16 setembro, 2009

IPB também contesta PROT

PROT considerado ineficiente para Trás-os-Montes
O Instituto Politécnico de Bragança diz que não à actual proposta da Comissão Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), no âmbito do novo Plano Regional de Ordenamento do Território.
“Ineficiente”, é o adjectivo dado pelos responsáveis do IPB ao documento.
A fase de discussão pública do modelo já terminou no dia 7 de Setembro, mas ainda foi a tempo de receber o contributo da instituição de ensino superior, que também se manifestou.

Um dos responsáveis, o presidente da Escola Superior Agrária, Orlando Rodrigues, diz que a proposta da CCDR é prejudicial para toda a região transmontana, e que tem alguns aspectos gritantes porque "contradiz a política nacional de ordenamento do território que tem uma posição hierárquica superior ao PROT".
O docente do instituto politécnico de Bragança também está preocupado com o futuro da instituição, já que o modelo considera que "Bragança não tem conteúdo funcional", a nível de ciência e tecnologia.
Orlando Rodrigues está optimista que os responsáveis da CCDR vão ter em conta as propostas das entidades transmontanas, e refere que "é expectável que haja uma nova reflexão e que alguns aspectos do PROT sejam corrigidos".
A fase de discussão pública do PROT terminou a 7 de Setembro. Todas as opiniões e outras propostas estão agora a ser analisadas.

Publicado em 'RBA'.

823 vagas disponíveis no Instituto Politécnico

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) poderá registar este ano lectivo o maior número de entradas de sempre, estimando-se que nas três fases de ingresso no ensino superior se ultrapassem os 2500 alunos matriculados no primeiro ano. Há três anos consecutivos que o IPB tem conseguido atrair mais estudantes.
Há três anos consecutivos que o IPB tem conseguido atrair mais estudantes. No ano anterior os candidatos colocados ficaram ligeiramente abaixo dos 2500, um número que deverá ser ultrapassado no ano lectivo de 2009-2010, isto segundo as previsões de Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, calculadas com base nas entradas dos anos anteriores.

O presidente considera estarem reunidas as condições para que na segunda e terceira fase sejam colocados muitos mais estudantes, “a que acrescem os oriundos dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET) e dos Maiores de 23 anos”, frisou. A procura de CET tem aumentado exponencialmente, este ano lectivo há cursos com uma média de cinco candidatos para uma vaga.

Na primeira fase de ingresso no ensino superior foram colocados cerca de mil novos alunos, mas Sobrinho Teixeira considera que este número vai aumentar na terceira fase. Isto porque o Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos conseguiu negociar com Direcção Geral do Ensino Superior uma alteração à forma de candidatura na terceira fase que passa a poder ser feita on-line mediante o acesso ao portal das universidades e politécnicos. Até aqui como eram candidaturas locais os estudantes viam-se obrigados a percorrer as instituições em vários pontos do país para se candidatarem. “Esta mudança veio beneficiar as instituições do interior, porque o Politécnico de Bragança é distante das regiões de origem dos nossos alunos, que são do litoral, era desmotivador para os alunos virem cá concorrer, ao poder ser feita on-line torna tudo mais simples”, explicou o presidente.

A direcção estima que a instituição chegue perto da barreira dos sete mil alunos.

Alguns cursos esgotaram as vagas na primeira fase, como os da área de Saúde e a nova licenciatura de Design de Jogos Digitais, que esgotou as 40 vagas disponíveis. Nos antípodas estão cursos como os de Engenharia Agronómica, Florestal ou Zootécnica, todos com apenas dois candidatos. Outros cursos têm uma média de entrada inferior a 10 valores, nomeadamente Marketing, 9,5 e Turismo 9,5.

Publicado em 'O Informativo'.

15 setembro, 2009

IPB em vias de registar maior número de entradas

O Instituto Politécnico de Bragança deve bater este ano o recorde de alunos inscritos.
Esta é, pelo menos, a previsão do presidente da instituição, depois de serem conhecidos os resultados da primeira fase de colocações de estudantes no ensino superior.

