24 julho, 2015
Própolis um negócio por explorar
A própolis é cada vez mais valorizada no mundo inteiro pelas suas propriedades benéficas
para a saúde. É uma substância resinosa obtida pelas abelhas através da colheita de resinas
da flora que serve de protecção para a colmeia. O investigador do Instituto Politécnico de
Bragança (IPB), Miguel Vilas Boas, é o líder do grupo própolis da Comissão Internacional
do Mel. O especialista explica o trabalho que o grupo desenvolve nos 14 laboratórios
internacionais de 11 países diferentes onde testam uma série de métodos que esperam que
sejam aplicados e apresentados já no final do mês de Setembro no Congresso Mundial de
Apicultura que vai decorrer em Seul, na Coreia.
“O nosso objectivo é muito evidente, é definir metodologias que sejam aplicadas por todos e depois que daí saia legislação, provavelmente europeia”, define Miguel Vilas Boas.
A falta de legislação não permite a acreditação do produto o que faz com que haja poucos apicultores preocupados com a extracção da própolis, muito procurado pela indústria farmacêutica mundial.
Para este investigador, a maioria dos apicultores ainda não tem noção das potencialidades que os produtos resultantes das colmeias, sem ser o mel, têm. “Basicamente não há uma noção sequer do que são impactos em termos de outras produções. O pólen é claramente a segunda produção em termos de produtos apícolas, tirando a cera, aqui não falo da cera porque está sempre associada à produção de mel e é principalmente utilizada para a própria apicultura e não tanto para, digamos, o mercado, os cosméticos, a protecção de produtos em termos de queijos ou maçãs que se põem películas de cera”, enumera Miguel Vilas Boas.
Segundo o investigador, a maior dificuldade do extracção de própolis é que para se conseguir uma dimensão em termos de produção, os apicultores têm de se agregar ou terem cerca de 5 mil colmeias. “Quem está mais vocacionado para este produto até são os produtores mais novos com 100/200 colmeias. E esses sim começam a produzir”, refere.
As empresas externas que procuram a própolis querem comprar mais de 150 kg de cada vez, o que obriga os apicultores a agregarem-se para poder abastecer as encomendas. Contas feitas são precisos cerca de 20/30 apicultores para produzir essa quantidade. Por cada colónia é possível extrair cerca 250gr por ano, sendo precisas quatro colónias para produzir um kg.
A própolis não tem sido devidamente valorizado, são poucos os apicultores que se dedicam à sua produção mesmo necessitando de um investimento muito baixo (2 a 3€/colmeia no máximo), fácil e rapidamente amortizável. No entanto, a procura existe e o escoamento continua a ser possível, em pequena escala, a produção é mínima, mas todo o que se recolhe é facilmente vendável a preços que oscilam entre os 30 e 95 euros/ kg , dependendo da cor/qualidade e modo de obtenção.
Publicado em 'Raízes'.
“O nosso objectivo é muito evidente, é definir metodologias que sejam aplicadas por todos e depois que daí saia legislação, provavelmente europeia”, define Miguel Vilas Boas.
A falta de legislação não permite a acreditação do produto o que faz com que haja poucos apicultores preocupados com a extracção da própolis, muito procurado pela indústria farmacêutica mundial.
Para este investigador, a maioria dos apicultores ainda não tem noção das potencialidades que os produtos resultantes das colmeias, sem ser o mel, têm. “Basicamente não há uma noção sequer do que são impactos em termos de outras produções. O pólen é claramente a segunda produção em termos de produtos apícolas, tirando a cera, aqui não falo da cera porque está sempre associada à produção de mel e é principalmente utilizada para a própria apicultura e não tanto para, digamos, o mercado, os cosméticos, a protecção de produtos em termos de queijos ou maçãs que se põem películas de cera”, enumera Miguel Vilas Boas.
