a agricultura. Até porque os pequenos agricultores acabam por sair do sistema”, constatou Luís Mira.

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Bienal académica abriu portas ao Médio Oriente


A Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo (ESACT) de Mirandela, promoveu, na semana passada (21 e 22 de Maio), a Bienal Académica 2014, para discutir as oportunidades e implicações para o turismo e território do próximo quadro comunitário de apoio. Ao longo do programa, foram apresentados aos alunos e agentes locais estudos, estatísticas e exemplos de promoção e interação entre o conhecimento e investigação do meio académico com as empresas e outros agentes.
O evento conseguiu reunir empresários, políticos e alunos num só espaço a debater as necessidades turísticas da região. “Superou as nossas expetativas porque não é fácil juntar tantos atores da região num evento destes”, confessa o diretor da ESACT, Luís Pires, que faz por isso, “um balanço positivo” da iniciativa.
A bienal também pretendeu “dar a conhecer ao tecido empresarial da região o potencial de investigação e também divulgar as competências dos alunos deste Instituto”, acrescenta.A ESACT acolheu também, na passada sexta-feira, o Fórum Luso-Libanês. Uma comitiva, constituída por jornalistas e presidentes de autarquias libanesas, visitou Mirandela com o objetivo de importar ideias ao nível turístico, estabelecendo contactos com os operadores locais.
A comitiva conheceu o contexto sócio-económico, cultural, turístico e os produtos de excelência que Mirandela tem para oferecer aos visitantes e aos mercados internacionais. Com esta aproximação entre os dois países, a escola pretende criar condições para “troca de experiências na área do turismo”, sublinha Luís Pires
Já o presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira, considera que esta ação “pode abrir mercados aos alunos da ESACT”.
Este fórum é organizado pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto e pelo Centre International de Press Média do Líbano a que se associou este ano a ESACT

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Desafio à mudança de vida


Pequenos gestos podem criar um grande contributo para a sustentabilidade da região e do planeta. Foi esta a conclusão da primeira sessão da EUropa, uma série de dez conferências sobre sustentabilidade que se vão realizar por todo o país. A organização esteve a cargo do GEOTA, com o apoio do IPB.
Manuel Cardoso, Diretor Regional de Agricultura e Pescas do Norte, apontou a agricultura como um dos exemplos de ajuda à fixação de pessoas na região, contribuindo para a sustentabilidade do Nordeste Transmontano. E anunciou a intenção de instalar no distrito de Bragança um Centro de Competências dos Frutos Secos, que pode ajudar a criar mais empregos.
Já Rui Martins, da Câmara Municipal de Bragança, revelou o projeto de transportes a pedido que a autarquia está a querer implementar. Para já, o esquema tem sido testado em Rio de Onor, com algum sucesso. pretende-se que seja alargado a todo o concelho, numa primeira fase, e a vários concelhos do distrito, mais tarde. “Hoje o transporte é feito por obrigação. Não havendo passageiros, estamos a desperdiçar tempo, recursos e energia”, frisou Hernâni Dias, presidente da Câmara de Bragança.
Foram, ainda, deixadas algumas dicas de poupanças nos consumos domésticos e apresentado um jogo interativo que pode valer uma viagem. Mais informações em www.eu-sustentável.pt.

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