30 outubro, 2014

Vai um queijo da Serra da Estrela com flor de castanheiro?

Centro de Investigação da Montanha, de Bragança, está a fazer o teste
 Incorporar a flor do castanheiro em queijo tipo Serra da Estrela não DOP, com vista a produzir um alimento novo do ponto de vista organolético, é o trabalho que tem vindo a ser promovido por um grupo do Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança, liderado por Isabel Ferreira.
Pretende-se conferir benefícios aos consumidores e potencialmente vir a substituir conservantes sintéticos, cujas implicações para a saúde são conhecidas. Este trabalho é fruto de uma parceria de cooperação para a inovação financiada pelo ProDer, envolvendo a empresa Queijos Matias.
Este grupo de investigação tinha já caracterizado as propriedades da flor do castanheiro, tendo verificado a sua excelente capacidade antioxidante e antimicrobiana em diversos produtos alimentares.
Os primeiros resultados desta iniciativa têm despertado o interesse da comunidade científica, tendo um dos seus membros, Márcio Carocho, sido distinguido com um “Scholar Award” pela apresentação desta investigação na conferência internacional “Food Studies”, que decorreu recentemente na cidade de Prato em Itália, no final de Outubro.
As flores de castanheiro são subprodutos não valorizados, que caem da árvore na época da floração, e que podem vir assim a acrescentar inovação a um produto tradicional, podendo daí resultar mais valias para toda a cadeia de produção e de comercialização num queijo de excelência, particularmente apreciado pelas suas características singulares.
Recorde-se que o queijo da Serra da Estrela é dos queijos mais conhecidos de Portugal, feito a partir de queijo de ovelha, com a adição de flor de cardo e sal. Em 1996, a União Europeia atribuiu-lhe uma Denominação de Origem Protegida (DOP), mas até à data existem poucos estudos científicos acerca deste queijo, das suas propriedades e potencialidades.

Publicado em 'Ciência Hoje'.

IPB inverteu ciclo nacional e acolheu mais alunos este ano


Até final de dezembro, o Instituto Politécnico de Bragança espera ultrapassar os 2500 novos alunos.
A revelação foi feita pelo presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, à margem da cerimónia de receção aos alunos, que decorreu na última quinta-feira, no auditório ao ar livre da instituição, em Bragança. Aproveitando o momento “de inclusão”, Sobrinho Teixeira deixou mesmo a promessa de a cerimónia de acolhimento dos novos alunos decorrer também em Mirandela. “Temos tido crescimento em diversos setores. Tivemos um crescimento bruto, pois aumentámos 25 por cento os alunos que entram pela primeira vez, numa altura em que o País decresceu. Também crescemos em diversidade. Vieram alunos de Penafiel, das Taipas, Santo Tirso, da Régua, o que mostra a grande abrangência que o IPB está a ter”, sublinhou, denotando a “grande capacidade para atrair alunos do litoral para o interior” que o IPB tem revelado. “Também vimos aqui uma expressiva comunidade internacional. Revela a capacidade de integração do IPB. Quase 40 países representados de todos os continentes. Alunos conseguiram- se unir e afirmar-se no seio da comunidade”, concluiu.

Publicado em 'Mensageiro'.

Técnicos Oficiais de Contas são cada vez mais importantes nas empresas


 As empresas dependem cada vez mais da presença de um Técnico Oficial de Contas nas suas organizações, dada complexidade crescente da burocracia. O diagnóstico foi traçado pelo Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, Domingos Azevedo, em Bragança, à margem de um seminário sobre a competitividade das empresas e os TOC, que decorreu na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPB.
“Está a criar-se a ‘TOCodependência’. A burocracia tem aumentado de uma forma muito acentuada mas é uma burocracia seletiva, que exige tecnicidade, conhecimentos de informática. Os empresários têm consciência que sem esta organização, não conseguem sobreviver”, sublinhou o Bastonário.
Aproveitando a ocasião, o IPB e a Ordem dos TOC renovaram o protocolo existente entre as duas entidades, que permite aos alunos do curso de Contabilidade Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas sublinhou a importância da profissão do IPB estarem dispensados da realização de um estágio de admissão à Ordem. “Queremos proporcionar as melhores condições no mercado de trabalho para estes alunos, que ficam dispensados da realização do estágio, para exercerem a profissão de TOC. Também temos uma parceria de longa data com a Ordem, queremos dinamizar outros projetos”, explicou Albano Alves, presidente da ESTIG. “Temos parcerias para desenvolver estudos económicos e contabilísticos sobre a região. Feitos por investigadores mas com o apoio da Ordem, podendo conseguir informação de forma mais facilitada. A Ordem pode ajudar a divulgar o trabalho que será feito”, sublinhou. Dentro de um ano deverá ser apresentado um estudo sobre o tecido económico da região, com o apoio da Ordem, que, espera Domingos Azevedo, se torne “uma referência”.
Por outro, o empresário Luís Afonso, que há mais de seis anos integrou na sua organização empresarial um TOC, enalteceu o papel que estes profissionais podem ter dentro das empresas atualmente. “Tem de haver cumplicidade entre TOC e empresários. No nosso caso, tem sido um motor importante na perspetiva de lançar oportunidades de investimento e abordar instrumentos de apoios governamentais disponíveis, apoio no lançamento de créditos bancários, gestão do parque automóvel. Temos bebido medidas interessantes que nos têm permitido avançar com mais competitividade das empresas”, sublinhou o empresário, que se prepara para lançar um investimento de cinco milhões de euros na região.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

