16 outubro, 2014

Duplo diploma para cursos de engenharia do IPB


Os alunos de Engenharia Civil do Instituto Politécnico de Bragança vão poder ter um duplo diploma, podendo formar-se também em Engenharia de Minas.
O presidente do IPB revela que vão assinar brevemente um protocolo com a Universidade de Léon, em Espanha, que permitirá aos alunos frequentar esta universidade e obter uma dupla formação.“A Universidade de Léon não tem Engenharia Civil e o Instituto Politécnico não tem Engenharia de Minas. Tem-se falado muito sobre um novo ressurgimento da actividade mineira na região, parece-nos que será um grande esforço para o IPB conseguir gerar, por si só, o curso nessa área com alguma qualidade.
Com este protocolo os alunos podem obter um duplo diploma”, revela Sobrinho Teixeira. Recentemente, o IPB assinou também um protocolo com a Universidade do Paraná, no Brasil, que permite o intercâmbio de alunos de vários cursos de engenharia e a obtenção de um diploma que permite o exercício da profissão no Brasil.
Sobrinho Teixeira acredita que estes protocolos podem traduzir-se num aumento da taxa de empregabilidade para os alunos dos cursos de engenharia.“Estamos também a constituir, não só para o mercado brasileiro mas também para o mercado espanhol, nacional e da lusofonia, uma maior abrangência em termos de empregabilidade para os diplomados do IPB”, considera o presidente da instituição.
Os primeiros alunos brasileiros que vão usufruir deste protocolo vão chegar ao IPB em Março do próximo ano. Já o protocolo com a Universidade de Léon deverá entrar em vigor a partir do próximo ano lectivo.

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09 outubro, 2014

Politécnico de Bragança abre portas do Brasil aos estudantes portugueses


O Politécnico de Bragança está a preparar um protocolo com a Universidade Federal Tecnológica do Paraná, um estado com dez milhões de pessoas, que vai permitir a mobilidade de alunos portugueses e facilitar a sua entrada no mercado de trabalho da América do Sul.
“É um estado dos mais desenvolvidos, com o qual o IPB estabeleceu um protocolo, em Engenharia Alimentar, Eletrotécnica, Informática, Química, em que, através de um processo de mobilidade, aos alunos do IPB, podem fazer um processo de mobilidade para o Brasil, no mínimo de um ano, e quando retornam irão ser portadores de uma licenciatura ou mestrado europeu, mas também um diploma de graduação brasileira que lhe irá permitir fazer todos os atos de engenharia no Brasil”, explicou. Desta forma, ultrapassam-se algumas “resistências” da Ordem dos Engenheiros no Brasil.
No próximo ano deverá estar a funcionar, também, um protocolo com a Universidade de León, em Espanha, que permite aos estudantes de Engenharia Civil do Politécnico de Bragança aceder a um diploma em engenharia de minas e aos espanhóis acederem a Engenharia Civil.

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Estudantes de Engenharia do IPB têm a vida facilitada para aceder à profissão


