17 novembro, 2008

Sobrinho Teixeira eleito presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos

O presidente do Instituto politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira foi hoje eleito Presidente do Conselho Coordenador dos Presidentes dos Institutos Politécnicos.É a primeira vez que uma instituição do interior assume este cargo. Sobrinho Teixeira acredita que este cargo vai ser importante para o interior. “Este cargo tem sido assumido por presidentes de politécnicos do Porto, Lisboa e Leiria”, refere Sobrinho Teixeira. Na sua opinião “pela dimensão que o ensino politécnico assumiu no país, como motor de desenvolvimento, é importante que Bragança tenha assumido este cargo”. O presidente do IPB foi eleito com 13 votos em 16 possíveis.O cargo vai ser assumido a 19 de Dezembro e terá a duração de 2 anos.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

13 novembro, 2008

Rotary coopera com o IPB

O início do ano lectivo na Universidade Sénior do Rotary Clube de Bragança foi assinalado, no passado sábado, com a assinatura de um protocolo de cooperação com a Escola Superior de Saúde de Bragança (ESSB).
O objectivo desta parceria é reforçar a colaboração dos docentes do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) com a Universidade ao nível das disciplinas oferecidas aos alunos seniores.
“ A ESSB já trabalha connosco ao nível da Gerontologia e, nesse sentido, vamos ter aqui docentes do Ensino Superior a colaborar connosco na disciplina de Saúde e Qualidade de Vida”, explicou o director da Universidade Sénior, Rogério Ferreira.
Na óptica do presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, esta cooperação é uma forma de transmitir aos formandos uma cultura geral, mas também tecnológica, que lhes possa ser útil para a vida.
O responsável realça, ainda, que já há outras escolas do IPB envolvidas neste projecto, nomeadamente a Escola Superior de Tecnologia, ao nível da disciplina de Informática, e a Escola Superior de Educação, na área da Educação Física.
Este ano, os alunos da Universidade Sénior têm um leque de oferta de 21 disciplinas, relacionadas com a Literatura Portuguesa, Línguas, Artes, Música, Saúde, Direito, Informática e Desporto.
“Começámos com 9 disciplinas, em 2005, e três anos depois temos um leque de oferta muito mais abrangente”, realça Rogério Ferreira.
A sessão solene de abertura do ano lectivo 2008-2009 foi, ainda, marcada por uma palestra subordinada ao tema “Educação e Cidadania no contexto da região brigantina”, proferida por Sobrinho Teixeira.

Publicado no jornal 'Jornal Nordeste' de 13 Novembro de 2008.