Alunos da Escola Superior Agrária dão exemplo com praxe solidária


Recolher alimentos e roupas para distribuir pelas instituições mais carenciadas do concelho de Bragança é o objetivo da “Praxe Solidária”, organizada pela Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária de Bragança.
“Saímos para a rua para fazer recolha de alimentos, porta a porta e em grandes superfícies, como o Intermarché ou o Pingo Doce. No final, os alimentos são separados por género e são entregues a várias instituições de Bragança, com o apoio do Pe. Calado Rodrigues, capelão do IPB”, explicou Miguel Santos, presidente da Associação.
Mobiliza não só os caloiros mas alunos de segundo ano e mesmo de mestrado. “É já uma praxe mítica”, frisa.

Publicado em 'Mensageiro de Bragança'.

Ébola e burocracia atrasam vinda de alunos estrangeiros para o IPB


O surto de Ébola que se faz sentir em alguns países africanos está a atrasar a chegada de alunos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa ao Instituto Politécnico de Bragança.
Alguns dos 1200 alunos internacionais previstos este ano são provenientes de países como a Guiné Conacri, a Libéria, a Serra Leoa, e os Camarões. Há estudantes que têm que se deslocar à Nigéria para tirar o visto para poderem vir para Portugal, o que está a provocar atrasos, uma vez que este país tem as fronteiras encerradas devido ao Ébola.
O presidente do IPB acredita que os alunos vão chegar brevemente e garante que não há motivos para alarme. “Esses países têm milhões de pessoas. Não é toda a gente que vem de lá que está infectada”, salienta o responsável. No entanto, o presidente da instituição afirma que o IPB vai estar atento a possíveis casos de Ébola. “Temos de ter todos os cuidados mas dado que o período de incubação é de cerca de um mês, podemos controlar a recepção desses alunos juntamente com as autoridades sanitárias nacionais”, acrescenta Sobrinho Teixeira.
O presidente do Instituto Politécnico está ainda preocupado com o atraso na obtenção de vistos dos alunos de países como o Bangladesh, o Nepal, a Indonésia, a Índia e o Paquistão. Sobrinho Teixeira aponta o dedo à burocracia e à falta de recursos humanos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que diz não condizer com a política de atracção de alunos estrangeiros que o governo quer implementar. “Não se compreende que, depois de todo esse esforço duma parte do governo, seja completamente não consequente pela incapacidade que o Ministério dos Negócios Estrangeiros está a ter em dar vasão aos pedidos que lhe chegam”, frisa o responsável.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Semana do caloiro de Mirandela duplica orçamento


A Semana do Caloiro de Mirandela arranca hoje com o encontro de tunas. Este ano a organização garante que fez uma aposta forte no cartaz. O orçamento para os músicos chega aos nove mil euros, o que representa quase o dobro em relação ao ano passado.
A festa que dá as boas vindas aos caloiros da Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo de Mirandela (ESACT) vai custar 20 mil euros. O presidente da Associação de Estudantes, Tito Resende, considera que só com um bom cartaz se pode esperar bons resultados de bilheteira.“O objectivo é conseguir manter o pavilhão com bons números para poder pagar o evento. Para termos gente temos de ter cartaz atractivo”, salienta o estudante. Os cabeças de cartaz este ano são Kussondulola, que actuam amanhã, o hip-hop de Dillaz, vai poder ouvir-se na sexta-feira, sábado a Semana do Caloiro termina com Darko, o novo projecto do ex-finger Tip, Zé Manel, e DJ Ride.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

