08 julho, 2009

Propina do IPB aumenta mas continua a ser a mais baixa

Estudantes a tempo parcial vão pagar menos
Aumento de propinas do Instituto Politécnico de Bragança.
No próximo ano lectivo os alunos vão pagar mais cerca de 150 euros.
Manter a propina mais baixa do país, continua, apesar de tudo, a ser o compromisso do presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira.

A propina do IPB ronda actualmente os 550 euros anuais e vai aumentar para cerca de 700.
Sobrinho Teixeira refere que o facto do IPB ser o único instituto politécnico que até agora praticava a propina mínima, prejudicava a instituição a nível de negociações, mas defende que mesmo com o aumento, a propina praticada continua a ser "a mais baixa do ensino superior".
Sobrinho Teixeira acredita que o aumento para cerca de 700 euros anuais não vai prejudicar a instituição a nível de ingressos, porque, mesmo assim, continua a ser a propina mais baixa, comparativamente com as outras instituições.
O presidente do IPB acrescenta que o Conselho Geral da instituição decidiu criar um regime especial de estudantes a tempo parcial, o que representa uma redução da propina para cerca de metade para todos os estudantes que estejam a acabar o curso e só estejam a fazer menos de seis cadeiras, ou para os trabalhadores estudantes.
Os estudantes a tempo parcial vão pagar cerca de 400 euros de propina anual. Todos os outros vão desembolsar cerca de 700 euros, já a partir do próximo ano lectivo.

Publicado em 'RBA'.




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Challenger no Azibo

A Barragem do Azibo recebeu, no passado fim-de-semana, a III edição do Challenger, uma iniciativa da responsabilidade do INATEL e do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) – curso de Desporto – cujo grande objectivo é promover as potencialidades da albufeira. O evento reuniu, desta vez, nove equipas, que competiram ao longo de três dias em diversas modalidades desportivas, num fim-de-semana de muita adrenalina e aventura, com todos os participantes a lutarem pelo primeiro posto. BTT, Rappel, orientação nocturna, voleibol, canoagem, tiro com arco, slide, natação e aeróbica foram algumas das modalidades e momentos desportivos que a caravana teve que cumprir, para chegar ao fim do Challenger com sucesso. A melhor equipa no final da edição 2009 foi a equipa dos Tocanos, que acabou no topo da classificação, vencendo também uma boa parte das provas disputadas. Depois ficou a equipa dos Suaves, mas já longe dos líderes. Um dos pontos altos da competição foi a prova de cotonetes, com muitos momentos de diversão e alegria dos participantes e assistentes. Fora da competição houve ainda muitos momentos de convívio, para que, a par da prática desportiva, houvesse momentos de sociabilização e desfrute das condições de grande qualidade da albufeira macedense.

Publicado no jornal 'Mensageiro Notícias'.




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Greve dos professores dos Politécnicos passa ao lado do IPB

Sem expressão em Bragança. É assim que está a ser o primeiro dia de greve às avaliações dos professores dos Institutos Politécnicos, em protesto contra o regime de transição de carreiras imposto para o subsistema politécnico.
Orlando Rodrigues, vice-presidente do Instituto Politécnico de Bragança, sublinha que hoje não houve exames afectados.
“Os exames que há na instituição estão a decorrer normalmente, não houve qualquer falha”, o que quer dizer que “os docentes não fizeram greve”.

Entre os alunos, reinava o desconhecimento do descontentamento dos docentes.
“Nem sabíamos que ia haver greve. Aparecemos normalmente para fazer exame”, disse Gisela Fernandes, que diz desconhecer qualquer caso de greve. “Não fazia a mínima ideia que os professores iam fazer greve”, confessa, por sua vez, Carla Gonçalves. Carla Vaz também ficou surpreendida e diz que os exames decorreram “normalmente”.