Desde segunda-feira que os cerca de 1300 alunos de engenharias do Instituto Politécnico de Bragança têm a possibilidade de mais facilmente acederem à profissão, depois da assinatura de um protocolo entre aquela instituição de ensino e a Ordem dos Engenheiros. O protocolo foi assinado no dia de engenharia no IPB.
De acordo com o presidente do instituto, Sobrinho Teixeira, vai permitir diversas vantagens aos estudantes, desde logo, a dispensa de um exame de acesso à Ordem. “O IPB vê este protocolo com muita satisfação porque, para além daquilo que já estava assumido para poderem ser admitidos na Ordem dos Engenheiros, ficou aqui prometida uma ação de formação para que os próprios alunos possam saber como se faz esse processo. É o reconhecimento da capacidade da engenharia que é ministrada aqui no Politécnico”, frisou.
Para além disso, “o protocolo também prevê ações conjuntas na promoção e divulgação da engenharia e na intervenção que a própria Ordem pode ter na elaboração dos curriculae dos cursos do Politécnico”. “Por outro lado, a Ordem também se compromete, ao nível das feiras de emprego, incluir o IPB nessa divulgação e ajudar, também, ao incremento da empregabilidade da engenharia portuguesa, que já é muito elevada e, deste modo, contribuirmos para que haja mais qualidade e mais alunos”, explicou ainda Sobrinho Teixeira.
O distrito de Bragança tem, atualmente, 350 engenheiros inscritos na Ordem, segundo dados divulgados pelo delegado regional, António Afonso, que acredita que ainda há capacidade de absorção do mercado de trabalho destes profissionais. Isso mesmo foi sublinhado, também, pelo diretor norte da Ordem, Fernando Santos, para quem os cerca de 150 diplomados que têm saído atualmente das universidades em engenharia civil, por exemplo, serão poucos para as necessidades que o país enfrentará a curto prazo, de 400 novos engenheiros por ano. “É uma situação sazonal. É evidente que não vai haver o boom da construção mas desenganese quem pense que em Portugal está tudo feito nessa área. Ferrovias, setor marítimo portuário e manutenção das infraestruturas já construídas são áreas que vão exigir muito da engenharia portuguesa. Aquilo que estamos a passar é um reequilíbrio. Passámos do 80 para o oito mas é natural que um terço da nossa capacidade possa atingir níveis que faça com que haja procura novamente. Face à necessidade a curto prazo de engenheiros, vamos passar de exportadores de engenheiros a importadores. Resta saber se os estrangeiros estão ao nível dos portugueses atualmente”, alertou.
No último ano, licenciaram-se cerca de 300 engenheiros no IPB mas Civil tem sido um dos cursos com menor procura. Apesar de não registar entradas pelo sistema nacional de acesso, tem 18 alunos fruto do sistema de captação de estudantes do IPB. Sobrinho Teixeira acredita que, a breve prazo, haverá uma recuperação no mercado de trabalho e, nessa altura, será uma “mais valia”, manter o curso aberto. Entretanto, a menor procura do mercado de trabalho vai alastrar- se, de acordo com Fernando Santos, a áreas como a engenharia mecânica e eletrotécnica, fruto do contágio do problema da construção. Mas áreas como as biotecnologias, novas tecnologias ou engenharias alimentares estão a ter grande sucesso.

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IPB superou expectativas


Comparativamente com o concurso do ano passado, o Instituto Politécnico de Bragança registou mais 25 por cento de entradas pelo concurso nacional, o que contraria a tendência nacional.
São cerca de mais 160 alunos do que em igual período do ano passado que escolheram a instituição do Nordeste Transmontano para estudar. Só esta segunda fase registou um acréscimo de cerca de 30 por cento do número de alunos que entraram na instituição. Números que, de acordo com o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, “superaram” as expectativas

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Plano para combater a vespa da galha do castanheiro já está no terreno