Segundo o investigador, a maior dificuldade do extracção de própolis é que para se conseguir uma dimensão em termos de produção, os apicultores têm de se agregar ou terem cerca de 5 mil colmeias. “Quem está mais vocacionado para este produto até são os produtores mais novos com 100/200 colmeias. E esses sim começam a produzir”, refere.
As empresas externas que procuram a própolis querem comprar mais de 150 kg de cada vez, o que obriga os apicultores a agregarem-se para poder abastecer as encomendas. Contas feitas são precisos cerca de 20/30 apicultores para produzir essa quantidade. Por cada colónia é possível extrair cerca 250gr por ano, sendo precisas quatro colónias para produzir um kg.
A própolis não tem sido devidamente valorizado, são poucos os apicultores que se dedicam à sua produção mesmo necessitando de um investimento muito baixo (2 a 3€/colmeia no máximo), fácil e rapidamente amortizável. No entanto, a procura existe e o escoamento continua a ser possível, em pequena escala, a produção é mínima, mas todo o que se recolhe é facilmente vendável a preços que oscilam entre os 30 e 95 euros/ kg , dependendo da cor/qualidade e modo de obtenção.
Publicado em 'Raízes'.
Hidromel, champanhe e vinagre são produtos que completam a colmeia
Desde os tempos mais remotos o Hidromel já era caracterizado como a bebida dos deuses,
afrodisíaca, que quando as mulheres casavam tomavam para engravidarem. Mas, no fundo
são as propriedades de intensidade de mel e microbianas que esta bebida fermentada alcoólica
tem que a maioria das pessoas aprecia.
A investigadora de produtos da colmeia do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Letícia Estevinho, foi pioneira na investigação e concepção de Hidromel. Começou por produzir a partir de mel de primeira categoria, mel claro e mel escuro. Desenvolveu a receita e neste momento já tem duas fórmulas optimizadas, actualmente investiga uma forma de produzir Hidromel somente com produtos naturais como pólen, ceras entre outras, resultando assim um produto biológico. Além disso, agora o Hidromel só é feito com mel de segunda categoria. Para a investigadora só faz sentido se o produto servir para acrescentar rentabilidade à colmeia.
“Era muito diferente trabalhar com vinho e trabalhar com mel. Eu trabalhei algum tempo em vinho, mas tive muitos problemas para optimizar a receita, porque no vinho nós temos vitaminas que é tudo aquilo que as gorduras precisam para fermentar. No mel temos principalmente açúcar, então nós tivemos que desenvolver receitas e conseguimos. Para o mel claro deu-nos muito trabalho, porque o mel escuro é muito mais rico em minerais e o mel claro não tem minerais e nós tivemos que investir, trabalhar e conseguimos felizmente”, explica Letícia Estevinho. O objectivo é que este produto esteja de tal forma optimizado que seja fácil de fazer pelos apicultores. “Já está muita gente a fazê-lo e há pessoas que vêm cá para lhes ensinarmos a fazer Hidromel. Toda a gente sabe que o mel com que estou a fazer, como o mel de lavagem, o mel de cera que ia para a rua ou para a alimentação de abelhas, portanto é uma alternativa viável para eles produzirem e mais uma possibilidade de comercializar um produto. Eu não faço Hidromel com mel de primeira categoria, faço com mel que as pessoas não gostam”, refere a investigadora.
Champanhe de Mel, uma inovação em desenvolvimento
“O Hidromel que as pessoas não apreciam tanto, normalmente aproveito e ou faço vinagre ou champanhe. Eu acho que é uma alternativa e as pessoas estão a gostar bastante do champanhe de Hidromel”, frisa Letícia Estevinho.
E quais são as principais diferenças do champanhe de vinho e o champanhe de Hidromel? A investigadora responde e afirma que é só o sabor porque a receita seguida é a mesma conseguindo um produto de elevada qualidade que acredita ter muito potencial.
