11 novembro, 2014

IPB lidera no ranking da investigação

Politécnico conseguiu ficar em primeiro lugar em três indicadores a nível nacional dos sete analisados
 
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) liderou este ano mais um indicador a nível nacional no ranking da investigação ibero-americano, que é divulgado pela Scimago.
O Politécnico ficou em primeiro lugar em três indicadores do total de sete analisados no total. Um deles é o factor impacto, que mede o número de vezes que os artigos são citados por outros investigadores, em que os artigos do IPB são citados 40 por cento mais vezes do que a média das instituições de todo o mundo, outro é a excelência, que analisa o número de vezes que os artigos são citados em revistas conceituadas de cada área, em que 20 por cento das publicações do IPB se incluem nas 10 revistas mais citadas em cada área, e o terceiro é a excelência com liderança, que avalia quem lidera o trabalho desenvolvido nas publicações que estão nessas mesmas revistas.
“Deixa-nos muito satisfeitos, porque apesar de o IPB ser uma instituição de média dimensão a nível nacional consegue ficar na qualidade de investigação e na produtividade por investigador em primeiro lugar e logo em três dos sete indicadores”, salienta o presidente do IPB.
Sobrinho Teixeira acrescenta que a investigação que é feita no IPB é transversal e aplicada à região onde se insere ou direccionada para o desenvolvimento regional. “No sector agrário toda a evolução que o IPB tem feito na região, seja no combate à mosca da azeitona, na luta contra o cancro do castanheiro que conseguimos de facto encontrar a cura, estamos agora num novo combate para a vespa das galhas do castanheiro que também iremos tentar encontrar uma solução”, enumera o presidente do IPB.
Actualmente, o IPB tem cerca de 300 investigadores.

Publicado em 'Jornal Nordeste'.

06 novembro, 2014

Jovens investem no agroalimentar e criam o próprio emprego


O agroalimentar está a revelar-se um setor de atracão para jovens que se lançam no mundo dos negócios, aproveitando recursos locais, como as ervas aromáticas, sabonetes artesanais, uma destilaria, produção assistida e clonagem de plantas ou produção de azeite.
Estes são apenas alguns dos bons exemplos que já estão no terreno e a trabalhar. Trata-se de um setor que está a despertar o interesse dos jovens “o que se vê pela quantidade de iniciativas que estamos a acompanhar”, referiu José Adriano, responsável pelo Gabinete de Empreendedorismo do Instituto Politécnico de Bragança.
O Gabinete do Empreendedorismo, criado há 5 anos, está a acompanhar 34 projetos, dos quais cerca de uma dezena são de agroalimentar, mas dispõe de outros ainda em carteira nas área do mel, azeite e hortaliças, todos à espera de fundos do próximo Quadro Comunitário de Apoio.
As já criadas implicaram mais de 1,9 milhões de euros e permitiram a ocupação de 79 pessoas, a maioria jovens licenciados que criaram o próprio emprego.
Entre as novas empresas contam-se a Terra Ger, foi financiada por uma ILE na área da gestão agrícola. Os licores Alma Penada, a Touchflours, produção agrícola e transformação de plantas aromáticas, associada à Pragmática Aromas, que tarta da comercialização; ou a Ruralnet comercialização de produtos agroalimentares, bem como a Olivadouro - produção agrícola de azeite.
“Muitas delas são de alunos do IPB. Por exemplo para a Deifil, conseguiu-se um PRODER no valor de cerca 150 mil euros”, explicou José Adriano.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