Estudantes de Contabilidade e Gestão dispensados de estágio para aceder à Ordem

Os alunos de Contabilidade e Gestão do Instituto Politécnico de Bragança estão dispensados do estágio no acesso à Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas.
Para isso foi assinado ontem um protocolo, que vai facilitar a vida aos recém-licenciados no acesso à profissão.
O director da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Bragança, Albano Alves, garante que este acordo com a Ordem vai beneficiar cerca de 40 estudantes por ano que terminam o curso de Contabilidade no IPB. “Os cursos de Contabilidade e de Gestão representam uma fatia muito importante dos alunos da ESTIG e nós queremos proporcionar as melhores condições no mercado de trabalho para estes alunos. Com este protocolo os alunos ficam dispensados do estágio para depois exercerem a profissão de TOC”, realça o director da ESTIG.
Durante a cerimónia de assinatura deste protocolo, o Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas destacou o papel destes profissionais na sobrevivência das empresas. Domingues de Azevedo diz mesmo que a burocracia a que as empresas estão sujeitas actualmente as obriga a recorrer a técnicos oficiais de contas. “Tem-se vindo a desenvolver uma coisa muito complexa no nosso País, que eu acho que hoje está-se a desenvolver a TOC dependência das empresas. É que a burocracia tem aumentado de uma forma muito acentuada, mas não é o tipo de burocracia que enviávamos um funcionário à repartição de Finanças para levar os livros para carimbar. Hoje a burocracia é selectiva, exige tecnicidade, exige conhecimentos de informática, exige uma série de coisas que as empresas não têm vocação para os resolver. Por isso, hoje uma empresa sem técnico oficial de contas praticamente não consegue sobreviver”, realça o Bastonário.
Para os empresários os técnicos oficiais de contas também têm um papel fundamental ao nível da competitividade. Luís Afonso, empresário em Bragança, reconhece que o tecido empresarial da região é frágil, mas assegura que a maioria das empresas já integra profissionais desta área. “Medidas interessantes que nos têm permitido avançar com mais competitividade do que alguns dos nossos concorrentes do mercado nacional. Portanto, tem sido uma relação positiva. O tecido económico de Bragança é frágil, mas já vai havendo um conjunto de empresas que têm capacidade para ter integrado na organização um técnico oficial de contas. Não haverá tantas como seria nosso desejo, porque é um tecido empresarial algo frágil”, constata o empresário.
O papel dos técnicos oficiais de contas mudou com a actual conjuntura económica. As empresas recorrem cada vez mais a estes profissionais para resolverem os problemas do dia-a-dia e delinearem estratégias ao nível da competitividade.

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28 outubro, 2014

Estudantes aderem à praxe solidária


Por uma boa causa. Foi esse o lema de cerca de cem alunos que ontem participaram na já tradicional Praxe Solidária do Instituto Politécnico de Bragança.
O objectivo é recolher alimentos que vão ser entregues a cinco Instituições Particulares de Solidariedade Social do concelho de Bragança. Miguel Santos, o presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior Agrária, responsável pela iniciativa, explica de que forma os estudantes organizam esta praxe.“Falámos com o capelão do IPB para saber quais são as instituições que têm mais dificuldades no concelho de Bragança, dividimo-nos em grupos e espalhámo-nos pela cidade. Batemos às portas e fomos para as superfícies comerciais para perguntar às pessoas se podem contribuir com bens alimentares. È uma praxe já com algum historial, os caloiros acabam por gostar porque é diferente e andamos todos juntos por uma boa causa”, descreve o responsável.
De porta em porta pelas ruas de Bragança ou abordando aqueles que ontem ao final do dia faziam as suas compras em hipermercados da cidade, os caloiros mostraram-se entusiasmados com a iniciativa, acreditando que esta é também uma forma de mostrar à população que as praxes podem ser úteis à sociedade. “A praxe não é só brincadeira, também é ajudar os outros e é uma iniciativa muito interessante. As pessoas ainda têm um pouco o pé atrás em relação à palavra “praxe”, depois é que ouvem a palavra “solidária” e ficam um pouco mais calmas”, constata Sara Magueija.
Bruna Pinheiro está no segundo ano de Biologia e Tecnologia. Repetente a participar na Praxe Solidária, não tem dúvidas de que é uma boa iniciativa. “É uma iniciativa muito boa porque nos ajuda a mostrar à população que as praxes não são só aquilo que eles pensam e que estamos aqui para ajudar as pessoas que mais precisam. Estamos todos aqui para o mesmo fim e ninguém é mais do que ninguém “, considera a estudante. No ano passado os estudantes conseguiram angariar uma tonelada e meia de alimentos, número que esperam ultrapassar este ano. Os bens alimentares serão depois distribuídos pelos Centros Sociais e Paroquiais de Parada e Pinela, Associação de Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança, Associação Entre Famílias e Associação Reaprender a Viver.

