Aumento de propinas do Instituto Politécnico de Bragança.
No próximo ano lectivo os alunos vão pagar mais cerca de 150 euros.
Manter a propina mais baixa do país, continua, apesar de tudo, a ser o compromisso do presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira.
A propina do IPB ronda actualmente os 550 euros anuais e vai aumentar para cerca de 700.
Sobrinho Teixeira refere que o facto do IPB ser o único instituto politécnico que até agora praticava a propina mínima, prejudicava a instituição a nível de negociações, mas defende que mesmo com o aumento, a propina praticada continua a ser "a mais baixa do ensino superior".
Sobrinho Teixeira acredita que o aumento para cerca de 700 euros anuais não vai prejudicar a instituição a nível de ingressos, porque, mesmo assim, continua a ser a propina mais baixa, comparativamente com as outras instituições.
O presidente do IPB acrescenta que o Conselho Geral da instituição decidiu criar um regime especial de estudantes a tempo parcial, o que representa uma redução da propina para cerca de metade para todos os estudantes que estejam a acabar o curso e só estejam a fazer menos de seis cadeiras, ou para os trabalhadores estudantes.
Os estudantes a tempo parcial vão pagar cerca de 400 euros de propina anual. Todos os outros vão desembolsar cerca de 700 euros, já a partir do próximo ano lectivo.
Publicado em 'RBA'.
No próximo ano lectivo os alunos vão pagar mais cerca de 150 euros.
Manter a propina mais baixa do país, continua, apesar de tudo, a ser o compromisso do presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira.
A propina do IPB ronda actualmente os 550 euros anuais e vai aumentar para cerca de 700.
Sobrinho Teixeira refere que o facto do IPB ser o único instituto politécnico que até agora praticava a propina mínima, prejudicava a instituição a nível de negociações, mas defende que mesmo com o aumento, a propina praticada continua a ser "a mais baixa do ensino superior".
Sobrinho Teixeira acredita que o aumento para cerca de 700 euros anuais não vai prejudicar a instituição a nível de ingressos, porque, mesmo assim, continua a ser a propina mais baixa, comparativamente com as outras instituições.
O presidente do IPB acrescenta que o Conselho Geral da instituição decidiu criar um regime especial de estudantes a tempo parcial, o que representa uma redução da propina para cerca de metade para todos os estudantes que estejam a acabar o curso e só estejam a fazer menos de seis cadeiras, ou para os trabalhadores estudantes.
Os estudantes a tempo parcial vão pagar cerca de 400 euros de propina anual. Todos os outros vão desembolsar cerca de 700 euros, já a partir do próximo ano lectivo.
Publicado em 'RBA'.