Sobrinho Teixeira estima que este ano entrem no IPB mais de 2500 novos alunos, ao longo das três fases.
“Há três anos consecutivos que vínhamos a aumentar o número de candidatos colocados” refere, acrescentando que “este ano teremos um número ligeiramente acima do ano passado que foi de perto de 2500”.
Sobrinho Teixeira prevê “um acréscimo de alunos na terceira fase porque o conselho coordenador dos politécnicos convenceu a direcção-geral do ensino superior a fazer a candidatura on-line na instituição e isso torna Bragança mais apetecível”.

Apesar de considerar que ainda é cedo para tirar conclusões, Sobrinho Teixeira estima que, no total, sejam ultrapassados os 6700 alunos que frequentaram o Politécnico de Bragança em 2008/09.
“Penso que este ano iremos ultrapassar esse número, mas isso só poderá ser comunicado no final de Dezembro porque é nessa altura que se finalizam as entradas” afirma.

Os novos cursos implementados este ano tiveram grande procura, nomeadamente o de Design de Jogos Digitais, que viu ocupadas 33 das 40 vagas disponíveis logo na primeira fase.
Inglês e Espanhol ficou-se com uma ocupação de cerca de 35 por cento, com a área da saúde a ser a mais procurada.
Enfermagem e Farmácia, por exemplo, ficaram com as vagas completamente preenchidas.

Em sentido contrário estão cursos como os de Engenharia Agronómica, Florestal ou Zootécnica, que não tiveram mais do que dois candidatos.
Ainda assim, Sobrinho Teixeira mostrou-se satisfeito com a procura dos novos cursos.

Este fenómeno surpreende mesmo o presidente do IPB.
Sobrinho Teixeira revela que a instituição não tem conseguido responder às solicitações nesta área por falta de candidatos. “Nós temos solicitações de diplomados em áreas agrárias às quais não podemos responder por falta de diplomados” salienta.

Este ano, 86 por cento dos 52539 candidatos ao ensino superior público foram colocados nesta primeira fase do concurso de acesso, mais dois por cento relativamente a 2008, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

11 setembro, 2009

IPB elege presidente a 5 de Novembro

Está a decorrer o prazo para apresentação de candidaturas
5 de Novembro é a data que marca eleições para a presidência do Instituto Politécnico de Bragança.
Sobrinho Teixeira é até agora o único provável candidato.
O actual presidente já manifestou interesse em recandidatar-se.

O prazo para apresentação das candidaturas começou esta quinta-feira, e prolonga-se até dia 30 de Setembro.
O presidente do Conselho Geral do IPB, Dionísio Gonçalves, diz que "é lógico que até essa data, apareçam mais candidaturas", além da do actual presidente.
O regulamento da eleição está disponível no site do instituto.
O presidente do Conselho Geral destaca que são eleições que "sempre decorreram com normalidade".
Depois de uma audição pública no início de Novembro, em que os candidatos apresentam os respectivos programas, o Conselho Geral reúne para escolher o presidente. A data das eleições está marcada para 5 de Novembro.

Publicado em 'RBA'.

14 agosto, 2009

IPB toma medidas para o início do ano lectivo

Gripe preocupa responsável pela Escola Superior de Educação
A directora da Escola Superior de Educação de Bragança está preocupada com os efeitos que a Gripe A possa vir a ter em Setembro, aquando da época de matrículas.

Conceição Martins, directora da escola refere que o Instituto Politécnico está a elaborar um plano de contingência em conjunto com a Delegação de Saúde.
Apesar de todas as medidas que estão a ser tomadas, a responsável manifesta-se preocupada com a possibilidade de um possível contágio a elementos da escola, uma vez que os serviços centrais estão situados nas instalações desta escola e portanto a afluência é maior do que nas outras escolas do Instituto.
Para prevenir a doença, está a ser distribuído material de divulgação na escola.
A equipa de limpeza está também a ser reforçada, passando a haver a partir de Setembro, um funcionário responsável que fará diariamente a limpeza dos balcões e das maçanetas das portas.
A responsável da escola aguarda futuras orientações da Delegação de Saúde.
Segundo Conceição Martins estas orientações "dependem da avaliação que está a ser feita em relação às necessidades que a instituição tem".