Este protesto foi convocado na semana passada pelo Sindicato Nacional do Ensino Superior.
O SNESup está contra o regime de transição de carreiras imposto para o subsistema politécnico, que acusa de não acautelar totalmente a situação de milhares de professores, que estão há anos em situação precária, em dedicação exclusiva e em tempo integral, com contratos precários.
Miguel Vilasboas representa este sindicato em Bragança e acredita que ao longo de todo o protesto, que dura até à próxima semana, haverá pouco impacto na instituição, devido a três factores.
“Primeiro, é requerido neste novo estatuto que haja doutoramentos e sempre foi apanágio aqui da instituição que os seus professores fossem doutorados. A segunda, é porque em Bragança estamos a 220 quilómetros do Porto e as pessoas sentem que estão salvaguardadas de uma concorrência externa, que existe nos grandes centros urbanos do litoral. Por fim, temos de nos lembrar que o presidente do IPB é também presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos e ainda na semana passada garantiu que não queria perder nenhum professor” e isso dá mais segurança aos professores da casa, explicou.
No entanto, Miguel Vilasboas considera inevitável que os alunos sejam prejudicados com a greve.
“Só há greve se alguém sair prejudicado. Só se avançou para esta em último recurso, depois de manifestações em Lisboa. Foi numa situação de ruptura. Se a greve não prejudicar ninguém é uma manifestação, não é grave. Mas acredito que nenhuma aluno sairá prejudicado, apesar de ter alguns inconvenientes”, referiu.
Segundo o delegado sindical, haverá cerca de 250 professores precários no IPB, com contratos de um ou dois anos, que podem ou não ser renováveis. Ao todo, a instituição tem cerca de 380 docentes.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Fados de Bragança

Animação e produção artística com o canto como protagonista, numa noite quente e fria, aconchegada pela voz do sentimento fadista.
Em noite de quinta-feira, 25 de Junho, na Praça Cavaleiro Ferreira, finalistas de Animação e Produção Artística (APA), da Escola Superior de Educação (ESE), do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), demonstraram o fruto de um ano de trabalho, a contar para avaliação, desenvolvido por cinco alunos. A gestora do projecto, Graça Pires, também ela finalista, faz a introdução, mais as devidas apresentações dos artistas e encarrega-se de que tudo corra conforme planeado.

Almor Santos, 30 anos de carreira, o professor Octávio com o fado a correr-lhe nas veias, e a Tuna Universitária do IPB, foram apenas alguns dos nomes que compuseram o cartaz desse “malfadado” som do fado. Enquanto, uma jovem pintora delineava traços que se comprometiam artisticamente numa guitarra portuguesa em primeiro plano. As pessoas foram comparecendo e nem a peça ia a meio e já os lugares escasseavam. Nota positiva para os finalistas de Animação e Produção Artística.

Publicado no 'Jornal Nordeste'.

07 julho, 2009

Oito milhões para remodelar IPB

O Instituto Politécnico de Bragança vai ficar de cara lavada.

Um conjunto de cinco projectos pretende modernizar e recuperar alguns edifícios degradados, para além de construir mais instalações desportivas.

“São cinco obras: a construção de um edifício para os serviços centrais, a recuperação de todas as escolas do instituto e da antiga casa senhorial” adianta o presidente do IPB, acrescentando que por outro lado, “vão ser reformulados uma série de edifícios para os tornar mais eficientes ao nível energético, e todo o instituto vai ser ligado através de fibra óptica à rede de banda larga nacional”.

São oito milhões de euros que têm de ser gastos no próximo ano e meio pois “cerca de dois milhões que nos são atribuídos no âmbito do Programa de eficiência Energética terão de estar finalizados até 31 de Dezembro deste ano” refere Sobrinho Teixeira.

A candidatura a fundos europeus está aprovada.
As obras devem arrancar em breve.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.