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27 outubro, 2014

Académica apresenta cartaz que "está na moda"


Um cartaz musical que está na moda. É desta forma que o presidente da Associação Académica do Instituto Politécnico de Bragança apresenta os concertos da Recepção ao Caloiro, que este ano decorre de 4 a 8 de Novembro. Ricardo Pinto garante que a escolha dos artistas foi dos próprios estudantes.“É um cartaz que está na moda, seguindo o exemplo do ano passado em que os caloiros pediram no acto da matricula na recepção que fazemos as bandas que gostariam que viessem cá, não estão todas, mas estão a mais votadas”, assegura Ricardo Pinto. O cartaz musical é variado. Ricardo Pinto assegura que vêm a Bragança os artistas do momento.Beatbombers DJ Ride vs Stereossauro, B4 Los Compadres, D.A.M.A, Safri Duo, Master Jake e Eddy Flow e Rute e Marlene e Zé do Pipo são os nomes mais sonantes na Recepção ao Caloiro 2014 de Bragança.Este ano, a Académica vai baixar o preço dos bilhetes e lançar surpresas para os estudantes.
“O preço dos bilhetes ainda não está bem definido, mas vai ser mais baixo do que no ano passado para os bilhetes diários. Este ano para quem entrar no NERBA entre a uma e uma e meia da manhã vai ter surpresas que só serão reveladas no dia. Mas sempre a pensar nos estudantes”, remata Ricardo Pinto.

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24 outubro, 2014

IPB aumentou o número de novos alunos

O Instituto Politécnico de Bragança aumentou o número de novos alunos em cerca de 25 por cento, em relação ao ano lectivo passado.
Os cerca de 2400 novos alunos que já ingressaram no IPB foram ontem recebidos oficialmente pela instituição, numa sessão de boas vindas. O presidente do IPB não esconde a satisfação deste crescimento, numa altura em que houve um decréscimo de alunos a nível nacional.“Crescemos a nível do sistema nacional de acesso e dos outros regimes. O país teve um ligeiro decréscimo, o IPB conseguiu crescer quase 25 por cento, o que nos deixa muito satisfeitos”, sublinha Sobrinho Teixeira.
A comunidade de alunos internacionais é cada vez mais representativa. Mais do que preencher vagas de cursos que não tiveram alunos nacionais interessados, Sobrinho Teixeira destaca o espírito de convívio entre as várias culturas, que considera que deve ser visto como um exemplo. “Temos representados países de todos os continentes, quase 40 países representados. O IPB, a cidade e a região, estão de parabéns. É esta capacidade que nós temos mostrado, de que há uma grande tolerância pela diferença e de que na diferença somos todos iguais, e é uma lição de civilidade que estamos a dar ao país”, considera o responsável.
O IPB espera este ano ultrapassar os 1200 alunos internacionais, sendo que alguns ainda não chegaram. Do Ceará veio Jayne Morais que está a gostar da cidade, do Instituto Politécnico e sobretudo das praxes. “Lá não temos esse costume, são só brincadeiras educativas mas que não duram mais de uma semana. Aqui é mais cultural e competitivo entre as escolas, é interessante”, considera a estudante. Já Fabio Hordini veio da região de Andalucia, em Espanha. Após ter pesquisado sobre várias cidades do país, escolheu Bragança pela proximidade com Espanha e pelas condições que proporciona aos estudantes. “Fiz uma pesquisa de vários locais em Portugal e gostei de Bragança porque é bastante bonita, tem cerca de 30 mil habitantes, dos quais cerca de 8 mil estudantes, por isso tem muita vida e gostei deste tipo de cidade”, conta o jovem.
O presidente da Associação Académica do IPB, Ricardo Pinto acredita que a melhor forma de dar as boas vindas aos novos alunos continua a ser através das praxes, e frisa que em Bragança sempre tiveram como principal objectivo a integração.“ Nós achamos que a praxe que é praticada ao longo dos anos em Bragança é uma praxe de integração, por isso decidimos não mudar nada porque já praticávamos uma boa praxe”, realça o representante dos estudantes.
O IPB deu as boas vindas, ontem aos novos alunos do primeiro ano das licenciaturas, dos Cursos de Especialização Tecnológica e aos alunos internacionais.

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