Outra forma de aproveitar o Hidromel que não sai bem é também fazer vinagre, um produto que em breve estará no mercado porque o IPB em parceria com uma empresa está a desenvolver um projecto de investigação.
Publicado em 'Raízes'.
A investigadora de produtos da colmeia do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Letícia Estevinho, foi pioneira na investigação e concepção de Hidromel. Começou por produzir a partir de mel de primeira categoria, mel claro e mel escuro. Desenvolveu a receita e neste momento já tem duas fórmulas optimizadas, actualmente investiga uma forma de produzir Hidromel somente com produtos naturais como pólen, ceras entre outras, resultando assim um produto biológico. Além disso, agora o Hidromel só é feito com mel de segunda categoria. Para a investigadora só faz sentido se o produto servir para acrescentar rentabilidade à colmeia.
“Era muito diferente trabalhar com vinho e trabalhar com mel. Eu trabalhei algum tempo em vinho, mas tive muitos problemas para optimizar a receita, porque no vinho nós temos vitaminas que é tudo aquilo que as gorduras precisam para fermentar. No mel temos principalmente açúcar, então nós tivemos que desenvolver receitas e conseguimos. Para o mel claro deu-nos muito trabalho, porque o mel escuro é muito mais rico em minerais e o mel claro não tem minerais e nós tivemos que investir, trabalhar e conseguimos felizmente”, explica Letícia Estevinho. O objectivo é que este produto esteja de tal forma optimizado que seja fácil de fazer pelos apicultores. “Já está muita gente a fazê-lo e há pessoas que vêm cá para lhes ensinarmos a fazer Hidromel. Toda a gente sabe que o mel com que estou a fazer, como o mel de lavagem, o mel de cera que ia para a rua ou para a alimentação de abelhas, portanto é uma alternativa viável para eles produzirem e mais uma possibilidade de comercializar um produto. Eu não faço Hidromel com mel de primeira categoria, faço com mel que as pessoas não gostam”, refere a investigadora.
Champanhe de Mel, uma inovação em desenvolvimento
“O Hidromel que as pessoas não apreciam tanto, normalmente aproveito e ou faço vinagre ou champanhe. Eu acho que é uma alternativa e as pessoas estão a gostar bastante do champanhe de Hidromel”, frisa Letícia Estevinho.
E quais são as principais diferenças do champanhe de vinho e o champanhe de Hidromel? A investigadora responde e afirma que é só o sabor porque a receita seguida é a mesma conseguindo um produto de elevada qualidade que acredita ter muito potencial.
Outra forma de aproveitar o Hidromel que não sai bem é também fazer vinagre, um produto que em breve estará no mercado porque o IPB em parceria com uma empresa está a desenvolver um projecto de investigação.
Publicado em 'Raízes'.
Importações de abelhas ameaçam sector apícola
Há quem queira entrar no mundo da apicultura mas gostariam, por exemplo, que as
abelhas fo ssem mansas ou que produzissem mais do que o habitual e por essa razão
importam animais de outros países, espécies inadaptadas à biodiversidade da região e que
podem ameaçar o sector apícola.
A especialista em genética de abelhas do departamento do Ambiente e Recursos Naturais do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Alice Pinto, defende que se deve melhorar e seleccionar a raça autóctone, a abelha ibérica (Apis mellifera iberiensis), e não andar a fazer misturas com raças que não estão adaptadas à biodiversidade da região transmontana.
A investigadora considera também que é um mau procedimento e um mau investimento andar a importar essas abelhas comerciais, pois, as rainhas depois vão fecundar zangões locais e daí vão resultar espécies que vão ameaçar a raça.
“Em Portugal e Espanha há alguns apicultores que importam essas raças comerciais. Há pessoas que compram muitas vezes porque querem trabalhar com abelhas mansas e nós devemos trabalhar com material genético que foi moldado pela natureza. Não faz sentido, os apicultores pagam bastante dinheiro por raças alteradas geneticamente, como é o caso da Buckfast muito utilizada agora, mas essas rainhas depois fecundam com os machos locais e depois será substituída pela filha que já será uma descendência híbrida. “A nossa abelha é sem dúvida a que tem melhor desempenho”, explica a investigadora.