O Plano Nacional de Controlo da Vespa da Galha do Castanheiro foi apresentado em Bragança
A sub-diretora da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) lançou um repto aos produtores de castanha transmontanos no sentido de estarem alerta para o surgimento das primeiras galhas contaminadas com a vespa da galha do castanheiro, uma vez que se trata de uma praga “muito nefasta que pode levar a quebras de produção de castanha a rondar os 70% nas zonas afetadas”, referiu Paula Carvalho, à margem da apresentação do Plano Nacional de Controlo da Vespa da Galha do Castanheiro, que teve lugar na Escola Superior Agrária, em Bragança, na passada sexta-feira.
A responsável deu ainda conta que “o aparecimento das primeiras infeções pode ser resolvido com podas sanitárias para conter e reduzir a população de vespas”.
O Plano Nacional de Controlo da Vespa da Galha do Castanheiro foi apresentado em Bragança, visto que a Terra Fria é o maior produtor de castanha a nível nacional, com 85% da colheita. O plano dispõe de medidas que visam “conter a propagação da vespa e reduzir as zonas que estão contaminadas”, afirmou o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-alimentar, Nuno Vieira e Brito, que participou na divulgação das ações a promover.
Esta praga, que ataca os castanheiros e pode levar a que sequem, surgiu, pela primeira vez, em Portugal, no passado mês de junho, em Barcelos. “O Ministério da Agricultura sentiu necessidade, após a primeira confirmação da praga, de implementar um plano de ação. É uma praga extremamente nefasta para o castanheiro”, deu conta Paula Carvalho. Mal foi identificado o primeiro foco de contaminação foram acionadas todas as entidades competentes “para se implementar de imediato o controlo à praga”, acrescentou a responsável.
Em julho o plano de combate foi acionado para controlar o primeiro local, onde foi detetada a vespa, mas desde 2008 que o ministério vinha fazendo prospeções em todo o território. “Foi feita uma grande campanha de prospeção nas principais regiões de produção de castanha, porque a vespa pode ter um grande impacto na produção”, referiu Paula Carvalho. O mapeamento dos locais onde a vespa está hospedada está feito. Verificou- se a disseminação apenas em vários concelhos do Minho, ainda não há presença registada em Trás-os-Montes. As condições ambientais, a dispersão de culturas e a circulação de mercadorias que se verificam no Minho são propícias ao aparecimento de problemas fitosanitários. “Neste momento não há vespas em circulação. Estamos a preparar tudo para a primavera quando tecnicamente se pode atuar para controlar a praga”, afirmou.
Será feito um controlo biológico através de largadas monitorizadas, sincronizadas e calendarizadas de um parasita que deposita os seus ovos no interior dos ovos da vespa do castanheiro, inviabilizando assim a saída de adultos. “Há um controlo natural induzido pelo homem através da introdução deste parasita”, justificou Paula Carvalho.
A vespa da galha do castanheiro deposita os seus ovos nas folhas das árvores, as únicas hospedeiras, afetando- as, o que faz com que o castanheiro fique debilitado. Estima-se que as quebras de produção possam ser muito significativas, pois causa graves danos nos castanheiros. Nas zonas atingidas em Itália e França a baixa de produção foi muito elevada.

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08 outubro, 2014

07 outubro, 2014

Alunos do IPB podem inscrever-se directamente na Ordem dos Engenheiros

Os alunos dos cursos de engenharia do Instituto Politécnico de Bragança já não precisam de fazer um exame para serem admitidos na Ordem dos Engenheiros. Ontem foi assinado um protocolo entre as duas instituições que permite aos finalistas inscreverem-se directamente na Ordem.
Além de permitir aos engenheiros iniciarem a vida profissional mais cedo, o protocolo pretende aproximar a ordem dos alunos, promovendo um conjunto de iniciativas e formação complementar na área das engenharias.
O Presidente do Conselho Directivo da Região Norte da Ordem dos Engenheiros, Fernando de Almeida Santos, acredita que esta aproximação irá servir para perceber melhor os problemas dos engenheiros do distrito de Bragança. “Os problemas específicos da engenharia em Bragança não são idênticos aos de qualquer outro local do país. Nós também temos que aprender com isso para termos um papel de melhoria naquilo que são as expectativas dos engenheiros desta região”, frisa Fernando Almeida Santos.
Este protocolo surge numa altura em que os cursos de engenharia tem cada vez menos alunos. O curso de engenharia civil é o que tem menos alunos em todo o país. Algo que preocupa Fernando de Almeida Santos. “Existem 31 licenciaturas de engenharia de civil e, este ano, apenas 65 pessoas procuraram este curso como primeira opção. È assustador”, considera o responsável.
No IPB este foi um dos cursos que não teve alunos interessados nos concursos de acesso ao ensino superior, juntando-se a mais três engenharias. No entanto, o presidente do Instituto Politécnico acredita que os alunos estrangeiros, de cursos de especialização tecnológica e dos concursos especiais podem preencher estas vagas. “Temos o número nos cursos de engenharia, adequado às capacidades existentes. Não se verifica que haja uma redução acentuada de alunos destes cursos, como acontece a nível nacional”, sublinha Sobrinho Teixeira. Declarações à margem da comemoração do Dia da Ordem dos Engenheiros que decorreu ontem no Instituto Politécnico de Bragança.

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Campanha solidária

A GlassDrive em Parceria com a ESTIG estão a angariar alimentos, brinquedos e roupa para entregar a uma instituição de solidariedade


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06 outubro, 2014

Vespa de Castanheiro

Apresentação do plano de ação contra apraga que afeta países como Itália, França, Espanha e agora também Portugal


Exibido em 'LocalvisãoTV'.

03 outubro, 2014