05 novembro, 2014

IPB vê aprovado projecto inovador na área das plantas aromáticas


O Instituto Politécnico de Bragança recebeu luz verde para avançar com um projecto inovador, que apresentou ao programa Eureka, na área das plantas aromáticas.
O anúncio foi feito pelo presidente do Euroagri - Plataforma de apoio a projectos internacionais no sector Agro-Alimentar, durante um mini-worshop sobre este tema, organizado pelo IPB e que decorreu no Nerba, inserido no programa da Norcaça, Norpesca e Norcastanha. O projecto integrou assim a “green list” da rede Eureka e será aprovado esta semana em Zurique, na Suiça.
O presidente do Euroagri, João Silva, considera que esta distinção constitui uma “muito boa base internacional para mostrar a capacidade de liderança e gestão e sobretudo competências em ID, numa determinada área tecnológica”.
Isabel Ferreira, professora coordenadora do IPB, que integra a equipa do projecto, explica em que consiste esta ideia inovadora. “Tem a ver com técnicas alternativas e inovadoras de conservação e desinfestação de especiarias e plantas aromáticas que vão passar pela radiação ou o vapor, entre outras, com vista a garantir a conservação e a circulação das plantas aromáticas com qualidade e segurança alimentar”, revela a docente.
No mini - workshop foi ainda apresentado o Euroagri, que este ano está a ser presidido por Portugal e que se insere no âmbito do Eureka. O vice-presidente do IPB, Orlando Rodrigues, acredita que esta é altura ideal para apresentar projectos inovadores, candidatando-os a apoios comunitários.O projecto inovador do IPB na área das plantas aromáticas conta já com o apoio de universidades e empresas de Espanha, Alemanha, Sérvia e Roménia.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Rececão Ao Caloiro 2014

Primeira noite ficou marcada pela Missa da Bênção dos Caloiros, o Desfile de Tochas e a atuação das Tunas


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

Cancro do castanheiro já tem cura


Depois de três anos de trabalho em laboratório, surge o primeiro produto em Portugal para combater o cancro do castanheiro. O projecto foi desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em parceria com outras entidades, para resolver um dos problemas que afecta a produção de castanha na região.
Eugénia Gouveia, investigadora do IPB, adianta que o produto é biológico, já foi testado e é 100 por cento eficaz. “Este ano um passo importante foi dado. Temos o produto que pode ser aplicado, já foi experimentado no campo e funciona muito bem”, assegura Eugénia Gouveia, investigadora do IPB. O próximo passo é fazer chegar este produto aos produtores. Eugénia Gouveia diz que é preciso uma conjugação de vontades para que o produto seja homologado e colocado no mercado. “Estamos a trabalhar com todos os intervenientes, desde os produtores, às associações, Ministério da Agricultura, instituições de investigação. Precisamos de facto de uma colaboração mais estreita, porque este produto tem que ser autorizado para poder ser utilizado no ambiente”, defende a investigadora do IPB.
Outra praga que está a preocupar produtores e investigadores é a vespa do castanheiro, que já está instalada em soutos na zona do Minho. O início da luta biológica nesta zona está prevista para o próximo ano.
Albino Bento, professor e investigador do IPB, não tem dúvidas que dentro de três anos esta praga vai chegar à região transmontana e por isso lembra que ao se iniciar a luta biológica no Minho se está a proteger a zona que mais castanha produz. “ Como a praga tem uma dispersão natural e vai progredindo anualmente e vai atingindo novos castanheiros. Também o parasitóide tem uma dispersão natural, que vai acompanhando, embora a um ritmo um pouco mais lento a praga, e, portanto, quando estamos a fazer luta biológica no Minho estamos a cuidar da maior zona de produção de castanha que é Trás-os-Montes”, explica Albino Bento.
As doenças do castanheiro estiveram em debate no VII Fórum Internacional de Países Produtores de Castanha, em Bragança.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

04 novembro, 2014

Três jovens alemãs levam o espírito Taizé a Bragança

Três jovens alemãs da Comunidade Ecuménica de Taizé estão em missão na região de Bragança. A comunidade lançou o desafio aos voluntários de partirem em missão pelo mundo para conhecer culturas e participar em obras sociais em Bragança, estas jovens vão apoiar idosos e crianças.


Exibido em 'Porto Canal'.