Publicado em 'RBA'.

12 agosto, 2009

CET´s fazem sucesso em Mogadouro

Dois novos Cursos de Especialização Tecnológica vão arrancar no próximo ano lectivo

A implementação dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET) em Mogadouro, no ano lectivo 2008/2009, foi uma aposta ganha.
Tanto assim é, que já estão abertas as inscrições para os dois novos CET´s em Secretariado e Assessoria Administrativa e Desenvolvimento de Produtos Multimédia.
“O balanço do ano passado é altamente positivo, já que o curso de Treino Desportivo de Jovens Atletas e o curso de Desenvolvimento de Produtos Multimédia terminaram com uma percentagem de sucesso de 100 por cento”, explicou o vice-presidente da Câmara Municipal de Mogadouro (CMM), João Henriques.

As acções destinam-se a alunos que ainda não tenham terminado o 12º ano ou que tenham feito alguma disciplina do 11º ano de escolaridade, ou a maiores de 23 anos, independentemente das habilitações literárias.
Os CET´s dão equivalência ao 12º ano, ensino de nível IV, e resultam duma parceria entre a CMM e o Instituto Politécnico de Bragança.
Segundo João Henriques, os dois novos cursos já começam a registar alguma procura, tanto da parte dos habitantes do concelho de Mogadouro, como de diversos concelhos do País, em especial da região. “Esta parceria entre o IPB e o município tem a particularidade de criar ensino superior no concelho de Mogadouro”, salienta João Henriques.

Publicado no 'Jornal Nordeste'.

28 julho, 2009

IPB recebe jovens de todo o país

Mais de cem jovens estudantes do Ensino Secundário, provenientes de todo o país, participam no programa de estágio “Verão Ciência”, que decorre durante esta semana, no Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Os estágios de verão destinados a alunos pré-universitários não são uma novidade neste Instituto, contudo, este ano, o número de participantes aumentou significativamente, bem como a diversidade de locais de proveniência. Segundo Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, em anos anteriores havia já alunos de outras regiões, mas este ano a abrangência é muito maior, com participantes que vieram do Algarve, Ilha da Madeira, Lisboa, Setúbal, Beja e muitas outras regiões de Portugal. “Fizemos uma divulgação a nível nacional, através de uma divulgação directa e no site oficial da Fundação para Ciência e Tecnologia. Estamos contentes por ter aqui um número tão grande de alunos e ainda por cima de todas as regiões do país”, disse. O objectivo destes estágios é dar a conhecer o Politécnico e a cidade, de modo a que este Instituto possa ser uma das opções dos futuros estudantes do Ensino Superior. Outro dos objectivos é contribuir para a divulgação do gosto pela ciência. “Os portugueses têm que vencer esse sindroma da rejeição relativamente à ciência e à matemática. O país precisa, cada vez mais, de técnicos e pessoas qualificadas nessas áreas”, sublinhou o presidente do IPB.
Uma oportunidade de conhecer outras realidades