07 novembro, 2008

Um olhar vindo de dentro

Num tempo em que tudo nos parece negro, sem luz ao fundo do túnel, onde todos nos queixamos por tudo e por nada; num tempo no qual tendemos, todos nós, a cantar algumas “cantigas de escárnio e maldizer”, bem seja pelas dificuldades da vida ou pelas atitudes negativistas dos nossos governantes que, reforçadamente, nos incutem dos valores mais negativos de uma crise económica e que a fazem estender a toda a cultura do homem português, é bom, de quando em vez, relembrar que no meio de toda essa parafernália do obscuro, aparece, pontualmente, uma pequena luz que cintila, como que tosando com toda esta situação.
Pois bem, alheio a toda esta fase mais negra do país, encontra-se o nosso Instituto Politécnico de Bragança. É verdade, caros amigos! Quem tal vos diz, sou eu, aluno da Escola Superior de Educação, no último ano do Curso de Línguas e Relações Internacionais.
E conto-vos isto porquê? Ora bem, para que o amigo leitor tenha um conhecimento mais esclarecedor do que é o nosso ensino superior e, sobretudo, para o animar um pouco, caro leitor, pois nem tudo é obscuro! É verdade!
Além do nosso Instituto politécnico ter sido referenciado como “o” melhor Instituto Superior Politécnico do país (e remarque bem, caro amigo, que eu coloquei o “o” entre aspas, para melhor o referenciar), recebeu este ano um número recorde de novos alunos. Segundo ouvi comentar serão cerca de dois mil.
Caro amigo leitor, isto é razão de sobra para mostrarmos o contentamento geral, dado que tão elevado número de alunos é, claramente positivo para o desenvolvimento da nossa cidade (e da de Mirandela que também este ano conta com grande afluência no nosso pólo ali estabelecido) mas é, acima de qualquer dúvida, uma altura para aplaudir o trabalho desenvolvido pelo nosso Ilustre Presidente (e da sua equipa) o Sr. Professor Doutor Sobrinho Teixeira, que elaborou todo um trabalho, digno dos melhores, para conseguir atrair um maior número de alunos ao nosso Instituto e, também, devolver-lhe a credibilidade e qualidade há muito perdida.
Ao nosso presidente e na qualidade de aluno que sou, quero, sem qualquer dúvida, agradecer todo esse trabalho, todo o empenho e sobretudo agradecer pelo regresso do nosso Instituto às “bocas” do país, conferindo-lhe não só a credibilidade, mas também a sua qualidade de ensino outorgando-lhe assim o “título” de Instituto Superior Politécnico de Qualidade.
É com estas acções que os nossos cursos são mais valorizados e na hora de conseguir aquele trabalho, tornam-se, sem dúvida, factor de desempate.
É para mim motivo de orgulho ser aluno da Escola Superior de Educação desde Instituto, não só pelas razões anteriormente referidas mas também porque posso constatar na primeira pessoa a referida qualidade de ensino que nos é ministrada, fruto do trabalho dos muitos docentes e também de grande parte dos alunos (que começaram a acreditar e a apregoar a boa imagem que temos aos quatro ventos do país).
Em jeito final, agradecer, porque me toca de mais perto, aos docentes que ministraram e ministram o curso de Línguas e Relações Internacionais, Dr. Carlos Teixeira, Dra. Mirtha Fernández dos Santos, Dra. Cláudia Martins, inconfundíveis Dr. Kevin e Dra. (Madame) Dominique, Dra. Vanda Lourenço, Dra. Ana Barros, Dr. Orlando Gama, Dr. Paulo Castro, Dra. Raquel, Dra. Isabel Ribeiro, Dra. Luísa Branco e Dra. Isabel Chumbo, pelo profissionalismo e dedicação que nos devotaram, pela atenção e disponibilidade com que nos brindaram ao longo destes três anos. A todos o meu mais sincero muito obrigado!
Por fim, agradecer também aos meus colegas de turma, pela paciência e amizade que para comigo demonstraram e sobretudo agradecer pela cumplicidade, humildade e alegria com que acolheram aqui o “kota”, olhando-o de igual para igual, sem pré-juízos, tornando-o mais um do “bando” (oh tonight onde ando já!). Muito obrigado a todos! É um privilégio estar convosco!
Como pode ver, caro amigo leitor, apesar da crise que nos assola, há, em Bragança, pelo menos um motivo pelo qual sorrir!
IPB – Bragança… Uma escola voltada para um futuro e com qualidade!

Artigo de Opinião de Paulo Diegues em Jornal Nordeste de 04-11-2008.