Bragança vai ter Centro Interpretativo da Castanha


Bragança quer criar um Centro Interpretativo da Castanha e do Castanheiro. O projecto foi anunciado este sábado durante o Grande Capítulo de Outono da Confraria Ibérica da Castanha. O grão-mestre da Confraria adianta que se trata de uma parceria que envolve também a Câmara Municipal e o Instituto Politécnico de Bragança.
Paulo Hermenegildo diz que o objectivo é aproveitar os fundos do próximo quadro comunitário de apoio para concretizar este projecto, que vai nascer no mundo rural. Neste encontro de confrades foi ainda escolhido o chefe Hélio Loureiro para ser o embaixador da Confraria Ibérica da Castanha. Paulo Hermenegildo assegura que este chefe brigantino já está a promover a castanha além fronteiras, nomeadamente no Brasil.
A Confraria Ibérica da Castanha entronizou mais 18 confrades e conta, actualmente, com 103 membros.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

03 novembro, 2014

Cristãos, muçulmanos e budistas no mesmo espaço em Bragança

Abertura aos estudantes estrangeiros trouxe ao Nordeste Transmontano diferentes credos. Direcção da instituição criou agora um espaço de oração para todos sem excepção
 Já foi a casa senhorial de uma das quintas mais ricas da zona de Bragança, antes de ser transformada em pólo de investigação do Instituto Politécnico de Bragança (IPB). Agora, o espaço que albergou o Centro de Investigação de Montanha tornou-se um espaço intercultural e inter-religioso, onde alunos de todos os credos e religiões podem coabitar. E o pontapé de saída desta experiência inédita foi dado por três estudantes alemãs, que ao longo do último mês estiveram em Bragança a recolher experiência de vida e a aprender os desafios de viver em comunidade.
“Tem sido muito bom”, garantiram ao PÚBLICO Margarete, de 21 anos, estudante de Psicologia e oriunda de Triest, Anna, de 18, que veio de Munique e quer ser professora, e Lisa, também de 18, proveniente de Colónia e que quer estudar Teologia. As três jovens participaram numa acção promovida pela Taizé, uma comunidade ecuménica localizada em França, que acolhe jovens e adultos das várias confissões cristãs no mesmo espaço, de partilha. “É uma forma diferente de viver a fé, com respeito pelos outros”, dizem. Apesar da dificuldade com a língua, comunicar não tem sido um problema. “Entre inglês, francês ou por gestos”, explicam, com um sorriso tímido. Aproveitaram para conhecer a região e participar em alguns momentos importantes na vida da diocese de Bragança-Miranda, como a comemoração do Dia Nacional dos Bens Culturais, que decorreu em Torre de Moncorvo, no dia 18 de Outubro.
A presença das três jovens surgiu como forma de um “desafio” lançado ao padre Calado Rodrigues, capelão do Instituto. “[A comunidade de Taizé] está num ritmo de preparação do centenário do nascimento do fundador, do aparecimento do fundador da comunidade, e está a colocar em diversos pontos do globo pequenas comunidades temporárias. A ideia é terem uma experiência de vida comunitária, depois uma experiência de oração (três vezes ao dia). E depois uma experiência de solidariedade”, explica o sacerdote, que supervisionou a estadia das jovens em Bragança.
O trabalho foi um pouco dificultado pela questão da língua, mas conseguiram ultrapassar isso e comunicar com os idosos e com as crianças das IPSS. “Encontrámos muita gente que fala inglês e francês”, recordam as jovens.