Ana Catarina da Silva veio da Madeira para participar nos estágios científicos no Instituto e mostrou-se surpreendida, precisamente, com o facto de o programa ser completado com actividades sociais. “Fiquei muito surpreendida com o facto de termos actividades sociais e culturais, o que é um ponto extra”, referiu. Ana Catarina inscreveu-se no estágio porque esta é também uma oportunidade de conhecer outras realidades. “Com a transição para o Ensino Superior nós, supostamente, vamos conhecer um mundo novo. Achei que era uma boa oportunidade de conhecer realidades diferentes e um meio onde posso vir a ficar”. Pedro Fernandes veio do Algarve porque está a pensar tirar um curso na área da robótica e este Instituto permitiu-lhe aprender mais sobre esse possível curso e conhecer uma Instituição que poderá escolher para estudar no futuro. Segundo Sobrinho Teixeira, o número de alunos do IPB, provenientes de outras regiões do país, tem vindo a aumentar e, actualmente, dois terços dos alunos são de fora da região. Alguns desses alunos tiveram contacto com a instituição e a cidade através destes estágios de Verão. “Ainda não há hoje uma divulgação do que é o país e da qualidade de vida que há no interior e no Nordeste. Por mais que se tente divulgar isto nem sempre se é bem sucedido. É preciso trazê-los aqui”, explicou. O facto de o IPB, durante uma semana, receber este número significativo de estudantes, em tempo de férias, obrigou a um esforço “redobrado”, quer dos docentes, quer dos funcionários. “Todos estão a trabalhar para que cada vez mais o Instituto cresça”, referiu o responsável. Segundo Anabela Martins, coordenadora do Gabinete de Imagem e Apoio ao Estudante do IPB, os estágios científicos dividiram-se em diversas áreas. Na Escola Agrária os participantes estão desenvolver actividades no domínio da extracção de ADN, Biologia molecular, Engenharia genética, entre outros. Na Escola Superior de Tecnologia e Gestão realizam-se estágios no âmbito da Engenharia Química, Engenharia Civil e Electrotécnica, Robótica, no domínio dos jogos e Matemática. Na Escola Superior de Saúde os estágios incidem no âmbito dos cuidados primários de saúde, dietética, entre outros. Além de participarem nos programas de estágio, os participantes podem ainda usufruir de um programa cultural e social que inclui uma visita a alguns dos museus e locais de interesse de Bragança e um cruzeiro no Douro Internacional, a partir de Miranda do Douro.

Publicado em 'Mensageiro Notícias'.

27 julho, 2009

Universidades estrangeiras estudam Montesinho

Programa Intensivo do IPB levou alunos e professores de outros países a desenhar estratégias de turismo para a área protegida
Uma paisagem absolutamente surpreendente, rica em variada fauna e flora, onde o homem persiste em viver nas suas típicas casas, agarrado a antigas tradições, preservando os valores naturais e culturais e presenteando o visitante com uma gastronomia única – o retrato é do Parque Natural de Montesinho e foi feito por Simon Bell, arquitecto paisagístico da Universidade de Edimburgo após duas semanas de trabalho naquela zona. Alunos e professores do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), das Universidades da Lapónia, de Edimburgo, de Varsóvia e da Estónia, visitaram aquela área protegida no âmbito do primeiro Programa Intensivo em Turismo e Recreio da Natureza. O principal objectivo do curso foi criar equipas multi-disciplinares, com alunos e professores de diferentes países, que pudessem olhar para o Parque Natural de Montesinho e conceber estratégias para o turismo e para a criação de zonas de utilização recreativa. No entanto, uma das principais constatações foi a do “grande divórcio entre as populações e o parque natural”, conforme apontou José Castro, responsável pelo curso. “Uma das coisas fundamentais é a equidade entre parceiros e, neste caso, há um parceiro muito fraco, que são as populações locais”, contou. Uma opinião partilhada também por Lisa Durvaine, da Universidade da Lapónia. A docente comparou a realidade da Finlândia com a de Portugal, afirmando que eram comuns os problemas de desertificação humana nas áreas rurais e, por isso, necessário o trabalho em rede entre todos os parceiros responsáveis e a população local para o desenvolvimento do turismo. “Temos o mesmo tipo de problemas no desenvolvimento de áreas rurais remotas e o turismo é uma ferramenta que pode ajudar porque fixa as pessoas, mantém as tradições e traduz-se em benefícios para os locais. Na Finlândia temos feito esforços para conseguir que as diferentes entidades responsáveis trabalhem e esse é, talvez, o principal entrave ao desenvolvimento nesta zona”, considerou. Na Finlândia, segundo contou, foram cerca de 20 anos de trabalho que resultam agora num “grande desenvolvimento” turístico. A oportunidade poderia ser também “agarrada” no Nordeste Transmontano através da conjugação da cultura com a natureza. “As tradições locais aqui ainda têm muita força e são o mais importante porque são típicas e únicas. O turismo pode ajudar a manter essas tradições vivas”, considerou. Alunos e professores elaboraram um conjunto de propostas para a instalação de infra-estruturas dedicadas a apoiar o turismo. A criação de rotas pelas capelas locais ou entre as diferentes aldeias, com estadia nas casas tradicionais, foram exemplos disso mesmo. As diferentes estratégias e mapas de áreas recreativas foram apresentados publicamente e espera-se que possam servir para “rejuvenescer a visão do turismo”.