Segundo Alice Pinto, os estudos científicos de genética de abelhas já publicados apontam que por vezes “é pior a emenda que o soneto” visto que as espécies híbridas resultantes desses cruzamentos criam abelhas ainda mais agressivas, ou melhor, defensivas, porque é agressiva para o ser humano mas no fundo elas só estão a defender- se de agressões externas.
“Em relação à questão da mansidão das abelhas, até é muito fácil melhorar essa característica, em quatro ou cinco anos de selecção consegue-se. E é isso que os apicultores têm de entender para pararem de importar animais”, acrescenta.
A abelha melífera, Apis meilifera L., distribui-se naturalmente na África, Médio Oriente e Europa. A adaptação à diversidade de condições ecológicas climáticas propiciou a evolução de mais de 24 subespécies entre as quais está a Apis mellifera iberiensis, predominante no Norte de Portugal.
A investigadora do IPB, Alice Pinto, está neste momento envolvida num projecto internacional chamado Centro de Conservação da Diversidade da Abelha na Europa e pretende sensibilizar os apicultores para as ameaças que outras espécies podem trazer para o sector.
Publicado em 'Raízes'.
A especialista em genética de abelhas do departamento do Ambiente e Recursos Naturais do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Alice Pinto, defende que se deve melhorar e seleccionar a raça autóctone, a abelha ibérica (Apis mellifera iberiensis), e não andar a fazer misturas com raças que não estão adaptadas à biodiversidade da região transmontana.
A investigadora considera também que é um mau procedimento e um mau investimento andar a importar essas abelhas comerciais, pois, as rainhas depois vão fecundar zangões locais e daí vão resultar espécies que vão ameaçar a raça.
“Em Portugal e Espanha há alguns apicultores que importam essas raças comerciais. Há pessoas que compram muitas vezes porque querem trabalhar com abelhas mansas e nós devemos trabalhar com material genético que foi moldado pela natureza. Não faz sentido, os apicultores pagam bastante dinheiro por raças alteradas geneticamente, como é o caso da Buckfast muito utilizada agora, mas essas rainhas depois fecundam com os machos locais e depois será substituída pela filha que já será uma descendência híbrida. “A nossa abelha é sem dúvida a que tem melhor desempenho”, explica a investigadora.
Segundo Alice Pinto, os estudos científicos de genética de abelhas já publicados apontam que por vezes “é pior a emenda que o soneto” visto que as espécies híbridas resultantes desses cruzamentos criam abelhas ainda mais agressivas, ou melhor, defensivas, porque é agressiva para o ser humano mas no fundo elas só estão a defender- se de agressões externas.
“Em relação à questão da mansidão das abelhas, até é muito fácil melhorar essa característica, em quatro ou cinco anos de selecção consegue-se. E é isso que os apicultores têm de entender para pararem de importar animais”, acrescenta.
A abelha melífera, Apis meilifera L., distribui-se naturalmente na África, Médio Oriente e Europa. A adaptação à diversidade de condições ecológicas climáticas propiciou a evolução de mais de 24 subespécies entre as quais está a Apis mellifera iberiensis, predominante no Norte de Portugal.
A investigadora do IPB, Alice Pinto, está neste momento envolvida num projecto internacional chamado Centro de Conservação da Diversidade da Abelha na Europa e pretende sensibilizar os apicultores para as ameaças que outras espécies podem trazer para o sector.
Publicado em 'Raízes'.
IPB abriu curso novo
O Instituto Politécnico de Bragança mantém no próximo ano letivo os 41 cursos e praticamente o mesmo número de vagas para novas entradas.