Para além disso, tiveram contactos com os estudantes do IPB, das escolas, para divulgar a comunidade, o seu objectivo e espírito, “que é sobretudo marcado pelo espírito ecuménico, com um bom relacionamento entre as diferentes igrejas cristãs”, sublinha o sacerdote. O grande objectivo foi “motivar as pessoas a participar, de 9 a 16 de Agosto, nessas comemorações”. ”Estamos a organizar um grupo daqui para participar. Estarão milhares de jovens de todo o mundo”, acredita. Esta experiência serviu de ponto de partida para um outro projecto do IPB, que passa pela criação de um espaço intercultural e inter-religioso, situado à entrada da Escola Superior Agrária, em Bragança. “Primeiro pensámos em criar um espaço para oração ecuménica. Mas chegou-se à conclusão que o IPB tem-se internacionalizado muito, e há estudantes vindos de diversas latitudes religiosas e culturais, pelo que se sentiu a necessidade de criar um espaço de reflexão intercultural e inter-religiosa”, explica o capelão do Politécnico de Bragança. A necessidade foi identificada, inicialmente, pela direcção do Instituto. “A proveniência dos alunos tem aumentado, assim como o número de religiões. Este ano tivemos candidaturas dos Países Africanos de Língua Portuguesa, mas de muitos outros países africanos, da América, da Europa e do Oriente, de países como o Bangladesh, a Índia ou o Irão”, explicou Sobrinho Teixeira, o presidente do IPB, ao PÚBLICO, revelando que o objectivo “é ter uma atitude preventiva e afirmativa desta situação, de maneira a que se possa fazer disto uma cultura de tolerância pela diferença”.
Funciona como “um mesmo espaço para onde vão ser convidados os alunos do IPB, de diferentes regiões, de diferentes religiões, para cada um ter a sua afirmação”. “Pretende-se o acentuar da diferença mas com harmonia e tolerância. Para que cada um possa ter um espaço para orar mas afirmar aquilo em que acredita”, sublinha. Será um espaço em branco, ou seja, de decoração neutra, em que cada grupo pode colocar a decoração consoante as suas crenças (imagens, por exemplo), e que retira e guarda após a oração.
A ideia é peregrina e nem mesmo as três jovens alemãs esperavam algo semelhante. “Nunca tínhamos visto nada semelhante. É uma ideia muito boa porque se o fizermos todos os dias torna-se um hábito. E é uma forma de reflexão e introspecção”, dizem. “[As pessoas] não precisam de rezar juntas mas têm de se respeitar e podem conhecer-se melhor”, diz mesmo Margarita, a mais velha das três, estudante de Psicologia.
O espaço foi visitado pelo bispo da diocese de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro, o mais jovem bispo do país e um dos mais jovens de toda a Europa. Participou num dos três momentos diários de oração, que inclui a leitura de algumas passagens da Bíblia, cânticos e meditação. “Creio que é um bom começo e uma boa continuidade do serviço que a capelania do Politécnico pode prestar. Tem essa missão de congregar todas as culturas e todas as línguas na mesma linguagem da verdade, da vida, do amor, da tolerância, do respeito dos valores universais, que são valores cristãos e valores humanos. Para nós, são valores novos, concretizados aqui”, frisa o prelado. “Temos a experiência de ser um povo missionário e de emigrantes mas temos agora a experiência de ser um povo de missão e que acolhe multiculturas. Bragança está a ser uma cidade multicultural. E o aspecto religioso e cultural é fundamental para o acolhimento na diversidade das línguas e das culturas”, fez questão de sublinhar D. José Cordeiro. O bispo transmontano, que já foi ele próprio capelão do IPB há mais de 20 anos, acredita que não haverá choque cultural. “Espero, sinceramente, que não”, diz, até porque, “a criação de um espaço religioso integrado no campus é a expressão de uma cultura preventiva, para que, ao chegarem, [os estudantes] se sintam acolhidos e incluídos, com perspectivas diferentes mas apostados num mundo novo e global”.
Por outro lado, surge na sequência das acções do Papa Francisco de promoção do diálogo para a Paz na Terra Santa. “No nosso caso, é uma Igreja em saída. Temos de estar preparados para isso e ainda não estávamos. Em Bragança, experimentamos a multiculturalidade e a universalidade da fé. Isto é muito positivo e tem de ser cultivado, porque é uma experiência completamente nova”, conclui.
Este ano, o IPB teve um crescimento de 25 por cento no número de alunos novos. Praticamente metade são estudantes estrangeiros.