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02 julho, 2009

Ensino Superior Público de Qualidade

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) conta 26 anos de existência e mais de 12 mil diplomados nas mais diversas áreas do saber. Constituído por cinco escolas, 6700 alunos e 375 docentes, mais de um terço dos quais com doutoramento, terá dois terços do seu corpo docente doutorado até ao final de 2010. Resultado do trabalho científico de elevada qualidade, em colaboração com equipas das maiores instituições universitárias do país e estrangeiro, tem na atribuição do prémio Live Edge 2008, a um dos seus docentes, um dos corolários do forte investimento na formação e investigação.
IPB Ensino Superior Público de Qualidade
O IPB modernizou a sua oferta educativa através da concretização do Processo de Bolonha e do regime europeu de créditos (ECTS). Com um leque de 16 cursos de Especialização Tecnológica (CET), 40 cursos de Licenciatura e 27 cursos de Mestrado nas áreas: Artes, Comunicação e Multimédia, Ciências Empresariais e Direito, Educação e Formação de Professores, Ciências Agrárias e Recursos Naturais, Saúde e Protecção Social, Turismo, Desporto e Lazer e Tecnologias, correspondem às principais necessidades do mercado de trabalho.
Os mestrados do IPB, além de completarem a formação dos licenciados, sendo predominantemente práticos, proporcionam uma forte interacção com a comunidade local e regional. O IPB participa na primeira experiência de mestrados no âmbito de uma Associação de Politécnicos, a Associação de Politécnicos do Norte - APNOR (Instituto Politécnico de Bragança, do Cávado e do Ave, do Porto e de Viana do Castelo). Está em funcionamento o Mestrado em Gestão das Organizações, com 3 ramos de especialização (Gestão de Empresas, Gestão Pública e Gestão de Unidades de Saúde) e funcionarão já no próximo ano lectivo, os mestrados de Logística e Contabilidade e Finanças. Este modelo prevê o funcionamento simultâneo dos mestrados nas quatro instituições, sendo docentes, os professores mais especializados de cada uma das áreas das mesmas.
Os alunos maiores de 23 anos são recebidos de braços abertos, contribuindo com a sua experiencia e exigências particulares de formação para aumentar a ligação à realidade. O acesso aos conteúdos das unidades curriculares à distância, através da plataforma de elearning que serve a comunidade académica do IPB, responde às suas necessidades. A mobilidade no espaço europeu através dos acordos com 61 Universidades europeias no âmbito do programa Erasmus, além de outros programas de intercâmbio internacional, permite aos alunos usufruírem de experiências enriquecedoras para o seu curriculum. No último ano lectivo, o IPB enviou e recebeu mais de 350 estudantes e 100 professores, estando entre as 100 primeiras instituições de ensino superior europeias quanto a esta mobilidade. O intercâmbio com 11 Universidades brasileiras vem também atingindo uma crescente importância e interesse por parte dos alunos de ambos os países, contribuindo para o ambiente de internacionalidade do meio académico do IPB.

Publicado em 'INOVAÇÃO & Ensino Superior' de Junho 2009.

01 julho, 2009

Dionísio Gonçalves lidera Conselho Geral do IPB

Órgão integra 25 elementos, entre os quais alunos, docentes, funcionários e pessoas exteriores à instituição
Depois de longos anos à frente do Instituto Politécnico de Bragança, Dionísio Gonçalves regressa àquela instituição, como elemento exterior, para assumir a presidência do Conselho Geral, um órgão que com a nova legislação passa a ter outro protagonismo. Do Conselho Geral fazem parte 25 elementos, 14 docentes das escolas do politécnico, três alunos e um funcionário, a par com sete elementos exteriores escolhidos pela relevância do seu currículo, nomeadamente Amadeu Ferreira, Manuel Alves Miranda, Manuel Campilho, Manuel Ferreira Gomes, Paulo Mendo e Teodoro Pereira. Este órgão consultivo vai ter como principal função aconselhar a direcção do IPB e aprovar os planos de desenvolvimento estratégico da instituição. Embora sem qualquer poder de decisão executivo, o Conselho Geral terá a grande responsabilidade de estabelecer a ligação entre o IPB e a comunidade. Para Dionísio Gonçalves é o regresso activo ao instituto que ajudou a criar e a afirmar no panorama nacional. À comunicação social, o antigo presidente assumiu que era “difícil” não aceitar o desafio, sobretudo numa altura em que o IPB se prepara para lançar vários projectos, assumindo-se como uma das maiores instituições politécnicas do país. Para o futuro, Dionísio Gonçalves desejou apenas “estar à altura do desafio” e “responder aos anseios de uma instituição que cresceu muito”. A tomada de posse do presidente do Conselho Geral decorreu na passada terça-feira. No mesmo dia foi realizada também a cerimónia da tomada de posse dos directores e sub-directores das escolas do IPB. Todas as escolas mantêm as direcções, havendo apenas mexidas em relação aos sub-directores.