IPB “exporta” cada vez mais licenciados

IPB no top cem, a nível europeu, das instituições com maior índice de mobilidade.
Todos os anos, recém licenciados do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) ingressam no mercado de trabalho estrangeiro, com maior incidência em cidades espanholas. A saída para fora acontece devido a programas como Sócrates/Erasmus, Leonardo da Vinci e parcerias que a instituição mantém com universidades estrangeiras. “Temos muitos alunos em intercâmbio através do programa Erasmus, tendo o IPB ficado no top cem, no 98º lugar, a nível europeu, das instituições com maior índice de mobilidade. Promovemos também o programa Leonardo da Vinci, conseguindo muitas bolsas para estágios remunerados e temos vindo a celebrar diversos protocolos em empresas através das nossas universidades estrangeiras, ou seja, dado o bom relacionamento entre instituições europeias, estas acabaram por nos facilitar empresas que podem receber alunos do IPB”, explicou Sobrinho Teixeira, presidente da instituição. Para o dirigente, aproximar cada vez mais a instituição, bem como os alunos, da Europa é uma prioridade, pelo que a participação nos vários programas disponíveis é imprescindível, como, por exemplo, o Erasmus: “quando o aluno vai para o estrangeiro abriu horizontes. O aspecto mais importante do Erasmus nem é tanto a questão académica. É o ganho de competências que se conseguiu ao frequentar uma instituição diferente e a aquisição de um espírito aberto. E depois também conseguem arranjar contactos e ganham espírito de iniciativa própria que permitirá melhores condições de empregabilidade”. Devido à conjuntura económica do país, cada vez mais alunos procuram saídas profissionais fora, uma busca que os cerca de mil licenciados que o IPB forma por ano abraçam, sendo constantemente incentivados pela instituição. “É óbvio que a região de Bragança não tem condições de empregabilidade para todos os alunos. Gostaríamos que muitos deles ficassem aqui e promovessem o desenvolvimento da região, mas temos que apostar no mercado internacional quando queremos empregar os nossos alunos. E estes cada vez querem sair mais. A instituição tem uma visão global do mundo e incentiva os alunos a sair, pretendendo que estes venham a ter uma visão mais alargada”, acrescentou Sobrinho Teixeira. Quanto à disponibilidade dos alunos, segundo o presidente, “existe um bichinho qualquer dentro do instituto, talvez por ser uma instituição que tem que se afirmar numa situação difícil em termos de geografia e sociologia nacional. Os próprios transmontanos estão habituados a trabalhar o dobro dos outros para conseguirem metade e, em parte, conseguimos incutir esse espírito de vestir a camisola dos nossos alunos, que, mesmo quando partem, continuam a ter uma ligação afectiva ao instituto e região e acabam por levar outros alunos com eles”.
A título de exemplo, na empresa Glokal Consulting, pertencente a um grupo de consultoras tecnológicas sedeada em Espanha, e que conta com uma equipa de mais de 250 profissionais, cerca de 40 dos seus trabalhadores de Madrid são ex-alunos do IPB, nomeadamente da área de Engenharia Informática, o que, para o presidente, “é muito gratificante e representa um certificado de qualidade para o IPB”. “Em Barcelona, numa empresa da área da auditoria de Engenharia Mecânica, temos três ex-alunos. Temos um na Alemanha, na Schneider. Outro na Suíça, um de Engenharia Química na República Checa, sendo chefe de produção. Temos um aluno em Toulouse e dois na Irlanda, na Airtricity. Algumas alunas em Valência e em Salamanca, na Suécia, e três da área da Saúde em França. Da área da Educação temos uma aluna em Estugarda, alguns no Canadá, muitos de Enfermagem em Espanha...e em muitos outros países”, exemplificou.
Prioridade imediata do IPB, neste momento, é elaborar um banco de dados sobre os alunos que todos os anos saem para empresas europeias, um trabalho que se justifica, segundo Sobrinho Teixeira, devido a alterações da Lei do Financiamento do Ensino Superior. “Não só iremos ser financiados pela qualidade de ensino e número de alunos, mas estou convicto que iremos ser financiados pela empregabilidade dos nossos formandos. Por isso, é necessário um banco de dados actualizado sobre essa empregabilidade, numa atitude pró-activa que permita ter informações sobre novas exigências”, referiu.

Emprego lá fora à primeira tentativa
“O primeiro curriculum que enviei para o estrangeiro foi para o laboratório do Hospital Clínico Universitário de Valência e, dois dias depois, fiz a entrevista via internet, com uma câmera Web. No dia seguinte fiquei a saber que era a candidata com maior pontuação e, mais tarde, contactaram-me para me transmitir que a minha admissão seria a um de Julho deste ano”, contou Patrícia Rodrigues, licenciada em Engenharia Biotecnológica, a trabalhar no Serviço de Hematologia e Oncologia Médica no Hospital de Valência, Espanha. Da experiência laboral lá fora, Patrícia tem uma opinião muito positiva, referindo que foi muito bem recebida, aprendeu coisas novas e conseguiu introduzir também novas ideias no laboratório onde trabalha. Como maior crítica ao país natal aponta a falta de respostas quando se procura emprego: “dos curricula que enviei para Espanha obtive sempre resposta de todos, mas, como fiquei logo colocada, enviei respostas a agradecer o interesse e a referir que já tinha emprego. Em Portugal enviam-se curricula e quase nunca se é contactado, o que é desmotivador”. E Espanha ganha também pela organização de serviços, onde, segundo Patrícia, se é bem atendido e é fornecida toda a informação necessária. No que diz respeito ao IPB, a engenheira considera que a formação ministrada é de qualidade, “adequada para o início de uma carreira. Tivemos uma formação muito abrangente, tomamos conhecimento de muitas áreas e isso permite, no final do curso, que cada um siga a área que mais o atrai a nível profissional. Tive as bases para começar e agora o resto vai depender de mim”. E a experiência positiva que viveu ao longo dos cinco anos no IPB deixam saudades, em parte colmatadas pelos contactos que vai mantendo com colegas e professores. Regressar a Portugal ainda não está nos planos de Patrícia Rodrigues. “No futuro dependerá das opções que haja. Se não há perspectivas, nem oportunidades de trabalho, não vou sair de um país onde as há. Penso que todos gostaríamos de regressar ao país natal, mas antes há que medir os prós e os contras”, concluiu.

