07 abril, 2014

Atração de mais estudantes estrangeiros entre as prioridades do IPB


A captação de ainda mais alunos estrangeiros para o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) é um dos grandes desafios a que se propõe Sobrinho Teixeira para o próximo mandato enquanto presidente da instituição de ensino, revelou na tomada de posse, na passada terça-feira. Uma alteração legislativa vai permitir a captação direta de estudantes, o que alarga o leque de possibilidades e pode ser grande oportunidade para o interior. A aposta na atração de alunos das vias profissionalizantes também pode ser uma das formas para Portugal ultrapassar as metas do índice de formação.

A aprovação do mestrado em Agricultura Tropical também é uma vantagem competitiva para atrair alunos, sobretudo estrangeiros “por representar uma grande empregabilidade”, acrescentou o presidente da instituição brigantina.
O IPB já leciona três cursos em língua inglesa. “O nível de procura de informação sobre o estabelecimento de ensino por parte de alunos estrangeiros tem sido muito grande. Veem aqui uma instituição de grande qualidade que consegue estar nos patamares de desenvolvimento da investigação, à frente dos indicadores dos rankings internacionais, e uma região que lhes pode oferecer um baixo custo de vida”, explicou Sobrinho Teixeira.
A relação com a comunidade, aproveitando os fundos do próximo Quadro Comunitário de Apoio (CQA), pode servir para aumentar a inovação e a criação de emprego.
“Terá de haver uma grande associação com as instituições de ensino superior, as forças locais, e uma capacidade de atrair empresas de fora da região, mediante condições negociais que têm se ser estipuladas”, acrescentou.
Nesse âmbito o IPB já está a trabalhar com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, as três Comunidades Intermunicipais da região, nomeadamente A CIM Trás-os-Montes, CIM Douro e CIM Tâmega. “Para que após a elaboração do plano estratégico exista uma concertação para afirmação da região face ao próximo quadro”, Sobrinho Teixeira defende que “a região não pode ficar abaixo dos índices de desenvolvimento e aquilo que por direito nos caberia nós não teríamos retorno”.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

Alunos dos CET’s têm novas instalações


Os alunos que frequentam os três Cursos de Especialização Tecnológica (CET´s) promovidos pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB), na vila de Mogadouro, dispõem de novas e funcionais instalações.
O novo espaço foi disponibilizado pela autarquia mogadourense e fica situado nas proximidades das escolas do concelho, num local onde já funcionou uma escola de línguas.

“Os cursos estavam a funcionar em edifícios dispersos e havia a necessidade de dar um pouco mais de atenção à qualidade do espaço, onde os alunos praticam as suas atividades académicas e, ao mesmo tempo, conseguimos reuni-los no mesmo edifício”, disse ao Mensageiro o presidente da Câmara de Mogadouro, Francisco Guimarães.
O autarca adiantou ainda que a mudança dos alunos que frequentam os CET’s para “o novo edifício” é, também, “o cumprimento de uma promessa eleitoral”. “O município tem a responsabilidade de proporcionar dignidade e qualidade aos alunos que frequentem as três turmas do ensino de especialização tecnológica, já que o edifício onde funcionou o antigo ciclo e onde estavam instalados os CET’s, apresentava deficiências estruturais”, acrescentou o autarca.
Por seu lado, o Presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, referiu que é preciso continuar a pugnar pelo projeto do ensino tecnológico, já que “é importante para a região”. “Trata-se de cursos que são importantes para a qualificação dos jovens e para a coesão dentro da própria região”, salientou o responsável. O projeto do ensino tecnológico em Mogadouro é “importante para o IPB” já que os responsáveis pela estrutura de ensino politécnico de Bragança, desde o início viram “empenho da Câmara” em manter este tipo de ensino no concelho.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