Publicado no 'Mensageiro Notícias'.




Exibido em 'Localvisão TV'.

Politécnico vai ter primeira licenciatura de Webdesign

O Instituto Politécnico de Bragança vai ter no próximo ano uma nova licenciatura na área do WebDesign, apresentada esta terça-feira como a primeira do género em Portugal.

A licenciatura de Design de Jogo Digitais vai ser ministrada na Escola Superior de Turismo, Comunicação e Administração de Mirandela e deverá abrir com 40 vagas.

Esta é a expectativa do presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, que explicou que a nova licenciatura foi preparada com parcerias estrangeiras, nomeadamente dos estúdios da Disney, em Madrid, e com o Brasil.

Este curso faz parte do conjunto de cinco novas licenciaturas aprovadas para o politécnico de Bragança, quatro das quais deverão abrir vagas já no próximo ano lectivo.

A excepção será o curso de Gestão de Negócios Internacionais, um curso europeu partilhado por cinco países: Portugal, Alemanha, Lituânia, Polónia e Reino Unido.

A instituição portuguesa envolvida é o IPB, através da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, que, segundo o presidente, tem já o processo concluído, mas terá de aguardar que os parceiros concluam também os deles, para poder iniciar-se.

Sobrinho Teixeira explicou que os estudantes vão "rodar" pelos cinco países ao longo do curso.

Já no próximo ano lectivo, o IPB vai ter também mais uma nova licenciatura na área do Paisagismo, na Escola Superior Agrária, outra de Inglês/Espanhol, na Escola Superior de Educação, e uma terceira de Guia Intérprete, na Escola Superior de Turismo de Mirandela.

O instituto lecciona actualmente 40 cursos de licenciatura e tem cerca de seis mil alunos nas cinco escolas agregadas em Bragança e Mirandela.

Publicado no 'JN'.

Regime a velocidade variável no politécnico

O novo regime jurídico do ensino politécnico já está em aplicação, mas as instituições seguem ritmos diferentes, o presidente do CCISOP acredita que todos os órgãos dos institutos estarão empossados até ao fim do ano segundo o novo regime.

Até ao final do ano, todos os institutos politécnicos nacionais deverão ter os seus órgãos directivos, nomeadamente os presidentes, eleitos de acordo com o novo regime jurídico daquele grau de ensino. Esta é a convicção do presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Sobrinho Teixeira, que afirmou ontem em Bragança que processo está a decorrer em todas as instituições " a ritmos diferentes".

Em Beja, Portalegre ou Castelo Branco já está mais avançado, em Bragança foi ontem empossado o Conselho Geral, que agora irá agendar a data das eleições para a presidência da instituição, em Lisboa, Porto e Coimbra está mais atrasado. No entanto, aquele responsável acredita que o processo estará concluído até ao final do ano. "Globalmente os processos estão bem encaminhados", garantiu o presidente do CCISP. Sobrinho Teixeira vai reuniu-se hoje como o Ministro da Ciência e do Ensino Superior, e um dos assuntos em discussão deverá ser o novo estatuto da carreira docente, que apesar se ser contestado, o que se conseguiu negociar "já é notável", afirmou este responsável, que se referia às medidas transitórias para os docentes em situação precária. Estas medidas prevêem a renovação automática entre dois a quatro anos para os contratados. "O estatuto vai ter em conta a experiência pedagógica anterior no processo de concurso", referiu.

O presidente do CCISP considera que houve melhorias comparativamente com a situação actual. "Existem quadros perfeitamente exíguos e com o calvários dos equiparados, alguns nessa situação há mais de 15 anos sem vínculo, num processo de renovação anual ou bianual de incerteza continuada", resumiu e acrescentou que o novo estatuto tem a "vantagem" de poder acabar com essas situações.

Foi estabelecido um período de seis anos para que os docentes possam tirar os seus doutoramentos, mais um o período complementar de quatro anos e foi negociado com o ministério que o Programa Protec, que previa inicialmente 500 bolsas para a atribuição do grau de doutor fosse alargado para 1100 candidaturas.

Publicado no 'JN'.