IPB encaminhou oferta de trabalho
Susana Teixeira tem 25 anos e é licenciada em Engenharia Informática. Integra o grupo de cerca de 40 licenciados do IPB que trabalham na Glokal Consulting de Madrid, Espanha. Foi através de um email enviado pelos serviços do IPB aos alunos que Susana conseguiu ingressar no mercado de trabalho espanhol, desempenhando, actualmente, a função de programadora JAVA. Até agora a experiência tem sido muito positiva. Considera que em Espanha os salários são mais apelativos, bem como os horários de trabalho, “pagamento de horas extra superior, ambiente menos formal, mais benefícios, como seguros, saúde, formação dentro da própria área, subsídios por filhos, melhores subsídios de alimentação, subida de posto mais rápida, mais facilidade em mudar de emprego, mais ofertas de emprego, menos requisitos para contratação. No entanto, em Portugal valorizam mais a formação”, explicou. Para Susana Teixeira a formação adquirida ao longo do curso no IPB é de “boa qualidade”, assim como o ensino que a instituição promove. Continua a manter contacto com alunos e professores e regressar a Portugal é um dos objectivos, ainda que por algum tempo adiado.

De aluna a orientadora de colegas
Investigadora na Universidade de Salamanca, Rita Rodrigues, de 29 anos, licenciada em Engenharia Biotecnológica, teve como passaporte de saída a oferta de uma bolsa de doutoramento europeia “Marie Curie”, tendo sido co-orientadora de estágio de duas alunas do seu curso que realizaram o programa Erasmus em Salamanca. Com feedback positivo do seu percurso lá fora, Rita considera que existe um fosso a separar Portugal e Espanha: “as diferenças são enormes em termos salariais e oportunidades de trabalho, nomeadamente no que respeita à investigação. Espanha é consideravelmente um país mais atractivo em termos de qualidade de vida, e existe outra mentalidade e forma de viver”. Da passagem pelo IPB, a investigadora realça a “qualidade dos professores”, com quem mantém algum contacto, e do ensino, sublinhando ter tido um “óptima formação”. Quanto a um possível regresso a Portugal, Rita Rodrigues confessa que talvez um dia, “pois é onde tenho toda a minha família”. “Mas, por agora, não quero voltar a Portugal, pois estou bem em Espanha. Neste momento tenho marido e filho em Salamanca e nenhum elemento da família pretende sair daqui, sendo o meu filho espanhol” , concluiu.

Novos projectos de intercâmbio
O Brasil será a próxima aposta do IPB. “Iniciámos um programa de intercâmbio com universidades do Brasil, como Ceará, Alagoas, Baía, Florianopolis, São Paulo, e muitas outras. Este ano contamos receber 30 alunos brasileiros e enviar outros tantos para o Brasil”, adiantou Sobrinho Teixeira. Para além da possibilidade de intercâmbio, a ser iniciada em Março do próximo ano, a instituição perspectiva ainda que alunos brasileiros ingressem no IPB transferidos das suas universidades para frequentarem em Bragança licenciaturas. Outra proposta que será apresentada contemplará alunos do IPB interessados em frequentar doutoramentos em universidades brasileiras. O IPB tem estado ainda a apoiar projectos de criação de universidades em Angola e São Tomé e Príncipe, realizando protocolos que prevêem, para além do intercâmbio de alunos, que professores da instituição se desloquem a essas universidades por determinados períodos de tempo, com o objectivo de leccionar alguns conteúdos e fornecer formação aos docentes que integrarão o quadro de docência dessas instituições. A presença de alunos africanos no IPB tem sido regular, como acrescentou o presidente: “temos recebido muitos alunos africanos. De Cabo Verde já ultrapassa a centena, de Angola temos muitos a frequentar cursos de especialização tecnológica e, este ano, temos mais oito, de Moçambique”.