IPB deu as boas vindas aos CET’s


Apostar no ensino especializado como forma de estimular a empregabilidade dos jovens.
Foi a pensar nisso que o Instituto Politécnico de Bragança vem apostando, há vários anos, nos Cursos de Especialização Tecnológica (CET’s), que já estão disseminados por todo o norte do país.
Na quinta-feira, mais de 150 alunos que frequentam os CETs do IPB em Mogadouro, Mirandela, Chaves, Penafiel, Taipas e Santo Tirso foram recebidos no campus de Bragança como forma de terem um primeiro contacto com a realidade do ensino superior.
“Os cursos de especialização tecnológica já fazem parte da oferta do IPB há uma série de anos. É uma iniciativa que devemos louvar, principalmente pelo significado da tipologia de cursos e perfil de alunos que entram para os CET. Tipicamente, são da via profissional do ensino secundário e estes cursos vieram dar uma oportunidade de continuação de estudos quer do curso em si, porque fornece um diploma de especialização tecnológica ao fim de um ano e, por outro lado, porque permite o ingresso no ensino superior por um concurso especial de acesso, elaborado para esta tipologia de alunos”, frisou Luís Pais, vice-presidente do IPB.
Ao longo de todo o dia, os alunos, que habitualmente têm aulas em instalações nos próprios locais de origem, puderam contactar com um campus académico. Muitos deles admitiam continuar os estudos numa licenciatura, indicando o IPB como a instituição de ensino a privilegiar. Estes alunos têm a particularidade de alargar a tipologia de cursos, não só em Bragança e Mirandela mas em todo o norte litoral. “É nossa responsabilidade levar estes cursos mais perto dos estudantes”, frisou Luís Pais. Os alunos ficaram instalados na PSP e nos bombeiros.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

03 abril, 2014

Chaves recusa encerramento de pólo da UTAD e estuda alternativas

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, município de Chaves e Politécnico de Bragança avaliam soluções para manter ensino superior na cidade.
A decisão final sobre o eventual encerramento do pólo de Chaves da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, que vem sendo discutida já há quatro anos, ainda não é conhecida mas já se estudam alternativas. O presidente da câmara, António Cabeleira, tem reunido com o reitor da UTAD e com o Instituto Politécnico de Bragança para que “eventualmente possam haver soluções complementares” para a cidade. Os alunos lançaram, esta semana, uma petição a enviar à Assembleia da República para tentar evitar o fecho anunciado.
A oposição ao encerramento deste ramo da UTAD tem envolvido a comunidade estudantil e a autarquia. António Cabeleira considera que “não faz sentido fechar o pólo porque Chaves tem a melhor localização estratégica, tem o melhor hotel do Norte, e aqui haveria condições para unir as universidades de referência do país, de Galiza e de Castelo-Leão, assim como criar um curso de excelência de fisioterapia aproveitando a qualidade das águas termais” existentes no município.
Por sua vez, o reitor da UTAD, Fontaínhas Fernandes, avisa que, “se a autarquia quer um projecto mais ambicioso, tem de conseguir apoios por parte do ministério e tem de ver com que meios financeiros o vai fazer". E conclui: "Tem de fazer uma avaliação séria e um controle das contas rigorosas”.
Embora o reitor garanta que não há ainda decisões tomadas, o certo é que se estão a avaliar outras soluções. A UTAD, em conjunto com a autarquia de Chaves e o Instituto Politécnico de Bragança, envolvendo outros actores da região, está a estudar um cenário alternativo viável e sustentável de forma a garantir a existência de ensino superior em Chaves, mas com outro formato, eventualmente de dois anos, adianta Fontaínhas Fernandes. "Não podemos estar agarrados à ideia peregrina de que vamos criar mais instituições de ensino superior”, conclui.
Mas a grande batalha é mesmo impedir o encerramento do pólo. O vice-presidente da Associação Académica de Chaves, Sandro Linares, acredita que “o curso de Turismo, pelas valências de Chaves, deve continuar na cidade”.
“Estamos a falar de um curso de Turismo que tem uma acreditação por mais um ano e o de Animação-Socio Cultural já fechou", contrapõe Fontaínhas Fernandes. "Trata-se de uma situação que não tem sustentabilidade, pois o pólo tem apenas 100 alunos que depois regressam às terras de origem e não fixam ninguém à cidade de Chaves", acrescenta.
Inconformados, os estudantes lançaram esta semana um abaixo-assinado contra o encerramento desta instituição. Só na quarta-feira de manhã, segundo Sandro Linares, conseguiram três mil assinaturas na rua. "Pretendemos, em conjunto com o município, fazer chegar à Assembleia da República a nossa causa que é assegurar uma continuidade dos cursos já existentes no pólo (Turismo e Animação Sócio-cultural) e fomentar a criação de mais cursos", diz o estudante. Para o documento ser levado ao Parlamento são necessárias cinco mil assinaturas. "Faltam-nos agora as assinaturas dos serviços públicos e as da petição pública que já se encontra online”, acrescenta.
A confirmar-se o fecho do pólo da UTAD, Sandro Linares considera que Chaves irá sofrer uma perda muito grande. "Sai toda a gente a perder, incluindo o comércio pois os estudantes geram muito dinheiro na cidade”, explicou. Também a magister da Tuna Universitária de Chaves, Sara Alves, diz sentir-se revoltada: "ainda nem sequer fomos avisados pelas entidades responsáveis sobre isto”. E secunda o colega nas previsões sobre o efeito negativo que este encerramento terá para a cidade: “Nós somos muito poucos neste momento mas continuamos a ter uma vida académica muito activa porém, se o pólo fechar, a tuna possivelmente também acaba e com ela terminam as muitas acções de cariz social que fazemos em Chaves”.
As críticas atravessam boa parte do campus. Ismael Araújo, estudante de 4º ano de Animação Sócio-cultural, lembrou a frase usada pelos alunos da Associação Académica no dia do Estudante, esta semana, como forma de protesto: “A UTAD tem um ‘Ferrari’ em Chaves, mas não sabe andar com ele e é por isso que quer abandoná-lo”.
Mas há vozes dissonantes. Para Sara Teixeira, Adriana Ribeiro e Daniela Guedes, estudantes do 2º ano de Turismo, o encerramento do pólo de Chaves até pode trazer benefícios. “Pelo pouco que sabemos, o nosso curso vai abrir para o ano em Vila Real e por isso faz sentido irmos todos para lá”, diz Sara. Daniela Guedes, assim como Adriana Ribeiro, acreditam que “Vila Real traz mais oportunidades no que diz respeito ao enriquecimento do curriculum”.