Publicado em 'Público'.

Politécnico de Bragança cria espaço inter-religioso

O espaço, despido de símbolos, está aberto a todos os credos.
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) criou um espaço para que alunos de diferentes religiões possam fazer as suas orações.
É um espaço inter-religioso e inter-cultural, situado à entrada da Escola Superior Agrária, e surge no âmbito da aposta daquele estabelecimento de ensino superior na internacionalização dos seus alunos, que no último ano eram já cerca de 900, entre os sete mil estudantes, e “com tendência a aumentar”.
Este ano, o IPB teve candidaturas dos PALOP e de muitos outros países africanos, bem como da América Latina, Europa e do Oriente, como Bangladesh, Paquistão, Nepal, Índia ou Irão.
Para Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, Bragança “tem dado sempre um exemplo de uma grande capacidade de acomodação da diversidade, de pessoas de diferentes pensamentos, raças ou religiões”.
“A nossa perspectiva é ter uma atitude preventiva e afirmativa, de maneira a que possamos fazer uma cultura de tolerância pela diferença”, afirma.
O espaço, despido de símbolos religiosos, está aberto a todas as crenças religiosas e “corresponde a uma necessidade que se sentia de um espaço de oração para todas as religiões, uma vez que o instituto tem muitos alunos de diferentes latitudes geográficas, culturais e religiosas”, acrescenta o padre Calado Rodrigues, responsável pela capelania do IPB.
O sacerdote explica que a ideia principal é aproximar os jovens das diferentes religiões e criar “um ambiente de tolerância, de bom relacionamento”, para superar as questões “de fanatismos, de intolerâncias, de falta de compreensão”.

Taizé em Bragança
O espaço inter-religioso abriu com a presença de três jovens alemãs, enviadas pela Comunidade de Taizé, no âmbito do encontro internacional que terá lugar de 9 a 16 de Agosto de 2015, na sede da comunidade Taizé, em França, em que se celebrarão os 100 anos do nascimento do fundador, Irmão Roger, e os 70 anos de existência desta experiência ecuménica.
Ao projecto de Taizé juntou-se o interesse do responsável pela capelania do IPB de que alguns jovens desta comunidade pudessem vir a este estabelecimento de ensino superior. E foi assim que estas três jovens voluntárias se “interessaram pelo projecto” e vieram até Bragança, por “quatro semanas”, explica Margarete Darscheid.
A jovem, de 21 anos, refere que o tempo em Bragança é passado com as pessoas, em oração e a realizar trabalho voluntário em instituições sociais.
Apesar da barreira da língua, Elisabeth Quarch, de 18 anos, destaca a forma “amistosa” como foram acolhidas. Reconhece que “comunicar não é muito fácil”, porque não falam português e as pessoas com quem lidam diariamente não dominam o inglês, “mas são todos amigos”, conta.
“As pessoas são simpáticas e abertas. Quando queremos, podemos falar com elas, dizer-lhes o que sentimos, como nos sentimos”, acrescenta Anna Fischhaber, de 18 anos.
“Gostamos que as pessoas se juntem a nós para rezar. Mesmo não conhecendo Taizé, estão abertas, cantam os cânticos e querem saber mais sobre Taizé. E isso é muito bom”, conclui.
Na hora de fazer o balanço da presença em Bragança, as três jovens alemãs respondem em uníssono: “foi muito bom”.

Publicado em 'RR'.

Produção de azeite terá quebras até 30 por cento devido a mosca

A mosca-da-azeitona pode vir a reduzir entre 20% e 30% a produção de azeite em Trás-os-Montes. Um verão ameno e um inverno pouco frio favoreceram a praga.
José Alberto Pereira, investigador do Instituto Politécnico de Bragança, explica porque é que os olivicultores estão este ano confrontados com um ataque tão grande de mosca-da-azeitona, que é considerada a maior praga do olival em todo o mundo. “O que aconteceu é que tivemos um mês de Julho e de Agosto extremamente suaves. Ao não termos temperaturas a partir de 33 graus, não houve a mortalidade dos óvulos, que normalmente ocorria na primeira geração. Houve condições para a mosca se desenvolver muito rapidamente. Neste momento, temos ataques de mosca por toda a região”, descreve o investigador.
A acção das larvas na azeitona cria condições para o aparecimento da gafa, um fungo que não era nada habitual na região e que também compromete a qualidade do azeite. A próxima semana deve trazer tempo mais fresco, mas os ataques não vão parar de um momento para o outro. Colher mais cedo é a solução para atenuar problema.
Este tema do ataque da mosca-da-azeitona, ente ano, nos olivais transmontanos e durienses, estará em destaque na edição de amanhã do Semanário Informativo da CIR, a partir das 10 da manhã.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.