Publicado no jornal 'Mensageiro Notícias'.

Mais um passo rumo à criação do Brigantia Ecopark

Os municípios de Bragança e Vila Real, o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e a Associação do Parque de Ciência e Tecnologia do Porto – Portus Park reuniram-se, na passada quarta-feira, para assinarem a escritura de constituição da Associação para o Desenvolvimento do Brigantia Ecopark (ADEB).
Trata-se de um organismo que pretende promover e apoiar o lançamento e gestão do Parque de Ciência e Tecnologia - Brigantia Ecopark, que visa impulsionar a economia da região, através da implementação de empresas de base tecnológica, centros de investigação e de ensino superior.
Recorde-se que a estratégia em que assenta o Brigantia Ecopark surgiu em 2004, a partir do estudo “Tecnoparque Eco-energético de Bragança”.
O projecto centra-se no conceito de Eco-cidade, sendo que pode acolher empresas inseridas nas áreas da eco-energia, eco-construção, eco-turismo e eco-produtos. Assim sendo, o Brigantia Ecopark terá uma estreita ligação a centros tecnológicos, universidades de Castela e Leão (Espanha) e empresas com implementação nacional ou estrangeira. Para tal, assumir-se-á como um pólo de excelência no que toca a ambiente e energias renováveis, com capacidade de intervenção a nível nacional e internacional, dada a sua privilegiada localização.
A criação da ADEB surge após a apresentação pública do projecto Brigantia Ecopark e da celebração dos protocolos entre a Câmara Municipal de Bragança, Câmara Municipal de Vila Real e IPB à rede de Parques de Ciência e Tecnologia e Incubadoras Portus Park, no passado mês de Abril.
Publicado no jornal 'Jornal Nordeste'.

IPB vai criar parque vivo de Energias Renováveis




Portugal em Directo da 'RTP' de 2008-11-06.

Ano lectivo da Universidade Sénior de Bragança arranca com novo protocolo com IPB

A Universidade Sénior do Rotary de Bragança vai oficializar a parceria que tem levado a cabo com a Escola Superior de Saúde de Bragança.
O protocolo vai ser assinado no sábado, durante a sessão solene de abertura do ano lectivo da instituição.
“No âmbito desta parceria tem vindo a ser dada a disciplina de Saúde e Qualidade de Vida, com a participação das alunas de Gerontologia e sob a direcção da professora Emília Magalhães e Ana Galvão, que é uma das disciplinas uma adesão mais significativa”, revela António Meireles, o coordenador pedagógico da Universidade Sénior.
A propósito da abertura do ao lectivo destaca-se ainda a palestra que o presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Sobrinho Teixeira vai proferir na sessão solene sobre “Educação e Cidadania no distrito de Bragança”.
A sessão solene de abertura será então no sábado, pelas 17.30 na Casa do Professor
Apesar de as aulas da universidade sénior já terem arrancado a 13 de Outubro, as matrículas ainda estão abertas. “As matrículas são feitas na Casa do Professor, que é também o local onde decorre a maioria das aulas”, esclarece António Meireles.
No âmbito da abertura do ano lectivo, vão estar expostos trabalhos dos alunos da universidade sénior no Fórum Teatro.
Publicado em 'Rádio Brigantia'.

24 outubro, 2008

IPB quer fazer de Bragança o distrito mais qualificado

O presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Sobrinho Teixeira, quer transformar o distrito de Bragança no mais qualificado do país.
Um desafio anunciado, ontem, em Torre de Moncorvo, durante a abertura do ano lectivo dos Cursos de Especialização Tecnológica (CET’s).

“Este ano tivemos a maior entrada de sempre em termos de número de alunos” refere o presidente da instituição acrescentando que a aposta nos CET’s é outro factor já que “a grande maioria dos alunos destes cursos vão depois ingressar no IPB”.
De resto, Sobrinho Teixeira entende que só com a qualificação dos adultos no activo é que será possível aproximar Portugal da média europeia.