Publicado em 'Público'.

SAB 2014

Pulseira de estudante vai custar 40€ e de não estudante 50€, menos 2€ do que no ano anterior


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IV Jornadas de Gestão

Jornadas contaram com relatos de experiências no mercado de trabalho


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Sobrinho Teixeira renova mandato

Sobrinho Teixeira foi o único candidato às eleições para a Presidência do IPB e inicia o 3º mandato


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Politécnicos e universidades do Interior com orçamento reduzido


Os politécnicos e universidades do Interior todos juntos somam o orçamento de apenas uma universidade do litoral.
A constatação é do presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira, que não tem dúvidas que o ensino superior no Interior do País tem um retorno maior para o País.
Declarações de Sobrinho Teixeira, à margem da sua tomada de posse como Presidente do IPB durante os próximos quatro anos. Tem como desafios a aposta na inovação e a ligação à comunidade.
As eleições para a presidência do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) deram pela terceira vez consecutiva a vitória a Sobrinho Teixeira, candidato único, que assume o seu terceiro mandato.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Município de Bragança na tomada de posse do Presidente do IPB


O Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, marcou presença na cerimónia de tomada de posse do Presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), João Sobrinho Teixeira, no dia 1 de abril.
Cidade hospitaleira e com fortes tradições académicas o IPB acolhe, atualmente, cerca de sete mil alunos, dos quais mil são estrangeiros, sendo que o Município de Bragança é um parceiro institucional ativo no desenvolvimento do ensino superior na região. Destaque para a construção de duas residências estudantis, em plena zona histórica, destinada a alunos estrangeiros, integrados em programa de mobilidade, cuja gestão foi entregue ao IPB. São, também, diversos os protocolos de colaboração celebrados entre o Município de Bragança e o IPB, destacando-se o Parque de Ciência de Trás-os-Montes e Alto Douro – Brigantia Ecopark.
O Presidente do Instituto Politécnico de Bragança foi eleito, pela terceira vez consecutiva, para um mandato de quatro anos.

Publicado em 'CM Bragança'.

02 abril, 2014

Três dos 42 jovens sírios que vieram para Portugal estudam em Bragança

Os 42 jovens sírios, que chegaram a Portugal há quase um mês para continuarem os estudos, foram acolhidos em várias universidades e politécnicos do país. A SIC foi saber como está a decorrer a integração de três desses jovens que estão a estudar no Instituto Politécnico de Bragança.


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