22 maio, 2015

IPB assinalou Dia do Fascínio das Plantas


Foi com uma ação de rua de distribuição de plantas à população que o IPB assinalou, na segunda-feira, o Dia do Fascínio das Plantas.
Nesta iniciativa participaram, de acordo com Ana Pereira, “todas as escolas do IPB”. Para além de plantas e frutas, foram ainda distribuídas amostras de chá chinesas.

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Empresas dão formação no IPB


A Conductaclim foi das primeiras empresas de Bragança a ir dar uma aula a alunos do IPB, numa ação de abertura ao mercado de trabalho, que decorreu no dia 12.
“O objetivo era trazer os alunos ao ambiente de trabalho e trazer o ambiente de trabalho aos alunos. Do ponto de vista pedagógico temos de fazer um esforço para transmitir os mesmos conceitos sem usar tecnologia do século XIX, como o quadro de lousa e o giz. O segundo espaço é valorizar as empresas de Bragança, que são referências nacionais”, explicou Frölen Ribeiro, do IPB.
Para as empresas, o contacto também é positivo, “não só por causa da representação com a Daikin”. “Faz com que consigamos criar alicerces ainda mais fortes e dinamizar a nossa política como empresa distribuidora”, explicou Luís Correia, da Conductaclim, mostrando-se disponível para “novas parcerias com o IPB”.

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21 maio, 2015

Rega deficitária do olival aumenta produção e qualidade do azeite


Investigadores de quatro instituições de ensino superior concluíram que a rega deficitária do olival aumenta a produção e a qualidade do azeite, ao mesmo tempo que poupa água e custos, anunciou hoje a Universidade de Vila Real.
O trabalho de investigação “Rega Deficitária Controlada No Olival Tradicional” juntou investigadores do Centro de Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas (CITAB), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), a Escola Superior Agrária de Bragança (ESAB), a Universidade de Évora e o Instituto de Ciências Tecnológicas Agrárias, e decorreu na Quinta do Carrascal, da empresa VIAZ, situada no Vale da Vilariça, em Vila Flor.
Segundo divulgou hoje a UTAD, o estudo conclui que a “rega deficitária do olival é uma aposta a considerar no curto/médio prazo, com resultados positivos na produção e na qualidade do azeite, devido à escassez dos recursos hídricos e ao custo da água”.
Na rega deficitária controlada a água é aplicada em períodos críticos do ciclo vegetativo da planta.
“Os parâmetros físico-químicos de qualidade do azeite, como a acidez, o índice de peróxidos, entre outros, não são afetados pelo tipo de rega. Já o teor em polifenóis foi superior nos tratamentos de rega deficitária, o que se traduz em azeites mais amargos e picantes”, afirmou, em comunicado, a coordenadora do projeto, Anabela Fernandes Silva.
A também investigadora da UTAD explicou que a investigação teve como objetivo principal avaliar “os efeitos de diferentes estratégias de rega deficitária em comparação com a rega máxima nas relações hídricas da planta, na resposta vegetativa e produtiva, assim como na qualidade do azeite, com vista à gestão sustentável do uso da água de rega no olival”, explica Anabela Fernandes Silva.
Foram também avaliados no estudo os efeitos da estratégia de rega na eficiência da colheita mecânica da azeitona e na erosão hídrica do solo.
“No que concerne à colheita mecanizada, capacidade de trabalho, força de destaque dos frutos e peso não foram detetadas diferenças entre as diferentes dotações de rega aplicadas” referiu, por sua vez, Arlindo Almeida, investigador da ESAB.
Os cientistas concluíram ainda que o “conteúdo em azeite obtido foi superior quando a quantidade de água de rega foi reduzida para metade, em relação à rega máxima, o que poderá ser um mecanismo da planta para recuperar a produção em azeite”.
“A redução de água da rega durante os meses de verão provocou uma diminuição do peso das azeitonas e também na relação polpa/caroço. Mas, na colheita, em novembro, estas diferenças deixam de existir, em consequência das chuvas outonais”, frisou Anabela Fernandes Silva.
Os resultados do projeto “Rega deficitária na oliveira na região da Terra Quente Transmontana (IrrigOlive)” vão ser apresentados num workshop que decorre a 05 de junho, em Vila Flor.
A investigadora salientou que a “divulgação vai permitir aos agentes da fileira a adoção de medidas enquadradas na melhoria dos rendimentos, da produção e da qualidade do olival e da azeitona”.