Publicado em 'Mensageiro Notícias'.

20 julho, 2009

Desenho de videojogos chega este ano ao superior

Pela primeira vez, duas instituições do ensino superior público, os politécnicos de Bragança e de Barcelos, lançam licenciaturas na área dos videojogos. O DN foi saber o que é preciso para treinar criativos na área que é negócio de milhões
As candidaturas só começam hoje a entrar. Mas o professor Rui Pedro, da Escola Superior de Mirandela, do Politécnico de Bragança, já não tem muitas dúvidas de que as cerca de 40 vagas criadas na 1.ª fase de acesso, para o novo curso Design de Jogos Digitais, serão integralmente preenchidas.

"Confesso que não tinha certezas sobre a receptividade que iríamos ter", admite o director desta escola transmontana. "Mas a avaliar pelos contactos que temos recebido, vai correr tudo bem". Nos últimos tempos, conta, chegaram chamadas desde "Barcelona ao Alentejo". Há estudantes do extremo oposto do País "à procura de casa" em Mirandela. E um aluno que acaba de terminar o mestrado noutro curso do Politécnico já avisou que se vai inscrever.

O motivo para tanto entusiasmo é compreensível: durante muito tempo, Portugal não teve qualquer formação de nível superior orientada especificamente para os videojogos. Mesmo perante o interesse de muitos estudantes - e algumas empresas mais ousadas.

Este ano, no entanto, o sector parece ter definitivamente acordado. Além do curso de Mirandela, o Politécnico do Cávado e do Ave (Barcelos) lançou a Engenharia de Jogos Digitais, com 35 vagas. E consta que o Instituto Superior Técnico e algumas escolas profissionais estão também a preparar ofertas de menor duração.

Parte da explicação para a demora vem dos custos e da logística envolvidos. A escola superior de Mirandela, onde a ideia, lançada por uma professora, começou a amadurecer "há cerca de 10 meses", tem a vantagem de já oferecer formações nas áreas da comunicação e dos multimedia. Mesmo assim, segundo o professor Rui Pedro, só a felicidade de encontrar parceiros experientes dispostos a ajudar a lançar o projecto permitiu reunir as condições - nomeadamente ao nível dos docentes qualificados - para convencer o Ministério do Ensino Superior a aprovar o curso.

"Nesses 10 meses, estivemos em vários países: na Finlândia, em Espanha, no Brasil", conta. "Em Espanha visitámos os Estúdios da Disney. Disseram-nos que não tinham esta vertente dos videojogos, mas como gostaram do nosso projecto acabámos por fazer uma parceria para oferecer estágios curriculares e não curriculares aos alunos deste curso".

Ao nível dos equipamentos, foi feito um investimento em 16 servidores que aceleram o processamento de imagens. Falta "um dispositivo de 'motion capture', que será usado a partir do 2.º ano, que tentaremos entretanto adquirir".

Por se tratar de um primeiro ano, não é possível antecipar quais serão as medias de entrada. No entanto, atendendo à procura, não será certamente uma brincadeira pertencer á primeira fornada de designers de videojogos formados em Portugal.

Publicado em 'DN'.