Se em 2014 abriram 1843 vagas, em 2015 abrem 1825, uma diferença de apenas 18 vagas que, segundo o presidente da instituição, Sobrinho Teixeira, “dizem respeito ao curso noturno de Gestão”, em que houve uma ligeira adequação.
Relativamente aos cursos, nota para a abertura de um curso em Engenharia de Gestão Industrial, por troca com Paisagismo, “tendo em conta a expansão da fábrica da Faurecia”, sublinhou Sobrinho Teixeira.
Desta forma, mantém-se o número de cursos à disposição dos alunos, algo que se irá repetir, pelo menos, no próximo ano, mesmo com a cláusula que obriga ao encerramento de cursos que tenham menos de dez alunos nos dois anos anteriores. “É um cenário otimista no quadro atual”, frisa Sobrinho Teixeira.
Mais um curso e dois em preparação
Entretanto, em preparação estão já dois novos cursos, um deles vocacionado para os alunos estrangeiros. “Será em Língua Portuguesa para as Relações Lusófonas”, revela o presidente do IPB. O curso foi aprovado há duas semanas pelo que só deverá ser implementado em 2016/17. Na calha está, ainda, um curso de Comunicação Social e outro de Naturoterapia.
Publicado em 'Mensageiro'.
IPB espera atrair mais alunos do litoral com programa de bolsas
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) é a segunda instituição de ensino superior à qual foram atribuídas o maior número de bolsas do programa Mais Superior.
O presidente do IPB espera que estes apoios atribuídos pelo segundo ano pela tutela contribuam para o aumento de alunos na instituição de ensino.
Os candidatos ao ensino superior residentes nos grandes centros que escolherem o IPB para estudar, terão disponíveis 100 bolsas no valor de 1500 euros. No entanto, Sobrinho Teixeira acredita que no ano anterior este apoio não se traduziu em mais candidatos e tem a expectativa de que em 2015/2016 os efeitos sejam mais visíveis. “No ano transacto não se traduziram num aumento de número de candidatos, porque foram atribuídas quando os candidatos já estavam no interior das instituições e para cursos que têm grande procura”, sustenta o responsável da instituição de ensino. O responsável defende ainda que estas bolsas possam ser acompanhadas de uma maior publicidade, que ajude a promover as instituições de ensino no interior. “Era importante fazer uma divulgação deste tipo de bolsas durante todo o ano e mostrar aos alunos a qualidade das instituições de ensino superior o interior”, refere Num ano em que as vagas do ensino superior diminuíram, no IPB os lugares mantém-se em quase todos os cursos. A excepção foi o de gestão em horário pós-laboral, que tem menos 18 vagas, devido à escassa procura. Trata-se de uma licenciatura que não teve, no último ano, candidatos nas três fases de concurso nacional de acesso.
O IPB disponibiliza 1825 vagas para este ano lectivo, distribuídas por 41 cursos nas 4 escolas superiores.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
O presidente do IPB espera que estes apoios atribuídos pelo segundo ano pela tutela contribuam para o aumento de alunos na instituição de ensino.
Os candidatos ao ensino superior residentes nos grandes centros que escolherem o IPB para estudar, terão disponíveis 100 bolsas no valor de 1500 euros. No entanto, Sobrinho Teixeira acredita que no ano anterior este apoio não se traduziu em mais candidatos e tem a expectativa de que em 2015/2016 os efeitos sejam mais visíveis. “No ano transacto não se traduziram num aumento de número de candidatos, porque foram atribuídas quando os candidatos já estavam no interior das instituições e para cursos que têm grande procura”, sustenta o responsável da instituição de ensino. O responsável defende ainda que estas bolsas possam ser acompanhadas de uma maior publicidade, que ajude a promover as instituições de ensino no interior. “Era importante fazer uma divulgação deste tipo de bolsas durante todo o ano e mostrar aos alunos a qualidade das instituições de ensino superior o interior”, refere Num ano em que as vagas do ensino superior diminuíram, no IPB os lugares mantém-se em quase todos os cursos. A excepção foi o de gestão em horário pós-laboral, que tem menos 18 vagas, devido à escassa procura. Trata-se de uma licenciatura que não teve, no último ano, candidatos nas três fases de concurso nacional de acesso.