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19 maio, 2015

Agricultura de subsistência ganha cada vez mais adeptos


Há cada vez mais pessoas a dedicarem-se à agricultura de subsistência, devido à crise económica. A constatação é de Anabela Martins, pró-reitora do Instituto Politécnico de Bragança, que ontem, celebrou o dia do Fascínio das Plantas.
“A crise tem vantagens e desvantagens. E penso que uma das vantagens desta crise foi as pessoas perceberem que se não produzirmos o que consumimos estamos sempre dependentes dos outros”, refere.
O dia do Fascínio das Plantas é uma iniciativa mundial lançada há quatro anos pela Associação Internacional de Horticultura, e na qual o IPB participa desde o início, oferecendo plantas no centro da cidade de Bragança. Amílcar Teixeira foi um dos brigantinos que levou uma planta para casa. “Estas iniciativas são extremamente interessantes e visam sensibilizar a população para recursos que também são endógenos e que todas estas iniciativas são de louvar e apoiar ao máximo”, refere.
25 mil plantas de cerca de 15 espécies diferentes como hortícolas, ornamentais, medicinais, condimentares e chás foram produzidas pelo IPB para oferta.

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Projeto que pretende combater o isolamento dos idosos através das TIC




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14 maio, 2015

O melhor do país é para todos


Já há muito se sabe que o Instituto Politécnico de Bragança é o melhor IP do país. José Ferreira, Secretário de Estado do Ensino Superior, fez questão de o reafirmar, momentos antes de tomar parte na corrida “IPB for All”, uma iniciativa daquele instituto, inserida na semana ERASMUS, que pretende “promover a integração dos estudantes e restantes residentes de nacionalidade estrangeira na comunidade académica do IPB e na região”.
A corrida iniciou-se na Escola Superior de Educação e passou pelo centro da cidade de Bragança, contando com a participação de estudantes, docentes e colaboradores nacionais e internacionais no IPB, além de alguns habitantes da região. No final, para além da cerimónia de entrega de prémios, houve um churrasco-convívio.

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Regiões de Montanha lançam evento mundial a partir de Bragança


O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) está a preparar um grande evento, de âmbito internacional, para debater as problemáticas das regiões de montanha, que decorrerá nesta instituição de ensino superior entre 3 a 7 de outubro de 2016.
Trata-se do Mountains 2016, um congresso que envolve vários parceiros de regiões, como a Escócia, ou países como o Brasil e Espanha, bem como diversas entidades, como a Embrapa e a Euromotana. “O nosso objetivo é fazer um congresso mundial aqui em Portugal para, de alguma forma, chamar um pouco a atenção para a questão das regiões de montanha e o do seu desenvolvimento sustentável”, adiantou Jaime Pires, docente no IPB e coordenador do Centro de Investigação de Montanha, à margem da apresentação pública da iniciativa na passada quarta-feira.
O concelho de Bragança está inserido numa região de montanha, cerca de 38% do território enquadra-se nesta categoria, daí que seja oportuna a discussão deste tema. As regiões de montanha enfrentam grandes desafios, principalmente por se tratarem de zonas de baixa densidade populacional.
“Há desafios no âmbito da sustentabilidade, conservação de recursos, como solo, água, biodiversidade, prática de uma agricultura sustentável e promoção da criação de produtos típicos”, acrescentou Jaime Pires, que considera importante “ouvir o que se está a fazer nos outros países e que isso sirva para desencadear processos e decisões que favoreçam o desenvolvimento”. O congresso está aberto à participação do público, mas o “objetivo final é chegar aos decisores políticos”, referiu o docente, que admite serem fundamentais “mais políticas dirigidas para estes territórios para evitar perdas de população e fazer com que a riqueza produzida aumente”.
Em Portugal as regiões de montanha têm direito a subsídios, por exemplo agrícolas, porém “são pouco diferenciados das outras regiões”. Guanan Gutierres, presidente da Euromontana, considera que frequentemente as regiões de montanha estão em desvantagem face a outras “na produção”, mas têm vantagens, “sobretudo no turismo”, todavia fazem falta “políticas específicas”.

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Alunos premiados por jogarem na Bolsa


Foram entregues na passada quinta-feira os prémios do concurso “Bolsa IPB 2015”, dos quais saíram vencedores alunos da Escola Secundária Dr. Júlio Martins, de Chaves, 1º e 3º lugar, e da Escola Secundária S. Pedro de Vila Real, 2º lugar.
Este concurso foi organizado pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB) com o patrocínio da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Região de Bragança e Alto Douro. Os candidatos utilizam a aplicação SimEmp (http://simemp.ipb.pt) que permite a negociação em bolsa, em tempo real e de uma forma virtual, de ações das empresas portuguesas cotas no PSI 20. “Uma iniciativa que consiste na utilização da aplicação desenvolvida no IPB, através da qual os alunos podem adquirir ações de empresas cotadas, comprar e vender”, explicou Jorge Alves, docente responsável pelo concurso. Nesta primeira edição do concurso foram convidadas a participar todas as escolas do ensino secundário e profissional dos distritos de Bragança e Vila Real, mas no próximo ano deve ser alargado a todas as instituições de ensino do Norte.
O valor dos prémios varia entre os 100 e os 50 euros. “É um incentivo aos alunos e serve para o combate à iliteracia financeira”, acrescentou Jorge Alves. Foram ainda entregues prémios aos três melhores alunos da unidade curricular de projeto simulação empresarial, que atribuiu uma licença de Contabilidade. A importância da motivação dos alunos foi destacada pelo presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, “por serem áreas onde os estudantes revelam maior dificuldade, como as disciplinas mais técnicas”.