“Nos próximos anos não é possível conseguir estreitar o fosso dos 10,9% de trabalhadores no activo com formação superior em relação aos 25% de média da União Europeia esperando que isso seja conseguido apenas através do aumento do numero de jovens no ensino superior” defende Sobrinho Teixeira. “A requalificação do público adulta também tem de ser feita” acrescenta e “só assim é que podemos tornar o distrito de Bragança numa das regiões mais qualificada do país em termos de formação superior”
Ontem, abriu o ano lectivo para cerca de uma centena de alunos divididos por quatro Cursos de Especialização Tecnológica fora da capital de distrito, dois em Moncorvo: Vitivinicultura e Turismo; e outros tantos em Mogadouro: Desenvolvimento de Produtos de Multimédia e Treino Desportivo de Jovens Atletas.
Entretanto, o presidente da Câmara de Moncorvo, Aires Ferreira, anunciou, ontem, que tenciona recuperar a antiga cadeia local para aí colocar a funcionar aqueles cursos. “a câmara pagou quase 90 mil euros com o objectivo de ser um pólo do IPB e enquanto isso não for concretizado a antiga Direcção-Geral do Património do Estado pode exercer o direito de reversão e por isso propomo-nos recuperar o edifício para ali instalar os CET’s” refere o autarca.
Outro objectivo da autarquia de Moncorvo é a adaptação de um edifício antigo, próximo do edifício da Câmara, a uma residência de estudantes.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.

23 outubro, 2008

Rosa Mota corre na Praxe Solidária em Bragança


São esperadas mais de duas mil pessoas na Praxe Solidária que se realiza hoje às 21h20, em Bragança, organizada pela Associação Académica, e que conta com a presença da atleta Rosa Mota.
Trata-se de uma iniciativa incluída na Recepção ao Caloiro 2008, que consiste numa corrida de solidariedade, em que os atletas oferecem bens alimentares, no acto de inscrição, que serão entregues a instituições de solidariedade social da cidade.
Esta iniciativa tem como objectivo mostrar que as praxes não são actividades negativas, “uma vez que há muita gente que critica as praxes”, referiu Rui Miranda, presidente da Associação Académica.
A partida para a corrida tem início dos Serviços de Acção Social do IPB, na Avenida Sá Carneiro, e está aberta a toda a comunidade académica e à população de Bragança.

Publicado em 'O Informativo'.

Pós-Graduação em cuidados continuados arranca no IPB

As unidades de cuidados continuados vão poder dar uma resposta mais eficaz, no distrito de Bragança.
A Escola Superior de Saúde acaba de iniciar um curso de pós-graduação nesta área.
Esta formação é dirigida a profissionais de saúde desde enfermeiros, gerontólogos e técnicos da área.
O curso, que tem uma duração de seis meses, arranca com 30 inscritos.
Helena Pimentel, directora da Escola Superior de Saúde de Bragança, explica que a ideia de implementar esta pós-graduação em cuidados continuados surgiu devido às “necessidade formativa dos profissionais de saúde em função do número de unidades de cuidados continuados que estão a abrir na região”.
A responsável pela ESSa justifica ainda que esta necessidade surge em função do envelhecimento demográfico e “das necessidades específicas de saúde direccionadas para este grupo etário”.
Por outro lado, a coordenadora da sub-região de saúde de Bragança, Berta Nunes, acredita que este curso vai dotar os profissionais de maior habilitação para trabalhar nas unidades de cuidados continuados.
Para a responsável “é necessário ainda muita formação para que as pessoas utilizem todas as funcionalidades da rede para que os utentes que estão nas unidades de cuidados continuados sejam bem tratados”, explica.
Berta Nunes refere ainda que “não é fácil lidar com idosos ou doentes em situação terminal que estão nestas unidades” já que “muitas vezes se está a lidar com a morte e com o luto”, acrescenta.
No distrito de Bragança, já existem unidades de cuidados continuados em Freixo de Espada à Cinta, Vila Flor e Mogadouro.
As próximas a abrir serão em Miranda do Douro, Torre de Moncorvo, Vinhais e Vimioso.

Publicado em 'Rádio Brigantia'.