O IPB disponibiliza 1825 vagas para este ano lectivo, distribuídas por 41 cursos nas 4 escolas superiores.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
20 julho, 2015
6.ª Edição do Workshop de química verde e nanotecnologias
A presente edição desta conferência decorreu no "Brigantia Eco Park" e foi a primeira a realizar-se em Portugal, sendo já uma referência europeia na área da nanotecnologia e na investigação de polímeros.
Para a engenheira química Filomena Barreira, professora do Instituto Politécnico de Bragança e organizadora da conferência sobre nanotecnologias e conceitos da química verde aplicados ao desenvolvimento de novos materiais, o balanço é extremamente positivo, até porque esta é a primeira vez que este evento científico, que reúne os melhores investigadores e cientistas da actualidade nesta área, decorre em Portugal. Segundo a docente, a conferência está a crescer e prepara-se para atravessar o atlântico, e aterrar, já em 2016, na Costa Rica: "a conferência tem vindo a crescer em termos de público e achámos interessante fazer a experiência de no próximo ano realizarmos a conferência fora da Europa".
José Santos foi um dos investigadores que apresentou os resultados do seu trabalho com polímeros, uma tecnologia para aplicação no sector têxtil, sublinhando a necessidade de haver uma rápida absorção, por parte da indústria, das investigações levadas a cabo neste âmbito: "é essencial desenvolver trabalho de investigação que possa passar rapidamente para o tecido empresarial".
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
17 julho, 2015
Estudo promete aumentar produtividade do amendoal em Trás-os-Montes
Instituições de ensino superior e representantes do sector da amêndoa estão a desenvolver soluções para aumentar a produtividade desta cultura em Trás-os-Montes.
O projecto está a ser desenvolvido em conjunto pelo IPB, UTAD e cooperativas agrícolas de Alfândega da Fé e de Torre de Moncorvo e pretende definir estratégias para contrariar a tendência da baixa produtividade da amendoeira na região. Em campos de teste instalados em Alfândega da fé e a em Torre de Moncorvo serão testados vários factores que levam à baixa produção, como explica António Castro Ribeiro, investigador do IPB.
“As nossas produtividades são muito baixas em comparações com outros países, como Espanha. Pretendemos implementar estratégias que visam aumentar a produtividade. Vamos avaliar o efeito da rega no aumento da produtividade da cultura, a influência da aplicação dos fertilizantes, monitorizar as principais pragas e doenças na cultura, e o papel das geadas”, salienta.
O projecto que se iniciou em 2015, vai prolongar-se por três anos. Período durante o qual o serão realizadas sessões de esclarecimento aos potenciais interessados em investir nesta cultura, semelhantes à que ontem teve lugar em Alfândega da Fé. Informações que vão ao encontro do interesse por este fruto seco, numa altura em que, de acordo com Eduardo Tavares, presidente da Cooperativa Agrícola de Alfândega, a rentabilidade desta produção atingiu um valor histórico. “Actualmente é um excelente investimento, não é apenas um bom investimento. Este ano o preço está entre 8 a 9 euros por quilo do grão da amêndoa, é um preço histórico. A tendência continua a ser de procura, e não há oferta para essa procura”, refere o também vice-presidente do Município de Alfândega.
A aposta pela produção de amendoal tem vindo a intensificar-se nos últimos anos em concelhos como Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Mirandela ou Mogadouro.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.
16 julho, 2015
Jornadas do Lúpulo e Cerveja
Foi no Auditório Dionísio Gonçalves do Instituto Politécnico de Bragança que se realizaram as Jornadas do Lúpulo e Cerveja
Exibido em 'LocalvisãoTV'.
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