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Novos cursos profissionais “terão empregabilidade muito alta”


 O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai propor a criação de 31 cursos Técnicos Superiores Profissionais (TeSP), um novo modelo que entrará em vigor no próximo ano lectivo. Tratam- se de cursos que, segundo o secretário de Estado da Educação, José Ferreira Gomes, “terão grande empregabilidade” por serem criados em proximidade entre as instituições do ensino superior e as empresas.
O envolvimento do sector empresarial e das escolas secundárias e profissionais acabam, destacou o governante, por levar os politécnicos “a criar cursos direcionados para os interesses do mercado de trabalho e de acordo com a economia da região”, afirmou durante uma sessão de esclarecimento sobre os TeSP, realizada no IPB na passada quinta-feira.
Os TePS têm duração de dois anos - com uma forte componente técnica dirigida para o posto de trabalho - e meio ano de estágio integrado. Sendo possível, após a sua conclusão, prosseguir estudos para a licenciatura. “Não tenho dúvidas que as primeiras gerações de alunos têm emprego garantido “, sublinhou José Ferreira Gomes.
Convencido do sucesso deste modelo, o secretário de Estado disse que “é uma nova forma de estar no ensino superior, onde há a preocupação de entrada rápida no mercado de trabalho” indo de encontro aos anseios dos jovens e das famílias.
A criação destes cursos não implica o encerramento de licenciaturas nos institutos politécnicos que os irão desenvolver, mas acaba com os Cursos de Especialização Tecnológica. No IPB eram 36, com a duração de um ano. “Os TeSP são muito dirigidos aos estudantes do ensino profissional, no secundário, porque estes alunos têm mais dificuldade em entrar diretamente numa licenciatura. Estamos a oferecer-lhe a possibilidade de tirar um curso vocacionado para entrar no mercado de trabalho. Os estudos referem que 40% destes jovens gostavam de prosseguir estudos, como têm mais dificuldade entrar nas licenciaturas, agora estamos a oferecer estes novos cursos”, afirmou José Ferreira Gomes.
Por estar em causa uma modalidade nova de ensino superior têm surgido algumas questões por todo o país, que o governante tem vindo a esclarecer. “Surgiram dúvidas e incompreensões”, daí que seja necessário esclarecer o que vai mudar.
Os TePS foram criados a título experimental este ano lectivo, com 94 cursos em vários politécnicos, com capacidade para 2700 alunos, mas nem todos funcionaram. “Porque foram aprovados tarde”, esclareceu.
Para o próximo ano lectivo foram submetidos a aprovação cerca de 500 cursos a nível nacional, que podem permitir a entrada de 15 mil alunos.
No IPB serão privilegiadas as TIC e as Ciências Agrárias, ainda que os novos cursos “cubram todas as áreas da instituição”, garantiu Sobrinho Teixeira, presidente do politécnico brigantino. O IPB vai ministrar os TeSP em Bragança, Mirandela, Mogadouro, Valpaços, Régua, Amarante, Santo Tirso, Guimarães e Chaves.

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IPB vai publicar Anuário das IPSS


 O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) firmou um protocolo com a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas com vista à publicação de um Anuário sobre o terceiro sector, relacionado com a situação económica e financeira das instituições particulares de solidariedade social (IPSS). “Tratam-se de instituições que têm dotações orçamentais, é preciso ter noção de como é que as coisas estão a correr, para ter um conhecimento global sobre as IPSS”, explicou Domingues Azevedo, bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), durante uma visita ao IPB na passada quinta-feira.
Cabe ao IPB desenvolver o trabalho científico desta espécie de anuário que, Domingues Azevedo, classificou de trabalha “inédito”, pois permite verificar “como são geridas as IPSS, quanto gastam ao Estado, como gastam e que efeitos tem o seu trabalho na vida dos cidadãos a atividade que desenvolvem”.
A proposta de avançar com este trabalho partiu do instituto, cujo presidente, Sobrinho Teixeira, explicou que “será um anuário semelhante ao que se faz para os municípios, e que achamos que seria importante para as IPSS para que haja uma evolução positiva na gestão das contas deste sector”. O IPB dispõe de um centro de investigação em cooperação com outros institutos da região Norte. “Será através deste centro que se vai fazer o estudo, que terá uma periodicidade anual. Penso que temos essa capacidade instalada, que foi avalisada pela da OTOC. O objetivo passa por ajudar a tornar mais transparente e eficiente a gestão dos dinheiros públicos no terceiro sector”, sublinhou Sobrinho Teixeira. O primeiro anuário será lançado em 2016.

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